O governador do Banco de Moçambique afirmou que a estrutura salarial da instituição não sofreu quaisquer alterações durante o seu mandato, rejeitando as críticas que, nas últimas semanas, têm surgido em torno dos níveis de remuneração dos funcionários e dirigentes.
Segundo o responsável, o modelo salarial actualmente em vigor existe há vários anos, tendo sido herdado de administrações anteriores. “Desde que assumi funções, não alterei a estrutura salarial”, afirmou, acrescentando que as contas do banco são publicadas anualmente e sempre reflectiram a mesma política remuneratória.
O governador considerou estranho que o tema tenha ganhado destaque apenas no final do seu mandato, defendendo que a discussão está a ser alimentada pelo contexto da transição de liderança. “Parece que, agora que estou de saída, transformou-se num problema”, declarou.
Relativamente às críticas segundo as quais os salários seriam financiados com recursos do Estado, esclareceu que o orçamento do Banco de Moçambique é autónomo em relação ao Orçamento do Estado. Segundo explicou, as despesas da instituição são suportadas pelo próprio banco e não constituem encargos directos para os cofres públicos.
O responsável sublinhou ainda que os reajustamentos salariais obedecem a um Acordo Colectivo de Trabalho, negociado entre a Associação Moçambicana de Bancos, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sistema Financeiro e as instituições bancárias, incluindo o Banco de Moçambique. De acordo com o governador, os aumentos são definidos anualmente no âmbito desse acordo e não resultam de decisões unilaterais da administração.
No que respeita aos valores que têm circulado nas redes sociais e nalguns espaços públicos, o governador classificou-os como «absurdos» e afirmou que muitos resultam de interpretações incorrectas das demonstrações financeiras. Explicou que a rubrica relativa a salários inclui igualmente provisões para responsabilidades actuariais, designadamente benefícios futuros dos trabalhadores no activo e dos reformados, conforme exigem as normas contabilísticas e os auditores.
O governador concluiu afirmando que as acusações de irregularidades não correspondem à realidade e defendeu que a gestão salarial do Banco de Moçambique sempre respeitou os procedimentos legais e institucionais em vigor.
Três americanos e dezenas de cidadãos congoloses acusados de envolvimento na tentativa de golpe de Estado no Congo compareceram, sexta-feira, perante um tribunal militar em Kinshasa. Pesam sobre os réus acusações de terrorismo, tentativa de homicidio e homicidio.
Seis pessoas foram mortas durante o que as autoridades congolesas chamaram de “tentativa de Golpe fracassada”, que ocorreno mês passado, liderada por uma figura da oposição pouco conhecida, Christian Malanga. O ataque teve como alvo o palácio presidencial e um aliado próximo do Presidente Félix Tshisekedi.
O exército congolês disse que Christian Malanga foi morto a tiro, pouco depois de transmitir o ataque ao vivo, devido a sua resistência a prisão.
Os réus enfrentam diversas acusações, muitas das quais acarretam pena de morte, incluindo terrorismo, homicídio e conspiração criminosa. O tribunal disse que a lista tinha 53 nomes, no entanto, os nomes de Christian Malanga e de outra pessoa foram removidos após a apresentação de certidões de óbito.
Um tribunal da Zâmbia prendeu cidadãos chineses por crimes cibernéticos como fraudes na internet e fraudes online dirigidas a zambianos e outras pessoas de Singapura, Perú e Emirados Árabes Unidos.
Os supostos criminosos foram presos por períodos que variam entre sete a 11 anos. Para além disso, foram multados pelo Tribunal de Magistrados de Lusaka, num valor corresponde de cerca de 1500 a 3000 dólares americanos, depois que se declaram culpados de acusações como fraude de identidade e operação ilegal de uma rede ou serviço.
Os indiciados faziam parte de um grupo de 77 pessoas, composto, na sua maioria, por zambianos, que foram detidas por oficiais da comissão do departamento de imigração, em Abril, devido ao que a polícia descreveu como um “sofisticado sindicato de fraude na internet”.
