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Os Presidentes dos municípios estão a ser capacitados em Chimoio para reforçar os mecanismos de protecção social face aos choques climáticos. A formação pretende preparar as autarquias para identificar as populações mais vulneráveis e responder de forma rápida às famílias afectadas por ciclones, cheias, secas e outros eventos extremos.

Os choques climáticos deixaram de ser apenas uma questão ambiental. Em Moçambique, ciclones, cheias e secas afetam diretamente as famílias, destruindo habitações, culturas e fontes de rendimento.
É neste contexto que os municípios estão a ser preparados para reforçar a resposta através dos mecanismos de protecção social.

O ministro da Administração Estatal e Função Pública, Inocêncio Impissa explicou que a capacitação pretende dotar as autarquias de conhecimentos para identificar as famílias em situação de maior vulnerabilidade e melhorar a coordenação da assistência em situações de emergência.

No últmo choque climático havido na provincia, o município de Gaza foi um dos pontos mais afectados na provincia. A edil diz estar agora, coma a capacitação, preparada para enfrentar eventos climáticos extremos, mas diz que ainda existem marcas das inundações no município.

Com a formação, espera-se que os municípios estejam em melhores condições para planificar intervenções, identificar atempadamente os grupos vulneráveis e garantir que o apoio chegue às famílias afectadas de forma rápida e coordenada.

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O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, endereçou uma mensagem de felicitações ao Presidente da República do Uganda, Yoweri Kaguta Museveni, pela renovação do mandato, no contexto das eleições gerais (presidenciais e legislativas) realizadas a 15 de Janeiro corrente naquele país da África Oriental.

“É com enorme satisfação que, em nome do Povo, do Governo de República de Moçambique e em meu próprio, tenho a honra de apresentar a Vossa Excelência as nossas calorosas felicitações pela Vossa expressiva reeleição ao cargo de Presidente da República do Uganda”, lê-se na mensagem.

O Presidente Daniel Chapo considerou que a renovação do mandato do Presidente do Uganda representa uma demonstração clara de confiança do povo ugandês na sua liderança, bem como no seu compromisso com a estabilidade, a paz, o progresso e o desenvolvimento socioeconómico sustentável do país.

“A longa e dedicada trajectória de Vossa Excelência ao serviço do Uganda permanece como um exemplo inspirador de compromisso com a unidade nacional, a consolidação da paz e o crescimento económico inclusivo”, refere a mensagem.

O Chefe do Estado destacou ainda, na sua mensagem, os laços históricos entre Moçambique e o Uganda, sublinhando que a relação entre ambos os países tem sido marcada pelos princípios da amizade, solidariedade e cooperação, cujas raízes remontam da luta comum pela libertação e pan-africanismo.

A mensagem presidencial encerra reafirmando que o Governo e o Povo moçambicanos mantêm o firme compromisso de continuar a trabalhar de forma estreita com o Presidente do Uganda, visando o reforço das excelentes relações bilaterais entre os dois países.

O Presidente moçambicano reiterou o compromisso de reforçar as relações bilaterais e continuar a trabalhar em estreita colaboração com o Uganda.

A Federação Internacional de Futebol (FIFA) anunciou oficialmente a realização da 6.ª edição do Exame de Agentes de Futebol, referente ao ano de 2026, conforme comunicado através da Circular n.º 1956, datada de 21 de Janeiro de 2026.

A decisão surge na sequência do elevado número de candidaturas registadas na edição de 2025, que contou com 7745 candidatos em todo o mundo, tendo sido a primeira edição realizada em formato online.

Com vista a aumentar a acessibilidade e dar resposta à crescente procura, a FIFA decidiu alargar o número de sessões de exame, passando de duas para seis datas possíveis ao longo de 2026.

De acordo com aquela circular, o período de candidaturas vai de 20 de Janeiro a 6 de Março de 2026 e as datas de exame são 28, 29 e 30 de Abril de 2026 e 5, 6 e 7 de Maio de 2026. As sessões de Maio serão abertas para inscrição mediante procura por parte dos candidatos.

