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Moçambique reafirma compromisso com uma CPLP mais unida e dinâmica

A Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Comunidade Moçambicana no Exterior, Maria de Fátima Simão Manso, reafirmou o compromisso de Moçambique com o fortalecimento de uma Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) cada vez mais unida, dinâmica, influente e próxima dos seus cidadãos. Intervindo na 31.ª sessão do

Os membros do Comité Central da Frelimo continuam tímidos e com reservas ao falar à imprensa. Interpelado esta manhã,  Mety Gondola  disse que é preciso ter paciência e não se deve correr para saber quem é o candidato.

Gondola explicou que a demora que se está a verificar se deve ao facto de o partido estar a discutir para escolher o melhor candidato.  

 

Lutero Simango, presidente do MDM, é o candidato deste partido para as próximas eleições gerais. Simango foi proposto pela Comissão Política e a proposta foi aceite pelos órgãos sociais e os membros do Conselho Nacional.

No seu discurso, logo após a sua indicação, Simango afirmou que concorrer à Presidência da República, “é uma responsabilidade colectiva do seu partido e de todos os moçambicanos”.

Simango afirmou depois que a confiança dos membros do MDM na sua pessoa, dá-lhe “mais força e confiança para servir o partido e ir ao embate eleitoral com políticas claras para trazer de volta a esperança dos moçambicanos, com propostas claras de reformas e políticas que possam elevar os ânimos da sociedade. Queremos uma sociedade ética, dialogante, inclusiva, tolerante e sobretudo patriota. Julgamos nós que com estas ideias teremos uma economia robusta e irá por fim a exploração ilegal dos nossos recursos”.

Albano Carige, edil da Beira, um nome igualmente proposto pela Comissão Política, retirou a sua candidatura, alegando que o seu compromisso neste momento é com os beirenses. “Eles votaram na lista do MDM encabeçada por mim e iremos na íntegra nos próximos cinco anos cumprir as nossas promessas estando aqui na Beira”, garantiu Carige.

O membro da Comissão Política da Frelimo e ministro da Agricultura, Celso Correia, rebateu a informação segundo a qual era um dos nomes arrolados na lista dos potenciais candidatos à presidência do país pelo partido Frelimo. Coreia diz que nunca manifestou desejo público, daí que os nomes são aqueles que foram divulgados. 

Celso Correia diz ser apenas um militante da Frelimo e que está feliz com os trabalhos em curso no Comité Central. 

Questionado sobre as discussões e a consequente demora na escolha do candidato, Correia disse ser normal. 

“Estamos no processo de escolher o candidato da Frelimo, e que tem grandes chances de ser Presidente da República. É normal que os  membros tenham este momento de reflexão conjunta porque vem militantes de todo o país, com várias sensibilidades. Faz parte da nossa história e da nossa gênese ter este tipo de abordagens”, esclareceu.

Depois de debates acesos, o Comité Central vai acrescentar mais dois nomes na lista dos pré-candidatos a serem votados pelo conclave. Embora não seja da sua vontade, Filipe Nyusi e outros membros da Comissão Política viram-se forçados a ceder à pressão.

O alcance de um consenso não foi tarefa fácil para o Comité Central do partido Frelimo que está reunido desde as 10 horas deste sábado para escolher o candidato do partido para a presidência do país nas próximas eleições de 9 de Outubro. 

Depois de um forte braço-de-ferro entre as diferentes alas do partido, chegou-se ao consenso de que deveriam ser acrescentados, pelo menos, mais dois nomes, além dos três anteriormente propostos pela Comissão Política. 

Posto isto, foi preciso um intervalo para desanuviar e fazer consultas sobre quais seriam os dois nomes que vão fechar a lista dos pré-candidatos dos quais sairá um candidato pelo partido dos camaradas para o próximo escrutínio. 

O Comité Central já retomou as discussões.

O  candidato do Movimento Democrático de Moçambique ao cago de Presidente da República, as eleições legislativas e o cargo de governador serão conhecidos amanhã, na Cidade da Beira, onde decorre o Conselho Nacional do partido.

É já amanhã que o MDM vai definir o seu candidato à Presidência da República, bem como a deputados da Assembleia da República e a governadores provinciais. 

Em função do perfil aferir, o partido pretende desafiar os potenciais candidatos para que avancem com as suas intenções sem que, no entanto,  encontrem qualquer que seja o impedimento. Depois da apresentação das candidaturas, as mesmas  serão submetidas à votação interna.

“A primeira condição, em termos de perfil, é ser moçambicano. E, em função disso, vamos avaliar quais as condições de cada um para fazer face aos desafios do país. O povo moçambicano precisa de um presidente com capacidade para dirigir o país e com políticas que beneficiem a todos sem exclusão”, explicou o presidente do Conselho Nacional do MDM, Pedro Casimiro. 

Segundo Casimiro, as actuais políticas do país não estão a beneficiar os moçambicanos. 

“Nós sabemos que há problemas nas áreas de saúde, educação e outras. 

Agora, se o nosso presidente for alguém com políticas bem desenhadas em diversas áreas de actuação, nós podemos dizer, sim senhora, este vai desenvolver este país. Nós queremos abarcar pessoas que tragam soluções e não problemas.” 

