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O País – A verdade como notícia

A Quarta Sessão Ordinária do Comité Central da Frelimo chegou ao fim. No discurso de encerramento, o presidente do partido, Daniel Chapo, exigiu ao secretariado mais dinâmica e eficiência, à altura dos desafios actuais que Moçambique enfrenta

No derradeiro momento da Quarta Sessão Ordinária do Comité Central da Frelimo, Daniel Chapo disse aos membros do secretariado do partido que serão avaliados de forma recorrente e rigorosa. Por isso mesmo, cada um deve esmerar-se em aprimorar uma estratégia de comunicação para melhor garantir a legitimidade do partido entre os moçambicanos, principalmente no que diz respeito à juventude. A eficiência e o comprometimento, disse Chapo, deve verificar-se desde a célula até aos quadros seniores da Frelimo. Todos devem investir na proactividade na busca de soluções partidárias e nacionais. 

Para o Presidente da Frelimo, na Quarta Sessão Ordinária do Comité Central cumpriu-se a agenda planificada com sucesso e com satisfação. Segundo disse, nos três dias os “camaradas” reafirmaram a natureza de um partido de transformações, que mantém ideias de liberdade, paz, democracia e direitos humanos. “Foi uma missão histórica”, defendeu Chapo, “um momento de encontro de várias gerações”.

Ainda no seu discurso, o Presidente da Frelimo disse que o Comité Central transmitiu mensagem de confiança e encorajamento para prosseguir o legado de gerações como 25 de Setembro e 8 de Março, que consentiram maiores sacrifícios para a libertação da terra e do Homem.

“Saudamos  a forma aberta e franca como os membros e os convidados debateram vários temas do Comité Central, o que revela clareza da responsabilidade de cada um de nós”, afirmou Daniel Chapo, para quem Moçambique continua a ser um país viável e com potencial para o desenvolvimento.

Na Quarta Sessão Ordinária do Comité Central da Frelimo foram avaliados aspectos que precipitaram as manifestações pós-eleitorais, no país.  Para a Frelimo, as manifestações não tinham como causa primária a contestação dos resultados, foram convocadas muito antes das eleições com o propósito de desestabilizar o país e abalar a economia nacional. Ainda assim, disse o presidente do partido, a Frelimo está firme e cada vez mais forte, porque a Frelimo é o povo. Nesse sentido, Chapo agradeceu aos moçambicanos  pelo sentido de patriotismo em defesa da independência, soberania, integridade territorial, paz, desenvolvimento social e democracia, o que não tem preço. 

De acordo com Daniel Chapo, o compromisso da Frelimo com a paz é inabalável. Por isso, “Continuamos a apostar no diálogo inclusivo com os partidos políticos e com todas as forças vivas de Moçambique, para que a paz seja uma realidade”.

O Presidente da Frelimo recomendou a melhoria da eficiência a todas as organizações sociais do partido. O que Chapo pretende é que as organizações em causa sejam capazes de desenvolver acções concretas para alcançarem a sustentabilidade e autonomia, evitando, assim, a dependência do partido ao nível central.

Chapo disse que a democracia interna foi um tema importante na Matola. Tal facto, vai permitir que os assuntos partidários sejam debatidos numa reunião de quadros, convocada para 2026, que vai terminar com uma conferência que vai apreciar propostas e teses do próximo congresso da Frelimo. “Já começamos a preparar as nossas vitórias. A capacidade de antecipação tem sido o segredo das vitórias da Frelimo”.

Na Quarta Sessão Ordinária do Comité Central da Frelimo, houve um momento para se homenagear aqueles que contribuíram para a vitória do partido, nas últimas eleições. Casos dos antigos presidentes da Frelimo, Joaquim Chissano, Armando Guebuza e Filipe Nyusi, de Alberto Chipande, Filipe Paunde, Alcinda Abreu, Margarida Talapa, Tomaz Salomão, Aires Ali, Nyeleti Mondlane, Esperança Bias, Ana Comoana, Damião José, Amélia Muendane, Francisco Mucanheia, Celso Correia, Roque Silva, Feliciano Gundana e Eliseu Machava. 

Gonçalves João Gemusse, Pedro Guiliche, Celmira da Silva e Nelson Muianga são os militantes da Frelimo eleitos, esta tarde, ao secretariado do partido. 