A FIFA esclarece ainda que estas serão as únicas sessões do exame em 2026, pelo que todos os interessados em obter a licença de Agente de Futebol deverão submeter a sua candidatura dentro do prazo estabelecido.

Os termos e condições oficiais, bem como o Regulamento do Exame de Agentes FIFA serão disponibilizados oportunamente na FIFA Agent Platform e no site oficial da FIFA.

As contas do Sporting são mais fáceis em relação às do Benfica. Ainda assim, são muitos cenários e com uma mãozinha do Benfica à mistura para os “leões” de Geny Catamo chegarem aos oitavos-de-final de forma directa, uma vez que a qualificação para o play-off está garantida. Para o Benfica, as contas são ainda mais complicadas.

O triunfo (2-1) frente ao PSG, na passada quarta-feira, confirmou o Sporting como uma das equipas cujo trajecto na Champions não irá ficar pelo caminho na fase de liga.

Os leões vão terminar a ronda em questão como um dos primeiros 24 classificados, pelo que a passagem ao play-off está já garantida. 

Agora, Rui Borges e os seus pupilos encaram a deslocação ao reduto do Athletic Bilbao com alguma tranquilidade, mas não só. Isto porque o conjunto leonino pode, ainda, terminar no top-8 da Liga dos Campeões e evitar, desta forma, dois jogos adicionais no já apertado calendário.

Resta, então, olhar para os cenários em cima da mesa, de forma a perceber que equações entram nas contas do universo leonino. Importa, antes de tudo, salientar que uma derrota na última jornada torna o sonho leonino praticamente impossível, face aos diversos cenários que teriam de acontecer a favor do Sporting.

Isto porque os leões ficariam com os mesmos 13 pontos que possuem actualmente e poderiam ser ultrapassados na tabela por diversas equipas – isto ignorando a diferença de golos entre os vários candidatos a subidas na classificação final –, o que tornaria o objectivo de findar no top-8 uma autêntica miragem matemática. 

Olhemos, então, para os restantes cenários.

OS CENÁRIOS EM CASO DE VITÓRIA OU EMPATE

Por outro lado, se o Sporting não perder no mítico San Mamés, a história é diferente, bem como as contas do apuramento.

Caso os leões vençam o Athletic Bilbao, o Sporting precisa, idealmente, que pelo menos um dos seguintes cenários aconteça: Real Madrid perca com o Benfica; Liverpool perca com o Qarabag; Tottenham não vença o Eintracht Frankfurt; PSG e Newcastle empatem; Chelsea não vença o Napoli; Barcelona não vença frente ao FC Kobenhavn.

Ainda assim, se nenhum destes cenários se vier a confirmar, existe outro factor a ter em conta: a diferença de golos que cada equipa possui neste momento. Desde que o Sporting consiga vencer e fazer com que a diferença de golos seja superior a um ou mais adversários que ficariam com 16 pontos e que entram, naturalmente, nesta corrida.

Se, por outro lado, o Sporting registe uma igualdade frente ao Athletic Bilbao, as contas são muito mais complicadas para os leões, face ao confronto directo, na última jornada, entre PSG e Newcastle – duas equipas com aspirações de terminar no top-8.

Em termos de possibilidades, empate entre PSG e Newcastle obriga a que: Chelsea perca frente ao Napoli; Barcelona perca frente ao FC Kobenhavn; Manchester City não vença o Galatasaray; Atlético de Madrid não vença o Bodo/Glimt; Atalanta não vença o Union St. Gilloise; Borussia Dortmund e Internazionale empatem; Juventus não vença o Monaco.

Caso o PSG ou o Newcastle vençam o duelo, o cenário acaba por ser ligeiramente mais fácil para o Sporting, que precisa ‘apenas’ que seis dos sete cenários enumerados anteriormente aconteçam. Não obstante, evitar a derrota no San Mamés é o primeiro – e crucial – passo para que os leões sonhem com a presença directa nos “oitavos” da prova.

Pelo menos onze agentes da Polícia foram mortos em um grande ataque jihadista, no leste de Burkina Faso, no fim de semana, segundo confirmaram fontes de segurança  locais. 

