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O País – A verdade como notícia

As tensões em torno do destino do Estreito de Ormuz mantêm-se elevadas, com os Estados Unidos e o Irão a reclamarem o controlo desta via navegável estratégica. 

Foram avistados navios no Estreito, ao mesmo tempo que a administração Trump continua a afirmar, de forma activa, que a Marinha norte-americana detém o controlo da passagem por onde circulava cerca de 20% do petróleo comercializado mundialmente antes da eclosão do conflito.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e os seus assessores têm insistido que o volume de crude do Golfo a transitar pela via se aproxima, presentemente, dos níveis pré-guerra. 

Na passada quinta-feira, o vice-presidente JD Vance declarou, em conferência de imprensa, que os Estados Unidos escoltaram cerca de 15 milhões de barris de petróleo na quarta-feira. Estes números surgem na sequência de declarações do secretário da Energia, Chris Wright, que na quarta-feira referiu à CNBC a passagem de 17 milhões de barris na segunda-feira, com o apoio da Marinha norte-americana. Antes do início das hostilidades, o Estreito registava um fluxo de cerca de 20 milhões de barris diários.

Contudo, empresas independentes de monitorização de tráfego marítimo sublinham que o movimento de navios permanece significativamente abaixo dos níveis anteriores ao conflito. A recuperação do tráfego tem sido igualmente dificultada pelos ataques renovados dos Estados Unidos contra alvos no Irão e pelas consequentes acções de retaliação de Teerão na região.

No plano económico, o impacto é sentido globalmente. Os preços dos combustíveis em diversos países continuam a atingir máximos históricos, impulsionados pela recente escalada de tensão. Nos Estados Unidos, o gasóleo atingiu uma média de 5,85 dólares por galão, valor nunca antes registado desde o início do conflito. No Reino Unido, os preços da gasolina atingiram o ponto mais alto dos últimos seis meses, fixando-se nos 163 pence por litro. 

O Presidente de São Tomé e Príncipe, Carlos Vila Nova, tomou posse, para um segundo mandato de cinco anos, numa cerimónia realizada na Assembleia Nacional, na capital são-tomense.

A investidura contou com a presença de várias chefias de Estado e de Governo, bem como de outras altas individualidades estrangeiras. Entre os convidados estiveram os Presidentes do Gabão e da República Democrática do Congo e os Primeiros-Ministros de Portugal e de Moçambique.

Carlos Vila Nova assumiu pela primeira vez a Presidência da República em 2021, com o apoio da Acção Democrática Independente (ADI), partido de centro-direita.

Nas eleições presidenciais realizadas em Julho deste ano, o Chefe de Estado foi reeleito logo na primeira volta, ao conquistar mais de 55 por cento dos votos. Vila Nova superou o seu principal adversário, Nito Abreu, deputado à Assembleia Nacional, que contou com o apoio do antigo Primeiro-Ministro Patrice Trovoada.

Apesar da vitória expressiva, o escrutínio ficou marcado por uma elevada taxa de abstenção, que atingiu 59 por cento, uma das mais baixas participações eleitorais registadas no país.

Em São Tomé e Príncipe, o Presidente da República exerce sobretudo funções de representação e arbitragem institucional, enquanto os principais poderes executivos estão concentrados no Primeiro-Ministro e no Governo.

A escolha do próximo chefe do Governo deverá ocorrer na sequência das eleições legislativas marcadas para 27 de Setembro. O resultado desse escrutínio será determinante para definir a composição do próximo Executivo são-tomense.

A disseminação do vírus do Ébola na República Democrática do Congo está descontrolada.  É a conclusão do Centro Norte-Americano para o Controlo de Doenças.

Numa análise divulgada recentemente, especialistas revelam que todos os controlos operacionais estão abaixo do estabelecido e pedem expansão dos rastreios, da capacidade de isolamento e mais testes à população.

