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O Ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, anuncia a conclusão das obras de reabilitação da estrada Quelimane–Namacurra, com cerca de 70 quilómetros de extensão. Segundo o governante, faltam apenas neste momento observar um troço de 4,6 quilómetros na entrada da cidade de Quelimane.

As obras arrancaram no segundo semestre de 2020 e tinham conclusão prevista para 2023. No entanto, diversos constrangimentos, sobretudo fenómenos climáticos extremos, condicionaram o cumprimento dos prazos inicialmente estabelecidos.

O ministro dos transportes e logística, João Matlombe, deslocou-se ao local para avaliar o andamento dos trabalhos e anúncio a conclusão dos trabalhos. 

No âmbito do programa Mais Estradas, o ministro visitou igualmente o troço Malei–Maganja da Costa, com o objetivo de aferir o nível de preparação da província para o arranque das obras. O projeto encontra-se atualmente na fase de concurso público.

Ainda em Quelimane, Matlombe visitou a área destinada à implantação de um terminal de combustíveis, uma infraestrutura prevista no âmbito do projeto de concessão do Porto de Quelimane, recentemente aprovado pelo Conselho de Ministros.

De acordo com o ministro, o terminal será estratégico para reforçar a capacidade logística da região e responder à procura crescente de combustíveis, incluindo para o mercado do Malawi.

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O grupo rebelde huthis, que controla parte do Iémen, prometeu, este sábado, retaliar após a morte do seu primeiro-ministro, Ahmed al-Rahawi, num ataque aéreo de Israel, em Sana, capital iemenita.

O bombardeamento efectuado por Israrel, na última quinta-feira, para além de ter morto o primeiro-ministro iemita, Ahmed al-Rahawi, ceifou a vida de vários ministros, marcando uma escalada significativa no conflito entre os huthis e Telavive.

A liderança política dos huthis classificou o ataque como uma “flagrante violação da soberania iemenita” e nomeou Mohammed Ahmad Mouftah como primeiro-ministro interino.
Em mensagem divulgada na plataforma Telegram, no sábado, o líder do Conselho Político Supremo, Mehdi al-Mashat, prometeu vingança “em nome de Deus, do povo iemenita e das famílias dos mártires”.

O movimento palestiniano Hamas lamentou a morte de Al-Rahawi, chamando o ataque de “crime terrível”.

Desde o início da guerra na Faixa de Gaza, em Outubro de 2023, os huthis, apoiados por Irão, têm lançado mísseis e drones contra Israel, justificando as acções como demonstração de solidariedade ao povo palestiniano.

 

 

A selecção nacional de Marrocos conquistou o CHAN 2025, ao vencer Madagáscar por 3-2, no Moi International Sports Centre de Nairobi, no Quénia. Os Leões do Atlas alcançam assim o terceiro título depois das de 2018 e 2020, confirmando o seu estatuto de referência no futebol africano.

No jogo, Madagáscar surpreendeu logo no início, quando Félicité Manouhantzua abriu o marcador aos 9 minutos, com um remate de fora da área. 

Marrocos reagiu e chegou ao empate aos 27 minutos, com golo de Youssef Mehri, que respondeu de cabeça a um cruzamento de Khalid Baba. 

Pouco antes do intervalo, escreve a RFI, aos 42 minutos, Oussama Lamlioui deu vantagem aos Leões do Atlas, confirmando o domínio da equipa norte-africana.

Na segunda parte, Madagáscar voltou a equilibrar a partida graças a Toky Rakotondribe, que restabeleceu a igualdade aos 68 minutos. Contudo, a oito minutos do fim, Lamlioui assinou o golo decisivo com um disparo de longa distância, fixando o resultado em 3-2. Com este bis, Lamlioui terminou a competição como melhor marcador, com seis golos, assumindo-se como a figura central do torneio, pode-se ler na RFI.

O Presidente da República, Daniel Chapo, advertiu, este sábado, em Maputo, para o avanço da varíola dos macacos (NPOX) no país, apelando aos cidadãos para adoptarem medidas de prevenção semelhantes às da Covid-19. 

No balanço da sua visita de dois dias à capital, o Chefe do Estado reforçou ainda a necessidade de paz, reconciliação e solidariedade nacional, com especial atenção às comunidades de Cabo Delgado, ainda afectadas por ataques terroristas esporádicos.

 A deslocação à Cidade de Maputo iniciou-se com a cerimónia de entrega da Chave da Cidade, pela edilidade, gesto que o governante qualificou como expressão de pertença e auto-estima dos moçambicanos. O estadista agradeceu a distinção e afirmou que a homenagem simboliza a abertura das portas da capital a todos os cidadãos.

Seguiram-se encontros com o Conselho de Serviço de Representação do Estado e com o Conselho Municipal, durante os quais o Presidente da República avaliou a coordenação institucional e a qualidade da governação local. Reconhecendo progressos, apontou, contudo, desafios persistentes.