Fontes de segurança disseram à AFP que “centenas de jihadistas” atacaram um destacamento da Polícia em Balga, localizada na província de Gourma, na Região Leste.

O ataque deixou sete policiais mortos no local, e outros quatro sucumbiram posteriormente aos ferimentos. O grupo JNIM (Grupo de Apoio ao Islã e aos Muçulmanos), afiliado à Al-Qaeda, reivindicou a autoria do ataque no mesmo dia.

Em conformidade com uma nova directiva militar, as vítimas foram sepultadas no local, em Balga, em vez de serem transportadas para centros urbanos.

Após o ataque, as forças policiais retiraram-se da área para Diapangou.

A junta governante, liderada pelo capitão Ibrahim Traoré, que tomou o poder em um golpe de Estado em 2022, parou de fornecer relatos detalhados dos ataques e afirmou publicamente ter “reconquistado” quase três quartos do território nacional, segundo escreveu a African News.

Apesar das alegações da junta militar, Burkina Faso permanece mergulhada em um conflito devastador que começou em 2015. O país enfrenta ataques de grupos armados ligados tanto à Al-Qaeda quanto ao Estado Islâmico.

Segundo o grupo de monitoramento de conflitos ACLED, a violência já ceifou dezenas de milhares de vidas civis e militares, sendo que mais da metade dessas mortes ocorreram somente nos últimos três anos.

A Federação Moçambicana de Futebol e a Liga Moçambicana de Futebol reuniram-se ontem para projectarem o Moçambola 2026. No encontro, foi criada uma comissão conjunta responsável por estudar os melhores mecanismos para a organização da prova.

O Moçambola continua a mexer com as estruturas do futebol nacional. Nesse sentido, a Federação Moçambicana de Futebol sentou-se à mesma mesa com a direcção da Liga Moçambicana de Futebol, diga-se, para entender tudo à volta da prova.

Os dois organismos discutiram sobre o melhor modelo do Moçambola deste ano, daí que foi criada uma comissão.

O arranque do Moçambola 2026 poderá ser conhecido nos próximos dias e o respectivo modelo a ser usado.

Chefes de Estado e de Governo reúnem-se, nesta quinta-feira, em Bruxelas. Foram convocados pelo presidente do Conselho Europeu depois das ameaças tarifárias de Donald Trump a oito países, seis dos quais fazem parte da União Europeia.

Os chefes de Estado e de Governo foram chamados a Bruxelas por António Costa. O presidente do Conselho Europeu quer ouvir opiniões sobre a forma de reagir caso a ameaça de Donald Trump de anexar a Gronelândia se concretize, segundo escreve a RTP Notícias.

A reunião acontece um dia depois de Trump anunciar um recuo na sua intenção de aplicar um novo pacote de tarifas comerciais a oito países europeus, seis dos quais membros da União Europeia, à luz de um possível acordo com a NATO sobre a Gronelândia.

Na sua rede social Truth, Donald Trump afirmou que tinha chegado a um acordo com o secretário-geral da NATO sobre um quadro de um  futuro acordo sobre a Gronelândia . Mas a informação foi desmentida pelo SG da NATO, que esclareceu que esse assunto não esteve em cima da mesa.

Espera-se também que, desta cimeira, saia uma declaração de unidade perante as ambições territoriais do presidente norte-americano, que, nas últimas semanas, se propôs adquirir, à força, a Gronelândia, território autónomo sob a soberania da Dinamarca.

Por outro lado, o Parlamento Europeu suspendeu, por tempo indefinido, os trabalhos sobre o acordo comercial entre a União e os Estados Unidos, na sequência das ameaças do presidente norte-americano sobre a Gronelândia.

A Frelimo está preocupada com a falta de abertura do grupo armado que opera em Cabo Delgado para pôr fim ao conflito armado que dura há quase nove anos.

A preocupação com a insegurança foi manifestada pela chefe da brigada central de assistência à província, Amélia Muendane, que considera que a situação tem estado a sufocar, não só a população da província de Cabo Delgado, mas também o Governo central.