A esperança, diz a organização mundial da saúde, reside nos os ensaios clínicos de três vacinas contra o ébola. Espera-se que possam começar a ser distribuídas na República Democrática do Congo em Outubro ou Novembro deste ano. 

A OMS espera iniciar em outubro ou novembro a distribuição de três vacinas experimentais contra o Ébola na República Democrática do Congo. 

 

A disseminação do vírus do Ébola na República Democrática do Congo está descontrolada.  É a conclusão do Centro Norte-Americano para o Controlo de Doenças.

Numa análise divulgada recentemente, especialistas revelam que todos os controlos operacionais estão abaixo do estabelecido e pedem expansão dos rastreios, da capacidade de isolamento e mais testes à população.

A esperança, diz a organização mundial da saúde, reside nos os ensaios clínicos de três vacinas contra o ébola. Espera-se que possam começar a ser distribuídas na República Democrática do Congo em Outubro ou Novembro deste ano. 

A OMS espera iniciar em outubro ou novembro a distribuição de três vacinas experimentais contra o Ébola na República Democrática do Congo. 

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos emitiu, moedas de 1 dólar com a efígie do Presidente Donald Trump, constituindo este o mais recente passo de uma campanha, sem precedentes, do multimilionário republicano para imprimir a sua marca pessoal nas instituições nacionais. As moedas foram cunhadas para assinalar o 250.º aniversário da fundação dos Estados Unidos, celebrado no corrente ano.

Um rolo com 25 moedas de 1 dólar encontrava-se disponível para venda por 61 dólares, um agravamento de 144% em relação ao seu valor facial, ao passo que um saco contendo 100 moedas custava 154,50 dólares.

 Quando o Departamento do Tesouro anunciou o plano, não se afigura claro se as peças teriam valor monetário ou se seriam de caráter puramente comemorativo; contudo, a Casa da Moeda dos EUA afirmou,  que as moedas se encontram, efectivamente, em circulação.

A decisão de colocar a efígie de Trump numa moeda com curso legal contraria a lei federal que proíbe que qualquer Presidente vivo surja na numismática americana. 

Ao longo do seu segundo mandato, Trump tem desafiado agressivamente precedentes e contestações judiciais na sua tentativa de reformular as instituições americanas, tendo, entre outras medidas, atribuído o seu nome ao Kennedy Center for the Arts e ordenado a demolição da Ala Leste da Casa Branca para dar lugar a um novo salão de baile.

A nova moeda ostenta o rosto de Trump numa das faces, acompanhado pelas palavras “Liberdade” e “Em Deus Confiamos”. 

Exibe ainda as datas 1776-2026, assinalando os 250 anos da independência dos Estados Unidos. O reverso da moeda apresenta uma versão do selo presidencial, representando uma águia que segura setas e um ramo de oliveira, sobreposta por um escudo com a inscrição “250”.

Esta iniciativa surge na sequência de outros esforços da administração Trump para estampar o seu nome e rosto na moeda americana. Em Maio, o Secretário do Tesouro, Scott Bessent, revelou que o seu departamento estudava um plano para emitir uma nova nota de 250 dólares com a efígie de Trump. 

Bessent admitiu, na altura, que tal medida exigiria que o Congresso alterasse a legislação vigente, que proíbe que figuras vivas apareçam nas notas de banco.

O Departamento do Tesouro dos EUA não respondeu, até ao momento, a um pedido de esclarecimento sobre se a nova moeda de 1 dólar viola a referida lei. Em Março, o Tesouro anunciou que as notas de papel dos EUA passariam a exibir a assinatura de Trump  mais uma estreia para um Presidente americano em exercício. 

Cinco congoleses, incluindo duas crianças, terão ficado feridos durante confrontos entre manifestantes anti-imigração e estrangeiros em Durban. A Polícia deteve um estrangeiro acusado de ferir um agente.

Uma manifestação contra a presença de imigrantes sem documentos terminou em confrontos, na quinta-feira, na cidade portuária de Durban, na África do Sul, onde se registam, há várias semanas, protestos contra a imigração irregular.

