O Governador da Província defendeu o aproveitamento da terra ociosa como uma das principais estratégias para responder à crescente procura de parcelas para habitação, agricultura e investimento, considerando que a existência de extensas áreas ocupadas, mas sem qualquer exploração, representa uma oportunidade para acelerar o desenvolvimento económico e social.
Durante a sua intervenção, o governante afirmou que o aumento da procura de terra contrasta com a existência de vastas áreas improdutivas, situação que, segundo disse, deve ser encarada como uma oportunidade para a criação de novos assentamentos humanos devidamente planificados, para o desenvolvimento de uma agricultura moderna e para a atracção de investimentos de grande escala.
Acrescentou que o aproveitamento dessas áreas permitirá aumentar a produção e a produtividade, criar postos de trabalho, sobretudo para os jovens, e gerar rendimentos para as famílias, contribuindo para o crescimento sustentável da província.
O Governador sublinhou que a concretização destes objectivos depende de uma actuação organizada da administração pública, baseada numa planificação rigorosa, acompanhamento permanente e maior presença das autoridades no terreno.
Referindo-se ao crescimento urbano, manifestou preocupação com a ocupação desordenada de terrenos, particularmente na cidade da Matola, onde, segundo afirmou, continuam a surgir bairros sem qualquer ordenamento territorial. Defendeu, por isso, uma mudança de abordagem, de forma a garantir um crescimento urbano mais organizado e sustentável.
Outro aspecto apontado como preocupação prende-se com a demora na emissão dos títulos de uso e aproveitamento da terra (DUAT). O Governador considerou inaceitável que cidadãos permaneçam um, dois ou mais anos à espera da documentação necessária para implementar projectos de investimento ou construir as suas habitações.
Na sua perspectiva, a morosidade nos processos administrativos favorece as ocupações ilegais de terra, alimenta conflitos fundiários, gera instabilidade socioeconómica e compromete o ritmo de desenvolvimento da província.
Perante este cenário, apelou aos serviços competentes para imprimirem maior celeridade na tramitação dos processos, assegurando que o acesso legal à terra decorra de forma mais eficiente e contribua para a promoção do desenvolvimento sustentável.
A selecção nacional de futebol já conhece as datas dos dois jogos que vai disputar em Março, referentes à qualificação ao Mundial de 2026, nomeadamente diante do Uganda e Argélia. O seleccionador nacional poderá anunciar a pré-convocatória na próxima semana.
Datas definitivamente marcadas para os jogos dos Mambas. Para a fase de qualificação ao Mundial-2026, o combinado nacional vai defrontar o Uganda a 20 de Março, em partida a contar para a quinta jornada do grupo G da fase de qualificação.
O jogo está, inicialmente, agendado para o Estádio Nacional do Zimpeto, quando forem 18h00.
Cinco dias depois, ou seja, a 25 do mesmo mês, os Mambas deslocam-se a Argel, onde vão medir forças com a Argélia, no Estádio Hoche Alt Ahmed Tizl Ouzou, a partir das 21h00, para a sexta jornada.
Para esta dupla jornada, Chiquinho Conde deverá divulgar a pré-convocatória na próxima semana, não fugindo à base de dados dos jogadores habituais na selecção.
A pré-convocatória poderá contar com jogadores recentemente naturalizados, com destaque para os que actuam na Black Bulls e nos Estados Unidos da América.
Recorde-se que os Mambas co-lideram o grupo G, juntamente com Argélia, com nove pontos em quatro jogos.
Geny Catamo pode regressar aos campos no domingo, quando o Sporting jogar com o Desportivo das Aves, em jogo da 23.ª jornada da Liga Portuguesa.
