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O País – A verdade como notícia

O Governo quer construir sete hospitais distritais, distribuir o livro escolar a tempo, aumentar em 40% o índice de integridade territorial, reabilitar e requalificar o Estádio Nacional do Zimpeto.

Estes são parte dos compromissos que a administração Chapo assume no Plano Quinquenal, um documento de mais de 100 páginas e que já deu entrada no parlamento para sua apreciação.

O Plano Quinquenal do Governo 2025-2029 é um documento de 130 páginas no qual o Executivo detalha o que pretende fazer, com metas e prazos, durante os cinco anos de governação.

Elaborado com base na Estratégia Nacional de Desenvolvimento 2025-2044 e com cinco pilares, o documento já foi aprovado pelo Conselho de Ministros e está na Assembleia da República, aguardando apreciação e aprovação.

REDUÇÃO DO DESEMPREGO

O actual governo compromete-se a reduzir as desigualdades sociais e a pobreza, esta última situada agora em 68.2% e, para o efeito, uma das “armas” que se pretende usar é combater o desemprego, assegurando até 2029 a percentagem dos desempregados baixe dos actuais 18.4 para 17%, uma redução de 1.6%.

Para isso quer financiar mais de três mil jovens com iniciativas de auto-emprego.

SECTOR DA EDUCAÇÃO

No sector da educação, o Governo de Daniel Chapo quer concentrar as suas atenções no ensino básico e profissional. Entre as acções de destaque, neste sector, constam a garantir a produção e disponibilização atempada do livro escolar; assegurar o acesso a conteúdos educativos em plataformas digitais para reduzir custos; e adequar os curricula do ensino geral às reais necessidades do País; E são apresentados no plano métricas concretas, entre as quais reduzir o rácio aluno/professor no ensino primário de 68.1 para 55%, uma redução de 13,1%.

Ainda no ensino primário, pretende-se aumentar de 4.9% (avaliação feita em 2016) para 30% a percentagem de alunos que desenvolvem as competências requeridas para o 1º ciclo, nomeadamente leitura, escrita e cálculo).

No que diz respeito a infraestruturas do sector deste sector, projecta-se incrementar de 397 para 3.492, o número de salas de aula construídas, além de, no ensino secundário, aumentar de 13 para 77, o número de escolas secundárias, o que significa construir 64 escolas secundárias em cinco anos;

SECTOR DA SAÚDE

A administração Chapo reconhece desafios como as altas taxas de mortalidade infantil, longas distâncias percorridas para chegar-se a unidades sanitárias, o tempo de espera, o défice de medicamentos essenciais e equipamentos médicos.

É por isso que assegurar a disponibilidade de medicamentos e artigos médicos nas unidades sanitárias é uma das prioridades, bem como a promoção do planeamento familiar para incentivar uma transição demográfica sustentável; Em termos numéricos, foram estabelecidas as metas de aumentar de 70.2 para 73, a percentagem da população com acesso a serviços de saúde, um incremento de 2.8% em cinco anos;

Consta ainda da lista, a meta de que a taxa de cobertura de partos institucionais realizados aumente de 94 para 95%, uma subida de apenas um por cento.

A percentagem de medicamentos vitais disponibilizados, segundo o documento que temos vindo a citar, poderá subir de 80 para 90%, bem como serão construídos de raiz e apetrechados sete hospitais distritais, aumentando de 7 para 14 o número de hospitais distritais construídos nos últimos anos.

DEFESA E SEGURANÇA

No domínio da defesa, o Plano Quinquenal do Governo destaca os efeitos negativos do terrorismo em Cabo Delgado e prevê para breve a estabilidade naquela região seja restaurada. No entanto, o programa é pouco detalhado em relação a outro tipo de criminalidade organizada.

Ainda assim aborda a necessidade de prevenir e combater o crime organizado, com destaque para sequestros e raptos e reforçar a capacidade de defesa das fronteiras nacionais;

Nas métricas, o plano fala do aumento 86 para 87, a percentagem de casos criminais esclarecidos em relação aos casos registados e a subida do Índice de Integridade territorial de 30 para 70%.

