A denúncia foi feita ao edil de Maputo, Rasaque Manhique, no âmbito de um encontro que este manteve com agentes económicos deste distrito municipal, nesta segunda-feira. Outras preocupações apresentadas estão relacionadas à demora na emissão de licenças e à recolha deficitária de lixo.
Empresários do Distrito Municipal KaMavota denunciaram, nesta segunda-feira, alegados casos de extorsão praticados por agentes do Conselho Municipal de Maputo. A denúncia foi apresentada ao edil de Maputo, Rasaque Manhique, durante um encontro com agentes económicos daquele distrito, no âmbito da política de governação aberta, participativa e de proximidade.
No encontro, os empresários relataram que alguns fiscais municipais têm exigido documentos e licenças de forma recorrente, mesmo quando os estabelecimentos cumprem todas as obrigações legais.
“Qualquer um que esteja a passar de motorizada e veja nós a colocamos um papel de parede, qualquer coisa que seja, entram e exigem licenças. O nosso negócio pauta pela integridade, e isso inclui o pagamento de todas as taxas”, afirmou uma empresária.
A mesma empresária disse que a situação atingiu níveis preocupantes, a ponto de a família ponderar encerrar o negócio.
“Nós, como família, tínhamos decidido fechar o restaurante e deixar de fora 30 famílias”, lamentou.
Outra preocupação manifestada pelos agentes económicos prende-se com a demora na emissão de licenças, situação que, segundo os empresários, prejudica o normal funcionamento das suas actividades.
“Queremos pedir celeridade nesse aspecto”, apelou uma das participantes.
A fraca recolha de lixo na cidade e as frequentes obras de reparação das estradas foram outras queixas.
Alguns empresários consideram que os serviços prestados pelo município não correspondem às taxas cobradas.
“Não há recolha de lixo no interior dos bairros, e só estamos a pagar as taxas sem qualquer benefício”, referiu um representante dos agentes económicos.
Para responder às preocupações apresentadas, Rasaque Manhique delegou os presidentes dos conselhos de administração e vereadores das áreas competentes.
Relativamente à gestão do lixo, a edilidade rejeitou a ideia de que existam problemas generalizados de acumulação de resíduos em KaMavota.
“Para avaliar a questão do lixo, é muito fácil. Basta indicar o local onde o lixo se encontra”, disse Sérgio Zitha, convidando os empresários a realizarem visitas conjuntas aos pontos apontados.
Sobre as alegadas extorsões, o edil de Maputo apelou aos empresários para denunciarem formalmente os casos e exigirem sempre notificações escritas durante as acções de fiscalização.
“Não devemos permitir que aqueles que vêm fiscalizar os nossos estabelecimentos saiam sem deixar uma notificação”, defendeu Rasaque Manhique.
O encontro marcou o início de uma série de visitas do edil aos distritos municipais da capital, com o objectivo de reforçar o diálogo entre o município e os diferentes segmentos da sociedade.
Pelo menos 3.000 pessoas têm as casas inundadas no distrito de Guijá, província de Gaza, devido a chuvas intensas, refere a Visão Mundial, Organização Não Governamental que monitora as acções no terreno.
“Dados preliminares indicam que mais de 3.000 pessoas viram suas casas serem invadidas pela água das chuvas intensas que caem há mais de uma semana”, lê-se numa nota publicada este domingo pela World Vision Moçambique.
Segundo a Visão Mundial, o número de afectados continua a aumentar, prevendo-se que as precipitações se mantenham e que as barragens da província de Gaza possam transbordar a qualquer momento, forçando as famílias a procurar refúgio em centros de acomodação.
“A localidade de Chinhacanine, no distrito de Guijá, província de Gaza, é a zona mais afectada, contando com perto de 2.000 pessoas desalojadas. Quase metade das vítimas são crianças”, refere a nota, acrescentando que, com a chegada contínua de famílias aos centros, a capacidade de assistência dos diversos intervenientes é limitada.
A World Vision Moçambique diz ainda que prevê assistir famílias desalojadas nos próximos dias, através da distribuição de jerricãs, baldes, cobertores, purificadores de água, assim como actividades de protecção à criança, enquanto continua a mobilizar recursos adicionais.