“As brigadas foram desdobradas em todo o território, e interagimos com os camaradas. Apresentaram como grande preocupação o terrorismo. Tanto que sufoca a província, sufoca a população e impede qualquer acção visando o desenvolvimento, a segurança e a estabilidade da nossa população. Portanto, esta é a maior preocupação”, disse Amélia Muendane.

Ainda assim, e apesar de estar consciente de que o trabalho que está a ser feito pelo Governo está a surtir efeitos, “a população continua bastante preocupada com essa instabilidade que está a acontecer ao nível da província”, disse.

O partido Frelimo afirma estar a trabalhar na busca de uma solução para Cabo Delgado, mas está com dificuldades, devido à suposta falta de abertura do grupo armado que até agora esconde as reais motivações do conflito e não revela publicamente os seus líderes para um eventual diálogo.

“Para se iniciar um diálogo, é necessário primeiro aparecerem as caras dos líderes. E, relativamente ao terrorismo, as caras não aparecem. Nós verificamos apenas que estamos a ser dizimados, e o que nós estamos a fazer é defender a nossa população, que é a primeira prioridade. O diálogo que o camarada Presidente está a promover é com as caras que aparecem”, disse, acrescentando que “neste caso específico, temos partidos políticos que têm os seus ideais, têm as suas ideologias e, para trazer uma visão de soberania nacional tendo presentes os diferentes ideais, era importante que houvesse um diálogo”.

Amélia Muendane disse que é nesta perspectiva que o Presidente da República criou o Diálogo Nacional Inclusivo, ora transformado em lei, como forma de trazer uma visão de soberania.

“Que tipo de Estado é que nós queremos? Que tipo de sociedade é que nós queremos? Que tipo de economia é que nós queremos? Como é que nós queremos que as instituições funcionem? Para responder a essas questões, é necessário que as pessoas se encontrem. Diferentemente do terrorismo, que nós não conseguimos ver as caras, vemos as catanas. Então, é mais difícil haver diálogo, e o trabalho que está a ser feito pelo Governo é visar a defesa da soberania, a defesa das nossas populações e garantir que haja estabilidade a nível nacional”, determinou Muendane.

A visita da brigada central da Frelimo de assistência a Cabo Delgado tinha como principal objectivo o acompanhamento do processo de recenseamento de raiz dos membros do partido ao nível da província.

O Presidente da República, Daniel Chapo, promulgou duas leis, nesta quarta-feira, nomeadamente a que cria a Inspecção-Geral do Estado e outra que cria a Inspecção-Geral de Segurança Alimentar e Económica, para reforçar a transparência e credibilidade, bem como para aumentar a esperança de vida dos moçambicanos.

O Presidente da República, Daniel Chapo, promulgou, nesta quarta-feira, a nova Lei do Sistema Nacional de Saúde. O diploma, considerado a maior reforma do sector na história do país, introduz, pela primeira vez, a regulamentação para o transplante de órgãos.

Num comunicado oficial emitido pela Presidência da República, destaca-se que a nova legislação surge após a verificação da sua conformidade com a Constituição. O objectivo central desta reforma é garantir a “unicidade do sistema”, estabelecendo um comando único a nível central e provincial, uma medida desenhada para reduzir a duplicação de estruturas administrativas e aumentar a eficiência no atendimento aos cidadãos.

Para além da reestruturação administrativa, a lei estabelece uma interligação inédita entre o Subsistema Público e o Sistema de Protecção Social. Esta sinergia foca-se especificamente no atendimento à população mais vulnerável, assegurando que o apoio social e os cuidados de saúde funcionem de forma coordenada.

O ponto de maior impacto social desta reforma é a introdução de um quadro jurídico para a doação, colheita e transplante de órgãos, tecidos e células. Trata-se de um passo inédito em Moçambique, que permitirá ao país realizar procedimentos médicos complexos que, até agora, careciam de suporte legal.

Segundo o Gabinete de Imprensa da Presidência, esta medida visa “aumentar a esperança de uma nova oportunidade de vida para o povo moçambicano”, alinhando o país com as melhores práticas internacionais de medicina regenerativa e cirúrgica.

