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O País – A verdade como notícia

No início da noite desta sexta-feira, o Presidente da República esteve com um grupo de fiéis muçulmanos na cidade de Nampula e destacou o papel da religião na promoção da paz

O encontro aconteceu no Palácio do Governador de Nampula e juntou fiéis muçulmanos que cumpriam mais um dos 30 dias de jejum previstos no Alcorão, o livro sagrado da religião islâmica.

O Presidente da República cumpriu, esta sexta-feira, o segundo dia de trabalho na província de Nampula e juntou-se aos muçulmanos, tendo destacado a importância da religião na promoção da paz. 

O ministério do Trabalho, Género e Acção Social concede tolerância de ponto na segunda-feira, a nível nacional, para todos os funcionários públicos e trabalhadores do sector privado que professam a religião islâmica, por ocasião da celebração do fim do mês de ramadão, onde os muçulmanos observam o jejum em cumprimento de um dos mandamentos do Alcorão, o livro sagrado desta religião.

 

A Frelimo, na Zambézia, pode estar a passar por uma crise sem precedentes, por causa de interesses individuais. A Comissão Política do partido dissolveu, há dias, todos os comités, provincial, distritais e até de localidades, e mandou realizar novas eleições para indicação de novos órgãos da base, incluindo Primeiro-Secretário do Comité Provincial.  

As lutas internas na Frelimo na Zambézia iniciaram com as divergências na indicação do cabeça-de-lista do partido, Pio Matos, para as eleições de 2024. Isso culminou com a cessação de Paulino Lenço, no cargo de Primeiro-Secretário Provincial. Depois, seguiu-se a indicação do novo Primeiro-Secretário, Momad Juízo, também de forma conturbada. 

O último episódio de guerras internas, entre as alas no seio dos “camaradas”, foi a quando da recepção das candidaturas para substituição de Momad Juízo, já que este passou a ocupar o cargo no governo central. Sucede que alguns candidatos, com condições de concorrer, foram afastados injustamente, tal como referiram muitos “camaradas” na condição do anonimato. 

A chefe da Brigada Central, Margarida Talapa, reuniu com os membros do partido, a vários níveis, e deplorou o facto de alguns “camaradas” partirem para comportamentos que dividem a organização. 

No entanto, serão criadas as brigadas provinciais e distritais, que, a partir deste sábado, iniciam com o trabalho na base.

 

O Embaixador de Moçambique nas Nações Unidas, Domingos Estevão Fernandes, exaltou o apoio que as Nações Unidas têm prestado a Moçambique, especialmente nos esforços visando a estabilização do país, o combate ao terrorismo e a assistência humanitária.

O Embaixador falava  na quarta-feira, em Nova Iorque, após apresentar as Cartas que o acreditam como Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário e Representante Permanente da República de Moçambique nas Nações Unidas, ao Secretário Geral da organização, António Guterres.

No evento, Domingos Fernandes destacou a importância que Moçambique atribui à ONU, não só como o epicentro do multilateralismo global, mas também como um parceiro estratégico do processo de desenvolvimento do país. 

Por seu turno, o Secretário-Geral, António Guterres, saudou Moçambique pelo seu “desempenho exemplar” durante o seu mandato como membro não-permanente do Conselho de Segurança, 2023-2024, tendo destacado o contributo do país para aproximar actores com posições opostas e para a promoção da paz e segurança internacionais.

Garantiu que organização mundial continuará empenhada em mobilizar a comunidade internacional para apoiar Moçambique no combate ao terrorismo e na realização dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável. 

O Presidente da República enalteceu o contributo de João dos Santos  Ferreira para a luta de libertação nacional e o desenvolvimento do  país, durante as cerimónias fúnebres do veterano, realizadas hoje. O  estadista descreveu o veterano como “um combatente da primeira  linha” e destacou o seu papel na defesa da soberania e na promoção  da sustentabilidade ambiental. 

João dos Santos Ferreira, um dos destacados membros da Associação  dos Combatentes da Luta de Libertação Nacional (ACLLIN), faleceu  no último domingo, na Cidade de Maputo, vítima de doença. Durante  a sua trajectória, desempenhou várias funções de relevo, incluindo os  cargos de ministro da Agricultura e deputado da Assembleia da  República por duas décadas.

Na sua intervenção, Daniel Chapo recordou a coragem  de Ferreira desde jovem, ao fugir da tropa colonial a partir do  aeródromo de Mocímboa da Praia, na província de Cabo Delgado,  rumo a Dar es Salaam, na Tanzânia, acompanhado pelo general  Jacinto Veloso. 