A eleição ocorreu durante a Quarta Sessão Ordinária do Comité Central da Frelimo, que decorreu na escola central do partido, na Cidade da Matola, e que termina ainda hoje.

Depois de tomarem a posse, Castigo Gemuce, Pedro Guiliche, Celmira da Silva e Nelson Muianga juraram servir fielmente os interesses da Frelimo. 

Gonçalves João Gemusse candidatou-se ao secretariado sendo Primeiro-Secretário da Frelimo em Tete. Pedro Madeira Guiliche é Vice-Reitor da Universidade Púngue. Celmira Frederico Pena da Silva é antiga Governadora de Cabo Delgado e Vice-Ministra da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural. E Nelson Muianga é  Empresário. 

Já são conhecidos os quatro nomes que se candidatam a membro do secretariado do Comité Central da Frelimo. São eles Gonçalves João Gemusse, actualmente Primeiro-Secretário da Frelimo em Tete; Pedro Madeira Guiliche, Vice-Reitor da Universidade Púngue; Celmira Frederico Pena da Silva, antiga Governadora de Cabo Delgado; Vice-Ministra da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural; e Nelson Muianga, Empresário. 

Os candidatos concorrem a três vagas, das quais uma disponível depois da nomeação do membro para Secretário do Estado, dois na sequência da criação de duas novas áreas: Economia e Projectos e Formação de quadros. 

A edição dos membros do secretariado do Comité Central terá lugar este sábado, na Escola Central do Partido, durante a IV Sessão Ordinária do órgão.

A Comissão Política da Frelimo deverá manter-se inalterada depois da presente sessão do Comité Central, segundo deu a conhecer o Secretário-Geral do partido, Chakil Aboobacar. Aboobacar promete aos moçambicanos decisões que gerem impacto na governação e na melhoria das condições de vida dos moçambicanos.

O segundo dia dos trabalhos da quarta sessão do Comité Central foi marcado por sessões plenárias, que ocorreram longe dos olhares da imprensa. No entanto, sabe-se que houve alguma contestação à actual Comissão Política. Apesar disso, o Secretário-Geral da Frelimo garante que a mesma deverá manter-se “de pedra e cal”, contrariando os rumores. Disse ainda que nem mesmo há perspectivas de substituição de membros do órgão que perderam a vida. 

O ambiente de camaradagem está a dominar o decurso da reunião segundo Chakil Aboobacar, apesar de não faltarem críticas. A situação social, política e económica do país está a ser analisada com alguma profundidade.

O Presidente da República, Daniel  Chapo, recebeu em audiência, ontem, o candidato à presidência  do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), Samuel Munzele  Maimbo, proveniente da Zâmbia. Durante o encontro, o Chefe de  Estado reafirmou o compromisso de Moçambique com o progresso do  continente e ofereceu conselhos estratégicos à candidatura de  Maimbo. 

O economista zambiano, por sua vez, destacou a importância do país  na integração regional e elogiou o empenho de Chapo em  promover uma nova geração de liderança africana focada no  desenvolvimento económico. 

Em declarações à imprensa após a audiência, Samuel Maimbo  começou por sublinhar a importância simbólica e pessoal da sua visita  ao país. “Estou aqui como candidato para o Banco de  Desenvolvimento Africano. A visita a Moçambique foi importante por  duas razões: uma, eu vim à casa. Eu trabalhei em Moçambique antes  e é sempre um prazer vir directo para Moçambique”, afirmou. 

Além do reencontro com Moçambique, Maimbo explicou que a sua  presença também teve um carácter institucional e diplomático, em  nome do Presidente da Zâmbia. “Segunda, eu estive aqui em nome  do nosso presidente, o presidente [Hakainde] Hichilema, para transmitir  uma mensagem de boa vontade ao Presidente de Moçambique,  Chapo, e para fortalecer a relação entre Zâmbia e Moçambique.” 

Durante a audiência, o candidato apresentou ao Presidente Chapo os  principais eixos da sua visão para o BAD, alinhada com as prioridades  de desenvolvimento de Moçambique. “Terceira, para explicar a visão  que eu tenho para o Banco de Desenvolvimento Africano, que está  totalmente alinhada com a visão para o desenvolvimento de  Moçambique, que se centra em garantir que a economia cresça  rapidamente”. 