O Diretor-Geral da Comissão Antidrogas, Nason Banda, disse que as investigações começaram depois que as autoridades notaram um aumento no número de casos de fraude cibernética, aliado ao facto de muitas pessoas reclamarem de perder dinheiro, inexplicavelmente, de seus telefones celulares ou contas bancárias.
As autoridades recuperaram mais de 13 mil cartões SIM de telemóveis locais e estrangeiros, duas armas de fogo e 78 cartuchos de munições durante a operação.
Moçambique recebeu hoje 12 estações meteorológicas para serem instaladas em igual número de distritos no país. O material deverá melhorar a capacidade de previsão de eventos climáticos e assim facilitar a redução do impacto dos desastres naturais.
O representante da Organização para a Alimentação e Agricultura, FAO, e o ministro dos Transportes e Comunicações assinaram esta sexta-feira o termo de entrega das 12 estações meteorológicas e na ocasião Mateus Magala anunciou que ainda este ano serão instalados adicionalmente mais duas estações de aviso prévio.
“E uma contribuicão como foi dito que vem satisfazer em parte a iniciativa presidencial um Distrito uma estacão meteorologica. Este ano esperamos instalar mais duas estacões da mesma magnitude uma em Xai-Xai e outra em Nacala como comntribuicão do bancoi africano de desenvolvimento para as mudancas climaticas. Cada estacão tem custo de dois milhoes de dolares”.
O representante da FAO em Mocambique José Fernandez destaca a importância de Moçambique capacitar-se para melhor fazer face às mudanças climáticas.
“Temos a responsabilidade de agir com inteligencia para enfrentar esta crise climatica de modo a proteger o nosso meio amnbiente para as geracoes futuras. E neste contexto que a FAO em Mocambique contijnua a trabalhar com o INAM , com o ministerio da agricultura e desenvolvimeno rural, ministerio da terra e ambiente e outros parceiros para construir o futuro mais sustentavel e resiliente para todos”.
Ainda esta sexta-feira decorreu a reunião da comissão técnico-científica para as mudanças climáticas. O evento visava analisar a exposicao do país às cheias, inundações e descargas atmosférica.
Em reação aos recentes ataques da polícia contra antigos Membros dos Serviços de Segurança do Estado e jornalistas, a Ordem Dos Advogados de Moçambique, através de um comunicado condenou o acto. No mesmo documento a instituição dos defensores da legalidade diz que o país está a normalizar actos de violência e ódio.
Segundo o documento, a maior preocupação da Ordem não é só a violência contra os três grupos agredidos pela polícia, mas contra todo o tipo de violência contra qualquer pessoa.
“A nossa maior preocupação é que estamos a perder a capacidade de diálogo na sociedade, normalizando a violência e ódio, constituindo, este tipo de actuações um alarme para o instinto da segurança do homem comum em sociedade”, lê-se.
Na sequência, os advogados moçambicanos advertiram que os problemas se resolvem através do dialógo. “Não se ganha nada se não tivermos espírito de diálogo e de conciliação, numa sociedade fracturante e com desigualdades sociais de bradar os céus”.
De forma particular, sobre a agressão contra os antigos membros dos Serviços de Segurança do Estado, a Ordem considerou a incapacidade de diálogo por parte do Estado, como um acto “imoral” e reiterou que é dever do mesmo,prover melhor qualidade aos seus “compatriotas”.
“É imoral que um Estado, que se aproveitou dos serviços destes concidadãos enquanto elementos activos e que tiveram um papel fundamental de protecção do Estado ao tempo do exercício das suas funções, actualmente quase todos eles de idade avançada e sem puderem desenvolver qualquer tipo de trabalho que possa prover à sua subsistência, devendo, por isso mesmo (o Estado), assumir o dever indeclinável de ajudar na tarefa comum de prosseguirem as suas vidas, ao invés do diálogo, prefira, sem motivo e apenas porque içaram a palavra na bandeira da reivindicação, tenham sido sujeitos a violência, como forma de silenciar as suas reivindicações, justas ou não”, defende a Ordem dos Advogados.