SECTOR DO DESPORTO

O desporto também é destacado no Programa do Governo e vale a pena realçar as acções que se projecta implementar no capítulo das infra-estruturas desportivas.

A previsão é que no penúltimo ano do mandato, em 2028, seja intervencionadas as seguintes infra-estruturas: reabilitação do Estádio Nacional do Zimpeto, construção e apetrechamento da Arena Esportiva Multiuso; e construir e apetrechamento do Centro de Medicina Desportiva;

Já em 2029, poderá ser concluída a construção do Complexo Desportivo de Pemba, na província de Cabo Delgado.

O Presidente da República realizou, neste Sábado, um comício popular no distrito de  Mogovolas, província de Nampula, onde reafirmou o compromisso do  seu Governo em trabalhar em proximidade com a população para  resolver os desafios locais. 

Durante o encontro, o Chefe de Estado  anunciou medidas concretas para melhorar o acesso aos serviços de  saúde, abastecimento de água e electrificação das localidades, além  de incentivar o empoderamento económico de jovens e mulheres. 

“Estamos a trabalhar na nossa província de Nampula e decidimos que  não podemos regressar a Maputo sem chegar ao distrito de  Mogovolas para conversarmos com a população”, afirmou o  estadista.

O presidente anunciou a  alocação de uma nova ambulância para o distrito, em resposta a  uma preocupação apresentada pela população sobre a falta de  condições no transporte de doentes. “O nosso ministro da Saúde, que  está aqui connosco, vai mandar uma ambulância, uma ambulância  nova para Mogovolas”, garantiu Chapo.

O Presidente da República também tomou nota da necessidade de  melhorar as condições do Bloco Operatório, destruído durante as  manifestações violentas, um dos problemas levantados durante o  encontro. 

Na mesma linha, Chapo anunciou a construção de 15  furos de água para melhorar o abastecimento no distrito, dos quais  nove já estão abertos. Também revelou que já está em curso a  electrificação de postos administrativos e localidades, como forma de  garantir melhores condições de vida e impulsionar o desenvolvimento  económico da região. 

Atento às dificuldades enfrentadas pelos jovens e mulheres  empreendedores, o Chefe de Estado falou do Fundo de  Desenvolvimento Económico Local. “Este fundo vai chegar a todos os  distritos de Moçambique, incluindo aqui em Mogovolas. Com este  fundo, a nossa juventude, as mulheres, os homens aqui em Mogovolas,  no posto administrativo, na localidade, até na povoação, o nosso  povo, vão poder ter dinheiro para fazer negócio”, explicou.

O Presidente também apelou à preservação da paz como factor fundamental para o progresso do país. “Se nós quisermos a paz e a  reconciliação entre irmãos, vamos semear o amor. Quem semeia  reconciliação, vai colher reconciliação, e isso começa em casa”,  disse, frisando a importância de se evitar a violência e promover a  harmonia social. 

O Presidente da República recebeu, esta sexta-feira, o seu homólogo do Botswana, Duma Boko, na  cidade de Nacala, província de Nampula, onde os dois estadistas  discutiram o reforço da cooperação bilateral e multilateral entre os  seus países. Durante o encontro, foram abordados temas estruturantes  como infra-estruturas, energia, turismo e comércio, tendo ambos os  líderes reafirmado o compromisso com o desenvolvimento económico  regional. 

Antes das conversas oficiais, os dois Chefes de Estado visitaram o Porto  de Nacala, um dos principais corredores logísticos da região. O Presidente Chapo destacou a importância estratégica do porto para  o escoamento de mercadorias e o fortalecimento das trocas  comerciais entre Moçambique, Botswana e Zimbabwe. “Falamos  sobre a Linha do Limpopo, que liga os nossos três países. Este projecto  é crucial para a integração económica da região, e já existe um acordo assinado para a reabilitação do troço dentro do território  zimbabweano”, afirmou. 

