O Ministério Público (MP) em Gaza defende que existem provas “abundantes e suficientes” para levar a julgamento os cinco arguidos no caso de alegado desvio de ajuda humanitária, avaliada em mais de 300 mil meticais. Na audiência preliminar, realizada na manhã desta sexta-feira, o MP pediu igualmente a manutenção da prisão preventiva, alegando perigo de fuga e risco de obstrução da investigação.
O caso remonta ao final de Fevereiro, quando o alegado desvio de ajuda humanitária, avaliada em mais de 300 mil meticais, desencadeou a detenção de um total de nove altos dirigentes, entre os quais Argilância Chissano, então administradora do distrito de Xai-Xai, e Dora Artur, directora do gabinete da antiga governadora de Gaza.
Na audiência preliminar realizada na manhã desta sexta-feira, no Tribunal Judicial da Província de Gaza, o Ministério Público defendeu que existem provas abundantes e suficientes nos autos para sustentar a acusação contra os cinco arguidos que respondem actualmente ao processo e submetê-los a julgamento.
A acusação defende ainda a manutenção da prisão preventiva dos cinco arguidos, fundamentando o pedido no alegado perigo de fuga e no risco de obstrução da investigação.
Segundo o Ministério Público, persistem tentativas de utilização do poder ou influência por parte dos indiciados para interferir no curso da investigação e condicionar a produção de provas.
Entre os elementos apresentados pela acusação estão alegadas tentativas de influenciar ou comprar testemunhas em secretarias distritais e junto de estruturas dos governos distritais, com o propósito de obter declarações favoráveis aos indiciados e colocar em causa as provas já reunidas no processo.
No processo, Argilância Chissano é apontada pelo Ministério Público como autora moral dos crimes de associação criminosa, abuso de cargo ou função para apropriação de bens e peculato.
Manuel Agostinho Maciel é apontado como autor moral e material dos crimes de abuso de cargo ou função e peculato.
Já Dora Artur é considerada cúmplice, por alegadamente ter permitido que produtos desviados fossem guardados na sua residência, sendo-lhe imputados igualmente crimes de abuso de cargo ou função e peculato.
Teasse é apontado como cúmplice nos crimes de associação criminosa e abuso de cargo ou função, enquanto Dionísio Maciel é acusado de cumplicidade no crime de peculato.
Com base nestes elementos, o Ministério Público diz manter a acusação e considera haver prova suficiente nos autos para que os cinco arguidos sejam submetidos a julgamento.
A acusação sustenta que a manutenção da prisão preventiva é necessária para evitar uma eventual fuga e impedir que os arguidos, em liberdade, possam interferir na investigação, influenciar testemunhas ou comprometer provas que sustentam o processo.
As alegações do Ministério Público deverão agora ser apreciadas pelo Tribunal Judicial da Província de Gaza, que deverá pronunciar-se sobre a evolução do processo e a situação processual dos cinco arguidos.
No entanto, a defesa sustenta que as acusações apresentadas pelo Ministério Público contra os indiciados não têm fundamento e defende que os mesmos não sejam pronunciados. Os advogados argumentam que os produtos em causa estavam alocados em residências protocolares e consideram que a alegação de um prejuízo de 827 mil meticais ao Estado, por si só, não constitui prova suficiente para sustentar as acusações.
Custódio Duma diz que as novas gestões municipais devem atacar os problemas dos munícipes e evitar espécies de “caça às bruxas” entre membros de diferentes partidos. Job Fazenda acrescenta que os recém-empossados membros das assembleias municipais devem se abster de propagandismo e trabalhar para melhorar as condições de vida dos munícipes. Os analistas falavam no programa Noite Informativa.
Quando faltavam menos 24 horas da tomada de posse dos novos 65 autarcas, Custódio Duma e Job Fazenda analisaram, esta terça-feira à noite, os desafios que os novos edis devem ultrapassar na gestão dos municípios.
Custódio Duma apela para trabalho colectivo entre as diferentes sensibilidades partidárias nas Assembleias Municipais e diz que a gestão dos autarcas deve procurar satisfazer os munícipes, defende Duma.
