Uma pessoa morreu e outras ficaram feridas na sequência de um acidente de viação registado na noite deste domingo, no bairro Luís Cabral, na Cidade de Maputo, quando uma viatura se despistou e invadiu uma residência.
O sinistro ocorreu por volta das 23 horas, nas proximidades de uma das entradas do Porto de Maputo. O impacto foi tão violento que destruiu completamente um dos quartos da habitação, onde Rosália Orlando dormia.
Ainda abalada, Rosália conta que foi surpreendida por um forte estrondo e, quando se apercebeu do que estava a acontecer, já se encontrava debaixo dos escombros.
“Estava a dormir quando ouvi um grande estrondo. Nem tive tempo de perceber o que estava a acontecer. Quando dei por mim, já estava debaixo dos escombros”, relatou a moradora.
Testemunhas afirmam que três pessoas seguiam na viatura no momento do acidente. O impacto provocou a morte de um dos ocupantes no local, enquanto os restantes sofreram ferimentos.
Atanázio Júlio, que testemunhou o acidente, descreveu o momento como sendo de grande violência.
“O carro vinha em alta velocidade, perdeu o controlo e entrou directamente na casa. O impacto foi muito forte e destruiu completamente o quarto”, contou.
As causas do despiste continuam por esclarecer. Até ao encerramento desta edição, não foi possível obter um posicionamento das autoridades policiais e dos serviços de saúde sobre as circunstâncias do acidente e o estado clínico dos feridos.
Moradores da zona manifestam preocupação com a frequência de acidentes naquele troço da via e apelam às autoridades para a adopção de medidas que reforcem a segurança rodoviária no local.
O Conselho Municipal da Maxixe vai levar à justiça duas empresas de construção que receberam dinheiro público para obras de estradas que nunca chegaram ao fim. Para o edil, Issufo Francisco, a situação é inaceitável e diz que empresas desonestas não podem enriquecer à custa do erário, deixando para trás promessas quebradas e uma população prejudicada.
Um troço, com pouco mais de um quilómetro, é símbolo de uma obra que deveria estar concluída há muito tempo na cidade da Maxixe. O empreiteiro recebeu milhões do município para garantir a execução, mas não cumpriu com a sua parte e agora carrega nas costas a possibilidade de enfrentar a justiça.
As empresas responsáveis abandonaram o local, deixando para trás obras inacabadas e uma população à espera de respostas. Indignado, o edil da Maxixe afirma que não há espaço para empreiteiros desonestos que se aproveitam do dinheiro público e traem a confiança da cidade.
Issufo Francisco revelou a situação durante uma visita às obras de construção de mais de dois quilómetros de estrada, realizada esta segunda-feira. No terreno, a realidade revelou que parte dos trabalhos continua atrasada, revelando mais um cenário de incumprimento de prazos.
Os funcionários do Conselho Municipal de Xai-Xai decidiram, hoje, manter a greve iniciada semana passada, após um encontro sem consensos com o presidente da autarquia sobre a implementação da Tabela Salarial Única. O grupo exige os seus direitos e afastamento de alguns vereadores por suposto boicote ao processo, enquanto focos de lixos aumentam na cidade.
O impacto da paralisação de actividades por mais de 480 funcionários e trabalhadores sazonais do município de Xai-Xai, que começou há quase uma semana, começa a ser notório, à vista e está a preocupar os residentes da zona alta devido novos focos de lixo ao longo da Estrada Nacional Número 1.
Face à greve que tem por base a nova tabela salarial, que se previa implementar a partir deste mês, após suposta aprovação pela Assembleia Municipal, o edil reuniu, esta tarde, a porta fechada com os funcionários, mas abandonou o local sem prestar declarações.
Não falou o edil, mas, os funcionários falaram sobre os pontos principais após a reunião que teve duração de uma hora.