Outro ponto em destaque foi o Porto de Techobanine, uma infra estrutura portuária tripartida entre Moçambique, Botswana e  Zimbabwe, cujo acordo de viabilização fora assinada em 2024, na  província de Maputo. Os dois estadistas reiteraram a necessidade de  avançar com a implementação do projecto. “Este porto é essencial  para os três países, e é nossa responsabilidade garantir que ele se  torne uma realidade”, frisou o estadista moçambicano. 

A questão do fornecimento de combustíveis para o Botswana  também foi discutida, com o compromisso de aumentar a  capacidade dos depósitos de combustíveis no Porto de Maputo.  Segundo o Presidente Chapo, “Botsuana está em crescimento e  precisa de uma fonte confiável de combustível. Estamos dispostos a  colaborar para garantir este fornecimento”. 

Por seu turno, o Presidente Duma Boko enfatizou o compromisso do seu  país com o fortalecimento das relações económicas e comerciais  com Moçambique. “Nós somos uma nova geração de líderes,  focados em conquistar a liberdade económica para os nossos povos.  Devemos investir em infra-estrutura para garantir a livre circulação de  bens e serviços entre nossos países”, afirmou. 

O Presidente do Botswana também destacou a necessidade de  fortalecer o turismo entre os dois países. “Podemos oferecer uma  experiência única para os turistas, combinando a observação da vida  selvagem no Botswana com as praias paradisíacas de Moçambique.  Devemos melhorar não só o transporte ferroviário, mas também as  ligações aéreas para facilitar essas viagens”, afirmou.

Os dois estadistas também discutiram parcerias no sector agrícola,  incluindo a possibilidade de agricultores do Botswana acederem a  terras em Moçambique. “Já temos um agricultor tswana a trabalhar  em Moçambique, e queremos expandir essas colaborações”,  acrescentou o Presidente Boko. 

Além disso, os Presidentes abordaram a necessidade de impulsionar o  comércio de produtos alimentares e agro-pecuários, aproveitando as  vantagens comparativas de cada país. O dirigente tswana destacou  a qualidade dos produtos moçambicanos, especialmente os mariscos  e peixes, que podem encontrar um mercado promissor no Botswana.  

Chapo, por sua vez, sublinhou a importância da  cooperação na segurança alimentar e no desenvolvimento rural.  “Precisamos criar mecanismos para garantir que os nossos produtores  possam comercializar de forma mais eficiente, garantindo  abastecimento interno e exportação sustentável. Este é um dos  caminhos para o desenvolvimento conjunto de Moçambique e  Botswana”, afirmou. 

A implementação do compromisso político para um diálogo nacional inclusivo assinado pelo Governo e partidos políticos deverá custar pouco mais de 90 milhões de Meticais. O valor vai servir para pagar despesas da comissão técnica a ser criada para o efeito.

Depois de ter aprovado o Compromisso Político para um Diálogo Inclusivo, a 5 de Março corrente, com partidos políticos representados no Parlamento e nas assembleias provinciais e autárquicas, o Chefe do Estado submeteu à Assembleia da República uma proposta de lei.

O documento prevê a criação de uma comissão técnica constituída pelos partidos políticos  signatários e sociedade civil, que terá a missão de garantir a implementação dos compromissos assumidos. Para o funcionamento da comissão, serão necessários cerca de 91,5 milhões de Meticais. O valor servirá para pagar diversas despesas, tais como: Senhas de presença, num valor global de 48 000 000,00 de Meticais; Ajudas de custo dentro do país, num total de 2 844 000,00 Meticais; Combustível e lubrificantes, que deverão custar 883 200,00 Meticais; Comunicações, que deverão custar 29 000 Meticais; Serviços, orçados em 34 545 000,00 Meticais; E, por fim, bens, com um custo de 5 170 000,00 Meticais.

De acordo com a proposta, a referida comissão técnica é composta por 21 membros, 18 indicados pelos partidos políticos signatários e três da sociedade civil.