Maimbo realçou a importância de investimentos estratégicos em  sectores com elevado impacto no crescimento económico e social.  “Então, meu compromisso como presidente do Banco de  Desenvolvimento Africano é garantir que estamos a fazer  investimentos em infra-estrutura, agricultura e em comércio, todos em quais Moçambique está bem posicionado”. 

Com uma avaliação positiva do potencial moçambicano, o  economista sublinhou que o país possui vantagens únicas na região. “É  muito bem posicionado e tem potencialidades que o meu próprio  país, Zâmbia, não tem. Tem três portos, que fornecem uma  oportunidade para desenvolver corredores em agricultura, em investimentos que façam diferença para a economia. Mas o maior  potencial de Moçambique são os moçambicanos”. 

Na mesma linha, enfatizou o papel central da energia no processo de  transformação económica e regional. “Deixe-me enfatizar a  importância da energia. Energia e garantir que Moçambique investe  em polos de energia na região”. 

Maimbo também recordou que Moçambique teve um papel vital no  apoio à Zâmbia durante uma recente crise energética. “Meu próprio  país passou por uma queda devastadora. Nós só sobrevivemos porque  fomos capazes de importar combustível e recursos de Moçambique,  especialmente através da Beira. Então, meu cometimento e meu  optimismo por Moçambique são muito fortes”. 

O candidato à presidência do BAD referiu-se ao impacto pessoal da  reunião com o Presidente da República, considerando-a muito  importante por ter ficado impressionado com o comprometimento de  Moçambique com o desenvolvimento do continente africano. 

Por fim, sublinhou que a geração actual tem a responsabilidade de  assegurar a liberdade económica, dando continuidade ao legado de  líderes como o então Presidente Samora Machel, que lutaram pela  liberdade política. Acrescentou ainda que recebeu um conselho  valioso, amigável e firme do Presidente Chapo, o qual pretende levar  consigo na sua campanha para se tornar o próximo presidente do  Banco de Desenvolvimento da África. (GI)

Na declaração semanal à imprensa, esta sexta-feira, o Porta-Voz do Conselho de Ministros referiu que o Governo acredita que a chama da unidade nacional, que vai percorrer o país a partir de Nangade, Cabo Delgado, vai contribuir para reconciliar os moçambicanos, promover a preservação da História da luta de libertação, elevar a autoestima, educar os mais novos para o patriotismo, para a paz, e ainda realçar as conquistas conseguidas nos 50 anos da independência.

Numa conferência de imprensa realizada na Cidade de Maputo, o Porta-Voz do Conselho de Ministros, Inocêncio Impissa, exortou a participação de todos os moçambicanos nas celebrações dos 50 anos da independência nacional, independentemente das diferenças, em especial aqueles que completam meio século de vida, este ano.

O momento que o Governo espera ser de reconciliação nacional será acompanhado por diversas actividades, com festivais culturais, feiras de saúde, palestras e simpósios sobre várias matérias de interesse público. A marcha arranca segunda-feira, 7 de Abril, e termina a 25 de Junho, no Estádio da Machava, na Cidade da Matola. O percurso completo, em todas as províncias do país, vai durar 79 dias, sendo que o custo previsto para a logística oscila entre 22 milhões de meticais e 30 milhões de meticais.

Mais do que o custo, alertou Inocêncio Impissa, o mais importante é a situação simbólica à volta da chama da unidade nacional. “Esta chama vai permitir uma reconciliação depois dos últimos episódios (…), para que a nossa moçambicanidade volte a ficar imaculada (…), porque os últimos episódios polarizam a sociedade moçambicana”, disse o Porta-Voz do Conselho de Ministros, sem se referir directamente aos protestos pós-eleitorais que paralisaram muitas cidades nacionais.

No primeiro dia da Quarta Sessão Ordinária do Comité Central da Frelimo, os militantes do partido analisaram o relatório da Comissão Política, do Comité de Verificação e ainda procederam à revisão pontual do estatuto do partido. Porque as discussões foram longas, esta sexta-feira, na Cidade da Matola, os “camaradas” estiveram a analisar o relatório do secretariado do Comité Central, que faz referências às actividades do partido do ano passado, do Gabinete Central de Preparação de Eleições e o Plano de Actividades do partido para este ano.

Os relatórios apresentados, segundo disse a Porta-Voz da Frelimo, foram recebidos com satisfação pelos membros do Comité Central, pois, inclusivamente, fazem uma radiografia estratégia do trabalho do partido. A radiografia em causa inclui a percepção sobre a realidade do país e como o partido pode continuar a melhorar a prestação dos membros e corresponder aos anseios dos moçambicanos. 

