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A Federação Moçambicana das Associações dos Transportadores Rodoviários (FEMATRO) assegura que não existe exclusão no pagamento das compensações destinadas aos operadores do transporte urbano na zona metropolitana e nas capitais provinciais abrangidas pelo sistema.

Segundo a organização, todos os transportadores devidamente licenciados e com a documentação regularizada têm direito a beneficiar das compensações atribuídas pelo Governo.

A FEMATRO reconhece que o processo de pagamento decorre de forma gradual, mas afirma que o Executivo continua a efectuar desembolsos. De acordo com a federação, entre ontem e hoje foi paga uma parte significativa dos operadores que aguardavam pelas compensações, o que poderá responder às reclamações apresentadas nos últimos dias.

A organização esclarece, contudo, que ainda não dispõe de dados actualizados sobre o número de transportadores contemplados, uma vez que o processo de pagamento continua em curso. A informação oficial deverá ser disponibilizada pelo Governo no final do dia, indicando o número de operadores e de viaturas já compensados.

Relativamente aos transportadores que ainda não receberam os valores, a FEMATRO explica que continua a receber diariamente novas listas de operadores elegíveis, o que obriga à sua consolidação antes do envio à Agência Metropolitana de Transportes para efeitos de processamento.

A federação garantiu que todas as listas que estavam na sua posse foram remetidas à Agência Metropolitana na segunda-feira, não existindo, neste momento, qualquer relação de beneficiários por encaminhar.

Quanto aos operadores que ainda aguardam pelo pagamento, a FEMATRO considera que a demora poderá estar relacionada com a entrega tardia da documentação necessária, sublinhando que os processos já submetidos foram enviados para o devido tratamento.

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A Finlândia tem interesse em fortalecer os laços de cooperação com Moçambique, com destaque para as áreas de educação e boa governação. A garantia foi dada esta terça-feira pela embaixadora da Finlândia em Moçambique, Anna-Kaisa, que se despedia do Presidente da República, Filipe Nyusi.

Chegou ao fim a missão de quatro anos de Anna-Kaisa Heikkinen como embaixadora da Finlândia em Moçambique. Na hora da despedida, a diplomata diz levar consigo uma mala cheia de boas recordações.

“Eu vou sair de Moçambique com muitas boas impressões. Aprendi muito sobre o país, as diversas culturas dos povos e essencialmente sobre a língua oficial, o português” disse Anna-Kaisa na despedida.

A alta-comissária segue outras missões, mas reitera o interesse da Finlândia em fortalecer a cooperação com Moçambique em vários sectores-chave para o desenvolvimento socioeconómico do país.

“Em termos de investimentos, a Finlândia tem algumas grandes empresas  em actividade em Moçambique. Temos uma longa história de cooperação nos sectores da educação, boa governação, direitos da rapariga e mulher e espero que, ao longo dos anos, possamos continuar”, apelou a embaixadora.

As relações diplomáticas entre Moçambique e Finlândia remontam à Luta de Libertação Nacional, tendo-se fortalecido mais nas áreas de Educação, economia e reforço da boa governação.

Os membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) estão reunidos, em Maputo, para encontrar formas de reforçar o notariado e a segurança jurídica dos documentos e processos legislativos dos países.

Justino Tonela, secretário permanente da Justiça, justifica o encontro com a “necessidade acrescida de partilha de responsabilidades e reforço para uma cooperação mais estreita entre todas as comunidades”, tendo em conta as constantes ameaças à segurança do mundo, com a intensificação de crimes como o terrorismo e o narcotráfico.

As comissões de trabalho foram reactivadas após a décima oitava Conferência dos Ministros da Justiça, que decorreu em Abril último, em São Tomé e Príncipe, e tem a missão de encontrar soluções para os maiores desafios do sector, com destaque para “a modernização da justiça, a reforma legal, com foco na reforma da justiça penal e cível, as novas tecnologias aplicadas à administração da justiça, a prevenção do delito e a reforma do sistema penitenciário”, explicou Tonela.

