O Governo da província de Sofala já trabalha num plano de contingência para enfrentar os impactos do fenómeno El Niño, previsto para a época 2026/2027. As projeções apontam que mais de 250 mil pessoas podem enfrentar insegurança alimentar e nutricional devido à seca severa.
De acordo com o porta-voz do Governo de Sofala, Nazareth Reginaldo, seis dos 13 distritos da província estão em maior risco. São eles, Machanga, Chibabava, Búzi, Caia, Chemba, Muanza e a cidade da Beira.
“As projecções oficiais apontam que mais de 250 mil pessoas residentes nestes distritos poderão ser afetadas pelo fenómeno El Niño, caracterizado por menos chuva no período entre Outubro e Abril, que coincide com a época da campanha agrícola”, afirmou Nazareth Reginaldo.
A situação em Sofala agrava-se porque grande parte das famílias afetadas ainda não se recuperou dos estragos causados pelas chuvas intensas entre Dezembro do ano passado e Janeiro deste ano. Na altura, muitas culturas foram devastadas pelas cheias.
Para o Governo, o desafio é evitar que estas mesmas famílias voltem a perder tudo na próxima época agrícola.
As autoridades da agricultura já preparam ações para minimizar os efeitos da falta de chuva.
“Está prevista a distribuição de insumos agrícolas tolerantes à seca e de elevado grau nutricional. Vamos também introduzir técnicas de conservação e processamento pós-colheita para reduzir as perdas”, indicou a fonte.
O milho, por ser a base alimentar em Sofala e uma cultura sensível à seca, está no centro das preocupações, por isso, o Governo apela aos camponeses para prepararem a terra com antecedência e guardarem sementes resistentes.
“A diferença entre colher e passar fome vai depender da preparação que fizermos agora”, concluiu.
Israel reabriu a passagem para entrada de mais ajuda no norte da Faixa de Gaza. O propósito é mitigar os impactos da considerada maior crise humanitária do mundo, que afecta cerca de 1,1 milhão de pessoas.
Com a abertura da via terrestre de Erez, nesta quinta-feira, começaram a chegar da Jordânia, camiões carregados de productos alimentares, que partem da Jordânia, e segundo as autoridades israelitas vão continuar a chegar todos os dias.
A considerar que ainda não houve sinais concretos para as negociações de paz, é uma atitude positiva, que aliás, constitui uma resposta a preocupação que diversas autoridades e organizações têm alertado há semanas, sobre a chamada “catástrofe humanitária”.
Outro dado positivo é que os Estados Unidos, também prometeram esforços maxímos garantir que toda ajuda seja distribuída dentro de Gaza sem impedimentos do Hamas.
Desde 7 de outubro que Hamas não aceita o acordo mediado pelo Egito, que prevê suspensão temporária das hostilidades, libertação de 33 reféns israelitas, considerados primeiros grandes passos para o cessar-fogo permanente.
Subiu de 46 para 181 o número de mortes causadas pelas inundações no Quênia. Há outras 195 mil pessoas deslocadas. As autoridades falam de aumento da fome com mais vítimas a necessitarem de ajuda humanitária.
Das 181 pessoas mortas até esta quinta-feira, devido às inundações no Quênia, cerca de 20 são crianças.
Segundo o balanço mais recente feito pelo Governo, há pelo menos 90 pessoas desaparecidas.
Nas últimas 24 horas, 10 corpos foram recuperados e 20 pessoas foram dadas como desaparecidas.
As inundações no Quénia já afectaram mais de 30 mil casas, obrigando ao deslocamento de 195 mil pessoas.
As operações de ajuda em zonas mais afectadas ainda estão em curso, com a distribuição de alimentos às pessoas que tiveram de abandonar as suas casas.
Entretanto, um relatório da Autoridade Nacional de Gestão da Seca refere que a situação agravou a falta de comida naquele país, levando quase dois milhões de quenianos a necessitarem de ajuda alimentar.
As inundações no Quênia registam-se desde o mês de Março. De acordo com o departamento de Meteorologia, as chuvas e tempestades vão continuar pelo menos mais uma semana.
Comentadores do Noite Informativa dizem que o Banco de Moçambique é quem deve vir a público e explicar as razões das falhas de um sistema por ele sugerido. A situação está também a afectar quem faz transações no estrangeiros.
Os comentadores do programa Noite Informativa da STV dizem que há problemas de comunicação entre os Bancos comerciais e o Banco Central e não é de hoje. Esaú Cossa, que chama a responsabilidade ao Banco Central de se explicar perante os moçambicanos, que se veem aflitos por não conseguirem usar as contas, diz que é urgente um esclarecimento.