O internacional moçambicano falhou, devido a lesão, as partidas com o Porto e Arouca, inseridas na Liga Portuguesa. Catamo não foi opção, tambem, no jogo com o Borussia de Dortmund, a contar para o “play-off” de acesso aos oitavos-de-final da Liga dos Campeões.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu, esta quinta-feira, encerrar o Status de Proteção Temporária de haitianos até o dia 3 de agosto de 2025, seis meses antes do prazo previsto. A medida anunciada pelo Departamento de Segurança Interna já enfrenta desafios na Justiça. O fim desta protecção pode levar à deportação de mais de 520 mil haitianos, que vivem e trabalham na américa desde o terremoto de 2010.
Durante a sua campanha, Donald Trump prometeu acabar com o Status de Proteção Temporária para mais de 1 milhão de pessoas de 17 países, incluindo Moçambique. O republicano já havia tentado revogar a proteção dos haitianos em 2019, mas foi barrado pela Justiça. O governo Biden renovou o benefício até 2026, mas agora o Departamento de Segurança Interna alega que o programa foi abusado e explorado e precisa ser reestruturado.
Defensores dos migrantes denunciam a decisão e prometem contestar na Justiça, afirmando que esse prazo iminente pode forçar milhares de cidadãos haitianos a deixar um país onde construíram suas vidas durante anos.
O Haiti, devastado pela violência de gangues e uma crise política, continua a ser um país perigoso, com mais de 5600 mortes até 2024, segundo a Organização das Nações Unidas.
Refira-se que constam, também, da lista publicada em Novembro de 2024, pelo Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos catorze moçambicanos que podem estar em risco de serem deportados.
A medicina Israelitas comprovou que um dos corpos entregues pelo Hamas, esta quinta-feira, no cumprimento do acordo de cessar-fogo não é da jovem Shiri Bibas, raptada juntamente com os seus dois filhos de dois e cinco de idade em Outubro de 2023.
A troca de reféns entre Israel e Hamas no quadro do acordo de cessar-fogo em vigor desde 19 de Janeiro conheceu uma nova página, esta quinta-feira.
É que dos quatro corpos entregues pelo grupo palestino, um não condiz com as características da cidadã israelita, Shiri Biba, mãe de duas crianças também raptadas e mortas, no dia 7 de Outubro de 2023.
A informação foi tornada pública pelas autoridades israelitas após exames forenses que revelarem que um dos corpos de reféns israelenses devolvidos não era o esperado.
Em comunicado à imprensa, esta sexta-feira, Israel acusou o Hamas de ter assassinado as crianças.
“Ao contrário das mentiras do Hamas, Ariel e Kfir não foram mortos num ataque aéreo. Ariel e Kfir Bibas foram assassinados por terroristas a sangue frio. Os terroristas não dispararam sobre os dois rapazes. Mataram-nos com as próprias mãos. Depois, cometeram actos horríveis para encobrir essas atrocidades. Esta avaliação baseia-se em descobertas forenses do processo de identificação e em informações que suportam as descobertas”, lê-se no comunicado.
Para além da Shiri Bibas, de 32 anos, seus filhos Ariel e Kfir, de cinco e dois anos, foi entregue o corpo do ativista pacifista Oded Lifshitz, de 84 anos de idade. O acto público de entrega dos reféns protagonizado pelo grupo palestiano, foi caracterizado como provocação e desprezo a vida humana.
A Cidade da Beira é palco, desde esta sexta-feira, 21 de Fevereiro, de um encontro que reúne especialistas do sector da saúde em África, tendo como pano de fundo uma reflexão sobre as lições tiradas durante o estudo sobre vacinas contra a COVID-19, denominada ECOVA. O encontro visa, essencialmente, colher sensibilidades para se encontrar soluções para enfrentar futuras pandemias.
Moçambique e Madagáscar foram dois dos países que acolheram, em 2020, os ensaios clínicos de combinação de vacinas para o combate à COVID-19. Os resultados destes ensaios, segundo o Instituto Nacional de Saúde, foram positivos.
Os dados, ao nível internacional, revelam que, anualmente, há o registo de um ou dois novos micro-organismos que passam a barreira animal para a humanos.