A Ordem dos advogados também enalteceu a postura dos jornalistas em face do situação e apelou continuidade na luta pelo direito a informação e na busca da liberdade de inprensa e de comunicação.
“Aplaudimos os jornalistas que resistiram a difíceis tentativas de silenciamento, demonstrando a necessidade de democratização do acesso à informação. O direito à informação é constitucional e legalmente estabelecido, fazendo parte do núcleo fundamental dos chamados direitos de expressão, com acolhimento expresso na Constituição, sendo por isso, uma conquista do Estado de Direito Democrático, expressão máxima da liberdade que não pode ser, de forma alguma, coartado, limitado e ou reprimido, por ser objecto do direito. A autodestruição das liberdades, só pode comprometer os espíritos mesquinhos”.
Por fim, a OAM, garantiu que junto do Ministério do Interior e outras entidades, vai procurar soluções para o problema da violência, sobretudo a policial, através do dialógo e alerta que caso falhe, “serão accionados todos mecanismos legais”.
Uma ideia de negócio, por si só, não vale nada. É fundamental conhecer as reais necessidades do público-alvo para se avançar num negócio, defende Luhane Gagnaux, o jovem fundador e director executivo da LA Business, uma empresa moçambicana.
Conta que estreou-se no mundo do empreendedorismo com aproximadamente 15 anos de idade, na altura, com facturações mensal de 30 a 40 mil meticais nas redes sociais.
“Eu simplesmente recebi aquelas mensagens que todos vocês recebem, de vendedores de telefones, com uma lista mensal. Eu simplesmente fazia copy e punha dois a três mil Meticais naqueles preços e reencaminhava para toda a minha lista”, explicou Luhane Gagnaux.
Diante de uma plateia jovem, no último dia da 11ª edição da Moztech, Luhane Gagnaux disse que é possível iniciar negócios sem possuir capital. “Nós temos que olhar para o negócio como se fosse um bem”, avançou para explicar a necessidade de formalizar um negócio.
“Eu apercebi-me que tenho que criar uma coisa que pode ter três fins: ser herdado, ir à falência ou ser vendido. Esses são os três fins de qualquer negócio. Claro que eu não quero que vá à falência. Eu vou querer vender ou vou querer que seja herdado”, considerou.
Para que tudo dê certo, Gagnaux entende que o negócio deve ser bem estruturado, com processos e principalmente, não deve depender apenas da pessoa que cria. É daí que diz ter criado uma empresa que não é digital, que usava uma tecnologia de lavar os carros sem água.
“Com uma garafinha de água, nós conseguiamos lavar um carro. Não basta ter uma boa ideia de negócios, é importante identificar para quem agente está a fazer. Não criem negócios primeiro para depois ir atrás do público, vejam primeiro o que é que o público precisa”, disse.
Só depois de se conhecer as necessidades do público, é que vem a fase de criação de uma solução do problema desse público. “Então, eu vi uma necessidade muito grande das empresas em optimizar o seu tempo”, afirmou, referindo-se ao negócio que criará.
Explica que nesse negócio, a empresa simplismente inovou algo que já existia. “Em vez de fazermos a lavagem convencional que leva duas, três, quatro ou cinco horas de tempo, nós iamos lavar onde o cliente estivesse, ou seja, na empresa dele ou na casa dele”.
Como dica para os que queiram abraçar o empreendedorismo, Luhane Gagnaux sugere que identifiquem negócios que têm muito potencial, mas que estão a cometer algumas falhas e pegar nele e procurar fazer algo similar, mas melhor.
“Uma forma de criar negócio é pegar um mercado que tem uma grande demanda, e pensar no que posso melhorar. Então, a partir daí, criamos um aplicativo chamado Bacela”, explicou.
Trata-se, na verdade, de um aplicativo que dá descontos em mais de seis estabelecimentos comerciais na cidade de Maputo, ou seja, permite ao público usar o aplicativo para beneficiar-se de 10% de descontos em qualquer compra, quantas vezes quiserem.