Além deste encontro, que tem duração de cinco dias, os presidentes dos parlamentos dos países da CPLP também estão reunidos em Maputo, com a promoção da democracia e do Estado de Direito na agenda.

A CPLP tem como Estados-Membros Moçambique, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

Está concluído o processo de naturalização de quatro jogadores da Black Bulls, iniciado ano passado sob liderança da Federação Moçambicana de Futebol.

Trata-se dos jogadores nascidos na Nigéria, nomeadamente, Ejaita Ifoni e Jeleel Hammed, do liberiano Stephen Seameh e do senegalês Kadre Gueye, que agora estão oficialmente naturalizados como moçambicanos.

A informação foi avançada pelos “touros”, que através da sua página do facebook escrevem que “a Black Bulls informa a todos sobre o término do processo de nacionalização, por naturalização, dos atletas Ejaita Ifoni, Jeleel Hammed, Stephen Seameh e Kadre Gueye, com a obtenção dos respectivos documentos de identificação, nomeadamente os Bilhete de Identidade e os Passaportes”.

Os “touros” usaram ainda da plataforma para agradecer ao Ministério do Interior e à Federação Moçambicana de Futebol “pelas valiosas intervenções administrativas”, que acabaram por tornar, “o sonho destes craques em uma realidade: o sonho moçambicano”.

A Black Bulls deseja aos atletas “todo o sucesso do mundo e que orgulhem os moçambicanos com o melhor que sabem fazer: jogar futebol”.

Assim, os quatro jogadores juntam-se a Ricardo Guimarães, Alfonso Amade e Pedro Santos, que foram naturalizados nos últimos 12 meses e que já representam a selecção nacional de futebol, os Mambas.

O Governo exonerou Marcelino Gildo Alberto do cargo de PCA da EDM e, no seu lugar, nomeou Joaquim Henriques Ou-chim. Ainda na sessão do Conselho de Ministros de hoje, o Executivo indicou Augusta Maíta para directora-executiva do Millenium Challenge Account-Moçambique.

O Governo esteve reunido, esta terça-feira, na décima segunda sessão ordinária do Conselho de Ministros e, no fim, os órgão de comunicação social não foram chamados para a habitual conferência de imprensa.

O Executivo limitou-se, apenas, a enviar uma nota com as decisões tomadas. Segundo o documento, Marcelino Gildo Alberto é exonerado do cargo de PCA da Electricidade de Moçambique (EDM), e, no seu lugar, foi nomeado Joaquim Henriques Ou-chim.

O Conselho de Ministros nomeou, também, Augusta Maíta, antiga directora do INGC e ex-ministra do Mar, Águas Interiores e Pescas, para o cargo de director-executivo Millenium Challenge Account-Moçambique.

O Governo aprovou, ainda, os Termos do Contrato de Concessão de Pesquisa e Produção de Petróleo para a Área Offshore Angoche A6-C, à ENI Mozambico SpA. e à Empresa Nacional de Hidrocarbonetos, ENH, na qualidade de concessionárias.

E a decisão do Executivo confere à concessionária os seguintes benefícios: O direito exclusivo para conduzir operações petrolíferas, com vista à produção de petróleo, a partir dos recursos originários de um ou mais depósitos de petróleo, no subsolo, dentro dos limites da área do Contrato de Concessão; (ii) o direito não exclusivo de construir e operar infra-estruturas de produção e transporte do petróleo produzido a partir dos depósitos de petróleo no subsolo, dentro dos limites da área do Contrato de Concessão, salvo se houver disponibilidade de acesso a um sistema de oleoduto ou gasoduto ou outras infra-estruturas já existente sob termos e condições comerciais razoáveis.

