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O País – A verdade como notícia

O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou, ontem, a saída do país do Acordo de Paris, relativo às alterações climáticas, escreve a imprensa internacional. A decisão já era esperada, pois, a Casa Branca já teria informado aos membros do Congresso desta decisão do Presidente norte-americano.

Donald Trump começou por dizer numa conferência de imprensa no jardim da Casa Branca que está a cumprir uma a uma todas as promessas que fez aos americanos durante sua campanha eleitoral. De seguida deixou críticas ao Acordo assinado em Paris. Trump também não poupou nas críticas aos países que assinaram o Acordo e que na sua opinião queriam penalizar os Estados Unidos.

" O Acordo não tem tanto a ver com o ambiente, mas sim com outros países ganharem um vantagem económica sobre os Estados Unidos, o que colocaria o nosso país numa situação economicamente muito desvantajosa, disse Trump.

Apesar da renúncia ao Acordo o Presidente norte-americano não fechou a porta a possibilidades de renegociação sobre Acordo de Paris.

"Vamos sair mas começaremos a negociar. E vamos ver se conseguimos negociar um acordo melhor, se conseguirmos excelente. Se não conseguirmos, tudo bem na mesma", esclareceu Trump.

A posição de Trump sobre o aquecimento global e as alterações climáticas já era conhecida e o Presidente norte-americano até admite que o aquecimento global não passa de uma “invenção” por parte da China.

As reacções não tardaram. Vários líderes mundiais começaram a manifestar sua preocupação com a decisão de Trump tendo considerado o acto como um atentado ao meio ambiente. Por outro lado, movimentos ambientalistas e amigos do ambiente tem realizado protestos contra a decisão de Trump de não assinar o acordo de país que visa regular emissão de poluente sobretudo entre os países mais industrializados do mundo.

O Presidente americano, Donald Trump vai anunciar, hoje, se os Estados Unidos da América (EUA) se comprometem com o planeta ou se rejeitam o Acordo de Paris contra as alterações climáticas, escreve o Euronews.

Fonte próxima do processo antecipou quarta-feira a alegada preparação da Casa Branca para se retirar do tratado ecológico assinado por Barack Obama.

Numa publicação de ontem à noite, no Twitter, Trump prometeu para as 15:00 horas, na Casa Branca (21:00 em Moçambique) a nova posição dos EUA perante o acordo celebrado em Dezembro de 2015 por mais de 190 países e já ractificado por mais de 140, incluindo pelo ex-presidente norte-americano Barack Obama.

Perante o eventual recuo dos Estados Unidos, a União Europeia lembrou que, à luz do texto do acordo, a saída dos EUA terá de passar por uma negociação que poderá demorar dois a três anos.

Os EUA são actualmente o maior poluidor do planeta, com a China não muito longe, mas o governo de Pequim está alinhado com o Acordo de Paris e já se comprometeu com um forte investimento nas energias renováveis.

Já, Washington, e sobretudo Donald Trump, tem vindo a levantar os bloqueios aos combustíveis fósseis sob a justificação da criação de empregos.

A agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) disse ter solicitado à polícia queniana uma investigação a três funcionários seus por alegada fraude, ameaças, intimidação contra refugiados e outro pessoal num campo localizado no noroeste deste país do Este africano.

De acordo com a AIM, o Alto-comissário da ONU para os Refugiados, Babar Baloch, disse que a medida, que até agora levou a uma detenção, segue-se a uma investigação interna lançada depois de alegações de prevaricações envolvendo aqueles três funcionários e mais dois no campo de refugiados de Kakuma, entre Abril de 2016 e Janeiro de 2017.

Baloch disse que aqueles funcionários pediam, alegadamente, aos refugiados entre 500 e 2.500 dólares americanos para prestação de vários serviços que deviam ser gratuitos, ameaçavam outros funcionários e intimidavam os ocupantes do campo.

As revelações sobre actividades ilegais por parte de funcionários do campo são pouco comuns da parte daquela agência, baseada em Genebra. O organismo refere em comunicado que em resposta a estas alegações lançou uma revista à gestão do campo, uma “campanha de informação”, não especificada, e esforços para “aprofundar uma sensibilização anti-fraude e medidas de prevenção.

 

O atentado ocorrido, hoje, com um camião armadilhado numa zona de alta segurança de Cabul, matou pelo menos 80 pessoas e feriu mais de 300. O sinistro é considerado um dos mais mortíferos no Afeganistão nos últimos anos, de acordo com a Lusa.

O atentado ocorreu perto do Palácio Presidencial e onde se encontram várias embaixadas e edifícios governamentais, segundo o ministério de Saúde Pública afegão. As embaixadas de França e da Alemanha sofreram "danos materiais" com o atentado, informou a ministra dos Assuntos Europeus francesa, Marielle de Sarnez.

A seguir, os principais atentados na última década no Afeganistão:

7 de Fevereiro de 2017 — 21 mortos e mais de 40 feridos num atentado realizado no parque de estacionamento do Supremo Tribunal afegão em Cabul.

10 de Janeiro de 2017 — 30 mortos e 80 feridos num duplo atentado suicida na proximidade do parlamento afegão em Cabul.

21 de Novembro de 2016 — 32 mortos e 85 feridos num ataque de um suicida a um templo da minoria xiita em Cabul.

23 de Julho de 2016 — 80 mortos e 231 feridos num ataque suicida em Cabul contra uma manifestação da minoria étnica hazara (de origem mongol e maioritariamente xiita), reivindicado pelo grupo extremista Estado Islâmico (de linha sunita).