É ainda no espaço municipal que, segundo Job Fazenda, todos devem ver as suas preocupações resolvidas.
Custódio Duma e Job Fazenda falavam durante a emissão do programa “Noite informativa”, da STV.
A procuradoria da Suécia decidiu hoje encerrar a investigação sobre as explosões, em 2022, nos gasodutos Nord Stream, que foram construídos para transportar gás natural russo para a Alemanha, porque a jurisdição sueca não se aplicaria nesse caso.
Num comunicado, citado pelo Notícias ao Minuto, a procuradoria afirmou que a investigação foi sistemática e completa.
Anteriormente, a Embaixada da Rússia em Estocolmo afirmou que a Suécia não conseguiu identificar os autores dos ataques aos gasodutos durante o ano passado, o que demonstrou a incompetência das autoridades suecas.
Os gasodutos Nord Stream, construídos para transportar gás sob o mar Báltico da Rússia para a Alemanha, foram atingidos por explosões em Setembro de 2022. A agência de operação do Nord Stream disse que os danos não tinham precedentes e era impossível estimar o prazo para as reparações.
Os ataques ocorreram quando a Europa estava a afastar-se das fontes de energia russas, após a invasão da Ucrânia pela Rússia, contribuindo para as tensões que se seguiram ao início da guerra no território ucraniano em Fevereiro de 2022.
A Suécia, bem como a Dinamarca, Alemanha e Noruega, iniciou investigações sobre as explosões, mas excluiu a Rússia do processo, o que levou Moscovo a lançar a sua própria investigação. As autoridades russas caracterizaram os ataques como terrorismo internacional.
A investigação da Suécia foi apenas uma das três sobre as explosões.
A procuradoria sueca sublinhou que a investigação alemã continua e devido ao sigilo que prevalece na cooperação jurídica internacional, não poderia comentar mais sobre a cooperação que aconteceu entre os países.
O procurador sueco destacou “a boa cooperação” com a Dinamarca e a Alemanha, países com os quais partilharam “continuamente informações e relatórios de situação”.
Paul Mackenzie, homem que é acusado de liderar um culto que levou à morte de mais de 400 pessoas, no Quénia, foi ontem acusado de 191 crimes de homicídio.
Notícias avançadas pelo Notícias ao Minuto, que cita a AFP, indicam que um tribunal queniano adicionou esta terça-feira as acusações de assassínio às de terrorismo, tortura e crueldade contra crianças, bem como de “homicídio premeditado” contra o pastor Paul Mackenzie, após a morte de 429 seguidores do seu grupo evangélico.
Segundo aos órgãos de informação, o pastor e outros 29 réus declararam-se inocentes, ao comparecerem perante um tribunal na cidade de Malindi, dez meses após a revelação deste caso que chocou o Quénia.
O antigo taxista, que se tornou pastor, está em prisão preventiva desde 14 de abril de 2023, um dia após a descoberta das primeiras vítimas na floresta de Shakahola (sudeste do Quénia) onde se encontra a Igreja Internacional da Boa Nova, que Paul Nthenge Mackenzie fundou em 2010.
O arguido defendeu que os seus seguidores jejuassem até à morte para “encontrar Jesus” antes do fim do mundo.
A investigação realizada em Shakahola, uma vasta área de mato na costa queniana, levou à exumação de 429 corpos, alguns que estavam enterrados há vários anos.
As autópsias revelaram que a maioria das vítimas morreu de fome. Alguns, incluindo crianças, foram estrangulados, espancados ou sufocados.
A revelação deste escândalo, denominado “massacre de Shakahola”, colocou as autoridades quenianas sob fogo por não terem impedido as ações do pastor, que, no entanto, foi preso várias vezes pela sua pregação extrema.
Num relatório publicado em Outubro de 2023, uma comissão senatorial apontou “falhas” no sistema de justiça e na polícia, em 2017 e 2019.
Em Julho do mesmo ano, o Ministro do Interior Kithure Kindiki considerou o massacre de Shakahola “a pior violação de segurança da história” do Quénia.
Mais de 28 mil pessoas das regiões Centro e Norte do país foram afectadas por vários fenómenos naturais desde o início da época chuvosa e ciclónica 2023-2024.