O Conselho de Ministros aprovou o Decreto que altera a área de concessão atribuída à Sociedade Portos de Cabo Delgado, SA, passando de 1.061 para 1.030,87 hectares. Isto significa que a área de 30,13 hectares passa a integrar o perímetro do Aeroporto de Pemba para fins de aeronavegabilidade e servidão aeroportuária.

O Conselho de Ministros aprovou, também, a Estratégia de Implementação da Política da Juventude 2024-2033, um instrumento orientador da acção governativa em relação aos assuntos da juventude, no âmbito da operacionalização da Política da Juventude.

Desde o dia 15 de Julho, está em curso a residência artística da cantora Lenna Bahule, no Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM), na Cidade de Maputo, com a duração de três semanas.
A residência de Lenna Bahule faz parte do programa “Artista Associado”, uma iniciativa do Centro Cultural Franco-Moçambicano, que visa apoiar e promover artistas moçambicanos ao longo de um ano. Financiado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros Francês e integrado no projecto “Canal du Mozambique”, este programa foca no Oceano Índico e na reflexão sobre mudanças climáticas.

Segundo avança o comunicado de imprensa do Centro Cultural Franco-Moçambicano, Lenna Bahule foi escolhida pela sua visão inovadora, pela capacidade de reinterpretar tradições e pelo seu compromisso com questões ambientais.

Durante a residência, Lenna tem acesso a espaços, equipamentos e apoio técnico do Centro Cultural Franco-Moçambicano. Para encerrar a etapa, será realizada uma apresentação no dia 1 de Agosto, às 18 horas, no Centro Cultural Franco-Moçambicano. No evento, Lenna Bahule partilhará as suas experiências e reflexões sobre o desenvolvimento do seu trabalho, oferecendo uma visão aprofundada do seu processo criativo.

O público interessado em participar no evento poderá fazê-lo mediante inscrição prévia.
As inscrições serão divulgadas brevemente nas plataformas do Centro Cultural Franco-Moçambicano .

Depois de ficar internada em estado grave, mais uma vítima do fogo posto que matou duas crianças perde a vida no Hospital Central de Nampula, elevando para três o número de óbitos.  A finada estava grávida de três meses. 

O caso ocorreu há pouco mais de duas semanas, quando supostos criminosos incendiaram uma casa, durante a noite, onde se encontravam a dormir quatro pessoas da mesma família.

Assim, sobe o número de vítimas do incêndio. É a mãe, dois filhos menores e um feto   de três meses que morreram vítimas de fogo posto na casa onde dormiam, na Unidade Comunal de Nahene 1, no posto administrativo de Namicopo, arredores da cidade de Nampula. 

 O homem continua internado. Hoje, passam precisamente duas semanas após a ocorrência e ainda não há detidos.

A cantora e compositora Ilú vai, às 14 horas do próximo dia 27 de Julho, no Salão de Eventos da Escola Comunitária Santo António da Polana, na Cidade de Maputo, proceder ao lançamento do seu mais recente álbum São Francisco na voz de Ilú.

Constituído por 10 faixas musicais, o trabalho musical de Ilú contempla canções de cariz educativa, que promovem a paz espiritual, a alegria, a união, o amor voltado para os outros, o altruísmo, a humildade e o bem-estar entre as pessoas. Por isso mesmo, “Quem conseguir ouvir as canções e seguir a mensagem das mesmas, pode contribuir para que este mundo se torne melhor”, considera Ilú.

Uma nota de imprensa avança que a produção e a cerimónia de apresentação do novo álbum de Ilú enquadra-se na celebração dos 125 anos da presença da Ordem dos Frades Menores (OFM) em Moçambique, cujos padres integrantes seguem a ideologia de São Francisco de Assis. Para comemorar a efeméride, a OFM convidou um escritor para lançar um livro sobre vida e obra da própria Ordem ao longo dos 125 anos de presença em Moçambique e confiou a uma cantora, no caso Ilú, a responsabilidade de fazer arranjos melódicos de 10 orações escritas por São Francisco de Assis, há 800 anos, de modo que ficassem mais conhecidas pelo público.

