Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Moçambique reafirma compromisso com uma CPLP mais unida e dinâmica

A Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Comunidade Moçambicana no Exterior, Maria de Fátima Simão Manso, reafirmou o compromisso de Moçambique com o fortalecimento de uma Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) cada vez mais unida, dinâmica, influente e próxima dos seus cidadãos. Intervindo na 31.ª sessão do

O Presidente da República, Filipe Nyusi, enviou uma mensagem de condolências ao seu homólogo russo, Vladimir Putin, pela morte, em Maputo, do embaixador Alexander Surikov. Filipe Nyusi assegura que o país vai prestar apoio no processo que se segue.

Na mensagem da Presidência da República a que o “O País” teve acesso, o chefe de Estado refere que o embaixador Alexander Surikov foi um defensor incansável do estreitamento de relações amistosas, de solidariedade e cooperação entre os povos e os Governos dos dois países.

“A partida precoce do embaixador Surikov, um diplomata dedicado, com qualidades excepcionais que, com profissionalismo ímpar, soube defender os interesses do seu país, enquanto impulsionava uma cooperação profícua entre os nossos dois países, deixa um vazio imenso”, refere a mensagem de condolências do Presidente moçambicano.

Na mesma mensagem, Filipe Nyusi reitera a “solidariedade” e “o apoio total do Governo de Moçambique aos trâmites subsequentes”.

“Reiterando a nossa solidariedade e o apoio total do Governo de Moçambique aos trâmites subsequentes, queira aceitar, Excelência, os protestos da minha elevada consideração e estima pessoal”, diz ainda o estadista moçambicano na sua mensagem.

O chefe do Estado moçambicano acrescenta, na mensagem, que, neste momento de pesar, em nome do Povo, do Governo da República de Moçambique e no seu próprio, endereça à família enlutada e ao Governo da Federação da Rússia as mais sentidas condolências.

Entretanto, a Rússia não autorizou a realização da autópsia do seu embaixador em Maputo, algo que é desconhecido pelo Ministério Público moçambicano.

“Sobre este assunto [a não autorização de autópsia] não poderei falar (…). Não tenho conhecimento. Mas naturalmente qualquer ocorrência criminal, se for caso, o Ministério Público toma conhecimento”, afirmou à comunicação social o porta-voz da Procuradoria-Geral da República, Nazimo Mussá, à margem da reunião da entidade em Maputo.

Alexander Surikov, de 68 anos, foi encontrado morto, no sábado à noite, na sua residência oficial em Maputo e, segundo a polícia moçambicana, as autoridades russas não autorizaram qualquer exame ao corpo.

Recorde-se que a nota da Polícia da República de Moçambique, no domingo, referia que a “presunção” da investigação é de “morte súbita por causas indeterminadas”, contudo, quando o piquete policial chegou à morgue do Hospital Central de Maputo “constatou que o corpo já tinha sido acondicionado”.

“E, por orientações vindas da Rússia, as quais chegaram à equipa técnica do piquete através do cônsul daquela Federação, o senhor Yuri Doroshenkov, o qual esteve presente na morgue acompanhado com o encarregado de segurança da embaixada, foi orientado a não fazer qualquer (…) exame do corpo e muito menos autópsia”, refere-se na informação.

Alexander Surikov foi embaixador da Rússia em Moçambique nos últimos sete anos, e este seria o último ano do seu mandato no país.

A remoção do corpo do embaixador da Rússia em Moçambique, Alexander Surikov, da sua residência oficial para a morgue do Hospital Central de Maputo, sem envolver a Polícia, foi errada, segundo os comentadores Fernando Lima, Moisés Mabunda e Samuel Simango, que falavam no programa Noite Informativa da STV Notícias. No entanto, a embaixada diz que a corporação da esquadra mais próxima tomou conhecimento. 

De acordo com a Polícia, as autoridades russas impediram a realização de autópsia ao corpo do diplomata.

Fernando Lima considera que “Moçambique é um território soberano e mesmo os diplomatas que são abrangidos por uma Convenção Internacional têm de respeitar todos os princípios decorrentes do facto de viverem em território nacional. Portanto, essa morte deve ser aclarada”.

Da mesma ideia comunga Samuel Simango, dizendo que “as relações internacionais” determinam que “um embaixador tome as suas actividades em determinado país depois de uma acreditação”. Por isso, esperava-se que o Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação e a Rússia esclarecessem as circunstâncias da morte de Alexander Surikov.

“Não acontecendo e havendo opacidade na divulgação de informações desta morte, estamos a dizer que há suspeitas e possibilidade de se entender que exista  uma conspiração entre os dois Governos no caso”, afirmou Simango.

Para o comentador Moisés Mabunda, “só o facto” de o corpo de Alexander Surikov ter sido removido para a morgue do Hospital Central de Maputo “sem o conhecimento das autoridades é bastante suspeito”. 