Segundo a Polícia sul-africana, cerca de 100 manifestantes pertencentes a um grupo anti-imigração participaram numa operação que classificaram como uma “campanha de limpeza”, visando um acampamento onde se encontram centenas de estrangeiros, instalado em frente a um edifício governamental.

Durante os confrontos, pedras foram lançadas pelos dois grupos. A Polícia afirmou que uma das pedras, atirada por um estrangeiro, atingiu um agente, tendo o suspeito sido detido. As autoridades não divulgaram a identidade do detido nem outros detalhes sobre o caso.

Um dos líderes da comunidade estrangeira, o bispo Raphael, natural da República Democrática do Congo (RDC), afirmou à AFP que cinco cidadãos congoleses, incluindo duas crianças, ficaram feridos durante os confrontos.

“A marcha de hoje foi muito violenta. Eles encontraram-nos aqui e atacaram imediatamente o nosso povo. Não estamos a cometer nenhum crime por estarmos aqui. Isto é injustificável”, declarou.

De acordo com o bispo, os manifestantes estavam munidos de paus e tentaram avançar contra o acampamento, enquanto a Polícia procurava impedir o confronto entre os dois grupos.

Raphael afirmou ainda que as forças policiais utilizaram granadas de efeito moral para dispersar os manifestantes, o que, segundo ele, terá contribuído para os ferimentos registados.

Muitos dos estrangeiros instalados no local afirmam ser refugiados da RDC e dizem ter procurado protecção na sequência de actos de hostilidade contra imigrantes sem documentos na África do Sul.

 

VIOLÊNCIA AUMENTA

 

Durban tornou-se, nas últimas semanas, um dos principais focos de manifestações contra a imigração irregular no país. A tensão aumentou depois de grupos radicais anti-imigração terem estabelecido o dia 30 de Junho como prazo para que os imigrantes sem documentos abandonassem a África do Sul.

A vaga de protestos e confrontos já provocou a morte de pelo menos quatro estrangeiros, segundo dados da Polícia sul-africana, embora alguns governos estrangeiros apontem para um número superior de vítimas.

Mais de 200 mil pessoas terão abandonado a África do Sul, de acordo com uma contagem da AFP baseada em dados divulgados por governos africanos que organizaram o repatriamento dos seus cidadãos.

As autoridades sul-africanas enfrentam agora o desafio de conter a violência e, simultaneamente, responder às preocupações relacionadas com a imigração irregular, num contexto marcado pelo aumento das tensões entre comunidades estrangeiras e sectores da população local.

 

Manifestantes exigem soluções para a crise humanitária e responsabilizam o Governo de Pedro Sánchez pela gestão da situação na fronteira com Marrocos. Dezenas de milhares de pessoas saíram, quarta-feira, às ruas de várias cidades espanholas para protestar contra a crise humanitária em Ceuta, território espanhol situado no norte de África, na sequência da entrada em massa de migrantes no final de Julho.

Os protestos, que tiveram maior expressão em Madrid, Barcelona, Valência e Sevilha, decorreram no mesmo dia em que Ceuta assinalava o seu feriado oficial anual, celebrado a 2 de Setembro. Este ano, porém, as celebrações foram ofuscadas pela crise fronteiriça, considerada uma das mais graves de que há memória no território.

Em Madrid, as autoridades estimaram em cerca de 50 mil o número de participantes. Após o fim da manifestação, foram ouvidos tiros e explosões, segundo um jornalista da Associated Press. O jornal espanhol El País avançou que a Polícia utilizou balas de borracha e gás lacrimogéneo para dispersar os manifestantes.

Com bandeiras espanholas nas mãos, os participantes entoaram palavras de ordem contra o Governo de Pedro Sánchez e contra a presença de migrantes em Ceuta. Entre as frases mais ouvidas estavam “Uma Ceuta unida jamais será derrotada”, “Sánchez para a prisão” e “Invasores, voltem para casa!”.