A Porta-Voz da Frelimo, Ludimila Maguni, disse à imprensa que, na sessão, os debates estão muito participativos e abertos Os participantes convidados, de diferentes áreas sociais, também estão a contribuir. Portanto, a sessão inclui grupos de trabalhos que estão a aprofundar discussões para melhorar os documentos do secretariado.

Até ao princípio desta tarde, o Comité Central da Frelimo ainda não tinha discutido os documentos relacionados ao Plano Quinquenal do Governo, ao Plano Económico e Social e aos primeiros 100 dias de governação. 

 

A abertura simbólica da Quarta Sessão Ordinária do Comité Central da Frelimo, na manha desta quarta-feira, na Cidade da Matola, coube ao presidente do partido. Falando aos militantes, Daniel Chapo exortou-os para que, nos três dias do evento, tenham debates profundos, capazes de consolidar a coesão e a unidade entres os “camaradas”. 

Na primeira sessão ordinária que se realiza depois da eleição do novo presidente e do novo secretário-geral da Frelimo, Daniel Chapo começou por dizer que o encontro, na Escola da Frelimo, inaugura um novo ciclo político. De seguida, agradeceu pela confiança depositada pelo Comité Central em relação à responsabilidade de presidir a força partidária, e expressou a sua satisfação por contar com o apoio dos líderes que o antecederam, Joaquim Chissano, Armando Guebuza e Filipe Nyusi, com os quais tem falado permanentemente para “beber da sua experiência”.

Aos seus “camaradas”, Daniel Chapo disse que as eleições de 9 de Outubro foram disputadas numa conjuntura em que houve interessados, ao nível interno e externo, em tirar a Frelimo, a todo o custo, do poder, numa estratégia de afastar os partidos libertadores da região. Mas, frisou Chapo, a Frelimo preparou-se e organizou-se, o que permitiu o seu candidato vencer os seus adversários, numa expressão genuína e respeito à vontade popular. Por isso, o presidente do partido felicitou os membros do Comité Central e os mais de 5 milhões de membros da Frelimo pelo engajamento na construção da vitória.

Numa altura em que várias forças políticas ainda vivem do passado, no caso 2024, Daniel Chapo convidou os “camaradas” a um aproveitamento máximo da Quarta Sessão Ordinária do Comité Central da Frelimo, de modo que possam pensar nos destinos dos moçambicanos. Nesse sentido, Chapo espera que o partido analise, de forma franca e desapaixonada, os resultados das últimas eleições e, principalmente, comece a preparar a vitória nas próximas eleições. Tal exercício, sublinhou, passa por os membros do Comité Central reconhecerem a necessidade de correcção de eventuais falhas do partido. A pretensão do Presidente da Frelimo é que a agenda aprovada para a sessão, que inclui a revisão dos estatutos, permita aprofundar questões pertinentes e, por conseguinte, o partido possa sair da Matola, no sábado, como partido renovado, coeso e preparado para vencer os desafios que se avizinham. 

Algumas das questões que Daniel Chapo quer ver debatida na sessão ordinária tem a ver com: o funcionamento do partido na gestão da actual situação política, social e económica do país; e a relação entre a Frelimo e povo, porque a legitimidade do partido depende disso. 

De igual modo, o Presidente da Frelimo quer que os debates nas sessões possam transparecer uma promoção da integridade política, do combate à corrupção, da comunicação estratégica com o povo e do aprofundamento da democracia interna do partido. 

No seu discurso de abertura da Quarta Sessão Ordinária do Comité Central da Frelimo, Daniel Chapo manifestou a pretensão de ter de volta as reuniões de quadros, pois estão ultrapassadas as questões que as impediam, por exemplo, a pandemia da COVID-19. Segundo sugeriu, tais reuniões são oportunas para a crítica e autocrítica interna, pelo que, nessas circunstâncias, os militantes devem evitar colocar-se numa situação defensiva. 

Chapo espera que todos saiam da caixa, reconheçam as fragilidades e as fraquezas do partido, para que possam reforçar a coesão e a união. Para o efeito, o Presidente da Frelimo defendeu que as lideranças do partido devem descer às bases, com temas como harmonia, paz, perdão e amor na agenda. Assim, será possível explicar às populações a real “verdade eleitoral” do escrutínio de 9 de Outubro.