Caberá ao Governo e aos partidos políticos signatários,  mobilizar recursos humanos, financeiros, materiais e patrimoniais necessários para a implementação do compromisso.

Entre vários aspectos, o compromisso político tem como objectivo principal estabelecer os princípios e as directrizes para um diálogo nacional inclusivo com vista ao estabelecimento de acordos relativos a aspectos de revisão constitucional e governação, tais como: Reforma do Estado (sistema político, os poderes do Presidente da República, despartidarização das instituições do Estado, descentralização e desconcentração política, económica e financeira); Reforma do sistema de justiça (mecanismo de indicação dos titulares dos órgãos da justiça e respectiva independência financeira e administrativa); Reforma do sistema eleitoral (definição de um novo modelo, composição dos órgãos da administração eleitoral, legislação eleitoral, órgãos de justiça eleitoral, entre outros aspectos que contribuam para a integridade de todo o processo eleitoral). 

A comissão deve ser constituída até quatro semanas após a assinatura do compromisso político, cuja implementação será avaliada trimestralmente.

 

No início da noite desta sexta-feira, o Presidente da República esteve com um grupo de fiéis muçulmanos na cidade de Nampula e destacou o papel da religião na promoção da paz

O encontro aconteceu no Palácio do Governador de Nampula e juntou fiéis muçulmanos que cumpriam mais um dos 30 dias de jejum previstos no Alcorão, o livro sagrado da religião islâmica.

O Presidente da República cumpriu, esta sexta-feira, o segundo dia de trabalho na província de Nampula e juntou-se aos muçulmanos, tendo destacado a importância da religião na promoção da paz. 

O ministério do Trabalho, Género e Acção Social concede tolerância de ponto na segunda-feira, a nível nacional, para todos os funcionários públicos e trabalhadores do sector privado que professam a religião islâmica, por ocasião da celebração do fim do mês de ramadão, onde os muçulmanos observam o jejum em cumprimento de um dos mandamentos do Alcorão, o livro sagrado desta religião.

 

A Frelimo, na Zambézia, pode estar a passar por uma crise sem precedentes, por causa de interesses individuais. A Comissão Política do partido dissolveu, há dias, todos os comités, provincial, distritais e até de localidades, e mandou realizar novas eleições para indicação de novos órgãos da base, incluindo Primeiro-Secretário do Comité Provincial.  

As lutas internas na Frelimo na Zambézia iniciaram com as divergências na indicação do cabeça-de-lista do partido, Pio Matos, para as eleições de 2024. Isso culminou com a cessação de Paulino Lenço, no cargo de Primeiro-Secretário Provincial. Depois, seguiu-se a indicação do novo Primeiro-Secretário, Momad Juízo, também de forma conturbada. 

O último episódio de guerras internas, entre as alas no seio dos “camaradas”, foi a quando da recepção das candidaturas para substituição de Momad Juízo, já que este passou a ocupar o cargo no governo central. Sucede que alguns candidatos, com condições de concorrer, foram afastados injustamente, tal como referiram muitos “camaradas” na condição do anonimato. 

A chefe da Brigada Central, Margarida Talapa, reuniu com os membros do partido, a vários níveis, e deplorou o facto de alguns “camaradas” partirem para comportamentos que dividem a organização. 

No entanto, serão criadas as brigadas provinciais e distritais, que, a partir deste sábado, iniciam com o trabalho na base.

 

O Embaixador de Moçambique nas Nações Unidas, Domingos Estevão Fernandes, exaltou o apoio que as Nações Unidas têm prestado a Moçambique, especialmente nos esforços visando a estabilização do país, o combate ao terrorismo e a assistência humanitária.

O Embaixador falava  na quarta-feira, em Nova Iorque, após apresentar as Cartas que o acreditam como Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário e Representante Permanente da República de Moçambique nas Nações Unidas, ao Secretário Geral da organização, António Guterres.

No evento, Domingos Fernandes destacou a importância que Moçambique atribui à ONU, não só como o epicentro do multilateralismo global, mas também como um parceiro estratégico do processo de desenvolvimento do país. 