Até a última sexta-feira, pelo menos 103 pessoas morreram e 173 mil foram afectadas desde o início da época das chuvas em Moçambique, registando-se a destruição total de 1.160 casas, avançou o Governo, que decretou alerta vermelho nacional.
“No período que vai de 22 de Dezembro a 15 de Janeiro de 2026, o país registou lamentavelmente oito óbitos de compatriotas nossos, que eleva para 103 o número de óbitos de toda a época chuvosa”, disse o porta-voz do Conselho de Ministros, Inocêncio Impissa, no fim da sessão extraordinária para avaliar a situação.
Segundo o novo balanço do executivo moçambicano, além das mais de 173 mil pessoas afectadas, as chuvas já destruíram totalmente 1.160 casas e mais de 4.000 ficaram parcialmente inundadas, face às chuvas intensas registadas em todo o país.
A actual época de chuvas, que começou em Outubro e vai até Abril, tem sido marcada por alertas, principalmente nas zonas Centro e Sul do país, com as autoridades a activarem acções de antecipação às cheias e inundações.
O Senegal sagrou-se campeão do Campeonato Africano das Nações (CAN-2025) ao vencer o país anfitrião Marrocos por 1-0 numa final marcada por emoção, polémica e futebol de qualidade. Esta é a segunda vez que a selecção senegalesa conquista o CAN, repetindo o feito de 2021.
O único golo da partida surgiu aos quatro minutos do prolongamento, quando o médio do Villarreal, Pape Gueye, finalizou com precisão, garantindo o triunfo e coroando uma campanha praticamente perfeita.
Ao longo do torneio, o Senegal marcou 13 golos e sofreu apenas um, exibindo um futebol colectivo consistente, com transições rápidas, passes eficazes e leitura de jogo que conquistou adeptos pelo continente.
Apesar da vitória, a final esteve longe de ser tranquila. Durante o tempo regulamentar, um golo do Senegal foi anulado por erro do árbitro, gerando indignação junto do público.
Pouco depois, um penálti assinalado a favor de Marrocos aos 98 minutos, devido a uma falta cometida pelo defesa sénior El Hadji Malick Diouf sobre Brahim Díaz, levou a equipa senegalesa a abandonar temporariamente o campo em protesto, numa decisão do treinador Pape Bouna Thiaw.
O regresso ao relvado ficou a dever-se a Sadio Mané, que num gesto de maturidade e liderança, chamou os colegas, numa atitude decisiva para manter a equipa concentrada.
Aos 114 minutos, Brahim Díaz falhou a cobrança do penálti, defendida pelo guarda-redes Edouard Mendy, e quatro minutos depois Pape Gueye marcou o golo decisivo, garantindo o segundo título do CAN ao Senegal, após momentos de tensão no final do tempo regulamentar.
O episódio gerou polémica e estendeu-se à conferência de imprensa, onde Thiaw acabou por abandonar a sala após confrontos com jornalistas marroquinos.
No momento de levantar o troféu, o capitão Kalidou Koulibaly entregou-o à Sadio Mané, em sinal de respeito, permitindo que a lenda africana encerrasse a sua história no CAN com um gesto simbólico.
Individualmente, a edição de 2025/26 destacou ainda os melhores jogadores: Sadio Mané foi eleito Melhor Jogador, Bono garantiu o prémio de Melhor Guarda-Redes e Ibrahim Díaz terminou como Melhor Marcador, com cinco golos. Marrocos recebeu o prémio Fair Play.
O Senegal tornou-se a primeira selecção desde 2013 — e a primeira na era das 24 equipas — a vencer o CAN sem necessidade de recorrer a desempates por penáltis. Nos últimos quatro torneios, os “Leões” disputaram três finais e conquistaram dois títulos (2021 e 2025/26), demonstrando consistência, qualidade e evolução.
A equipa senegalesa tem sido guiada por treinadores nacionais de referência, antigos jogadores da selecção: Aliou Cissé, que liderou o Senegal ao primeiro título no CAN em 2021, e Pape Bouna Thiaw, responsável pelo segundo triunfo em 2025/26. Ambos fizeram parte da histórica selecção de 2002, que participou no primeiro Mundial do país, reforçando a tradição e o legado do futebol senegalês.
