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A Autoridade Nacional Reguladora de Medicamentos (ANARME) ordenou a suspensão da comercialização e a retirada imediata de cinco marcas de testes rápidos de diagnóstico para malária, VIH e sífilis, fabricados na Índia, de todas as farmácias privadas, unidades sanitárias e hospitais do País.

A decisão foi anunciada na sequência de um alerta emitido a 8 de Julho, após a constatação de que os dispositivos apresentavam um desempenho inferior ao exigido, podendo produzir resultados incorrectos e comprometer o diagnóstico dos doentes.

Segundo a ANARME, a retirada dos testes não se deve apenas ao seu baixo desempenho, mas também ao incumprimento, por parte do fabricante, das normas de gestão da qualidade exigidas para este tipo de dispositivos médicos.

Além dos testes rápidos, a autoridade reguladora proibiu igualmente o consumo de determinados medicamentos, entre os quais vitaminas, sprays nasais, gotas para os ouvidos e xaropes, por apresentarem características de fabrico que podem colocar em risco a saúde dos consumidores.

Durante as acções de fiscalização, a ANARME detectou medicamentos cuja rotulagem indicava fabricantes diferentes dos que haviam sido previamente aprovados pela entidade reguladora. A instituição explica que a autorização de um medicamento é concedida com base na avaliação das condições de produção de um fabricante específico, garantindo o cumprimento das boas práticas de fabrico e, consequentemente, a qualidade e segurança do produto.

A alteração não autorizada do fabricante elimina essas garantias e pode expor os utentes ao consumo de produtos cuja qualidade não foi devidamente avaliada.

Embora não tenha revelado o número de produtos abrangidos pela medida, a ANARME assegura que já decorre a recolha dos artigos sob alerta e a investigação para apurar as circunstâncias em que os mesmos foram introduzidos no mercado.

A autoridade reguladora afirma ainda estar a trabalhar em estreita articulação com toda a rede de distribuição, com vista a garantir a retirada dos produtos e a sua devolução aos respectivos fornecedores.

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O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse no domingo que o encontro com o seu homólogo russo, Vladimir Putin, sobre a Ucrânia pode acontecer “muito em breve”, mas que não há data definida

Donald Trump, questionado por um jornalista sobre o momento para uma reunião com o Presidente russo, respondeu que “nenhuma data foi definida, mas pode ser muito em breve”, embora Moscovo tenha adiantado, na quinta-feira, que poderia demorar “vários meses” a ser organizada.

As declarações do Presidente norte-americano antecedem as conversações, na Arábia Saudita, entre uma delegação liderada pelo seu chefe de diplomacia, Marco Rubio, então em digressão pelo Médio Oriente, e negociadores russos.

A presença de representantes ucranianos na reunião permanece incerta, com o secretário de Estado norte-americano a dizer que desconhecia também detalhes da equipa de negociadores enviada por Moscovo. “Nada foi finalizado ainda”, disse Marco Rubio sobre as negociações com a Ucrânia, acrescentando, numa entrevista à CBS, que estas negociações seriam uma oportunidade para iniciar “uma conversa mais ampla que envolveria a Ucrânia e a questão do fim da guerra”.

“Acho que ele quer parar de lutar”, disse também Donald Trump sobre Putin, recordando a sua conversa telefónica na quarta-feira com o Presidente russo, que surpreendeu os aliados europeus de Washington.

O Presidente norte-americano revelou ainda que Steve Witkoff, um dos seus principais conselheiros para os assuntos internacionais, se encontrou com Vladimir Putin durante “cerca de três horas”, sem especificar a data.

O Kremlin (presidência russa) afirmou na quinta-feira que ainda não havia “nenhuma decisão” sobre a data do encontro entre os líderes russo e norte-americano, e que poderia demorar “vários meses” a ser organizada.

“Até ao momento, não foi tomada qualquer decisão. Será necessário tempo para preparar este encontro. Pode levar semanas, ou um mês, ou vários meses”, afirmou o porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov, numa entrevista ao canal russo Pervy Kanal.