Por seu turno, o Secretário-Geral, António Guterres, saudou Moçambique pelo seu “desempenho exemplar” durante o seu mandato como membro não-permanente do Conselho de Segurança, 2023-2024, tendo destacado o contributo do país para aproximar actores com posições opostas e para a promoção da paz e segurança internacionais.

Garantiu que organização mundial continuará empenhada em mobilizar a comunidade internacional para apoiar Moçambique no combate ao terrorismo e na realização dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável. 

O Presidente da República enalteceu o contributo de João dos Santos  Ferreira para a luta de libertação nacional e o desenvolvimento do  país, durante as cerimónias fúnebres do veterano, realizadas hoje. O  estadista descreveu o veterano como “um combatente da primeira  linha” e destacou o seu papel na defesa da soberania e na promoção  da sustentabilidade ambiental. 

João dos Santos Ferreira, um dos destacados membros da Associação  dos Combatentes da Luta de Libertação Nacional (ACLLIN), faleceu  no último domingo, na Cidade de Maputo, vítima de doença. Durante  a sua trajectória, desempenhou várias funções de relevo, incluindo os  cargos de ministro da Agricultura e deputado da Assembleia da  República por duas décadas.

Na sua intervenção, Daniel Chapo recordou a coragem  de Ferreira desde jovem, ao fugir da tropa colonial a partir do  aeródromo de Mocímboa da Praia, na província de Cabo Delgado,  rumo a Dar es Salaam, na Tanzânia, acompanhado pelo general  Jacinto Veloso. 

“Já jovem esteve na tropa colonial, mas jovens muito corajosos, dois,  um deles está aqui dentro desta sala, o general Jacinto Veloso. E ele [João dos Santos Ferreira, junto do general], através de um avião da  tropa colonial, fugiram a partir do aeródromo de Mocímboa da Praia  para Dar es Salaam, na Tanzânia, porque estavam como jovens  imbuídos dos ideais da luta de libertação nacional”, explicou. 

A fuga levou Ferreira a percorrer um longo caminho até integrar as  fileiras da luta armada. Inicialmente não reconhecido como exilado  político na Tanzânia, recebeu apoio do Egipto, deslocando-se depois  para a Argélia, onde se juntou a outros combatentes. Posteriormente,  seguiu para a França e para Cuba, onde se formou em engenharia,  regressando à Tanzânia antes da proclamação da independência de  Moçambique. 

Após a independência nacional, Ferreira teve um papel determinante  no desenvolvimento do sector agrícola, assumindo cargos como  ministro da Agricultura e Secretário de Estado do Algodão. “Mesmo  reformado, nunca deixou de contribuir para a sua pátria”, sublinhou o  Chefe de Estado, ressaltando ainda o compromisso ambiental do  veterano. 

O Chefe de Estado destacou o papel de Ferreira na promoção da  exploração sustentável da madeira e na criação de associações  voltadas à protecção ambiental. “Era um conservador ambiental de excelência, por isso lutou bastante para a criação de várias  associações ligadas à protecção ambiental”, afirmou. 

O Presidente da República, Daniel Chapo, no uso das competências que lhe são conferidas, solicitou o agendamento, com carácter de urgência, de um ponto atinente à apreciação da Proposta de Lei que aprova o Compromisso Político para um Diálogo Nacional Inclusivo, na Assembleia da República.

O Chefe de Estado solicitou o agendamento em conformidade com o compromisso estabelecido entre o Governo e os partidos políticos representados na Assembleia da República, nas Assembleias Provinciais e na Assembleia Autárquica. O pedido ocorre na sequência da aprovação, em 5 de Março de 2025, do Compromisso Político para um Diálogo Nacional Inclusivo.

O Ministro na Presidência para os Assuntos Parlamentares, Autárquicos e das Assembleias Provinciais apresentará a referida Proposta de Lei, avança a nota de imprensa da Presidencia da República.

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