No entendimento de Ilú, a confiança que lhe foi depositada representa um grande privilégio, considerando que a Igreja Católica possui vários artistas capazes, e mesmo assim ela é que foi a escolhida. “Sinto-me muito honrada por poder cantar orações escritas há mais de 800 anos, na Itália, por uma grande figura como São Francisco. Nem sei se nessa altura São Francisco, autor das orações que transformei em música, tinha a ideia de que existia um território que hoje é Moçambique”, gracejou Ilú.

Considerando a intensidade do projecto e o tempo muito curto para trabalhar, Ilú confessa que não foi fácil finalizar o álbum, inclusivamente, por causa de outro factor: a gestão de expectativas. Por um lado, a cantora sentiu que do seu trabalho se esperavam canções a serem cantadas durante as missas. Por outro, a cantora entendia que as canções podiam enquadrar-se no formato palco. Como o andamento das duas variantes é diferente, Ilú confessa: “Não estava à vontade em relação à satisfação dos frades e o artista tem de estar livre em relação a isso”. Por conta deste cenário, a cantora chegou a fazer duas melodias da mesma canção: uma para missa e outra para o palco. E acrescenta: “quando submeti as duas propostas de melodia para a mesma oração, para a decisão do padre, ele escolheu a versão para missa, enquanto eu preferia mais a do palco”, sorriu.

Ilú terminou as gravações do seu novo álbum com um sentido de responsabilidade acrescido, sentindo-se reconhecida porque os padres assumiram um risco ao investir em si. Além disso, “Sinto-me lisonjeada por continuar um caminho iniciado por São Francisco, cujas orações não são conhecidas pela maioria dos crentes. É como dizia Santo Agostinho: “Quem canta, reza duas vezes”. Portanto, sinto-me a contribuir para que as pessoas possam rezar, igualmente, através da música”. Também por isso, a cantora agradece à Ordem dos Frades Menores pela confiança. “Fico feliz por este trabalho ter satisfeito a expectativa deles e o público em geral também gostar”.

O álbum São Francisco na voz de Ilú, a ser lançado no formato USB flash drive, foi produzido em apenas três meses, em Pretória (RSA) pelo conceituado produtor sul-africano, Job Thako.

Sobre a cantora

Azélia Mariana Mucavele Mabjaia, Ilú, nasceu a 09/09/1978, na Cidade de Maputo. Formou-se em Contabilidade Básica na então Escola Comercial de Maputo e Técnica de Contas no Instituto Comercial de Maputo, tendo-se Licenciado em Gestão na Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane, em Maio de 2008. Em 2024, obteve o grau de Pós-Graduação em Gestão de Projectos no ISCTEM.

Capacitou-se na Escola Nacional de Música em matérias de canto e composição e, em Agosto de 2019, escalou Pretória – África do Sul, para gravar o seu primeiro álbum.
Sob direcção de Job Thako, um dos grandes produtores de música sul-africana, que já produziu álbuns de artistas como a conceituada Judith Sephuma, nasceu o seu primeiro álbum, intitulado Xika wê moya, contendo 15 faixas musicais.

Em Outubro de 2020, com o apoio do Hotel Polana e sob direcção do conceituado DJ Marcell, gravou o seu primeiro vídeo-clipe, da música que dá título ao álbum Xika wê moya. Com o CD já disponível, lançou-o oficialmente no dia 02 de Dezembro de 2020, na Galeria do Porto de Maputo, Cidade de Maputo.

A 22 de Outubro de 2022, com o apoio de algumas individualidades e em parceria com o Governo do Distrito de Chongoene (Gaza) e outras entidades privadas, realizou a Primeira Edição do Chongoene Gospel Festival, que contou com a participação de cerca de cinco mil pessoas e 22 artistas em palco.