“São estes micro-organismos que passam da barreira animal para humana que são causadores das grandes pandemias. O que aprendemos da pandemia, ao nível global, é que a resposta foi baixa”, disse Ilesh Jani, investigador no Instituto Nacional de Saúde.
O sector de saúde indica que, uma das ilações tiradas pelo mundo durante a pandemia é que a mesma pode ser vencida com aplicação de conhecimento.
“É este conhecimento que nós temos que gerar para estarmos em condições de enfrentar melhor as pandemias”, frisou.
As primeiras vacinas contra a COVID-19 só ficaram disponíveis um ano após a eclosão da pandemia.
“Embora estes dias sejam, relativamente, de grande avanço, porque, em ocasiões anteriores, o desenvolvimento da vacina levou dez ou mais anos, estes trezentos dias foram um grande avanço. Mesmo assim, nós consideramos que é grande este período de trezentos dias. Portanto, há um acordo global de que o ideal seria que as vacinas estivessem disponíveis cem dias a partir do aparecimento da pandemia. O que estamos a discutir é como é que Moçambique e Madagáscar podem contribuir para este propósito global de como gerar conhecimento antes do aparecimento da pandemia, por um lado, e por outro de como ter este mesmo conhecimento rápido após o surgimento da pandemia”.
No rol de temas desta reunião, constam o investimento no conhecimento sobre epidemiologia em África, criação de condições e capacidades para condução de estudos clínicos no continente. Por outro lado, pretende-se abordar a necessidade dos países africanos criarem condições para trabalhar em rede no combate no combate à pandemias.
O Governador da Província de Inhambane, Francisco Pagula, lançou um apelo veemente à juventude local para que se envolva activamente no desenvolvimento do país. Durante um encontro com jovens da província, realizado no âmbito da sua visita à Direcção Provincial da Juventude, Emprego e Desporto, Pagula enfatizou a importância do empenho juvenil na busca de soluções para os desafios nacionais, independentemente de filiações partidárias ou convicções políticas.
O Governador destacou o associativismo e o cooperativismo como ferramentas essenciais para a mobilização e organização dos jovens, em prol do desenvolvimento comunitário e nacional. Sublinhou que, através da união e colaboração, a juventude pode criar oportunidades económicas, promover a inclusão social e contribuir significativamente para o progresso de Moçambique.
Francisco Pagula alertou também para os perigos das manifestações violentas, afirmando que estas não só atrasam o desenvolvimento como também causam prejuízos económicos incalculáveis e encorajou aos jovens a optarem por formas pacíficas e construtivas de expressão e participação cívica, reforçando que o diálogo e a cooperação são caminhos mais eficazes para alcançar mudanças positivas.
A província de Inhambane, localizada no sul de Moçambique, é conhecida pelas suas paisagens deslumbrantes e riqueza cultural. No entanto, a juventude local enfrenta uma série de desafios que dificultam o seu pleno desenvolvimento e contribuição para a sociedade.
Um dos principais obstáculos é o elevado índice de desemprego juvenil. A falta de oportunidades de emprego formal leva muitos jovens a enveredarem pelo sector informal, onde as condições de trabalho são frequentemente precárias e os rendimentos instáveis. Esta situação é agravada pela limitada oferta de formação profissional e técnica, que restringe as competências dos jovens e a sua capacidade de competir no mercado de trabalho.
Os jovens entendem que para enfrentar estes desafios, é imperativo que sejam implementadas políticas públicas inclusivas que promovam a capacitação e o empoderamento da juventude. Investir na educação de qualidade, expandir a formação profissional e técnica, e criar programas de incentivo ao empreendedorismo são passos cruciais para melhorar as perspetivas de emprego e desenvolvimento económico dos jovens.