O terceiro lugar do CAN 2025 foi conquistado pela Nigéria, que venceu o Egipto nas grandes penalidades, enquanto Marrocos continua à espera de quebrar um jejum de 50 anos sem conquistar o torneio.
CAN-2025: Presidente da FIFA condena “cenas deploráveis” da final
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, condenou as “cenas deploráveis” ocorridas durante a final do Campeonato Africano das Nações (CAN) de futebol, na qual o Senegal abandonou momentaneamente o relvado, em protesto contra uma decisão do árbitro.
“Condenamos firmemente o comportamento (…) de alguns jogadores e membros da equipa técnica do Senegal. É inaceitável abandonar o terreno de jogo daquela maneira e a violência não será tolerada no nosso desporto”, disse o presidente da FIFA, em comunicado.
Pape Gueye marcou o golo que garantiu o triunfo do Senegal, aos 94 minutos, depois de Brahim Díaz, melhor marcador do torneio, com cinco golos, ter desperdiçado um penálti no último lance do tempo regulamentar, após mais de 15 minutos de interrupção, devido ao protesto dos senegaleses.
“As cenas deploráveis que testemunhámos ontem [domingo] devem ser condenadas, para que não voltem a repetir-se”, advertiu o Infantino, que apelou às instâncias disciplinares da Confederação Africana de Futebol para “tomarem as medidas apropriadas” à gravidade dos factos.
O triunfo do Senegal na final frente à selecção anfitriã apenas tem paralelo em três das 35 edições da Taça das Nações Africanas, duas delas protagonizadas pelo Gana, na Tunísia, em 1965, e na Líbia, em 1992. Em 2000, os Camarões conquistaram o título diante da Nigéria, que co-organizou o torneio com o Gana.
A Confederação Africana de Futebol, CAF, vai incrementar o valor destinado às federações nacionais de futebol, passando dos actuais 200 mil dólares para um milhão, equivalente a 65 milhões de meticais por ano. A medida visa contribuir na melhoria dos projectos de desenvolvimento de futebol.
A Confederação Africana de Futebol continua a dar passos significativos, tendo como foco o desenvolvimento do futebol africano. Desta vez, a CAF anunciou o incremento do valor destinado às federações nacionais de futebol.
Dos actuais 200 mil dólares, o organismo que gere o futebol africano passará a desembolsar um milhão, equivalente a 65 milhões de meticais por ano, num aumento de 400 por cento.
A CAF pretende com o incremento impulsionar o futebol africano, através da aposta em vários projectos dos países membros da agremiação, sobretudo com foco nas infra-estruturas.
Esta não é a primeira vez que o órgão reitor do futebol continental, sob liderança do sul-africano Patrice Motsepe, incrementa o orçamento para as federações.
A CAF tem levado a cabo também vários projectos de transformação do futebol africano, de modo a tornar a modalidade mais competitiva e com uma melhor qualidade.
Os líderes europeus prometem uma resposta unida depois do Presidente dos EUA, Donald Trump, ter ameaçado com novas tarifas até que a Dinamarca concorde em vender a Gronelândia, numa escalada sem precedentes que pode desencadear uma nova guerra comercial e quebrar a aliança transatlântica.
Desde Ursula von der Leyen até ao Presidente francês Emmanuel Macron e ao Chanceler alemão Friedrich Merz, os líderes da UE prometeram manter-se unidos, coordenados e empenhados em defender a soberania da Europa, depois da administração Trump ter afirmado que seriam aplicadas tarifas adicionais de 10% a oito países europeus a partir de 1 de Fevereiro.
Numa publicação nas redes sociais neste sábado, Trump disse que todos os produtos da Dinamarca, Suécia, Noruega, França, Alemanha, Holanda, Finlândia e Reino Unido estariam sujeitos a uma tarifa adicional de 10%, que poderia ser aumentada para 25% até Junho, a ser paga até que seja alcançado um acordo para a compra completa e total da Gronelândia.
A UE e os EUA assinaram um acordo que triplicava os direitos sobre os produtos europeus para 15% e reduzia para zero os direitos sobre os produtos industriais americanos.
Embora não tenha ficado claro como seriam acumuladas as tarifas anunciadas no sábado, a ameaça de direitos adicionais poderá desencadear uma nova guerra comercial entre os dois países.