“Há questões que têm a ver com a mobilidade urbana […], principalmente nas horas de ponta”, disse, sublinhando que a solução requer também o envolvimento do Governo central. O estadista destacou igualmente a necessidade de travar a expansão desordenada em zonas de retenção de águas pluviais, principal causa de inundações em bairros suburbanos. Sublinhou ainda a urgência de concluir o processo de reassentamento das famílias da lixeira de Hulene, adiantando que faltam apenas 23 casas, das cerca de 200 que deviam ser construídas, e garantiu que o Executivo vai projectar uma nova lixeira, mais segura e moderna.

Em encontro com funcionários públicos, o Chefe do Estado reiterou o compromisso de resolver as pendências salariais e de subsídios, apesar das limitações financeiras. 

“Estamos, na medida do possível, a pagar aos poucos, para que um dia possamos regularizar estas dívidas”, afirmou, acrescentando que o Governo vai melhorar a assistência médica, medicamentosa e habitacional para os servidores do Estado.

O programa incluiu igualmente encontros com líderes comunitários e juventude. Aos primeiros, Chapo pediu maior vigilância organizada nos bairros suburbanos, como forma de reforçar a segurança. Aos jovens, incentivou o empreendedorismo e a literacia financeira, defendendo que estas são ferramentas essenciais para gerar emprego e dinamizar a economia nacional.

Num jantar de trabalho com empresários, o estadista moçambicano ouviu preocupações ligadas ao ambiente de negócios e assegurou reformas para simplificação administrativa. Destacou, nesse sentido, a criação do novo Ministério de Comunicações e Transformação Digital, sublinhando que a digitalização da Função Pública será determinante para reduzir a burocracia, combater a corrupção e criar condições mais favoráveis ao investimento privado.

No encontro com líderes religiosos, o dirigente agradeceu o apoio espiritual recebido durante o processo eleitoral e convidou todas as confissões a participarem no diálogo nacional inclusivo, cujo lançamento oficial terá lugar a 10 de Setembro.

 “Não há nenhum moçambicano que está excluído neste processo”, disse, salientando a importância de recuperar valores éticos e morais e de continuar a promover a unidade nacional.

A visita terminou com um comício popular no distrito municipal KaTembe, onde o Chefe do Estado voltou a exortar os moçambicanos à paz e à reconciliação.

“Moçambique é Cabo Delgado, portanto Cabo Delgado é como o nosso dedo, do pé ou da mão. Se alguém corta, dói todo o corpo”, afirmou.

Considerando positiva a actuação do município da capital, Daniel Chapo garantiu que “o Governo central vai dar o seu apoio” para enfrentar os grandes desafios da cidade, desde a mobilidade ao saneamento, passando pelo reforço da segurança e pela expansão de serviços básicos como água e electricidade. 

 

O campeão em título de Portugal não perdia para o campeonato desde Dezembro do ano passado, quando, na altura, foi derrotado pelo Moreirense. Este sábado, entretanto, jogando em casa, no Estádio Alvalade, Geny Catamo e companhia provaram, pela primeira vez, o gosto da derrota, na presente liga portuguesa. 

Ora, a equipa de Alvalade somou a segunda derrota da temporada, depois de ter perdido a Supertaça Cândido de Oliveira para o Benfica, no Algarve, ainda este mês de Agosto, e o treinador Rui Borges continua sem conseguir derrotar o FC Porto, a nível pessoal, adianta o Observador.

Num jogo muito disputado, o Sporting e o Porto tiveram muitas oportunidades. No entanto, não concretizadas, no primeiro tempo. 

Na segunda parte, o Porto marcou aos 61 e aos 64, por Luuk de Jong e William Gomes, respectivamente. Quando parecia que o jogo estava totalmente resolvido, o Sporting voltou a disputar os três pontos num autogolo de Pérez. 

O Sporting ainda se queixou pela não marcação de uma grande penalidade, num lance que envolveu Geny Catamo, supostamente derrubado na área. O internacional moçambicano jogou cerca de uma hora. 

Com a vitória, o Porto soma 12 pontos e é líder da liga portuguesa. O Sporting permanece com 9 pontos.

Desapareceram em silêncio e até hoje continuam sem voz. Ibraimo Mbaruco e Arlindo Chissale, ambos jornalistas, têm em comum mais do que o jornalismo: ambos desapareceram e nunca mais foram vistos.

“Estou cercado por soldados” foi a mensagem enviada às 18h00 do dia 7 de Abril de 2020 por Ibraimo Mbaruco, repórter da Rádio Comunitária de Palma, em Cabo Delgado, foi curta e final. Desde então, o silêncio tomou conta da sua história  e da sua vida.

Quando Ibraimo Mbaruco saiu do seu escritório naquela tarde de Abril, não imaginava que seria a última vez que sua presença seria confirmada em público.