Os jovens reconhecem que a promoção do associativismo e do cooperativismo, conforme destacado pelo Governador Pagula, pode servir como uma plataforma para que os jovens se organizem, partilhem recursos e desenvolvam iniciativas comunitárias sustentáveis. Estas formas de organização coletiva não só fortalecem a coesão social como também potenciam o desenvolvimento económico local.
O apelo de Francisco Pagula à juventude de Inhambane para dinamizar o desenvolvimento do país ressalta a importância do papel dos jovens na construção de um futuro próspero e sustentável para Moçambique. Ao enfrentar os desafios com determinação e através de ações coletivas, a juventude pode transformar obstáculos em oportunidades, contribuindo de forma significativa para o progresso da província e da nação.
A responsabilidade recai não só sobre os jovens, mas também sobre as autoridades governamentais, organizações da sociedade civil e o setor privado, que devem colaborar para criar um ambiente propício ao desenvolvimento e à realização do potencial da juventude moçambicana.
Na quinta-feira, os Estados Unidos sancionaram um ministro do Governo ruandês, por seu suposto papel no conflito na República Democrático do Congo (RDC), onde o grupo rebelde M23 luta contra o exército congolês e captura mais territórios, incluindo duas cidades importantes.
Junto com o ministro ruandês para integração regional, James Kabarebe, os EUA também sancionaram um porta-voz dos M23, Lawrence Kanyuka Kingston. Duas empresas ligadas a Kanyuka e registadas na Grã-Bretanha e na França também foram sancionadas.
Os rebeldes do M23 são os mais proeminentes dos mais de 100 grupos armados que disputam o controle dos trilhões de dólares em riquezas minerais do leste do Congo.
A expansão sem precedentes dos rebeldes ocorreu após anos de combates, quando o grupo M23 assumiu o controle, em uma ofensiva relâmpago de três semanas, da principal cidade do leste do Congo, Goma, e tomou a segunda maior cidade, Bukavu, no domingo.
Os EUA instaram “os líderes de Ruanda a encerrarem seu apoio ao M23” e retirarem todas as tropas ruandesas do Congo. Especialistas da ONU dizem que há cerca de 4 mil tropas do Ruanda no Congo.
A porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Tammy Bruce, disse em uma declaração à imprensa, segundo escreveu o African News, que os EUA também pedem aos governos do Congo e de Ruanda “que responsabilizem os responsáveis por violações e abusos dos direitos humanos”.
O anúncio dos EUA disse que Kabarebe, o ministro ruandês que também é um oficial militar aposentado, tem mantido contato com os rebeldes do M23 e administrado a receita e a exportação de minerais que os rebeldes apoiados por Ruanda adquiriram no leste do Congo.
“A ação de hoje ressalta nossa intenção de responsabilizar autoridades e líderes importantes como Kabarebe e Kanyuka”, disse Bradley T. Smith, subsecretário interino do Tesouro.
Desde o início da ofensiva rebelde em Goma, em 26 de Janeiro, mais de 700 pessoas foram mortas e quase 3 mil ficaram feridas na cidade e arredores, dizem autoridades.
A recente redução do preço dos produtos petrolíferos no país desde ontem, quinta-feira, é vista com bons olhos pelo sector privado, que afirma que é um passo assertivo rumo à redução do custo de vida para os cidadãos nacionais. Segundo o presidente da CTA, Agostinho Vuma, as ligeiras baixas nos combustíveis vão reflectir-se no desempenho da indústria de processamento.
“Eu compreendo que o anseio da maioria também era a gasolina. Sendo, portanto, um subsídio da parte do Governo, penso que elegeu a parte que representa a maioria de nós, tanto o cidadão, mas também o sector produtivo. Portanto, penso que foi um passo assertivo. É preciso um pouco mais, entendo, mas também é preciso olhar para a estrutura de custos, sendo Moçambique um país que importa o preço, uma vez que nós não produzimos combustíveis”, reagiu Vuma.