“É preciso pôr o dedo acusador neste silêncio do banco regulador”, defende Cossa, e acrescenta que quem deve vir a público é o dedo acusador e o Banco de Moçambique, mas “parece que o banco regulador não quer vir falar para não se entrar em contradição consigo mesmo, mas toda a gente sabe que, há alguns meses, quando alguns bancos comerciais não tinham feito esta migração, veio e apontou o dedo dizendo que os problemas derivam da falta desta migração”.
As explicações devem ser exigidas também, de acordo com Cossa, a Associação Moçambicana de bancos e a Sociedade Interbancária de Moçambique, SIMO, mas estes temem represálias.
“Por um lado, era necessário que houvesse comunicação destas instituições, mas sinto que estas associações ficam preocupadas em trazer informações que, muitas delas ainda são de consumo interno, até para não entrar em choque com o regulador. Já vimos situações de instituições que quiseram dar explicações ou informações antes do BM e teve as implicações que conhecemos (multas e outras sanções).
Para Job Fazenda, também comentador, o Banco Central está a fugir das suas responsabilidades como regulador, pois tem inclusive implicações internacionais.
No seu entender, olhando para a organização do sistema financeiro nacional, que tem o BM no centro das operações, “se o problema tivesse sido causado pela inoperância de algum banco comercial, no dia seguinte, o Governador do BM já teria mandado aplicar multas duras a este banco, ou até seria retirada a licença”.
Por isso, diz, quando chega a hora da responsabilidade, o Banco Central não pode aparecer como menino bonito do sistema comercial. Daí que “queremos que o Governador do Banco de Moçambique venha também responsabilizar-se.
Mas não é só.
Há que chamar à colação os poderes executivo e legislativo, através do Ministro da Economia e Finanças, Max Tonela e os deputados da Assembleia da República. “Acho que o ministro Max devia vir nos esclarecer a nós, como cidadão, sobre o que está a acontecer. E mais, o parlamento moçambicano, enquanto nossos
representantes devem chamar estas entidades do Governo para explicar em sede do parlamento para explicar o que está a acontecer.
Da África do Sul, o economista Mukhtar Abdulcarimo fala de constrangimentos para realizar alguns pagamentos com recurso a POS. Conta episódios de dificuldades de alguns amigos, tendo até que se socorrer a terceiros para emprestar dinheiro para efectuar pagamentos simples.
O economista acredita que o Banco de Moçambique conhece a raiz do problema, por isso deve solucionar para o bem da imagem do país.
A dupla moçambicana de vólei de praia composta por José Mondlane e Osvaldo Mungoi está a intensificar a preparação, tendo em vista a participação na última janela, no México, de qualificação para os Jogos Olímpicos.
A dupla, que se encontra no Brasil a observar um estágio, antes dessa importante etapa rumo às olimpíadas, participou e venceu a primeira etapa do circuito de voleibol de praia, que teve lugar no Pezão Beach Spor Club de Ribeirão Preto, no país sul-americano.
O circuito serviu para medir o nível de preparação e assimilação dos aspectos técnicos. Ainda no quadro de preparação, a dupla moçambicana realizou seis jogos de controlo num único dia diante de adversários locais, tendo saído vitorioso.
José Mondlane e Osvaldo Mungoi impuseram uma derrota à formação brasileira por 2-0, parciais 21/18 e 21/19.
O selecionador nacional de vólei de praia, Alexandre Pontel, faz uma avaliação positiva do desempenho da dupla nessa primeira etapa de preparação.
“Estamos a poucos dias aqui, mas já participamos num campeonato onde realizámos seis jogos e os atletas estão ainda na fase de adaptação. Ainda assim, conseguimos rapidamente nos integrar às dinâmicas dos jogos”, disse Alexandre Pontel, ajuntando que, “além dos jogos temos feito trabalhos de análises das partidas e assistimos videos motivacionais.”
Por sua vez, a dupla fala de outro nível de preparação que é mais exigente. “Está a ser uma boa experiência. Na primeira etapa deparamos-nos com boas duplas que nos impuseram um outro nível de dificuldades pela experiência que eles têm, mas trabalhamos e vencemos os nossos primeiros jogos e cada dia vamos melhorando o nosso nível”, anotou José Mondlane.
Um novo balanço do Ministério da Saúde do Hamas indica que 34.568 pessoas morreram na Faixa de Gaza, desde o início da guerra entre Israel e o movimento islamita palestiniano a 07 de Outubro do ano passado.
Nas últimas 24 horas foram registadas mais 33 mortes, segundo um comunicado do Ministério da Saúde que, informou também, 77.765 feridos em quase seis meses de guerra, referiu o Notícias ao Minuto, esta quarta-feira.
O conflito na Faixa de Gaza foi desencadeado pelo ataque do grupo islamita Hamas em solo israelita, no dia 07 de Outubro de 2023 e causou cerca de 1.200 mortos e duas centenas de reféns, segundo as autoridades israelitas.