O número corresponde a 5973 famílias afectadas por ventos fortes, descargas atmosféricas e inundações urbanas.
Os dados foram partilhados esta segunda-feira, em Gaza, pela presidente do Instituto Nacional de Gestão e Redução de Risco de Desastres.
Citada pela Rádio Moçambique, Luísa Meque instou os administradores distritais a sensibilizarem a população para tomar medidas de precaução.
Dos beneficiários dos projectos de resiliência climática, Luísa Meque quer engajamento “em prol da satisfação das suas necessidades face às mudanças climáticas”, escreve a Rádio Moçambique.
“Às autoridades locais e às comunidades beneficiárias do projecto, apelamos ao máximo engajamento, no sentido de se apropriarem das infra-estruturas que estão a ser construídas, através do uso racional e vigilância, de modo a que as mesmas sirvam de geração de renda actual e vindoura”, disse a dirigente.
Em conferência de imprensa que deu esta terça-feira, na residência protocolar, o edil de Nampula, Paulo Vahanle, assumiu que vai fazer a passagem de testemunho, entregando o poder ao seu rival da Frelimo, Luís Giquira.
“Queremos aproveitar esta oportunidade para agradecer aos munícipes da cidade de Nampula por terem colaborado com Paulo Vahanle, com a Renamo na cidade de Nampula. Tivemos uma reunião ao nível do partido Renamo, que nos orientava a tomarmos posse no dia 7 de Fevereiro como membros da Assembleia Municipal, porque se evitava criar tumultos a nível do país”, explicou Paulo Vahanle, ressalvando que vai tomar posse como membro da Assembleia Municipal pela Renamo.
Encerra-se, assim, o clima de suspense que pairava, depois das ameaças que o autarca fazia no sentido de que não ia entregar a cidade de Nampula por não concordar com o resultado divulgado pelos órgãos de administração eleitoral e proclamados pelo Conselho Constitucional.
O posicionamento de Paulo Vahanle junta-se ao do seu homólogo e colega de partido, Raúl Novinte, de Nacala, que há dias também aceitou entregar o poder ao novo elenco que será empossado esta quarta-feira.
Nas meias-finais da noite desta quarta-feira, Nigéria e Costa do Marfim apostam na superioridade e no factor casa para chegarem à final, nos embates diante da África do Sul e da República Democrática do Congo, respectivamente. Mas, os Bafana Bafana e os Leopardos querem contrariar este favoritismo e ter uma palavra a dizer.
Os dois finalistas do Campeonato Africano das Nações (CAN 2023) serão conhecidos esta quarta-feira, depois da disputa dos jogos das meias-finais.
No Estádio da Paz, em Bouaké, a Nigéria, de Victor Osimhen, tentará manter a sua invencibilidade e bom futebol e vencer a África do Sul, que, depois de eliminar Cabo Verde nos quartos-de-final, no desempate por penáltis, acredita que pode ir mais longe.
Em Abidjan, no Estádio Alassane Ouattara, a renascida anfitriã Costa do Marfim aposta no seu alto nível anímico e no factor casa para vencer a República Democrática do Congo (RDC), que se tem mostrado uma formação muito sólida e em fase de crescimento ainda.
A Nigéria parece ser a equipa mais forte ainda em prova, com o melhor futebolista africano do ano, Osimhen, a tentar fazer a dobradinha.
Desde que empatou com a Guiné Equatorial na partida de estreia, 1-1, as Super Águias registaram quatro vitórias consecutivas e não sofreram qualquer golo.
“Se não sofrermos golos, podemos vencer sempre”, disse o técnico José Peseiro após a vitória nos quartos-de-final sobre Angola, em Abidjan, quando Ademola Lookman marcou o golo da vitória (1-0).
Os nigerianos alcançaram, assim, a 15ª meia-final do CAN, um recorde, e pretendem erguer o troféu pela quarta vez, a primeira desde 2013, na África do Sul.
Cinco anos depois de terem perdido ante a Nigéria nos quartos-de-final da prova no Egipto, os Bafana Bafana regressam ao grande palco sob o comando do veterano técnico belga Hugo Broos.