“Esse aplicativo foi um sucesso, ganhamos premos aqui na Moztechm, ganhamos prémios na Ungria, em Portugal e aqui em Maputo. Se eu tenho 100 parceiros, 100 lojas a darem-me descontos, significa que elas têm um problema, de clientes”, concliui o empreendedor.
É através desse problema de clientes das lojas que criou uma solução para ajudar a esta a vender mais. “Surgiu assim a minha agência de marketing digital. Hoje fazemos a comunicação da Federação Moçambicana de Futebol, Frozy, Lande Rover, Jaguar, etc”, disse.
E, por fim, por já ter resolvido o probelma financeiro, que o motivou a abrir o primeiro negócio, agora diz que ganha dinheiro ensinando outras pessoas, principalmente através das plataformas digitais – como forma de ganhar escale – e faz isso porque gosta.
“É necessário identificar modelos de negócios que sejam escaláveis. É aqui onde entra o digital. Quando pensarem nos vossos negócios, pensem como fazer para fazer maiores entregas e vender mais, nos canais de comunicação, daí vem o digital”, aconselhou.
Por fim, mais uma dica do jovem empreendedor: “é preciso identificar o público-alvo. Um plano de negócio é complexo, mas foquem-se na proposta do valor e no modelo de negócios. Como é que vocês vão ganhar dinheiro”.
Por seu turno, Mahomed Adam, gestor da Yango em Moçambique, fez saber que a ideia para se implatar o negócio em Moçambique foi quase a mesma. A empresa identificou fragilidades existentes np sistema de transporte e procurou soluções adequadas.
“Os problemas são: o horário limitado, frotas limitadas, indisponibilidade do serviço, relactivamente ao taxi de praça – empresas de taxi, txopelas e boleia paga, tinham que negociar as entrevistas que aqui a amiga mencionou”, arolou os problemas.
As dificuldades não param por aí. Para quem tem um carro próprio, o gestor também fala de outros problemas: um deles é o congestionamento. “Depois de enfrentarmos o congestionamento, chegamos para um sítio, e temos o problema de estacionamento”.
Como solução, a empresa propôs-se em criar um serviço em que qualquer pessoa consegue movimentar-se de um ponto A para um ponto B de forma instantânea. Tal foi possível fazer através da tecnologia, atendendo que há já no país muita gente a usar smartfones.
“Criamos uma plataforma em que qualquer pessoa consiga registar-se como um passageiro ou como motorista, no entanto, é preciso realsar que temos medidas de segurança para a validação de todos os motoristas”, explicou.
De acordo com o gestor da Yango, com a base de dados, consegue-se garantir que haja densidade dos motoristas nas cidades de Maputo e Matola. Tal densidade, diz o gestor, faz com que se consiga ter tarifas relactivamente assessíveis.
“Antigamente usava-se um taxi por chamada. Estamos na baixa da cidade, ligamos para um operador para nos vir buscar. O motorista teria que cobrar o valor para ir à baixa e depois para o destino. Tendo densidade, podemos ter serviços muito mais acessíveis”, explicou.
Os Mambas venceram, hoje, a Somália por duas bolas a uma, em jogo da terceira jornada do Grupo G de qualificação para o Mundial 2026. Alfonso Amade e Stanley Ratifo foram os autores dos golos da selecção nacional. O combinado nacional volta a jogar na segunda-feira, diante da Guiné-Conacri, desta feita para a quarta jornada da corrida ao Campeonato do Mundo.
Carlos Manuel, Caló, já não é treinador do Desportivo de Nacala. O técnico rescindiu o contrato com o clube por mau ambiente de trabalho.
Poucos meses depois de ter sido anunciado como treinador do Desportivo de Nacala, equipa que regressou ao Moçambola na presente temporada, Carlos Manuel decidiu colocar um ponto final na ligação com este emblema.
Caló rescindiu o contrato com o clube da cidade portuária de Nacala, em solidariedade aos seus adjuntos que foram afastados da equipa técnica sem o seu consetimento e sem justa causa. Além disso, o técnico tem sido alvo de muita pressão por parte dos adeptos, interferindo no seu trabalho.