Há previsão de novo encontro em Setembro, mas, enquanto isso, o grupo exige afastamento imediato de alguns vereadores por alegado boicote a implementação da nova tabela salarial entre outros
Esta é a segunda vez que funcionários do município de Xai-Xai paralisam completamente as actividade como forma de pressionar a edilidade a implementar a nova tabela salarial.
A selecção nacional de Angola derrotou a de Mali, por 70 a 43, na Kilamba Arena, omntem, conquistando o FIBA AfroBasket de 2025, consolidando seu status como a nação mais bem-sucedida na história do torneio, com um décimo segundo título.
Segundo o Jornal de Angola, a vitória é o ápice de uma campanha impecável dos “palancas”, que encerra uma seca de 12 anos, marcando seu primeiro campeonato africano desde o torneio de 2013 em Abidjan, Costa do Marfim. Desde o início da final, a intensidade defensiva e a coesão ofensiva de Angola dominaram a talentosa seleção malinesa.
A equipa angolana, que jogava em casa, construiu metodicamente a sua vantagem, não deixando dúvidas sobre o resultado final. A vitória foi uma prova do desempenho completo da equipe, coroando um torneio em que eles se estabeleceram como a classe mais forte do torneio, adianta o Jornal de Angola.
Ora, ainda que a noite tenha pertencido a Angola, a jornada do Mali até a final foi uma conquista histórica por si só, terminando com um recorde de 4-3, a selecção garantiu o segundo lugar pela primeira vez na história do país, sinalizando sua chegada como uma nova potência no basquete africano.
Mais cedo, o Senegal conquistou uma confortável vitória por 98-72 sobre Camarões e conquistou a medalha de bronze. Este é o terceiro torneio consecutivo em que o Senegal termina em terceiro lugar.
Os prémios individuais do torneio foram entregues após a final, com o armador angolano Childe Dundao liderando a lista como o Jogador Mais Valioso do AfroBasket de 2025. Dundao também foi nomeado para o All-Tournament Team, ao lado de seu companheiro de equipe Bruno Fernando. Ambos foram acompanhados na equipa do All-Tournament por duas estrelas malianas, Mahamane Coulibaly e Aliou Diarra, e pelo armador senegalês Brancou Badio.
Mais de 300 famílias do posto administrativo de Savane, no distrito de Dondo, província de Sofala, passam a ter água potável à mercê da inauguração, no sábado, de um fontenário construído pelo Standard Bank.
A infra-estrutura, que contém uma lavandaria comunitária equipada com quatro tanques, vai encurtar as longas distâncias antes percorridas pela população para ter acesso ao precioso líquido.
Inserida nas celebrações dos 130 anos, a construção deste sistema traduz o compromisso da instituição em contribuir para a melhoria das condições de saneamento, através da massificação do acesso à água potável no seio das comunidades, promovendo, assim, o bem-estar e a saúde pública.
Neste quadro, o Standard Bank decidiu estender a iniciativa a outros pontos do País, como forma de garantir melhores condições de vida e reforçar o seu contributo para o desenvolvimento social e sustentável, conforme explicou a presidente do Conselho de Administração, Esselina Macome.
“A vida sem acesso à água é extremamente difícil. A água é um recurso vital e, neste momento da nossa história, a sua escassez continua a desafiar o progresso das nossas comunidades. A construção desta fontenária é mais do que uma obra física. É uma resposta aos desafios do presente e um símbolo de esperança para um futuro onde o acesso à água seja um direito assegurado a todos”, sublinhou.
Com a entrada em funcionamento da fontenária, o distrito passa a contar com 19 sistemas de abastecimento de água potável, beneficiando cerca de 23.700 dos 250.766 habitantes. A taxa de cobertura situa-se em 66,39%, o que evidencia os desafios que ainda persistem nesta componente.
Na ocasião, o administrador de Dondo, Adamo Ossumane, destacou os benefícios da infra-estrutura, que, para além de encurtar as distâncias percorridas pela população, vai contribuir para a melhoria da higiene individual e colectiva, diminuir os riscos de contaminação por doenças diarreicas e combater a má nutrição nas comunidades beneficiárias.