O ministro da Política Territorial, Ángel Víctor Torres, considerou que as manifestações tiveram uma forte componente política. Em declarações à Rádio Nacional Espanhola, afirmou que os protestos não tinham como principal objectivo demonstrar solidariedade com Ceuta e os seus habitantes, mas sim atacar o Governo central.

 

ENTRADA EM MASSA DE MIGRANTES

A crise fronteiriça agravou-se no final de Julho, quando cerca de 72 mil pessoas tentaram entrar em Ceuta, nadando, escalando ou lançando-se ao mar a partir do território marroquino. Pelo menos 90 pessoas morreram durante as tentativas de alcançar o território espanhol e, consequentemente, a Europa.

Grande parte dos migrantes regressou rapidamente a Marrocos ou foi conduzida de volta pelas autoridades. Contudo, segundo o Governo espanhol, cerca de cinco mil pessoas permanecem em Ceuta, entre as quais aproximadamente 1.200 menores.

As autoridades locais apresentam números superiores e alertam para a pressão exercida sobre os serviços e recursos da cidade, que possui cerca de 84 mil habitantes.

A chegada repentina de dezenas de milhares de pessoas provocou fortes reacções entre a população local. As autoridades de Ceuta acusam o Governo central de ter ignorado os sinais de alerta que antecederam a abertura da fronteira.

Continuam, entretanto, por esclarecer as causas exactas da travessia em massa. O Governo espanhol sustenta que o movimento terá sido impulsionado por uma campanha nas redes sociais que levou milhares de pessoas a dirigirem-se simultaneamente para a fronteira.

 

MADRID APONTA INFLUÊNCIA ESTRANGEIRA

A actuação de Marrocos também tem sido questionada em Espanha, com vários sectores a defenderem que as autoridades marroquinas poderiam ter feito mais para impedir a entrada massiva de migrantes.

O primeiro-ministro Pedro Sánchez tem, contudo, defendido a actuação das autoridades marroquinas, argumentando que estas intervieram rapidamente para facilitar o regresso da maioria dos migrantes.

Na segunda-feira, Sánchez afirmou, sem apresentar provas públicas, que outros países terão contribuído para ampliar a desinformação relacionada com a crise.

“Não há nenhuma informação de nenhum dos nossos serviços de inteligência que aponte para a participação de autoridades marroquinas”, declarou o chefe do Governo espanhol à rádio Cadena Ser.

Sánchez, que deverá enfrentar eleições no próximo ano, atribuiu a crise, em parte, a uma interpretação errada de uma decisão do Supremo Tribunal e à desinformação difundida nas redes sociais.

O primeiro-ministro acusou ainda contas nas redes sociais associadas à Rússia e a Israel, bem como grupos de direita, de terem explorado e amplificado a crise de Ceuta após os acontecimentos de 30 e 31 de Julho. As acusações foram rejeitadas tanto pela Rússia como por Israel.

A crise em Ceuta mantém-se, assim, como um dos principais desafios políticos e humanitários enfrentados pelo Governo espanhol, num contexto de crescente pressão sobre as autoridades locais e de forte tensão em torno da política migratória do país.

 

O antigo presidente do Senado de Madagáscar, Richard Ravalomanana, foi condenado, a 10 anos de trabalhos forçados, depois de ter sido considerado culpado de cumplicidade em homicídio pelo seu alegado envolvimento na repressão violenta de manifestações lideradas por jovens, em 2025.

General reformado e aliado do antigo Presidente Andry Rajoelina, Ravalomanana negou as acusações e anunciou que vai recorrer da sentença.

O Ministério Público acusou o antigo presidente do Senado de ter usado a sua influência na gendarmaria para ordenar às forças de segurança que recorressem à violência contra os manifestantes durante os protestos de Setembro e Outubro do ano passado.

As manifestações começaram devido à persistente escassez de água e energia eléctrica, mas rapidamente se transformaram num movimento mais amplo de contestação ao Governo de Rajoelina.