O Estado-Maior das Forças Armadas sul-africanas, segundo a Rádio Moçambique, reitera que vai manter o efectivo militar estacionado em Goma, até que a paz seja alcançada no leste do Congo Democrático.

Segundo uma publicação da Rádio Moçambique desta segunda-feira, depois da morte de 14 soldados sul-africanos, em Janeiro passado, têm sido muitas as vozes que exigem a retirada dos militares, que integram a missão de paz da SADC naquele país africano.

No domingo, o líder do Partido dos Combatentes da Liberdade Económica, Julius Malema, na África do Sul, voltou a fazer eco a esse posicionamento, numa cerimónia religiosa, para a qual foi convidado.

Julius Malema, escreve a Rádio Moçambique, alega que os militares sul-africanos não estão devidamente equipados para integrar missões como as do leste do Congo Democrático: “Não nos opomos ao envio de soldados para o Congo Democrático, simplesmente estamos a dizer para retirá-los porque não estamos preparados para ir a lado algum. Uma vez suficientemente preparados podemos ir a República Democrática do Congo. Nossos soldados não estão equipados”, disse.

Ainda no domingo, foi a enterrar um dos 14 militares sul-africanos mortos nas confrontações com os rebeldes do M23, em Goma.
Foi nessa cerimónia, realizada na província de Limpopo, que o chefe do Estado Maior das Forças Armadas sul-africanas, o general Rudzani Mapwanya, deu garantias de que os militares que se encontram no leste do Congo Democratico estão em segurança.

Maphwanya reiterou que os soldados sul-africanos foram enviados no quadro dos esforços de pacificação da região, e não para fins particulares.

“Nós, nas forças armadas sul-africanas, vamos continuar com os esforços para o silenciar das armas no nosso continente. A nossa nação foi verdadeiramente abençoada por ter um heroico soldado como ele. Estamos no Congo Democratico não para ganhos pessoais, para promover nosso interesse nacional, então o atirador Derrick Maluleke estava lá na República Democrática do Congo para promover isso e garantir que todos nós tenhamos uma vida melhor e prosperidade económica”, afirmou, segundo a publicação da Radio Moçambique, o General Rudzani Mapwanya, no elogio fúnebre, de um dos 14 soldados sul-africanos mortos em combate, no leste do Congo Democratico.

O livro “Dzimbadas”, de Sérgio Zimba, já tem data de lançamento. Os cartoons serão apresentados ao público esta terça-feira, às 17h30, numa cerimónia a ter lugar no Instituto Guimarães Rosa (antigo Centro Cultural Brasil-Moçambique), na Cidade de Maputo.

O livro será apresentado pelo humorista e cartoonista Bruno Belchior, num evento que terá como um dos convidados o poeta Tchaka Waka Bantu.

No seu prefácio, o escritor Marcelo Panguana refere que “Dzimbadas” transporta consigo personagens pescados na realidade circundante, com todos os tiques que a caracterizam: a violência, o amor, a esquizofrenia, a corrupção, o machismo, as politiquices, a estupidez, a mesquinhez e outras coisas que tais, e Zimba, prolonga-se Panguana ri-se deles, e para que o seu riso não seja solitário convoca-nos, para que sejamos capazes de rirmo-nos, todos, de nós próprios, página à página, nesse humor provocante, acutilante, elegante e por isso saudável.

“É exactamente este seu sentido de humor, que nos conforta, renova e nos redime de todos os nossos pecados. O resto não tem nenhuma importância”, escreve o escritor rendido ao cartoonista.

De acordo com Marcelo Panguana, Sérgio Zimba não precisa de recorrer a fervorosos discursos no alto de qualquer palanque para que a sua voz se oiça; não necessita de inventar metáforas como aquelas que decoram os livros dos escritores mais venerados do seu país; não tem necessidade de exibir panfletos pelas ruas para expressar o seu descontentamento; apenas lhe basta o papel, a caneta, a tinta-da-china, para dar evasão a esse sentido crítico que se manifesta através do seu sentido de humor.