“Com esta inauguração e consequente entrega à comunidade, fica provado mais uma vez que o desenvolvimento do País não está apenas adstrito ao Governo. Cada actor deve fazer a sua parte, à semelhança do Standard Bank, que construiu o sistema de abastecimento de água numa região que tanto necessitava deste precioso líquido”, frisou o administrador, apelando ao uso sustentável e à preservação da infra-estrutura.
Por seu turno, o secretário do bairro Savane-Sede, Aurélio Carlos, enalteceu a iniciativa do Standard Bank, que vai permitir que a população tenha acesso a água de qualidade para consumo, contribuindo, assim, para a redução da incidência de doenças como diarreias e cólera.
“Este sistema veio resolver o problema da falta de água da comunidade, que anteriormente percorria entre um e dois quilómetros para encontrar um furo. Vai beneficiar mais de 120 famílias só no nosso bairro, bem como a população das proximidades”, disse.
A Associação Cultural Converge+ e o Projecto Festival Raiz vão estrear a performance Wamini Wamini, dos bailarinos Enoque Simomole, Bobby Bakhar e Mutualibo, na sexta-feira, às 18h30, na Casa Velha, Cidade de Maputo.
Wamini Wamini é uma viagem coreográfica que entrelaça a força ancestral da dança tradicional com a liberdade expressiva da dança contemporânea.
Inspirada pela ideia de que todos carregam raízes que nos ligam à origem, resgata movimentos, ritmos e símbolos herdados das práticas rituais e ancestrais, com o vigor do nhau, coroxo, xigubo e outras expressões corporais comunitárias, e os reconstrói num diálogo com o corpo contemporâneo.
Em cena, três bailarinos percorrem cinco momentos que reflectem o ciclo da vida: nascimento, ligação à terra, comunhão com a comunidade, confronta com o tempo e, por fim, o regresso simbólico às origens.
Cada gesto ecoa memórias colectivas, enquanto a música funde tambores e vozes tradicionais com texturas sonoras modernas, criando um espaço onde passado e presente se reconhecem.
A performance celebra a essência que atravessa gerações, lembrando que, independentemente do caminho trilhado, todos resultam da tradição e é nela que se encontra o verdadeiro movimento.
Wamini Wamini é a segunda apresentação pública dos resultados da Formação para a Profissionalização de Bailarinos Tradicionais em Contexto Contemporâneo, que decorreu de 2 a 27 de Junho, na Cidade de Maputo.
O programa é financiado pelo Fundo Création Africa – Moçambique, da Embaixada de França em Moçambique, e é implementado pela Associação Cultural Converge+ e o Projecto Festival Raiz, com o apoio do Centro Cultural Franco-Moçambicano.
Por: Paula Cristina
A literatura e a música moçambicana têm-se revelado cruciais para a reflexão sobre a identidade, não como ponto fixo, mas como um território em movimento, permeado por encontros, desencontros e reconstruções constantes.
O poema “Rio Inharrime”, de Otildo Guido, e a música “Xitchuketa Marrabenta”, de Stewart Sukuma, parecem, à primeira vista, propor gestos distintos. Uma obra mergulha na introspecção de um eu que hesita entre o que é e o que finge não ser. A outra explode em corpo, ritmo e pertença colectiva. É precisamente nesse contraste que ambas as obras se cruzam. Juntas oferecem interpretações complementares sobre o ser moçambicano, a partir de dois movimentos distintos: o rio que busca desaguar e a roda que gira para se afirmar.
Logo no início do poema de Otildo Guido, o sujeito poético confessa:
“Sou mistura
do que ainda não sou
e do que finjo não ser”
É uma declaração de identidade fragmentada, inacabada, por vezes negada. Este “ser” em constante desconstrução ecoa experiências reais de jovens moçambicanos que oscilam entre heranças culturais e imposições modernas. Fingir não ser pode significar silenciar raízes para sobreviver ou adaptar-se. O sujeito que se expressa nesse poema está em suspensão, como o rio que ainda não encontrou o seu mar.