“Já jovem esteve na tropa colonial, mas jovens muito corajosos, dois,  um deles está aqui dentro desta sala, o general Jacinto Veloso. E ele [João dos Santos Ferreira, junto do general], através de um avião da  tropa colonial, fugiram a partir do aeródromo de Mocímboa da Praia  para Dar es Salaam, na Tanzânia, porque estavam como jovens  imbuídos dos ideais da luta de libertação nacional”, explicou. 

A fuga levou Ferreira a percorrer um longo caminho até integrar as  fileiras da luta armada. Inicialmente não reconhecido como exilado  político na Tanzânia, recebeu apoio do Egipto, deslocando-se depois  para a Argélia, onde se juntou a outros combatentes. Posteriormente,  seguiu para a França e para Cuba, onde se formou em engenharia,  regressando à Tanzânia antes da proclamação da independência de  Moçambique. 

Após a independência nacional, Ferreira teve um papel determinante  no desenvolvimento do sector agrícola, assumindo cargos como  ministro da Agricultura e Secretário de Estado do Algodão. “Mesmo  reformado, nunca deixou de contribuir para a sua pátria”, sublinhou o  Chefe de Estado, ressaltando ainda o compromisso ambiental do  veterano. 

O Chefe de Estado destacou o papel de Ferreira na promoção da  exploração sustentável da madeira e na criação de associações  voltadas à protecção ambiental. “Era um conservador ambiental de excelência, por isso lutou bastante para a criação de várias  associações ligadas à protecção ambiental”, afirmou. 

O Presidente da República, Daniel Chapo, no uso das competências que lhe são conferidas, solicitou o agendamento, com carácter de urgência, de um ponto atinente à apreciação da Proposta de Lei que aprova o Compromisso Político para um Diálogo Nacional Inclusivo, na Assembleia da República.

O Chefe de Estado solicitou o agendamento em conformidade com o compromisso estabelecido entre o Governo e os partidos políticos representados na Assembleia da República, nas Assembleias Provinciais e na Assembleia Autárquica. O pedido ocorre na sequência da aprovação, em 5 de Março de 2025, do Compromisso Político para um Diálogo Nacional Inclusivo.

O Ministro na Presidência para os Assuntos Parlamentares, Autárquicos e das Assembleias Provinciais apresentará a referida Proposta de Lei, avança a nota de imprensa da Presidencia da República.

O Presidente da República disse, esta quarta-feira, que o encontro com o ex-candidato presidencial, Venâncio Mondlane, abre espaço para a estabilização do país. Daniel Chapo diz ainda ser uma forma de recolha de ideias para o desenvolvimento do país. 

Daniel Chapo encerrou, esta terça-feira, a sua visita de trabalho de dois dias à província de Niassa e antes de deixar o local, falou à imprensa. 

O encontro que manteve no domingo com o ex-candidato presidencial, Venâncio Mondlane, foi um dos destaques da conferência de imprensa. Segundo Daniel Chapo, tratou-se de um passo importante para a estabilização do país e a recolha de ideias.

“Achamos que foi um bom encontro, porque nos vai permitir estabilizar Moçambique, política, social e economicamente, para continuarmos a trabalhar, todos nós, como moçambicanos, para desenvolvermos Moçambique. Se cada um dos candidatos   candidatou-se para ser Presidente da República de Moçambique, tem ideias, e é importante nós colhermos ideias de todos os candidatos e de todos partidos, não só dos que estão no parlamento, mesmo dos partidos extraparlamentares vão participar deste diálogo inclusivo, de forma que possamos desenvolver o país”, disse Daniel Chapo. 

Em Niassa, Chapo fez um comício no qual recebeu queixas e reclamações sobre a corrupção no aparelho do Estado, ao que prometeu “mão dura” para combater o mal.

“Vamos andar atrás destas denúncias, de forma que possamos realmente resolver. A corrupção é um mal, o nepotismo é um mal,  o amiguismo é um mal, e todos estes males devem ser combatidos, para que todos os moçambicanos sintam que têm as mesmas oportunidades, e que a base para admissão dos moçambicanos, seja no sector público ou privado deve ser meritocracia. Tem que haver mérito nas pessoas, tem que haver competência e valores”, acrescentou.  

Outra preocupação da população em Niassa tem a ver com a requalificação da estrada Lichinga-Matchetche, de cerca de 175 quilómetros que liga a vizinha Tanzânia. 

“Esta estrada é muito importante, porque liga a Tanzânia (…). É uma estrada que, havendo investimento para a sua asfaltagem, vai servir, sem mar de dúvidas, como corredor”.

 

CHAPO FAZ AVALIAÇÃO POSITIVA DA VISITA A NIASSA 

O Presidente da República, Daniel Chapo, avaliou positivamente a sua visita de trabalho à província de Niassa, sublinhando a necessidade de consolidar a paz, promover a reconciliação e impulsionar o desenvolvimento económico e social da região.

O estadista destacou o potencial agrícola da província e a importância da industrialização para a criação de empregos para a juventude.