“Este caso agrava-se pelo histórico: Sete casos semelhantes foram registados em outros países, mas as autoridades russas permaneceram em silêncio. Em todos estes casos, não houve investigação nem houve esclarecimento. Portanto, estamos diante de um manto nebuloso que não conseguimos explicar devidamente”, disse Mabunda.

Os analistas consideram que ainda é cedo para assumir que houve obstrução em relação ao tratamento da morte do embaixador.

 

AUTÓPSIA À ALEXANDER SURIKOV SERÁ FEITA NA RÚSSIA

Refira-se que, esta segunda-feira, a embaixada Rússia em Moçambique explicou que não houve nenhuma clandestinidade na remoção do corpo de Alexander Surikov da residência oficial para a morgue, nem “recusa ilegal da embaixada em fazer a autópsia”.

Segundo a explicação da embaixada da Rússia, o embaixador perdeu a vida na sua residência oficial que, “de acordo com a Convenção de Viena, é território da Rússia. Neste contexto, serão as autoridades russas que decidirão sobre a necessidade de investigar o caso. A parte russa não se recusa à autópsia, mas esta será feita já na Rússia”.

“Logo depois do ocorrido, foi chamada a quarta esquadra da Polícia da República de Moçambique, que trata de assuntos ligados ao corpo diplomático. E os diplomatas russos que estavam no lugar do acontecimento, seguiram estritamente” o que as instituições do seu país orientam relativamente a casos desta natureza.

Neste momento, a Embaixada da Rússia está a trabalhar com as autoridades moçambicanas para realizar a transportação do corpo.

 

MINEC E RÚSSIA TRABALHAM PARA ESCLARECER MORTE DE SURIKOV

Por sua vez, o Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação afirmou, esta terça-feira, que “está a trabalhar em coordenação com a Embaixada da Federação da Rússia, em Maputo, nos termos da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas e Consulares, para o esclarecimento das circunstâncias da sua morte e garantir a solenidade devida na transladação do corpo do malogrado para à Federação da Rússia”.

A instituição esclarece, também, que o diplomata apresentou as suas cartas credenciais ao Presidente da República de Moçambique em 2017. 

Desde essa altura, Surikov “foi promotor e defensor incansável do estreitamento das relações de amizade e cooperação entre os Povos e Governos da Federação da Rússia e da República de Moçambique”.

O diplomata “não mediu esforços para a materialização desse desiderato, tendo participado com grande empenho na organização da troca de visitas oficiais de alto nível entre os nossos países e na negociação e assinatura de vários instrumentos jurídicos de cooperação que formalizam as relações entre Moçambique e Rússia”. 

Daniel Chapo é o secretário-geral interino da Frelimo. Chapo, que é o candidato presidencial deste partido, foi designado pela Comissão Política na sessão desta segunda-feira. Antes de ir à sessão do órgão partidário, reuniu-se com líderes, de quem recebeu conselhos sobre como servir.

Em cumprimento dos estatutos, a Comissão Política da Frelimo indicou Daniel Chapo para ocupar interinamente o cargo de secretário-geral. O lugar tinha ficado vago depois de Roque Silva ter renunciado, no último Comité Central Extraordinário. Ou seja, Chapo ganhou na corrida eleitoral e ainda ficou com o lugar de Roque Silva.

O novo secretário-geral interino da Frelimo foi indicado depois de um encontro que manteve com líderes religiosos. Na reunião, Chapo evidenciou o seu entendimento de que a Comité Central que o elegeu foi, em si, indicação de uma bênção. Prova disso: “A sessão começou numa sexta, dia da oração dos muçulmanos, estendeu-se ao sábado, dia em que rezam os nossos irmãos judeus e terminou no domingo, dia em que rezam os nossos irmãos cristãos”, disse.

Além de bênção, Chapo decidiu reunir-se com líderes religiosos para ter alguns conselhos na construção do manifesto eleitoral. Talvez por entender que os conselhos eram só para si, a imprensa não acompanhou a sessão, mas o próprio candidato destacou os conselhos mais relevantes. “Saíram conselhos importantes, como, por exemplo, a necessidade de servirmos e não nos servirmos e foi citado um versículo bíblico nesse aspecto”, falou-se também da importância de “nós, como dirigentes, continuarmos a sermos humildes em relação à nossa população”.

Por falar em população, Chapo diz ser portador de uma mensagem para os moçambicanos, que é uma mensagem de “esperança, que é uma mensagem importante para a população moçambicana”.

Como alguém que se propõe a dirigir os destinos do país, uma das grandes questões que se coloca é: qual é a sua visão de Estado? Chapo até ouviu a pergunta da equipa de reportagem do “O País”, mas a resposta não é para agora. “Espera eu ser presidente!”, disse.