Vuma entende que é necessário mais, a avaliar pelo alto custo de vida no país, provocado pelas manifestações e ocorrência de desastres naturais. Para o empresário “O Governo está a tentar buscar de onde não tem nada. Então, há um esforço que está a ser feito, e eu felicito pelo facto de ter sido eleito o gasóleo como o que recebeu uma cifra maior na sua redução. Olhando-se para os factores que referi, portanto, o sector produtivo, a maioria das máquinas usam gasóleo, transporte público, para a questão dos nossos chapas, portanto isso pode reduzir, pode impactar directamente o cidadão, nomeadamente no preço do transporte público, que já era uma aflição para os meus colegas que investem na área do transporte público.”
Este pode ser um dos vários passos que o Executivo poderá dar nos próximos dias, no que toca ao exercício de redução de combustíveis, mas alerta: “O Governo também tem de olhar para a estrutura do custo para não tentar habituar-nos àquilo que não podemos. Então, tem de ficar um sinal que indique que o nosso país importa o preço do combustível, ou seja, não sendo produtor, nós temos de pagar todo o resto do serviço até chegar ao combustível. Por um lado, e depois olhando para as questões de divisas, eu considero ser um esforço que foi feito, significativo, por ter eleito o gasóleo. Na gasolina, apesar de ser numericamente insignificante a redução, mas ele tem o pendor de sinalizar aquilo que foi a acção do mercado internacional – reduziu, e também temos de o fazer”.
O Governo decidiu reduzir os preços de produtos petrolíferos, com destaque para o da gasolina, que saiu dos actuais 86,25 Meticais para 85,82. Por sua vez, o gasóleo, comercializado por 91,23 Meticais por litro, passa a custar 86,79, uma redução de 4,44 Meticais por litro. Houve ligeiras mexidas no preço do gás veicular e do petróleo de iluminação. Já o preço do gás de cozinha mantém-se.
Os protestos pós-eleitorais registados no país desde o mês de Outubro do ano passado afectaram negativamente o desempenho económico de 2024, com maior impacto no último trimestre, em que apresentou uma redução em cinco pontos percentuais no Índice de Robustez Empresarial nacional, face ao terceiro trimestre, saindo de 30% para 25%.
A avaliação é dos empresários moçambicanos que estiveram reunidos nesta quinta-feira, em Maputo, na 18ª edição do Economic Briefing, que juntou o sector público e privado. Segundo as projecções dos “patrões” o sector do comércio foi o mais afectado, sendo que as perdas totais e o impacto no PIB totalizaram cerca de 24,8 mil milhões de Meticais, cerca de 2,2% do PIB. Por esse motivo, as projecções do crescimento económico de 2024 passaram a situar-se em 3,3%, bem abaixo dos 5,5% da previsão inicial.
De forma directa, as paralisações durante a quadra festiva, nomeadamente nos dias 23, 24 e 25 de Dezembro, resultaram em perdas estimadas em 7,4 mil milhões de Meticais, sendo que 56% destas perdas resultaram das vandalizações e as restantes 44% das constantes paralisações e redução da procura.
Apesar das incertezas, a CTA afirma que os factores macroeconómicos que afectam os custos das empresas permaneceram estáveis.
No que diz respeito à receita, observou-se um aumento nos preços de mercadorias primárias de origem agrícola, pecuária e mineral, entre os trimestres em foco, com uma subida de cerca de 4,8 pontos percentuais. O índice passou de 113,6 para 118,4, o que pode impactar positivamente a receita das commodities exportadas por Moçambique.
“Durante o período em análise, registou-se uma redução do desempenho empresarial, o que se traduziu na deterioração da situação financeira das empresas, tendo em consideração que o nível de prejuízos passou de 200,37 Meticais por unidade para 564,84 Meticais por unidade. Esta situação reflecte uma redução do volume de receitas acima do observado no custo de produção”, explicou Agostinho Vuma.