Desde então, Israel lançou uma ofensiva na Faixa de Gaza que provocou mais de 33.000 mortos, diz o Hamas, que governa o pequeno enclave palestiniano desde 2007.
De acordo com a fonte que temos vindo a citar, a retaliação israelita está a provocar uma grave crise humanitária em Gaza, com mais de 1,1 milhões de pessoas numa “situação de fome catastrófica” que já está a fazer vítimas – “o número mais elevado alguma vez registado” pela ONU em estudos sobre segurança alimentar no mundo.
Por sua vez, os Estados Unidos da América mostram-se determinados a que Israel e o Hamas cheguem a um acordo de tréguas “agora” e que resulte na libertação dos reféns, disse o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken.
Blinken falava esta quarta-feira, depois de no dia anterior ter instado o Hamas a aceitar, “sem mais demoras”, a proposta israelita que considera “extraordinariamente generosa”.
O Hamas exige um cessar-fogo “permanente” antes de qualquer acordo sobre a libertação dos reféns, algo que Israel sempre recusou e continua a insistir na sua determinação de levar a cabo uma ofensiva terrestre em Rafah, uma cidade no sul da Faixa de Gaza considerada o último reduto local do Hamas e onde se encontram actualmente 1,5 milhões de palestinianos, a maioria dos quais deslocados pela guerra.
Durante a sua visita a Israel, Blinken deverá também pressionar o Governo israelita a permitir a entrada de mais ajuda na Faixa de Gaza, onde as Nações Unidas alertam para a fome iminente devido à escassez de alimentos, de acordo com o Notícias ao Minuto.
Em Telavive, Blinken disse, num encontro com o Presidente israelita Isaac Herzog, que “mesmo nestes tempos difíceis” os Estados Unidos da América estão “determinados a conseguir um cessar-fogo que traga os reféns para casa” e o ideal era “consegui-lo agora. E a única razão para isso não acontecer é o Hamas. Temos também de nos preocupar com as pessoas que estão a sofrer, apanhadas no fogo cruzado”.
O Reino Unido deportou, segunda-feira, o primeiro dos 5.700 requerentes de asilo para o Ruanda, em troca de 3000 libras, 237450.00 meticais, no câmbio actual. A informação não foi confirmada pelo Ministério do Interior Britânico, contudo, segundo o Notícias ao Minuto, a revelação foi feita por fontes governamentais.
O deportado, que por sinal é africano, é parte do programa voluntário para imigrantes a quem foi recusado asilo. Segundo relatos da comunicação social britânica, o mesmo terá concordado em ser deportado para o Ruanda depois do seu pedido de asilo ter sido rejeitado no final do ano passado.
Em contacto com a agência France-Presse (AFP), o Ministério do Interior apenas explicou que a medida vai benificiar a todos imigrantes ilegais no Reino Unido, que no Ruanda poderão ter proteção e direito a um recomeço como cidadãos.
“Agora podemos enviar requerentes de asilo para o Ruanda como parte da nossa parceria para a migração e o desenvolvimento económico. Este acordo permite que pessoas sem estatuto de imigração no Reino Unido sejam realocadas para um terceiro país seguro, onde serão ajudadas a reconstruir as suas vidas, destacou um porta-voz do governo brtitânico.
A medida é tomada na sequência do plano do Governo britânico, que permite deportar requerentes de asilo para o Rwanda, assinado na quinta-feira última pelo rei Carlos III, permitindo a organização dos voos de repatriamento, ainda que pendentes de possíveis recursos judiciais.
A Mozal defende que se deve investir mais no engajamento das mulheres para que se envolvam em actividades industriais. Esta terça-feira, 78 raparigas receberam bolsas de estudo para os cursos de Mecânica e Electricidade.
A oferta de bolsas de estudo a raparigas do ensino técnico profissional, para os cursos de Mecânica e Electricidade enquadra-se na iniciativa “Mulher na Indústria”, lançada em 2018.
O objectivo é permitir mais envolvimento deste grupo social em áreas que têm mais adesão de homens.
São, ao todo, 78 bolsas de estudo para igual número de beneficiárias, que irão frequentar os cursos de Mecânica e Electricidade, no Instituto Industrial e Comercial da Matola e no Instituto Industrial de Computação Armando Emílio Guebuza.
“No presente ano lectivo, queremos, mais uma vez, reafirmar esta causa atribuindo mais 78 bolsas de estudo”, disse Gil Cumaio, director dos Assuntos Externos da Mozal, que falava esta terça-feira, no acto de atribuição das bolsas de estudo.
Desde a sua implementação em 2018, o projecto Mulher na Indústria já atribuiu um total de 282 bolsas de estudo a jovens das comunidades locais. Deste universo, 162 foram destinadas a raparigas do ensino técnico profissional e 120 bolsas a raparigas do ensino superior em cursos de Engenharia na UEM.