 

A Comissão Nacional de Eleições diz que, até ao momento, nenhum partido manifestou interesse de se candidatar para as eleições de governadores provinciais, deputados da assembleia da república e provincial. As inscrições iniciaram hoje.

Diante deste cenário, a comissão nacional de eleições apelou aos partidos políticos para aderirem ao processo o mais cedo possível. 

Venâncio Mondlane está, desde Sábado, em Quelimane, onde milhares de membros e simpatizantes da Renamo encheram o aeroporto para o receber, e com ele marchar pelas artérias da cidade. A marcha retomou este Domingo, contando sempre com a presença do edil Manuel de Araújo.

O candidato a presidência da Renamo chegou, na noite deste Sábado, à Quelimane para participar do Congresso do seu partido. Mondlane foi recebido por milhares de membros e simpatizantes da Renamo, com os quais marchou no Sábado e neste Domingo, ao longo da tarde.

A recepção organizada pelo edil Manuel de Araújo é para todos os candidatos.
Ainda no calor da emoção, Venâncio Mondlane vendeu a ideia de pretender ser um líder que vai dar o peito às balas em defesa do povo, deixando de lado o conforto de um escritório e as mordomias do cargo.

Mesmo sem ainda ser eleito, Venâncio Mondlane garante que, em Outubro, a Frelimo passará para o lugar da oposição.

Apesar de supostamente Venâncio Mondlane ter sido eleito ao nível do distrito e da província como delegado ao Congresso, por alegadas ordens superiores pode ver a sua participação no congresso cancelada.

O embaixador da Federação da Rússia em Moçambique, Alexander Surikov, foi encontrado sem vida na sua residência oficial, na noite deste sábado, em circunstâncias ainda por esclarecer.

A Polícia da República de Moçambique (PRM) diz que tomou conhecimento da morte do diplomata, de 68 anos de idade, depois de o seu corpo ter sido levado para a morgue do Hospital Central de Maputo.

Não se sabe ao certo a hora em que Alexander Surikov perdeu a vida. Entretanto, a PRM tomou conhecimento da ocorrência por volta das 23 horas.

Nessa altura, o corpo do embaixador da Rússia na capital do país “jazia na morgue do Hospital Central de Maputo”.

“A equipa técnica do Piquete-Sede, chegada à morgue, constatou que o corpo já tinha sido acondicionado na gaveta número cinco, e, por orientações vindas da Rússia, as quais chegaram à equipa técnica do piquete através do cônsul daquela Federação, o Senhor Yuri Doroshenkov, o qual esteve presente na morgue, acompanhado pelo encarregado de segurança da embaixada”, refere uma nota da Polícia.

Segundo a mesma nota, o Consulado da Rússia orientou que não se fizesse “qualquer que fosse exame do corpo e muito menos autópsia. Porém, a equipa técnica colheu fotografias do corpo do finado estando na gaveta”, “foram feitas fotografias à residência do mesmo e colheu-se o depoimento do Cônsul”.

Alexander Surikov era embaixador da Rússia em Moçambique desde 2017.

Um total de 43 partidos submeteram inscrições na Comissão Nacional de Eleições, com vista a concorrer nas eleições gerais de 9 de Outubro. Os pedidos foram todos aprovados, e, com efeito, a CNE abre a janela da submissão das candidaturas para a eleição dos deputados da Assembleia da República, governadores das províncias e membros das Assembleias Municipais, entre os dias 13 de Maio a 10 de Junho.  

A Comissão Nacional de Eleições recebeu a inscrição de 43 formações políticas que se propõem a concorrer para as eleições legislativas e de assembleias provinciais. Após análise minuciosa, o órgão decidiu por aprovar todas as propostas.

As formações políticas terão 30 dias para a submissão das listas de candidatos para eleição dos deputados da Assembleia da República, governadores das províncias e membros das Assembleias Municipais, entre os dias 13 de maio a 10 de Junho.  

O Porta-voz da CNE, Paulo Cuinica, fez saber ainda que não é imperativo apresentar candidaturas para todos os círculos eleitorais ao mesmo tempo. Até porque cada partido pode escolher os círculos a concorrer.

Por outro lado, a CNE prorrogou o recenseamento eleitoral na Tanzânia e no distrito de Quisanga, em Cabo Delgado,  para maior inclusão dos potenciais eleitores, outrora incapazes de recensear.

A CNE diz que foi ultrapassada a meta de eleitores inscritos para o escrutínio do dia 9 de Outubro.

O terrorismo é um dos maiores desafios que Moçambique enfrenta, sobretudo numa altura em que há relatos de intensificação de ataques por parte dos insurgentes em alguns pontos da província de Cabo Delgado.

Falando durante a acreditação de seis novos embaixadores, o Presidente da República, Filipe Nyusi, disse ser necessário desenvolver cada vez mais acções visando travar este fenómeno.