Segundo dados das Nações Unidas, citados pela imprensa local, pelo menos 22 pessoas morreram e mais de uma centena ficaram feridas durante os confrontos.

A onda de protestos contribuiu para desencadear uma crise política que culminou na destituição de Rajoelina e na instalação de uma nova administração, liderada pelo coronel Michael Randrianirina.

Ravalomanana foi afastado da presidência do Senado em Outubro, pouco depois das manifestações, e detido em Dezembro, por não ter comparecido a uma convocatória da Polícia. Desde então, encontrava-se em prisão preventiva numa cadeia de alta segurança nos arredores da capital, onde permaneceu durante cerca de sete meses.

Durante o julgamento, os procuradores sustentaram que Ravalomanana utilizou a sua influência junto da gendarmaria, responsável pela resposta de segurança às manifestações, para ordenar operações violentas contra os protestantes.

A defesa rejeitou as acusações, alegando que não foram apresentadas provas de que o antigo dirigente tivesse dado ordens a polícias, gendarmes ou militares para recorrerem à força. Um antigo chefe da Polícia Nacional, ouvido como testemunha, afirmou igualmente que Ravalomanana não integrava a cadeia de comando operacional durante os distúrbios.

O advogado de defesa questionou a existência de qualquer ordem, escrita ou verbal, que estabelecesse uma ligação directa entre o seu constituinte e os actos de violência.

O tribunal rejeitou, entretanto, uma acusação autónoma de ameaça de morte, considerando que a denúncia era antiga demais para poder ser julgada.

Richard Ravalomanana é ainda alvo de uma investigação separada por alegados actos de corrupção. O antigo presidente do Senado está entre vários altos funcionários ligados ao anterior Governo de Rajoelina que enfrentam processos judiciais na sequência da mudança de poder em Madagáscar.

O Presidente chinês, Xi Jinping, chegou terça-feira ao Egipto para a sua primeira visita ao país desde 2016, numa altura em que Cairo e Pequim celebram 70 anos de relações diplomáticas e procuram aprofundar a cooperação em novas áreas.

A visita ocorre num momento de crescente aproximação entre os dois países, cuja parceria deixou de estar centrada apenas no comércio e nas grandes infra-estruturas, passando a abranger sectores como tecnologia, defesa e cooperação estratégica, com implicações para a região.

Desde a última deslocação de Xi Jinping ao Cairo, vários dos grandes projectos financiados ou executados com participação chinesa passaram a integrar a paisagem egípcia.

Entre os principais exemplos está o distrito central de negócios da Nova Capital Administrativa do Egipto, cuja construção contou com a participação da China State Construction Engineering Corporation. O complexo é constituído por 20 arranha-céus e inclui a Iconic Tower, com 385,8 metros de altura, considerada o edifício mais alto de África.

A cooperação entre os dois países também se estendeu aos transportes. Um sistema de metro ligeiro, construído com participação chinesa, liga a periferia oriental do Cairo aos novos centros urbanos.

Perto do Canal do Suez, a zona industrial China-Egipto acolhe actualmente mais de 200 empresas. Dados chineses indicam que o empreendimento já permitiu criar mais de 10 mil empregos directos, enquanto os meios de comunicação chineses estimam o investimento total em mais de 4,7 mil milhões de dólares, equivalentes a cerca de 4,05 mil milhões de euros.

Agora, Pequim e Cairo procuram alargar ainda mais a cooperação económica e estratégica.

A inteligência artificial, a produção avançada e a transferência de tecnologia assumem um peso crescente na agenda bilateral. Paralelamente, a área da defesa ganha também destaque, com aviões de combate chineses e egípcios a participarem em exercícios conjuntos, estando em curso o segundo exercício aéreo combinado entre os dois países.

Pequim define a relação com o Cairo como uma “parceria estratégica abrangente”, sinalizando a intenção de aprofundar a presença chinesa no Egipto e de reforçar a cooperação num contexto de crescente importância estratégica do país no Médio Oriente e em África.

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