“Este programa visa capacitar raparigas para o mercado de trabalho, não só na Mozal mas em todo o país. Visa empoderar as mulheres para que tenham mais oportunidades de emprego que os homens e possam contribuir para um mercado cada vez mais inclusivo”, disse Celma Daúde, representante da Mozal.
As bolsas incluem pagamento de propinas até ao fim do curso, material escolar, subsídio mensal para transporte e outras despesas académicas.
As beneficiárias das bolsas de estudo afirmaram estar cientes dos desafios e esperam que mais raparigas passem a ter interesse em áreas industriais, no país, e contribuam para a igualdade de oportunidades.
A Mozal acredita que a formação é um dos factores determinantes para o desenvolvimento de habilidades humanas e técnicas necessárias para o aumento dos níveis de empregabilidade e de geração do auto-emprego em prol do desenvolvimento do nosso país.
O Presidente da Comissão da União Africana apresentou, hoje, as condolências e manifestou a sua solidariedade às autoridades e ao povo do Quénia, pelas inundações que causaram mais de 100 mortos naquele país.
“As minhas sinceras condolências e solidariedade para com as famílias afetadas, ao Presidente, William Ruto, ao Governo e ao povo do Quénia, pelas inundações devastadoras que assolaram o país e causaram mais de uma centena de mortos, desalojaram muitos mais e destruíram casas e infraestruturas essenciais’, afirmou Moussa Faki Mahamat na rede social X.
Na segunda-feira, o Governo queniano comunicou que 103 pessoas tinham morrido e mais de 185.000 tinham sido deslocadas em todo o país desde Março devido às chuvas torrenciais, mas não mencionou a tragédia da barragem de Old Kijabe em Mai-Mahiu, no Vale do Rift.
O número de mortos no centro do Quénia após o rebentamento de uma barragem natural, devido às chuvas torrenciais que assolam o país há várias semanas, aumentou para 46, segundo o mais recente balanço, mas este número não se inclui no número anunciado pelo executivo, escreve o Notícias ao Minuto.
Este é o episódio mais mortífero no país da África Oriental desde o início da estação das chuvas, que este ano foi amplificada pelo fenómeno meteorológico El Niño.
Os salários baixos dos jornalistas não devem ser justificação para falta de ética, defende Mia Couto. O apelo foi lançado em debate, que juntou grandes referências do jornalismo moçambicano, entre eles: Jeremias Langa, Rogério Sitoe, Maria Cremilde e Tomás Vieira Mário.
O jornalista moçambicano debate-se com problemas financeiros devido à baixa remuneração salarial, à falta de recursos nos órgãos de comunicação em que se insere, e a pobreza do país, factores que colocam numa situação de vulnerabilidade aos subornos, o que vai contra os princípios éticos da profissão.
Segundo Mia Couto, nenhum destes argumentos devem ser usados para atropelar a ética e, se assim for, outros profissionais também têm a mesma legitimidade.
“Com o baixo salário, como se pode pedir ao jornalista que tenha ética?, a resposta colectiva é: se for esse o grande argumento, como é que se pode pedir a um polícia que não seja corrupto, porque também tem baixo salário?, como é que se pode pedir ao professor para que não venda provas aos seus alunos?, eu vou usar a colocação do Tomás Vieira Mário, todo esses já eram corruptos antes mesmo de lhes aparecerem oportunidades”, reflectiu.
Rogério Sitoe, concordou e advertiu que não se deve usar a pobreza como justificação para a falta de ética jornalística. “A pobreza torna as pessoas vulneráveis e passíveis de fazerem coisas que não devem ser feitas, mas por si só, não basta, há um conjunto de problemas associados que teremos de resolver”, reforçou.
A resolução do problema da ética jornalística não passa apenas por educar o jornalista, mas à toda a sociedade, “que é resultado de toda esta grande família que se chama Moçambique”, e, nas palavras de Mia, “o jornalismo não é uma ilha, é preciso que toda a sociedade seja o exemplo do exercício da ética, o que começa por aqueles que devem dar o exemplo, supondo que Moçambique é uma casa e todos somos uma família e é preciso que aqueles que são os nossos pais tenham a capacidade de se tornarem exemplo”, disse escritor e jornalista.
Não discordante, Sitoe foi pelo mesmo caminho e reforçou que não há outro caminho, senão uma resolução conjunta. “Não há outro caminho se não houver organizações estruturadas da sociedade para discutirem estes assuntos e outros ligados à ética”.
Subordinado ao tema: Jornalismo na Era da Internet, o debate que juntou profissionais da comunicação, foi realizado na primeira escola de Jornalismo do país, a Escola de Comunicação e Artes da Universidade Eduardo Mondlane, e serviu para lançar apelo para que o jornalista, além de se dedicar em resolver os problemas da sociedade, deve participar activamente na resolução dos seus.