A escolha do título “Rio Inharrime”, não é apenas geográfica, é simbólica. O distrito de Inharrime, na Província de Inhambane, é conhecido pela abundância de águas, lagos, riachos e uma ancestralidade ainda muito presente. É um lugar onde a terra se encontra com o mar, como se a geografia projectasse a identidade híbrida do eu poético.
Quando o poema afirma: “Sou praia de água doce, sou rio de água salgada”, propõe uma contradição que é, afinal, profundamente moçambicana: a coexistência de elementos opostos, de culturas sobrepostas, de modos de vida em constante negociação.
Essa tensão também habita na música de Stewart Sukuma, embora por outras vias. Em “Xitchuketa Marrabenta”, não há hesitação. A identidade é proclamada com força e orgulho:
“Eu sou o pé que varre o chão
o pavor da solidão
afugento a escravidão
sou o pobre e sou o pão”.
Aqui, o sujeito canta-se a si mesmo como um corpo colectivo. A marrabenta não é apenas um ritmo, é símbolo da tradição reinventada da resistência cultural. A roda que gira, os pés descalços que levantam poeira, a voz que chama para dançar, tudo isso, na música, configura uma pertença que se vive em comunidade, sem medo do passado e sem vergonha do presente.
Ler o poema e cantar a música permite perceber dois modos de se ser moçambicano: o que procura o lugar e o que o habita com festa.
No poema, há um sujeito que tomba:
“E tomba no chão
para ser realmente de novo
a semente que dá origem
ao recomeço do fruto”.
A queda aqui não é fracasso, mas recomeço. A imagem da semente que morre para germinar faz parte da cosmovisão africana, onde os ciclos são fontes de vida. No entanto, apesar dessa beleza simbólica, o poema falha em dar materialidade às suas imagens. As metáforas como o fruto, semente, chuva, são repetidas, mas não aprofundadas. Falta-lhe o chão, cheiro, gesto. O território de Inharrime poderia ter sido mais vivido no texto, com referências concretas à cultura local, aos rios, aos sons e à memória sensorial da terra.
Em contraste, a música de Stewart Sukuma pisa firme no concreto. A identidade aqui é corpo: “Sou a mão que batuca e que esfrega teu corpo no chão”. A música reinventa a tradição não apenas com palavras, mas com acção. “Vem pra roda, tira sapato, levanta a poeira, senta em baixo, reinventa a marrabenta”. Essa passagem funciona como um chamamento colectivo, um retorno às raízes através do gesto. Não se trata de olhar para trás com nostalgia, mas de transformar o passado em matéria viva.
Mesmo assim, nem tudo são certezas na música. A força celebrativa da letra quase não dá espaço para conflito ou dúvida. A identidade é apresentada como plenitude, como se não carregasse feridas ou ambiguidades. Essa ausência de tensão enfraquece um pouco a potência crítica da canção.
O poema, por outro lado, carrega essa hesitação, e talvez seja por isso que o seu desfecho pareça menos afirmativo. “Enrolado no abraço dos machopes” é um verso bonito, mas algo vago. Após tanta inquietação identitária, o reencontro com o colectivo parece mais um consolo do que uma reconstrução. O poema esboça o gesto, mas não o desenvolve com a mesma força com que a música constrói a roda dançante.