Dirigindo-se a Abdallah Ali Ayyad, embaixador do Reino Hachemita da Jordânia, Nyusi destacou a importância de este país fazer parte da Organização de Cooperação Islâmica, um organismo multilateral de combate a ameaças como a que se vive em Cabo Delgado.
O chefe de Estado falou da necessidade de mais coordenação e colaboração nas questões de paz, segurança e desenvolvimento no mundo islâmico.

Ao mesmo embaixador, Filipe Nyusi recordou a visita que efectuou ao Reino da Jordânia, em Março de 2022, na qual manteve conversações com o Rei Abdalah, que tiveram como foco a necessidade de cooperação no sector da agricultura, turismo, energia e recursos minerais.

A Philip Mundia Githiora, alto-comissário da República do Quénia, o Presidente da República lembrou as conversações que manteve com o homólogo daquele país, assim como  as comissões mistas de cooperação bilateral que reforçaram as relações de amizade e cooperação.
Com Luís Miguel Lopes de Sousa Sequeira, embaixador da República de Timor-Leste, o chefe de Estado abordou as relações históricas, fazendo, ainda, referência a temas como  solidariedade e coordenação na  Luta de Libertação Nacional nas colónias portuguesas.

Nyusi lembrou, na ocasião, que o último tema foi abordado  num encontro com o Presidente de Cabo Verde, em Lisboa, durante as comemorações do quinquagésimo aniversário do golpe de Estado de 25 de Abril. “As relações do passado devem fecundar a cooperação bilateral e multilateral”, afirmou Nyusi, citado pela ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Verónica Macamo.

Ao alto-comissário da República de Trinidade e Tobago,  Lovell Macio Francis, o Presidente manifestou interesse de cooperação na área de hidrocarbonetos, recordando que “este país desenvolveu com sucesso a indústria de petróleo e gás.”
Para além do dito “bom exempolo”, o chefe de Estado levantou a possibilidade de cooperação em outras áreas tais como turismo e comércio livre.

O Presidente da República dirigiu-se, igualmente, a Dom Luís Miguel Moñoz Cárdaba, Núncio Apostólico da Santa Sé, com quem falou sobre três marcos históricos, nomeadamente a visita do Papa João Paulo II, em 1999, a visita do Papa Francisco, em 2019, e a audiência concedida em 1970 pelo Papa Paulo VI aos líderes do movimentos nacionais de Luta de Libertação de Angola, Cabo Verde e Moçambique.

Nyusi agradeceu à embaixadora  do Reino da Dinamarca, Elsebeth Sondergaard Krone, pelo apoio ao povo moçambicano no período da Luta de Libertação Nacional, considerando “um país confiável, seguro e coerente” em todos os momentos, especialmente os mais difíceis.
Por fim, o Presidente da República deu nota positiva à preservação dos princípios e valores da independência, liberdade, justiça e democracia que estes países comungam na busca pacífica da paz e segurança no mundo.

Depois da sua eleição como candidato presidencial da Frelimo, domingo último, no terceiro e último dia da sessão extraordinária do Comité Central da Frelimo, Daniel Chapo regressou a Inhambane para agradecer a confiança em si depositada. Por outro lado, os jovens dizem que, com Daniel Chapo, os problemas da juventude poderão ser resolvidos.

Foi num ambiente festivo que membros e simpatizantes do partido Frelimo receberam, esta quinta-feira, o candidato presidencial daquela formação política, Daniel Chapo.

A primeira-secretária da Frelimo em Inhambane, Adélia Macucule, disse que a população de Inhambane está orgulhosa pela eleição de Daniel Chapo como candidato presidencial da Frelimo.

“A Frelimo, em Inhambane, e a população, em geral, orgulham-se por esta conquista. Queremos dizer parabéns, camarada Chapo. Bem haja o bom filho de Inhambane! Não temos dúvidas da satisfação da população com a qual trabalhou desde 2016”, destacou Adélia Macucule.
Na ocasião, Daniel Chapo, que  foi governador de Inhambane durante oito anos, disse que a “terra da boa gente” é um lugar abençoado.
A poucos meses das eleições, o candidato da Frelimo diz que agora é hora de trabalhar.

“Eu vim aqui para agradecer à província de Inhambane. Como eu disse, aqui, esta é uma província abençoada. Eu costumo dizer, e até ontem disse, em jeito de brincadeira diante de alguns camaradas, que se você for chefe tem de passar por Inhambane”, frisou.

Pelo facto de Daniel Chapo ser o  primeiro candidato da Frelimo a Presidente nascido depois da Independência Nacional, os jovens dizem ser agora o tempo de esperança.
O candidato presidencial da Frelimo deverá ser apresentado oficialmente esta terça-feira, na província da Zambézia.

+ LIDAS

Siga nos