A família e os colegas tentaram de tudo: Ligações, mensagens, buscas. Durante dois meses, o telemóvel permaneceu desligado. E então, um sinal de vida: a 8 de Junho de 2020, o dispositivo foi misteriosamente ligado. O MISA Moçambique alertou as autoridades, pedindo o uso de tecnologia de geolocalização. Nenhuma resposta. Nenhuma acção pública conhecida.

Cinco anos depois do desaparecimento de Mbaruco, outro silêncio se impôs. Desta vez, na pequena aldeia de Silva Macua, também em Cabo Delgado. Arlindo Chissale, editor do site Pinnacle News, terá sido forçado a sair de uma viatura por oito homens, alguns supostamente trajados do uniforme das Forças de Defesa e Segurança. Nunca mais foi visto.  

O seu desaparecimento deu-se no dia 7 de Janeiro de 2025, horas depois de receber uma mensagem alertando que estava numa lista oficial de alvos a abater.

Para o Misa Moçambique,  há falta interesse por parte das autoridades para investigar os casos.    

As famílias de Ibraimo Mbaruco e Arlindo Chissale continuam à espera. Uma espera por respostas, por justiça, por verdade. Enquanto isso, o silêncio continua  e com ele, a sombra sobre o jornalismo moçambicano.

Os sobreviventes do incêndio que matou 76 pessoas, num edifício em Joanesburgo ainda aguardam por apoio do Governo, o incidente ocorreu a 31 de Agosto 2023, na África do sul.

Dois anos depois do incêndio que fez 76 mortes, e deixou dezenas de pessoas sem habitação, sentem-se abandonados pelo governo sul africano,  por não estar a cumprir com as promessas de apoiar em habitação e segurança às famílias vítimas da tragédia.

Algumas pessoas  que viram suas residências em chamas relatam cenários devastadores. Citado por africa news,  os jornalistas que estiveram com as vítimas contam que  muitos dos sobreviventes, passam dificuldades devido a falta de habitação.

Refira-se,  que  África do Sul vai acolher  a cimeira dos líderes do G20 em Novembro, O Presidente  Cyril  Ramaphosa, ordenou uma limpeza nos bairros de Joanesburgo.

 

O tribunal federal de apelo dos Estados Unidos considerou que Donald Trump abusou dos poderes presidenciais ao aplicar tarifas aduaneiras usando ordens executivas.

Estão em causa as tarifas recíprocas e as impostas invocando um estado de emergência nacional na luta contra o tráfico de drogas.

No entanto, a decisão do tribunal fica suspensa até 14 de Outubro para permitir à Casa Branca apresentar contestação junto do Supremo.

A HCB, empresa estruturante e estratégica para o desenvolvimento do sector energético de Moçambique e da África Austral, foi galardoada hoje,  no âmbito do encerramento da 60.ª edição da FACIM, com o prémio de 1.º lugar na categoria de “Melhor Stand Individual”.

Trata-se de um reconhecimento que ocorre no ano da comemoração do seu Jubileu de Ouro, em que a empresa expôs, no seu stand, os seus projectos estratégicos para afirmar Moçambique como um verdadeiro hub energético da região e incrementar a sua contribuição para o desenvolvimento da economia nacional, bem como uma experiência envolvente através de uma viagem virtual à Barragem de Cahora Bassa.

Oito jornalistas foram premiados na 6ª edição do concurso de Jornalismo “CDM Ambiente 2025”, organizado pela Cervejas de Moçambique. A empresa diz que a premiação visa promover a preservação do meio ambiente.  

Na 6ª edição do concurso de jornalismo “CDM Ambiente 2025” concorreram 40 jornalistas,  nas categorias de televisão, rádio, imprensa e fotojornalismo, dos quais  oito foram premiados. 

O grande prémio foi para  o jornalista Caetano Alberto, que convenceu o Júri e teve a maior pontuação e, por isso, recebeu um cheque no valor de 150 mil meticais. 

Trata-se de uma premiação que visa promover a sustentabilidade ambiental.

Segundo Bruno Tembe, a cada ano,   a CDM tem renovado o compromisso e procura estender o compromisso ambiental para toda a sociedade, e não há melhor parceiro para essa extensão que não sejam os próprios jornalistas. 

Por seu turno, Bruno Tembe, defende  que o Governo  deve regulamentar o registro   das empresas, para que façam recolha de resíduos sólidos. ‘’as empresas que produzem os seus produtos, e embalam nos diversos tipos de materiais, têm que ter um sistema para a recolha desses resíduos, e  estabelecer um sistema que há uma entidade com tributos de todas as empresas para fazer a recolha dos resíduos sólidos.  

Refira-se que esta foi a primeira  vez que  foi reconhecido um “Grande Vencedor” entre os classificados. 

 

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