Por outro lado, Chapo promulgou a lei que cria a Inspecção-Geral do Estado. De acordo com o comunicado, pretende-se garantir um ambiente económico favorável e as entidades visam ainda criar um sistema de inspecção nacional unificado, capaz de proteger o interesse público, assegurar a legalidade e consolidar a confiança do cidadão e do agente económico no Estado.

“A promulgação das leis é o culminar do processo de produção legislativa, materializando parte dos compromissos assumidos no discurso inaugural do Presidente (…) aquando da sua investidura, no qual se comprometeu, de entre outros, em prevenir e combater a corrupção, iniciando com acções no aparelho do Estado que devem servir de exemplo para outros sectores de actividade produtiva, onde deve prevalecer a ética, transparência e a integridade, quer pública, quer privada”, conclui-se.

Os instrumentos legais foram antes submetidos ao parlamento com carácter de urgência pelo chefe de Estado moçambicano, no âmbito do reforço das acções de prevenção e combate à corrupção.

Na altura, o Governo moçambicano avançou que as duas instituições, que deverão responder directamente ao Presidente da República, devem, sobretudo, garantir “maior coerência, eficiência, eficácia e rigor na gestão da coisa pública”, assim como a aplicação de políticas públicas e o “uso racional dos recursos” estatais.

As duas propostas de lei foram aprovadas pelo Parlamento moçambicano a 16 de Dezembro último e seguem agora para publicação no Boletim da República, entrando em vigor nos termos nelas previstos.

No seu discurso no Fórum Económico Mundial, em Davos, na Suíça, Donald Trump afirmou que após 12 meses no poder, os EUA estão a viver uma reviravolta na sua economia, marcada pelo crescimento e por um maior investimento.

Donald Trump afirma que o país viveu uma reviravolta na sua economia como nunca antes vira “e como nenhum outro país alguma vez viu”. 

Recorrendo a números da economia norte-americana, o presidente dos Estados Unidos afirmou que “graças às suas políticas” está confiante de que a economia do país vai crescer ainda mais do que aquilo que foi previsto “pelo FMI em Abril”.

Trump gabou-se de que “a inflação foi derrotada” nos Estados Unidos. “Estamos a perder mais de um trilião por ano, e isso era um desperdício. Em um mês, reduzi o nosso défice comercial mensal em 77%, e tudo isso sem inflação, algo que as pessoas diziam ser impossível”, defendeu.

O sucesso das suas contas, considera, é uma boa notícia para todos os países, porque quando “a “América cresce, todo o mundo cresce”, defendendo ainda que a América é “o motor da economia global”. 

Donald Trump criticou ainda a Europa, considerando que “pode fazer muito mais” se se inspirar “no milagre americano”.

“Eu amo a Europa e quero que progrida”, disse, considerando porém, que o continente não está num bom caminho, segundo a sua análise.

“Francamente, certos locais na Europa já nem sequer são reconhecíveis. Podemos discutir sobre isso, mas não há discussão possível. Não quero insultar ninguém, mas podem fazer muito mais”, disse.

 

Operação militar Venezuela

No seu discurso, Trump não deixou de comentar a operação militar na Venezuela, para capturar Nicolás Maduro.

“A Venezuela era um país extraordinário, mas teve más políticas e agora ainda tem problemas mas estamos a ajudá-los […] vão fazer mais dinheiro do que alguma vez fizeram”, disse, referindo-se à venda de petróleo.

“Vai fazer mais dinheiro nos próximos seis meses do que aquilo que fez em anos”, atirou.

 

Dinamarca é “ingrata” 

O republicano não deixou de falar na Gronelândia, considerando que se não o fizesse muitos o criticariam por isso. Nesse âmbito, começou por afirmar ter “muito respeito pelo povo da Gronelândia e da Dinamarca”. Porém, defendeu que nenhuma nação, a não ser os EUA, têm capacidade de defender o território. 

Nessa senda, voltou à II Guerra Mundial para lembrar que os EUA tiveram que ajudar a Dinamarca militarmente para defender a Gronelândia. 

“Devolvemos a Gronelândia à Dinamarca. Quão estúpidos fomos?”, questionou, defendendo que “a ilha faz parte do norte da América. É território nosso”.

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