Recentemente, os adeptos exigiram o afastamento de Shelton, jogador que, segundo eles está envolvido em esquemas de viciação do resultado na partida contra o Ferroviário de Nampula.
Sabe-se que a direcção do clube poderá dispensar o atleta nos próximos dias, em resposta à pressão da massa associativa. Caló deixa o Desportivo de Nacala na sétima posição, com oito pontos, numa época em que até começou bem o Moçambola, arrancando resultados satisfatórios.
O presidente francês, Emmanuel Macron, anuciou, esta quarta-feira, que a França vai treinar pilotos ucranianos, e enviar caças Mirage para o país, para fortalecer a defesa da França à ataques russos
Macron, em entrevista à emissora pública francesa, avançou que, para sexta-feira, seria anunciada uma nova cooperação com a Ucrânia, que inclui o envio de caças Mirage 2005. O presidente acrescenta ainda que esse material permitirá que Kiev proteja o seu território e o seu espaço aéreo de ataques russos.
“A partir de amanhã, lançaremos um programa de formação de pilotos e, em seguida, entregaremos estes aviões”, disse Macron, acrescentando que não pode precisar o número de aviões enviados, visto que, a França está a construir uma coligação com outros parceiros.
“O objetivo é formar pilotos a partir deste verão, durante cinco ou seis meses, para ter pilotos e aviões até ao final do ano”, acrescentou o Presidente francês.
Para além disso, Emmanuel Macron reiterou que a Ucrânia deve ser autorizada a usar as armas fornecidas pelos aliados ocidentais para atingir alvos militares russos e “neutralizar os pontos através dos quais o país está a ser atacado”.
A câmara da STV já foi localizada, mas continua nas mãos da Polícia, que diz tê-la recuperado na madrugada de quinta-feira, no bairro da Polana Caniço, na posse de três jovens.
Tudo aconteceu, conforme explicou a Polícia ao chefe da Redacção da STV, Emildo Sambo, quando, durante um trabalho de patrulha, a Polícia se deparou com três jovens. Um deles carregava nos ombros um saco, com material descrito como suspeito.
“Sem dar muitos detalhes, eles explicaram que mandaram os jovens mostrarem o que traziam e estes, por medo, lançaram o saco ao chão e puseram-se em fuga. Quando abriram, viram que continha uma câmara de filmar, por sinal, da STV”, relatou Emildo Sambo o que ouviu dos agentes da PRM.
A estória continuou e os agentes disseram que houve até disparos. Mas porque, supostamente, os criminosos fugiram, não há mais detalhes. Não se sabe quem e porque roubou o equipamento televisivo.
Entretanto, para o chefe de redacção da STV, isso não passa de um enredo, inventado pela Polícia, uma vez que o equipamento, conforme lhes foi mostrado, aparenta estar em boas condições e, se de facto tivesse sido atirado ao chão a partir dos ombros, pelo menos alguns acessórios sensíveis teriam sido danificados.
“Há aqui, claramente, elementos que nos levam a crer que estamos diante de uma montagem de um cenário para tirar esta mácula da Polícia. Tudo indica que a câmara foi tirada de uma esquadra para outra, na tentativa de ludibriar qualquer opinião que possa existir acerca daquilo que foi o mau desempenho das forças policiais.”
Pelo sim ou pelo não, o material já foi encontrado, disso não há dúvidas, mas ainda não foi entregue à STV, isso porque, conforme a explicação que Sambo obteve da Polícia, a queixa foi feita na 3ª esquadra, mas o material foi encontrado na 12ª. Portanto, decorrem processos burocráticos, em que a esquadra que tem o material de precisa o entregar à 3ª, onde os agentes do Serviço Nacional de Investigação devem fazer algumas perícias. Só assim poderá ser entregue aos proprietários.
Se é estória ou não, vários questionamentos ainda pairam no ar. Como é possível um grupo de ladrões, aparentemente não armados, passarem por uma Polícia armada até aos dentes e roubar uma câmara sem ninguém reagir? Estas respostas, provavelmente, nenhuma fonte oficial dará. Caberá a cada um criá-las na sua mente.