Durante sua estadia, que teve início na segunda-feira, o Chefe do Estado abordou temas centrais como a estabilidade económica do país, o incentivo à produção agrícola e a celebração dos 50 anos da independência nacional.

“Falámos sobre a necessidade da paz, da reconciliação e, sobretudo, da estabilidade política, económica e social do nosso país”, afirmou.

O Presidente da República reuniu-se com o Conselho Executivo Provincial e o Conselho de Serviços de Representação do Estado para avaliar a implementação do plano económico e social. Segundo disse, os indicadores mostram um desempenho positivo, com destaque para o aumento da arrecadação de receitas e a taxa de ocupação hoteleira, ambos acima de cem por cento.

“A província de Niassa conseguiu cumprir as metas estabelecidas, o que demonstra um trabalho eficiente da governação local”, afirmou.

Outro ponto relevante da visita foi a reunião com administradores distritais, chefes de postos administrativos e de localidades. A discussão centrou-se nos desafios enfrentados pela governação local, incluindo o impacto do ciclone Jude nas infra-estruturas e na circulação de bens e serviços. O governante enfatizou a necessidade de investir em vias de acesso para garantir o escoamento da produção agrícola e a dinamização da economia local.

O encontro com funcionários públicos também foi um momento-chave da visita. Chapo destacou as medidas implementadas durante os primeiros 100 dias do seu mandato, como o pagamento do décimo terceiro mês aos funcionários públicos, o ajuste salarial para profissionais da saúde e educação e a quitação de dívidas do Estado com fornecedores.

“Recebemos um feedback positivo dos funcionários públicos, que reconhecem os esforços do Governo em melhorar as condições de trabalho”, salientou.

O Chefe de Estado participou ainda de uma feira agrícola, onde constatou o potencial produtivo da província e a implementação de programas agro-pecuários. “Niassa é uma província bastante rica no sector agrícola e devemos continuar a investir para fortalecer sua produção”, frisou.

O sector privado também esteve na agenda presidencial, com empresários expressando preocupações sobre infra-estrutura rodoviária, contrabando de frango saído do Malawi e excesso de fiscalizações que afectam o ambiente de negócios. O Presidente da República comprometeu-se a analisar essas questões e reforçar o diálogo público-privado para melhorar o ambiente de negócios na província.

Ao finalizar a visita, o Chefe de Estado fez um balanço positivo, ressaltando que governar de forma próxima ao povo permite uma melhor compreensão das necessidades locais. “A nossa missão é fazer uma governação para o povo, com o povo e como o povo. Registámos as preocupações e estamos comprometidos em trabalhar para resolvê-las”, garantiu.

O Presidente da República orientou, nesta terça-feira, em Lichinga, uma reunião com  Funcionários e Agentes do Estado (FAE), no âmbito da visita de  trabalho que realiza à província de Niassa. Durante o encontro, o  Chefe de Estado ouviu e registou diversas preocupações dos  servidores públicos e garantiu que o Governo está empenhado em  encontrar soluções para os desafios apresentados. 

“Registámos as preocupações e vamos ter que sentar para encontrar  as soluções. Esta é a razão da nossa vinda nesta visita”, afirmou o  Presidente. 

No início da reunião, Daniel Chapo explicou o propósito  da sua visita e destacou que segue uma agenda  previamente definida para percorrer as províncias do país. O  Presidente sublinhou que essa abordagem permite estar mais próximo da população e conhecer de perto os desafios enfrentados pelos  cidadãos e pelos servidores do Estado. “Estamos a visitar as províncias  para estar mais próximo do povo e, junto do povo, trabalhar para  responder às preocupações”, destacou. 

O Chefe de Estado reforçou que as reuniões com funcionários e  agentes do Estado são uma parte essencial da sua agenda, pois  permitem ouvir directamente as inquietações da classe e traçar  soluções adequadas. “Eu conheço algumas preocupações, que são  legítimas e que nós achamos que, gradualmente, podemos ir  resolvendo”, afirmou Chapo, acrescentando que o Governo já  começou a solucionar algumas dessas questões. 

Entre as medidas já implementadas, o estadista destacou o  pagamento do 13º salário, o início do pagamento de horas extras e do  turno e meio, e a regularização de pagamentos a fornecedores de  bens e serviços ao Estado. Segundo ele, o Governo está a proceder a  esses pagamentos de forma faseada, de acordo com a  disponibilidade financeira. “É importante que se vá pagando alguma  parte das horas extras enquanto se aguarda pela disponibilidade  financeira em resultado da aprovação do Orçamento do Estado”,  explicou. 