O Presidente da República, Daniel Chapo, realizou uma visita às zonas mais afectadas pelas chuvas intensas na Cidade e Província de Maputo, no âmbito do alerta vermelho decretado pelo Governo face ao agravamento das condições meteorológicas, tendo transformado a deslocação numa acção de assistência humanitária imediata às populações afectadas.
Durante a visita, o Chefe do Estado deslocou-se a centros de acolhimento provisórios, onde procedeu à entrega de ajuda alimentar às famílias desalojadas, com destaque para mais de 200 sacos de arroz, destinados a garantir a sobrevivência imediata das populações acolhidas.
O Presidente Chapo manifestou solidariedade para com as vítimas das cheias, sublinhando que o Executivo não poderia ficar indiferente ao sofrimento das comunidades atingidas pelas inundações recorrentes nesta época chuvosa. O estadista reiterou o compromisso do Governo em continuar a mobilizar recursos e parceiros para assegurar o fornecimento de alimentos não perecíveis e outros apoios essenciais nos centros de alojamento.
No contacto directo com as populações, o Chefe do Estado apelou igualmente à união, à solidariedade e à responsabilidade colectiva, defendendo a evacuação preventiva das zonas de risco como forma de salvaguardar vidas humanas, sobretudo nas áreas susceptíveis a novas cheias.
A visita presidencial incluiu bairros da Cidade de Maputo e da província, bem como o Centro de Acolhimento instalado no Instituto Industrial e Comercial da Matola, onde Daniel Chapo reforçou a mensagem de proximidade do Estado às populações afectadas e garantiu a continuidade do apoio governamental enquanto persistirem os efeitos das chuvas intensas.
A Primeira-Dama da República, Gueta Chapo, manifestou consternação pelo falecimento da antiga Primeira-Ministra de Moçambique, Luísa Dias Diogo, ocorrido esta sexta-feira, vítima de doença.
Numa mensagem de condolências dirigida à família enlutada, Gueta Selemane Chapo afirma que a partida de Luísa Dias Diogo representa uma perda profunda para Moçambique e, em particular, para as mulheres que nela encontraram uma referência de coragem, competência e liderança ao serviço do bem comum.
A Primeira-Dama sublinha que Luísa Dias Diogo foi uma mulher de visão e de princípios firmes, que exerceu com elevado sentido de responsabilidade os cargos de Ministra das Finanças e de Primeira-Ministra, contribuindo de forma decisiva para a consolidação económica do país e para o fortalecimento do papel da mulher na governação.
Na mensagem, Gueta Chapo destaca ainda que o exemplo de dedicação e integridade de Luísa Dias Diogo continuará a inspirar gerações de moçambicanas e moçambicanos, descrevendo-a como uma líder que soube unir competência e sensibilidade, abrindo caminhos e deixando marcas profundas no país e além-fronteiras.
A Primeira-Dama realça que o legado de Luísa Dias Diogo transcende a sua acção governativa, permanecendo vivo como inspiração para as novas gerações de mulheres e raparigas moçambicanas, a quem abriu caminhos de participação, liderança e serviço à pátria.
No final, Gueta Selemane Chapo expressa solidariedade à família enlutada e a todos os moçambicanos, manifestando votos de conforto e serenidade neste momento de dor, e reiterando que a memória de Luísa Dias Diogo continuará a iluminar o percurso de Moçambique.
As águas já invadiram a cidade de Chókwè, na província de Gaza. Pelo seu volume, em apenas oito horas, o município estará submerso.
A fúria das águas invadiu o coração de Chókwè por volta das 15 horas desta sexta-feira, deixando centenas de famílias sitiadas na ponte que liga a cidade ao distrito de Guijá.
Quase todos os bairros estão inundados, incluindo várias instituições do Estado, e alguns proprietários de estabelecimentos comerciais começam a retirar bens alimentares das lojas.
A cidade está agitada, mas a qualquer momento será bloqueada pela corrente das águas. Contudo, há quem prefere deixar tudo para trás para salvar a sua vida.
Enquanto isso, há pessoas que saqueiam alguns produtos nas viaturas.
No distrito de Guijá, mais de 10 mil pessoas estão sitiadas.
Sem gravar entrevista, o director regional do INGD garantiu estarem em curso acções para o resgate das famílias sitiadas.