O homem que levou os Camarões ao título de 2017 contra todas as probabilidades já colocou a África do Sul na sua primeira meia-final em 24 anos, embora contra os Tubarões Azuis, o herói tenha sido o guarda-redes Ronwen Williams ao defender quatro penáltis, disse que “o CAN já é um sucesso”, mas acredita que a sua equipa pode ir mais longe.
Recorde-se que os sul-africanos venceram Marrocos, a selecção mais bem classificada do continente, e não sofreram qualquer golo nos últimos quatro jogos.
Na outra meia-final, a Costa do Marfim regressa ao estádio onde sofreu a pior derrota da prova, 0-4 ante a Guiné Equatorial, e que ditou o despedimento do técnico Jean-Louis Gasset.
Naquele momento, parecia que os donos da casa seriam eliminados na fase de grupos, mas graças ao empate entre Moçambique e Gana, conseguido pelos Mambas já no período de desconto, passaram à segunda fase e agora podem chegar à final.
Sob o comando do técnico interino Fae, eliminaram o Senegal, nos penáltis, e o vizinho Mali por 2-1, graças ao golo de Oumar Diakite nos descontos, no final do prolongamento.
“Depois da Guiné Equatorial, estávamos no fundo do poço. Tivemos de esperar e puxar para nos classificarmos, o que aconteceu, e agora não temos medo de nada”, disse o meio-campista Seko Fofana.
A Costa do Marfim não poderá contar com Kossounou e Diakite, suspensos, mas Sebastien Haller deve ser um candidato a titular pela primeira vez neste torneio.
Por seu lado, a RDC venceu o Egipto nos penáltis nos oitavos-de-final e depois recuperou a desvantagem para derrotar a Guiné por 3-1.
Os Leopardos sonham em chegar à final pela primeira vez desde que foram campeões em 1974, na altura como Zaire.
Nigéria vs África do Sul, a partir das 19h00, e Costa do Marfim vs RD Congo, às 22h00, são os jogos das meias-finais, esta quarta-feira.
Faz um ano que um sismo devastador de magnitude 7,8 atingiu o sudeste da Turquia e a vizinha Síria. Famílias continuam à procura dos seus entes queridos e ainda se desconhece o paradeiro de 140 pessoas, incluindo 38 crianças.
O desastre natural matou quase 60 mil pessoas na Turquia e na Síria. As famílias com entes queridos desaparecidos continuam a fazer pressão sob as autoridades e agonizar sobre o que lhes poderá ter acontecido.
De acordo com a Associação de Solidariedade com as Vítimas do Terremoto e Parentes dos Desaparecidos (DEMAK), escreve o Notícias ao Minuto, o paradeiro de 140 pessoas, incluindo 38 crianças, ainda é desconhecido. Destas vítimas, 118 terão desaparecido em Hatay, a região mais afectada.
Esta terça-feira, milhões de pessoas por toda a Turquia prestaram homenagem às cerca de 60 mil pessoas que morreram, há um ano, em consequência do sismo que abalou regiões do Sul do país e do Norte da Síria.
Por ocasião da data, designada “Desastre do Século”, o Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, deslocou-se para uma zona em reconstrução em Kahramanmaras, o epicentro do sismo, após inspeccionar os trabalhos de reconstrução da cidade e os realojamentos de milhares de pessoas que permanecem em tendas e contentores pré-fabricados.
“Hoje, estamos a distribuir lotes para 9289 casas e a entregar as chaves”, disse Erdogan e acrescentou que o Governo prevê a entrega de 200 mil casas nas zonas atingidas pelo sismo até final de 2024.
A ONU alertou para a deterioração da situação de milhões de deslocados pelos terramotos que atingiram a Turquia e a Síria há um ano, e apelou para um apoio contínuo aos afectados pela catástrofe.
A Federação Moçambicana de Basquetebol (FMB) garante que há condições para acolher a primeira janela de qualificação para o Afrobasket 2024. O evento vai decorrer de 17 a 25 do mês em curso, em Maputo, e vai contar com a participação de 10 países da Zona VI de África.