“Trata-se duma espécie de militância que Sérgio Zimba persegue ao longo dos últimos anos e que o transformaram num dos humoristas mais credenciados desta pátria”, aponta Marcelo Panguana, citado num comunicado de imprensa sobre a sessão de lançamento do livro.

Os cartoons de Sérgio Zimba contam, de forma satírica, aquilo que acontece nos nossos conturbados dias, demostrando que um artista deve ser também um homem atento ao que ocorre em todas esferas sociais, um homem do seu tempo, um humorista que “não faz graça de graça”.
O livro “Dzimbadas” é uma edição da Editora TPC e conta com a maquetização de Bruno Belchior, de Madeira Zimba, revisão de Pedro Muzonda e coordenação editorial de Cremildo Bié.

Conforme disse ao jornal O País, no seu novo projecto, Sérgio Zimba reúne em livro um conjunto de cartoons diversificados. Partindo de um contexto afectado pela pandemia da COVID-19, Zimba retrata, vivamente, a vida social dos moçambicanos. Por isso mesmo, garante, os leitores “Vão encontrar no meu livro coisas sérias retratadas de forma hilariante, do nosso dia-dia”.

A ideia do livro “Dzimbadas” tem motivação “documental” e “memorialista”. Ao produzi-lo, o autor quis prender parte das situações que, em 2020, alteraram as rotinas dos moçambicanos e de vários cidadãos do mundo, numa crise sanitária com efeitos económicos muito graves.

Assim, em “Dzimbadas” há peripécias que lembram o poder dos mahindras (viaturas usadas pela polícia em Moçambique) na fiscalização dos que, nas barracas, teimaram em gozar o proibido prazer da convivência, num contexto em que as palavras de ordem eram “ficar em casa”.

Com o seu livro, Sérgio Zimba espera, portanto, manter a memória colectiva activa, de modo que os leitores saibam sempre como lidar com as pandemias ou com as crises que, ciclicamente, afectam os países. “Apesar de a COVID ter passado, as narrativas do livro continuam actuais.

Porque há mensagens intemporais. Até porque a COVID não é a primeira pandemia do mundo e pode ser que apareçam mais coisas. Esse aspecto da prevenção, por exemplo, é uma lição a manter”, sublinhou ao jornal O País.

SOBRE O AUTOR

Sérgio Salvador Domingos Zimba, do seu nome completo, nasceu no Hospital Distrital da Moamba, no dia 31 de Julho de 1963. É filho de Domingos Mundau Zimba (já falecido) e de Felismina Baloi Zimba. Toda a sua infância foi passada em Ressano Garcia, sua terra de coração.
Depois de concluir o ensino primário na localidade de em Ressano Garcia, seguiu para Namaacha, onde prosseguiu com os estudos secundários e posteriormente para a Escola Secundária Francisco Manyanga, na cidade de Maputo.

Começou a publicar os seus cartoons no Jornal Domingo, no ano de 1990. Tinha neste semanário uma rubrica denominada “Coisas de Maputo”. Colabora com várias instituições públicas e privadas.
No seu acervo bibliográfico conta com 12 livros publicados.

Na sequência do desabamento de um edifício situado no sul da região metropolitana do Cairo, a capital egípcia, pelo menos 10 pessoas morreram e oito ficaram feridas, esta segunda-feira.

O edifício residencial tinha três andares, e ruiu na localidade de Kirdasa, por razões desconhecidas, de acordo com fontes médicas e policiais, adianta o Notícias ao Minuto.

No local, várias ambulâncias acorreram e transferiram os feridos para hospitais próximos, enquanto as equipas da protecção civil continuam a procurar sobreviventes.

As forças de segurança montaram um cordão de isolamento no local, enquanto especialistas iniciaram uma investigação para determinar as causas do colapso, acrescentaram as mesmas fontes, indicando que as autoridades retiraram os residentes de dois outros edifícios adjacentes.