Luís Miquissone foi eleito melhor jogador do Moçambola-2025, juntando o prémio ao do melhor marcador da prova. Com os dois títulos individuais arrecadados, o avançado da União Desportiva de Songo acumula uma premiação monetária de um milhão de meticais.
Texto: Redacção
Foto: O País
Apesar do fim prematuro do Moçambola-2025, ainda com quatro jornadas por disputar, os prémios para os melhores da prova já foram definidos. A União Desportiva de Songo é a que arrecada o maior número de prémios da HCB, entre colectivos e individuais.
A nível colectivo, os “hidroeléctricos” encaixam um prémio de sete milhões e quinhentos mil meticais pelo título de campeões nacionais, contra os três milhões da Black Bulls, como vice-campeã, e um milhão e quinhentos mil meticais do Ferroviário da Beira, que terminou em terceiro lugar.
Os “locomotivas” de Chiveve ficaram ainda com o prémio de equipa Fair-Play da prova.
A nível individual, Luís Miquissone foi eleito o melhor jogador do campeonato, após ter sido eleito cinco vezes melhor em campo, assegurando o prémio de 550 mil meticais, superando a concorrência de Chester, colega na UD de Songo, em segundo e com direito a 250 mil meticais, e de Ângelo Cantolo, que ficou em terceiro, e recebe 125 mil meticais.
Miquissone foi ainda coroado melhor marcador da prova, com 15 golos marcados, superando a concorrência de Ângelo Cantolo (Chingale de Tete), segundo com 11 golos, e Tomás (AD Vilankulo), com nove. O avançado de Songo recebe 400 mil meticais de prémio, o jogador do Chingale, 200 mil, e do do Vilankulo recebe 100 mil meticais.
Quanto aos guarda-redes, o do Ferroviário de Maputo, José Guirrugo, venceu o prémio da Luva de Ouro, ao sofrer menos golos e arrecada 350 mil meticais, deixando para trás Ebrima, da UD Songo, que recebe 125 mil, e Crimildo, do Ferroviário da Beira, que fica com 100 mil meticais.
Daúde Razaque, treinador dos campeões nacionais, foi eleito melhor treinador, levando para casa um prémio de 300 mil meticais, superando Abdul Omar, da AD Vilankulo, e Antoninho Muchanga, do Ferroviário de Lichinga, segundo e terceiro classificados respectivamente, que ficam com 125 e 100 mil meticais.
O presidente da UD Songo, Francisco Xavier, foi eleito Dirigente do Ano por ter liderado a equipa a um recorde histórico de 17 vitórias consecutivas.
As premiações são anunciadas quando há clubes que ainda reclamavam pela não conclusão da prova, uma vez que ainda tinham hipóteses de garantir a manutenção, ou terminar no topo da prova.
Para já, a Federação Moçambicana de Futebol e a Liga Moçambicana de Futebol vão discutir o futuro do Moçambola-2026 na próxima quarta-feira, 21 de Janeiro.
O Absa Bank Moçambique manifestou profundo pesar pelo falecimento de Luísa Diogo, antiga Presidente do Conselho de Administração da instituição e membro do Conselho de Administração do Grupo Absa na África do Sul.
Em comunicado, o banco destaca Luísa Diogo como uma referência incontornável da liderança em Moçambique, sublinhando o papel determinante que desempenhou em momentos-chave de transformação no Absa Bank Moçambique. Segundo a instituição, a sua actuação deixou uma marca duradoura na cultura organizacional, na forma de liderar e no compromisso com o desenvolvimento económico e social do país.
Reconhecida pela sua visão estratégica, integridade e sentido de missão, Luísa Diogo é descrita como “uma líder que inspirou equipas, elevou os padrões de governação e contribuiu de forma decisiva para o fortalecimento da banca em Moçambique e no continente africano”.
Neste momento de luto, o Absa Bank Moçambique “endereça as suas mais sentidas condolências à família, amigos e a todos aqueles que tiveram o privilégio de trabalhar e aprender com a Dra. Luísa Diogo, reafirmando o compromisso de honrar o seu legado, mantendo-se fiel aos valores de liderança responsável, integridade e impacto positivo que marcaram o seu percurso”.

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