O pavilhão do Maxaquene é o palco escolhido para acolher a prova, que se espera que venha a ser um evento de sucesso. A FMB convocou, esta terça-feira, a imprensa, para dar a conhecer os passos que estão a ser dados tendo em vista a organização dessa janela de qualificação.
“É o primeiro evento internacional que nós organizamos desde que tomámos posse. Estamos preparados para fazer o melhor. Naturalmente, não vamos conseguir superar as expectativas dos outros eventos, mas vamos tentar fazer o nosso melhor para tentarmos trazer uma nova impressão e novas ideias daquilo que deve ser o basquetebol de agora em diante”, disse o presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol, Paulo Mazivila.
O dirigente diz que a FMB tem estado a correr contra o tempo, motivada pelo facto de a FIBA-África ter informado tarde à instituição que dirige em relação à organização do evento. Ainda assim, garante Paulo Mazivila, a federação já tinha consciência de que, a qualquer momento, poderia ser notificada.
“Na verdade, os nossos preparativos começaram atempadamente. Nesse sentido, podemos garantir que, a partir do dia 17, o país vai testemunhar a festa do basquetebol ao nível da região austral de África”, garante o dirigente. A Federação Moçambicana de Basquetebol diz estar a trabalhar afincadamente de modo a criar as condições recomendadas pela FIBA-África.
A organização desta prova está avaliada em mais de 15 milhões de Meticais. A FMB ainda não dispõe de todo o valor, daí que ainda está a bater às portas aos potenciais patrocinadores.
“Estamos à espera do apoio das pequenas e médias empresas. Devo garantir que algumas já manifestaram interesse em nos ajudar com o pouco que tem. Já desenhámos o nosso guião de contrapartidas e já o partilhámos com essas empresas”, anota o dirigente.
SELECÇÃO NACIONAL INTENSIFICA PREPARAÇÃO
A selecção nacional sénior masculina está a intensificar a preparação tendo em vista a participação nesta janela de qualificação para o maior evento de basquetebol continental. O “cinco” nacional arrancou com os trabalhos há um mês.
“Os treinos, a cada dia que passa, têm-se intensificado. Todos os jogadores que estavam na Beira já estão em Maputo, e os que estavam em Quelimane também. Podemos garantir que a selecção está a fazer o seu trabalho sem nenhum constrangimento”, garante Paulo Mazivila.
Espera-se que, nos próximos dias, os jogadores que actuam em Portugal possam juntar-se à selecção, podendo integrar a última etapa de preparação antes do arranque da prova.
“Acredito que, num espaço de sete dias, os atletas poderão chegar ao país. Estamos a criar todas as condições para lhes trazer cá”.
MOÇAMBIQUE PODERÁ SER PALCO DA SEGUNDA JANELA
A Federação Moçambicana de Basquetebol equaciona a possibilidade de o país acolher a segunda janela de qualificação para o Afrobasket. Segundo Paulo Mazivila, assim que terminar a primeira janela, a FMB vai submeter a candidatura à FIBA para manifestar o interesse de sediar a segunda.
“Espero que tenhamos sorte de conseguir trazer de novo a janela para Moçambique. A nossa perspectiva é intensificar os eventos do basquetebol no país para que não haja sede dessa modalidade”, explica Mazivila.
Indivíduos desconhecidos apoderaram-se de mais de um milhão de meticais num assalto à mão armada, ocorrido na manhã desta terça-feira, na cidade de Tete. As vítimas foram um moçambicano e outro indiano.
O assalto aconteceu entre as avenidas da Independência e Julius Nyerere, pouco depois das 08 horas.
A ocorrência foi captada por uma câmara de vigilância. Cinco indivíduos estacionaram uma viatura ligeira nas imediações de uma agência bancária. O grupo desceu do carro, disparou dois tiros para o ar e arrancaram, à porta do banco, uma pasta com dinheiro das mãos de um cidadão, que responde pelo nome de Aldon Blaque.
Outra testemunha disse que os malfeitores não estavam com os rostos cobertos e a acção foi muito rápida.
Um dos seguranças de uma empresa privada, afecto ao banco onde o assalto ocorreu, contou que não se apercebeu de nenhuma movimentação de pessoas estranhas.