Apesar dos avanços, Chapo reconheceu que ainda  existem desafios por superar, incluindo sobre a implementação da  Tabela Salarial Única (TSU), a morosidade nos actos administrativos e a  falta de visto do Tribunal Administrativo para novos servidores  admitidos, o que causa atrasos no pagamento de salários. “Estamos a  fazer um esforço muito grande para valorizar o trabalho que os  colegas estão a fazer”, assegurou o Chefe de Estado.

Durante o encontro, os funcionários e agentes do Estado de Niassa  apresentaram preocupações relacionadas à falta de liquidez para o  pagamento de subsídios por morte, início de funções e de localização  para novos servidores. Além disso, foram levantadas questões sobre a  morosidade na fixação de pensões e o mau enquadramento de  alguns funcionários após a implementação da TSU. 

O Presidente da República garantiu que todas as preocupações  foram devidamente anotadas e serão objecto de análise e  encaminhamento pelo Governo. 

“Contem sempre com o nosso apoio e, sempre que for necessário,  vamos aparecer mais vezes em Niassa, vamos conversar mais vezes.  Tudo o que foi apresentado como preocupações registámos e vamos  trabalhar para resolver pouco a pouco para melhorar as condições de  trabalho dos funcionários e agentes do Estado em todo o país”,  concluiu o Presidente da República.

Arranca, nesta quarta-feira, a primeira sessão ordinária da Assembleia da República, referente à décima legislatura. O programa da cerimónia foi aprovado pela Comissão Permanente, que apreciou igualmente a situação de perda de mandato dos dois deputados do PODEMOS que ainda não tomaram posse.

A Comissão Permanente da Assembleia da República reuniu-se nesta segunda-feira, há menos de 24 horas para o arranque da primeira sessão ordinária do órgão, nesta décima legislatura, para entre outros aprovar o programa de trabalho.

“Delas, foram deliberados os programas, aprovado que vai de 26 de março a 13 de abril próximo, sendo assim, a cerimónia oficial da abertura da primeira sessão ordinária da Assembleia da República, que realiza-se já quarta-feira, dia 26, e nos dias 27 e 28 do mês em curso, os deputados estarão reunidos em seminários de intervenção, na sede do Parlamento, aqui, em Maputo”, explicou Manuel Ramessane, porta-voz da Comissão Permanente da AR, depois de quatro horas de reunidos a portas fechadas. 

Os deputados, de acordo com o calendário aprovado pelo órgão, só voltarão a reunir-se em plenária, 13 dias depois do início das actividades.

“O Parlamento também voltará a reunir-se nos dias 9 e 10 de Abril próximo, para também  apreciar a informação do Governo, que são solicitadas pelas bancadas parlamentares da Frelimo, Podemos, Renamo e MDM”, disse. 

A mesma comissão apreciou a situação dos mandatos dos dois deputados do Podemos que não tomaram posse.

“Falamos de Faizal Anselmo Gabriel e Pedrito Marques Furuma. A Comissão Permanente deliberou por remeter à primeira Comissão, a Comissão de Legalidade, para  melhor apreciar, atendendo que existem requisitos que ainda não foram cumpridos  para a sua execução. Falamos concretamente do Estatuto dos Deputados da Assembleia da República, no concernente do  artigo 8, na sua linha F, onde dá a possibilidade do deputado perder o mandato, quando ela estiver ausente até à segunda sessão ordinária do Plenário da Assembleia da República. Claro que ainda estamos na primeira sessão ordinária, mas embora tenha sido um pedido do Partido PODEMOS para a substituição, ainda não estão criados os requisitos, conforme a lei, para a substituição. Teremos de esperar até o final da segunda sessão”, disse. 

Os dois deputados do partido Podemos não tomaram posse, por terem perdido a vida antes da cerimónia solene.

O partido Frelimo, em Gaza, estima em quatro milhões de meticais o custo para reabilitar as sedes vandalizadas e destruídas no auge dos protestos pós-eleitorais no país. O partido dos camaradas quer que os autores do que classifica “acto criminal” sejam responsabilizados.

Pelo menos quatro sedes do partido Frelimo foram alvo de ataque nas principais cidades na sequência dos protestos pós-eleitorais na Província de Gaza. O porta-voz do partido Frelimo na província disse, esta terça-feira, que as invasões às instalações daquela formação política, entre os meses de Dezembro e Fevereiro do ano em curso, deixaram um rastro de destruição, além de uma viatura e documentos relevantes totalmente queimados. E, por isso busca caminhos agora para se reerguer.

José Mabutana entende que o partido foi vítima de uma acção “criminal premeditada”, por isso garante que, através do gabinete jurídico, foram instruídos processos junto das autoridades de justiça para identificação e responsabilização dos autores.

Os camaradas apelam à união e cooperação entre diversos segmentos políticos e sociais para restauração da ordem e segurança públicas, com vista a possibilitar o funcionamento normal das instituições para o progresso da província. 

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