Tem participado em vários concertos Gospel em diferentes pontos do país.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, reitera que não há nenhuma vila ocupada por terroristas em Cabo Delgado. Falando durante um encontro com os presidentes dos parlamentos da CPLP, Filipe Nyusi garantiu ainda que a situação continua relactivamente estável.

O Presidente da República recebeu esta segunda-feira os presidentes dos parlamentos dos países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que vão participar da 13.ª sessão ordinária na Cidade de Maputo.

O Chefe de Estado assegurou que não há terroristas a ocupar alguma vila, considerando que as sedes distritais da Província de Cabo Delgado estão livres do terrorismo, destacando um ambiente de relativa tranquilidade.

Segundo o Presidente da República, actualmente, a expectativa do executivo é da retoma das actividades, especialmente ligadas as multinacionais que operam na área 4, da bacia do Rovuma.

Nyusi falou, por outro lado, sobre a situação política do país, tendo considerado que Moçambique é um exemplo de democracia a nível da CPLP.

Filipe Nyusi diz ainda que o atraso na entrega de documentos continua a atrasar o pagamento de pensões aos antigos guerrilheiros da Renamo.

A décima terceira Sessão Ordinária da AP-CPLP vai, igualmente, fazer um ponto de situação sobre “Os Processos Eleitorais nos Estados Membros da CPLP” e realizar reuniões sobre “Estratégia, Legislação, Cidadania e Circulação, “Economia, Ambiente e Cooperação” e “Língua, Educação, Ciência e Cultura”

Além de assuntos como educação, economia e Ambiente, a Assembleia parlamentar dos países da CPLP vai debater sobre os processos eleitorais nos Estados Membros.

A ministra da Educação, Carmelita Namashulua, garante que o Ministério da Economia e Finanças está a efectuar o pagamento de horas extras em dívida aos professores e que a demora se deve ao processo de verificação da veracidade de cada folha.

O Governo tem falhado no pagamento das horas extras aos professores desde o ano 2022, uma situação que tem forçado esta classe a recorrer a greves, chegando inclusive a paralisar as aulas em algumas escolas.

Esta segunda-feira, a ministra da Educação e Desenvolvimento Humano, Carmelita Namashulua, garantiu que os valores já estão a ser pagos pelo Ministério da Economia e Finanças.

“Nós estamos a interagir com o Ministério da Economia e Finanças, temos equipas que trabalham permanentemente e esses valores estão a ser pagos. Nós temos informações semanais do pagamento dessas horas extras”, explicou Carmelita Namashulua.

A ministra explicou ainda que a demora se deve, também, ao processo de inspecção das referidas horas e pede paciência à classe.

“Já estamos no final de acordo com a informação do Ministério da Economia e Finanças. Nós tivemos um encontro, na semana passada, e fomos informados de que estamos na fase final do pagamento das horas extras do ano 2022 e vai iniciar-se o processo de pagamento das horas extras do ano de 2023”, explicou Carmelita Namashulua.

A governante reiterou, outrossim, que o Governo está com falta de 16 mil professores, razão pela qual os já contratados devem cobrir as lacunas.

“Nós não conseguimos contratar professores de acordo com as nossas necessidades. É por isso que temos um défice grande, de 16 mil professores no sistema. Esse défice é que cria essa horas extras, mas o Governo está consciente desse facto”, esclareceu.

Na mesma ocasião, a ministra recusou-se a responder quando é que chegam os livros da segunda classe e ficou nervosa com a imprensa.

Mais calma, decidiu convidar a imprensa ao seu gabinete, onde irá responder a todas as questões na quarta-feira.

“Venham ao ministério na quarta-feira com um role de questões e nós vamos responder”, convidou, Namashulua, a imprensa para esclarecer os factos.

O facto é que, até ao momento, alunos da segunda-classe já estão no segundo trimestre do ano lectivo e sem os manuais de ensino.

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