O desmoronamento de casas é frequente no Egipto, especialmente nas zonas populares, onde, segundo os meios de comunicação locais, os construtores não tomam medidas suficientes para garantir a segurança dos edifícios e falta rigor às inspecções oficiais.

O Governo da República Democrática do Congo (RDC) acusou o exército ruandês de ter entrado na cidade de Bukavu, no leste do país, que foi tomada durante o fim de semana pelo grupo rebelde Movimento 23 de Março (M23).

“O Governo está a acompanhar, hora a hora, a situação em Bukavu, marcada pela entrada do exército ruandês e dos seus auxiliares esta manhã”, declarou o Governo congolês, em comunicado, apesar de o Ruanda negar a presença das suas tropas em território congolês.

O comunicado referiu ainda que apesar dos apelos da comunidade internacional a um cessar-fogo, o Ruanda “persiste no seu projecto de ocupação, pilhagem e prática de crimes e violações graves dos direitos humanos no nosso território”. 

O Governo garantiu estar a fazer “tudo o que está ao seu alcance para restabelecer a ordem, a segurança e a integridade territorial” e instou a população de Bukavu a permanecer em casa e a não se expor, de forma a evitar ser alvo das forças de ocupação.

“Bukavu, Goma e todos os outros cantos ocupados do Kivu Norte e do Kivu Sul são o símbolo da nossa resistência. Permaneçamos todos de pé, vigilantes, resistentes e unidos perante esta provação, atrás das nossas forças armadas e do Presidente da República”, acrescentou.

O comunicado foi emitido depois de a União Africana (UA) ter alertado, ontem, à “balcanização” do leste da RDC, onde o conflito se intensificou nas últimas semanas, devido à ofensiva do M23 que conquistou vários territórios.

Refira-se que o M23 controla, agora, as duas capitais das províncias vizinhas do Kivu Norte e do Kivu Sul, que fazem fronteira com o Ruanda e são ricas em minerais como o ouro e o coltan, essenciais para a indústria tecnológica e para o fabrico de telemóveis.

O conflito entre a RDC e os rebeldes do M23 intensificou-se nos últimos meses e o movimento armado ocupou, em finais de Janeiro, a capital da província congolesa do Kivu Norte, Goma.

Na próxima sexta-feira, o músico Cheny wa Gune vai apresentar o concerto M’Saho, a partir das 20 horas, na Sala Grande do Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM), na Cidade de Maputo.

O espectáculo musical, de acordo com o comunicado de imprensa do Centro Cultural Franco-Moçambicano, vai oferecer uma viagem imersiva pelas tradições do povo chope, em que a timbila, em fusão com instrumentos modernos, cria uma experiência única de celebração da cultura moçambicana.

Membro fundador da banda Timbila Muzimba e líder do Cheny Wa Gune Quarteto, Cheny é conhecido pela sua abordagem inovadora da música tradicional.

O concerto musical promete ser uma performance poética e dançante, com o público convidado a participar de forma espontânea, criando um ambiente único e imersivo.

Para tornar a noite ainda mais especial, o concerto contará com convidados surpresa, prometendo momentos emocionantes e inesperados, adianta a organização.

O escritor Aurélio Furdela vai apresentar, próxima sexta-feira, às 18 horas, o seu mais recente livro, “Zero sobre Zero, o espião que veio de Kigali’’, no África Tropical, na província de Inhambane.

O  romance policial de Aurélio Furdela se estrutura em quatro capítulos e um epílogo. 

O primeiro capítulo, (Período Tarde), apresenta os personagens e o cenário onde decorrerá a investigação. No segundo capítulo, (Período Noite), a trama começa a ser construída. No terceiro capítulo (Período Manhã), a investigação ganha momentum. No capítulo IV (Período Tarde), os fios de meada entrelaçam-se, por fim, deixando vislumbrar o perfil do indivíduo por detrás de todos os crimes em investigação. O epílogo é a parte final do romance.