Mas quem são os potenciais candidatos, olhando para o perfil definido pelo partido? Esta foi a questão colocada pelo “O País”. 

“Eu não posso avançar com os nomes, porque estão no segredo dos deuses. Os nomes irão sair deste fórum”, frisou. 

Este domingo, o MDM vai  apreciar a proposta do perfil dos candidatos, bem como o orçamento do partido.

Encontrar um candidato consensual não está a ser uma tarefa fácil para o partido Frelimo. Entre avanços e recuos, o certo é que ainda não foi definido internamente o próximo rosto do partido do batuque e maçaroca para as próximas eleições. 

Para Teodoro Waty, membro do Comité Central, apesar de não ter havido desfecho ontem, “a reunião foi excelente,  voltamos amanhã (hoje), com vista a ensaiar mais democracia. Temos agora três nomes, mas o que se entendeu do debate do Comitê Central, é que mais nomes devem ser acrescentados”.

Questionado sobre os nomes avançados para corrida interna,  Waty disse “não ser momento adequado para fazer menção”.

Por outro lado, José Chivava entende que se deve reflectir  profundamente, por isso, “conforme demandam os estatutos do partido, na última sessão, o Comitê Central recomendou a Comissão Política para que trouxesse propostas  e o trabalho foi feito, agora precisamos de refletir mais, porque isso é que o debate foi interrompido. Amanhã (hoje) o debate continua. O Comitê Central ainda não deu o seu veredito sobre a proposta dada pela Comissão Política.”  

A sessão extraordinária do Comité Central da Frelimo terminou ontem sem indicação do candidato à Presidência da República. Não houve consenso em relação aos três nomes indicados pela Comissão Política, nomeadamente Roque Silva, Damião José e Daniel Chapo. O Comité Central orientou que se incluíssem mais nomes na lista e o evento retoma hoje.

Depois de longas horas de trabalhos, a primeira sessão extraordinária do Comité Central do partido no poder terminou sem a informação que se esperava: a eleição do sucessor de Filipe Nyusi na Presidência da República nas eleições gerais de 09 de Outubro. Este é o único ponto de agenda.

O encontro arrancou pela manhã, com a continuação da reunião da Comissão Política, mas foi interrompido à noite sem consenso relativamente a Roque Silva, actual secretário-geral da Frelimo; Damião José, deputado da Assembleia da República; e Daniel Chapo, governador da província de Inhambane.

O Comité Central, órgão máximo da Frelimo no intervalo entre congressos, decidiu que se devia acrescentar outros candidatos.

Apenas os membros do Comité Central e os presidentes honorários do partido, nomeadamente Joaquim Chissano e Armando Guebuza, participaram na sessão.

O Movimento Democrático de Moçambique defendeu, esta sexta-feira, a necessidade de haver reformas nas políticas moçambicanas ligadas ao bem estar da população. A terceira maior força política do país entende ser a única alternativa com capacidade para melhorar a vida dos moçambicanos. 

O presidente do Movimento Democrático de Moçambique,  Lutero Simango,  defende, na Cidade da Beira, reformas nas políticas para o país conquistar independência económica.Simango, que falava na abertura da IV sessão ordinária da Comissão Política do MDM, apontou a corrupção como principal causa da redução da esperança dos moçambicanos. 

“O País precisa de políticas adequadas para renovar a esperança dos moçambicanos. Como já disse, tudo isto passa, necessariamente, por colocar o partido Frelimo na oposição. O nosso povo, a nossa população e a classe trabalhadora enfrenta o custo de vida de uma forma dramática. E esse custo de vida tende a crescer cada vez mais porque os impostos estão a agravar-se”, disse Lutero Simango.

O presidente do MDM acrescentou que “é nestas circunstâncias que se reúne, hoje, a Comissão Política do MDM, que terá responsabilidade de encontrar respostas para estes problemas.

“A agenda desta reunião, segundo Lutero Simango, não é apenas partidária mas também nacional.”Terá a responsabilidade de traçar e discutir a estratégia eleitoral, isto de acordo com as suas competências.  E, naturalmente, este órgão terá a responsabilidade de propor ao Conselho Nacional os procedimentos internos de candidaturas. Por outro lado, vai apresentar o ‘draft’ do manifesto eleitoral do partido”. 

A IV sessão ordinária da Comissão Política do MDM termina esta sexta-feira e, nos próximos dois dias, terá lugar o Conselho Nacional, onde o pano de fundo será a eleição do candidato à presidência da República, cabeças-de-listas para o cargo de governadores provinciais e deputados da Assembleia da República.

A Frelimo elege, amanhã, o seu candidato para as eleições presidenciais de 9 de Outubro. A sessão está marcada para às 13 horas.

A Comissão Política da Frelimo estava reunida, esta quinta-feira, para apreciar os nomes dos candidatos à presidência do partido e da República. A Sessão foi interrompida e será retomada amanhã, horas antes do início do Comité Central.

O Comité Central vai contar com a participação dos antigos Presidentes do partido, Armando Guebuza e Joaquim Chissano, além de outras figuras. De acordo com o artigo 86 dos Estatutos da Frelimo, os presidentes honorários participam do Comitê Central, quando convidados. 

 

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