Com a aproximação às bases e às populações, Daniel Chapo pretende que a Frelimo destrua teorias do ódio, semeadas por certas forças políticas nacionais. Para Chapo, os moçambicanos são reconhecidos, no mundo, como povo pacíficio, pelo que a recuperação da narrativa do amor, no lugar da narrativa do ódio, é urgente. 

Numa altura em que, segundo Chapo, parece haver incertezas sobre a orientação ideológica dos partidos políticos moçambicanos, o Presidente da Frelimo considera urgente a apreciação de uma directiva sobre o papel dirigente no seio dos camaradas. Por isso, “queremos fortalecer a acção de formação de quadros, nas escolas do partido, em especial a juventude, para manter viva a chama de patriotismo, a base na nossa existência”.

A reintrodução do relatório do secretariado nas sessões, para prestar contas ao órgão que o elegeu, a apreciação do plano de actividade e orçamento do partido de 2025, ano em que um dos desafios consiste na reconstrução das infra-estruturas destruídas, são, para Daniel Chapo, outros temas importantes discutir.

Uma vez mais, Chapo realçou que a Frelimo tem responsabilidades acrescidas no compromisso político para um diálogo nacional inclusivo, cuja proposta de lei foi aprovada esta quarta-feira, pela Assembleia da República. “Pretendemos que toda a sociedade esteja engajada pela paz efectiva”, disse.

A Quarta Sessão Ordinária do Comité Central da Frelimo acontece num ano em que se celebra o meio século da proclamação da independência nacional. Em relação às celebrações, no dia 7 deste mês de Abril, portanto, segunda-feira, será lançada uma chama da unidade, em Nangade, Cabo Delgado, que vai percorrer todas as províncias.  A 25 de Junho, a chama de unidade nacional vai chegar ao Estádio da Machava, na Matola, neste momento em reabilitação. “Exortamos os membros do Comité Central e os quadros do partido para que se associem ao alto momento de celebração da nossa independência nacional”.

As celebrações dos 50 anos da independência nacional vão estender-se até Dezembro. Nas várias actividades, espera-se a promoção da reflexão sobre os ganhos do país desde 1975.

A Quarta Sessão Ordinária do Comité Central da Frelimo vai apreciar o Plano Quinquenal do Governo. Sobre o tema, Daniel Chapo espera colher contribuições realistas, para que o Plano Quinquenal do Governo traduza as aspirações de todas as camadas da sociedade moçambicana, e, assim, tenha impacto na vida das populações. 

A agenda aprovada da Quarta Sessão Ordinária do Comité Central da Frelimo inclui a eleição dos membros do secretariado, em função da nova estrutura orgânica do partido.

A terminar o seu discurso, Daniel Chapo apresentou aos “camaradas” os novos membros do Comité Central, nomeadamente, Ângela Serrote, Chinguane Sebastião Marcos Mabote, Manuel Ribeiro Formiga, Gilberto Francisco e Carlos Zavala. 

Por fim, a pedido de um membro do partido, Daniel Chapo acrescentou à agenda inicial o debate sobre a Estratégia Nacional de Desenvolvimento.

A Associação dos Combatentes da Luta de Libertação Nacional, ACLLN, expressou, na abertura da Quarta Sessão do Comité Central da Frelimo, o reconhecimento e o empenho de todos os que têm conseguido acatar as orientações do Governo, que, de forma cautelosa e pragmática, está a guiar o país rumo à estabilidade política, social e económica. 

Na percepção da Associação dos Combatentes da Luta de Libertação Nacional, Chapo está a saber, de forma firme, conduzir os destinos do país, minimizando os impactos negativos das adversidades que o Estado enfrenta. 

Para a ACLLN, Chapo inspira confiança ao povo e a comunidade internacional, pois, nas suas abordagens, demonstra que é líder pacifista e democrático. Pelo que, solicitou a ACLLN, que Chapo continue a granjear simpatia e segurança ao povo, para que se tenha um espaço em que crianças, adolescentes e jovens compreendam que a estabilidade reside na união de todo o povo moçambicano e, por isso, foi possível alcançar-se a independência nacional.  

A Quarta Sessão do Comité Central da Frelimo foi convocada pela Comissão Política do partido, e, no dia da abertura, contou com a presença de 241 membros, dos 251 efectivos.

 

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