Para Gabriel Muthisse, prefaciador da obra, Moçambique não tem tradição no policial. “Aurélio Furdela é um pioneiro desta forma de prosear, o que é mais interessante ainda se consideramos que a prosa literária, no geral, também está na sua infância’’, pode’se ler ainda no comunicado de imprensa: “…o espião ruandês, neste livro, não é neutralizado. Aliás, tudo indica que ele logra levar a cabo outra acção malévola…’’.

Aurélio Furdela é autor das seguintes obras literárias: “De medo morreu o susto’’;  “O golo que meteu o árbitro’’; “As hienas também sorriem’’; “Saga d’Ouro”.

O escritor está representado nas antologias “Lusofônica la nuova narrativa in língua portoghese” (2005), com o conto “Da mocidade à velhice de lacrina”, traduzido para italiano e “A minha Maputo” (2012), com o conto “Um homem com 33 andares na cabeça”, também inserido na revista brasileira Macondo. Como dramaturgo escreveu e publicou várias peças originais para o programa de teatro radiofónico “Cena Aberta”, da Rádio Moçambique, nas quais destaca-se “Gatsi Lucere”, publicada posteriormente em livro pela AMOLP, 2005. Autor de duas radionovelas, no âmbito do programa N’weti. 

Como letrista, salienta-se da sua lavra a autoria da canção oficial da X Edição do Festival Nacional da Cultura -2018.

 

 

Mais de 40 pessoas, a maioria mulheres, foram mortas depois que uma mina de ouro ilegal desabou no Mali, no sábado. O incidente ocorreu perto de Kéniéba, na região de Kayes, rica em ouro, no oeste do Mali.

As vítimas subiram em áreas a céu aberto, deixadas por mineradores industriais, para procurar restos de ouro quando a terra ao redor delas cedeu, segundo avançou um líder sindical de mineradores de ouro à Reuters.

Este é o segundo acidente mortal em uma mina no Mali, em três semanas , depois que pelo menos 10 pessoas morreram quando um túnel de mineração inundou no final de Janeiro. Há relatos conflitantes sobre o número de pessoas que morreram no acidente de sábado.

Uma fonte policial local disse à agência de notícias AFP que 48 pessoas morreram no desabamento, enquanto o chefe de um sindicato da indústria disse à Reuters que houve 43 vítimas.

Equipes de resgate conseguiram recuperar os corpos, disseram fontes locais à BBC.

Refira-se que o Mali é um dos maiores produtores de ouro do mundo e acidentes em minas de ouro são comuns no país, pois muitas atividades de mineração não são regulamentadas e os mineradores usam métodos inseguros para extrair ouro.

 

António Guterres diz que deve ser evitada, a todo custo, uma escalada regional do conflito na República Democrática do Congo (RDC). O Secretário-Geral das Nações Unidas, falava, sábado, na cúpula da União Africana (UA).

Os 55 membros da UA reúnem-se, enquanto os combatentes do M23 continuam seu avanço no leste da RDC, alegando na sexta-feira ter entrado na segunda maior cidade da região, Bukavu.

“Os combates que ocorrem no Kivu do Sul, como resultado da continuação da ofensiva do M23, ameaçam empurrar toda a região para o precipício”, disse Guterres aos líderes na cúpula, acrescentando que “O impasse deve terminar, o diálogo deve começar, e a soberania e a integridade territorial da RDC devem ser respeitadas”.

Nas últimas semanas, os rebeldes do M23 capturaram áreas da região oriental da RDC, rica em minerais, incluindo a importante cidade de Goma, capital da província de Kivu do Norte.

Com a pressão internacional aumentando sobre Ruanda para conter os combates no leste da RDC, o conflito estava pronto para dominar a cúpula na sede da UA, na capital etíope, Adis Abeba.

O presidente da RDC, Félix Tshisekedi, continua a apelar à comunidade internacional para intervir, de forma a conter os rebeldes e colocar o  Ruanda na lista negra por os apoiar.

Ruanda não admitiu apoiar o M23, mas acusou grupos extremistas hutus no leste da RDC de ameaçarem sua segurança.

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