Em última instância, o sujeito poético e o sujeito musical pertencem ao mesmo país. Um interroga, o outro responde. Um procura terra firme, o outro pisa e dança. Um tomba, o outro levanta a poeira. Ambos estão em travessia. Ambos nos oferecem espelhos: da dúvida e da celebração, da mistura e da afirmação. E talvez ser moçambicano seja isso, carregar o silêncio do rio e o som da marrabenta. Porque, no fim, o que queremos todos é isso, um lugar onde a semente possa germinar, o corpo dançar e a alma, enfim, pertencer…
O governo da África do Sul prometeu que não deixará que a retirada de cerca de 427 milhões de dólares em apoio dos EUA prejudique seu programa de HIV, mas está a ter dificuldades para preencher a lacuna. Especialistas, citados pela African News, alertam que os próximos anos poderão ver centenas de milhares de novas infecções.
Segundo a African News, a África do Sul tem mais pessoas a viverem com HIV do que qualquer outro país do mundo. Quando o presidente dos EUA, Donald Trump, cortou o orçamento de ajuda externa dos EUA, o impacto foi imediato, com clínicas gratuitas a fecharem as portas, deixando os pacientes sem medicamentos.
Alguns pacientes, entrevistados pela imprensa sul-africana, dizem ter sido rejeitados em hospitais públicos, embora as autoridades insistam que isso não deveria acontecer. Outros dizem que foram forçados a comprar medicamentos para HIV no mercado negro, onde os comprimidos custam quase o dobro do preço.
Seis irmãos foram detidos, acusados de assassinar a sua irmã por alegado envolvimento em actos de feitiçaria, na cidade da Beira, em Sofala. Populares amotinaram-se em frente à esquadra, para exigir uma justiça célere e contundente contra os seis irmãos. Entre os detidos está uma curandeira
Os seis irmãos, ora detidos na quarta esquadra no bairro da Munhava, na cidade da Beira, terão torturado a própria irmã, depois de a amarrar, para que ela confessasse o seu envolvimento em supostos actos de feitiçaria contra os familiares.
A vítima era a mais velha de todos, e em vida respondia pelo nome de Helena Chutale, tinha 43 anos.
A filha assistiu o acto cruel dos tios contra a mãe, e conta o drama que viveu perante os familiares, com ajuda de um curandeiro. O crime ocorreu na manhã do sábado passado.
Quando a tortura ocorria, o marido da vitima estava ausente e a filha conta que tentou sair de casa para pedir socorro mais foi impedido pelos tios.
A tortura só parou quando a vítima parou de gritar e o seu corpo ficou inerte. Afinal ela tinha desmaiado.
A criança, com ajuda de alguns vizinhos, mobilizou transporte para levar a mãe para o hospital, mas passou antes por esta esquadra.
Os actores do crime deviam ser ouvidos pela polícia na manhã deste domingo, mas não se apresentaram na esquadra. Nesta segunda-feira, a Polícia recorreu aos seus meios coercivos para dar seguimento à queixa e todos os indiciados foram detidos.
Quando os vizinhos da vítima se aperceberam da detenção, amotinaram-se na esquadra onde exigiam a libertação dos supostos criminosos para fazerem justiça pelas próprias mãos. Valeu a pronta intervenção da Polícia com actos e palavras persuasivas, para que os populares abandonassem a esquadra.
A Polícia garantiu pronunciar-se sobre o caso oportunamente.
Mais 16 pessoas foram diagnosticadas com Mpox na província do Niassa. O total de infecções no país é de 65 pacientes. A informação tornada pública no domingo consta do boletim epidemiológico da Direcção Nacional de Saúde.
Os 16 novos casos do Mpox em Niassa, foram registados em seis distritos, nomeadamente: Lichinga, com seis casos; Lago, com quatro casos; Marrupa, com dois casos igual número em Majune. Os distritos Maúa e Cuamba registaram um caso cada.
Os primeiros casos de Mpox em Moçambique foram registados em Julho passado. Neste momento, o país tem um cumulativo de 65 pessoas infectadas, das quais 60 no Niassa, e as restantes cinco distribuem-se pelas províncias de Maputo e Manica.
A doença é altamente contagiosa, o que exige maior cuidado e redobramento das medidas de prevenção avançadas pelas autoridades da Saúde.

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