30 de Junho de 2016 — pelo menos 38 mortos e 40 feridos, na sua maioria cadetes, num duplo atentado suicida em Cabul reivindicado pelos talibãs.

16 de Abril de 2016 — 64 mortos e 347 feridos em Cabul devido à explosão de um camião bomba perto da sede de um destacamento encarregado da segurança de altos oficiais do exército e de governantes.

15 de Julho de 2014 — 42 mortos e 67 feridos num atentado suicida num mercado na província de Paktika (sudeste).

6 de Dezembro de 2011 — 62 mortos e 135 feridos num ataque suicida contra a minoria xiita no santuário de Abul Fazl em Cabul.

9 de Junho de 2010 — 40 mortos e 74 feridos num ataque suicida num casamento na província de Kandahar.

25 Agosto de 2009 — 43 pessoas morreram e 65 ficaram feridas num atentado com um carro armadilhado perto de um hotel na cidade de Kandahar.

7 de Julho de 2008 — 58 mortos e uma centena de feridos num atentado suicida com um carro armadilhado à porta da embaixada da Índia em Cabul.

17 de Fevereiro de 2008 — mais de 100 mortos e várias dezenas de feridos num atentado suicida em Kandahar (sul) durante uma competição canina.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quer retirar os Estados Unidos do acordo climático de Paris, escreve a Lusa.

A decisão foi avançada pela cadeia de televisão Fox e pelo portal de notícias Axios.

Ambos meios, que citam fontes anónimas, mas próximas de Trump, não detalham quando o Presidente irá fazer o anúncio oficial.

Donald Trump tinha antecipado que tomaria dentro de dias a decisão "final" sobre se os Estados Unidos devem continuar a fazer parte do Acordo de Paris, numa mensagem que colocou na rede social Twitter enquanto participava na cimeira de líderes do G7 na cidade italiana de Taormina (Sicília), no final da semana passada.

Durante a campanha eleitoral, Trump criticou o Acordo de Paris e questionou as mudanças climáticas, um fenómeno que descreveu como "invenção" dos chineses, e já como Presidente decidiu iniciar um processo para verificar se os EUA deviam continuar como parte daquele o acordo.

Apesar da pressão do Presidente francês, Emmanuel Macron, e da chanceler alemã, Angela Merkel, a declaração final da cimeira do G7 reconheceu que os Estados Unidos "não estão em condições de chegar a um consenso" sobre a luta contra as alterações climáticas.

Nessa declaração, os membros do G7, com excepção dos EUA, reiteraram o compromisso em aplicar rapidamente o acordo de Paris, adoptado em Dezembro de 2015 por 195 países, incluindo Moçambique.

No final da reunião, a chanceler alemão criticou a posição de Washington dizendo: "Aqui está uma situação em que somos seis, sete se incluirmos a União Europeia, contra um (…) Isto significa que não há sinal até agora de que os Estados Unidos continuem ou não no Acordo de Paris".

 

Mike Dubke, o Director de Comunicação da Casa Branca, escolhido pelo presidente norte-americano Donald Trump, demitiu-se, cerca de três meses depois de ser nomeado para o cargo, avança a BBC.
De acordo com declarações feitas à Fox News, Mike Dubke confirma que entregou a sua carta de demissão.

Reconhecido estratega republicano, Dubke apresentou a renúncia a 18 de Maio, mas optou por permanecer em funções até ao final da primeira viagem ao estrangeiro do Presidente Trump, segundo referiu o diário Washington Post.

Trump regressou no passado sábado a Washington num momento de particular agitação na investigação desencadeada pelo Congresso e o FBI para determinar se os serviços de informações russos influíram no resultado das eleições presidenciais norte-americanas de 2016, e se existiu coordenação com a campanha de Trump.

A Casa Branca ainda não anunciou oficialmente a renúncia de Dubke nem qual será o seu último dia em funções, apesar de diversos ‘media’ locais sugerirem que poderá despedir-se ainda amanhã dos seus colegas e dos jornalistas com quem trabalhou nos últimos meses.

Dubke trabalhou estreitamente com o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, o rosto público do Governo e o maior alvo das críticas nas últimas semanas, pela sua abrupta comunicação com os jornalistas acreditados na Casa Branca.

Nos últimos dias, Trump estava a avaliar a possibilidade de reformular a sua equipa de comunicações e muitos esperavam que Spicer fosse a pessoa despedida.

No entanto, a renúncia de Dubke pode ser uma das primeiras alterações na estratégica comunicativa da Casa Branca, que também admite reduzir o número de conferências de imprensa.

Dubke, que assumiu o cargo em 6 de Março, teve de lidar com numerosas polémicas, como o despedimento do ex-diretor do FBI, James Comey, que dirigia a investigação desta agência sobre os laços com a Rússia e a campanha presidencial de Trump.

A equipa de imprensa da Casa Branca teve grandes dificuldades em explicar o despedimento de Comey e forneceu diversas versões sobre os acontecimentos, originando numerosas críticas.

 

O Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, encontra-se em Espanha por razões de saúde. A informação foi adiantada, hoje, pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Georges Chikoti, numa entrevista à rádio francesa RFI, de acordo com o Notícias ao Minuto.

Porém, o governante angolano fez questão de afastar rumores sobre problemas de saúde mais graves, acrescentando que José Eduardo dos Santos costuma ser avaliado na Espanha e que, como tal, "é perfeitamente normal" encontrar-se naquele país por razões de saúde.

Recorde-se que a especulação em torno do estado de saúde do Presidente angolano aumentou nas últimas semanas, algo que terá sido precipitado pelo adiar do regresso de José Eduardo dos Santos à Luanda.

Em Luanda tem-se evitado abordar o assunto publicamente. Uma das excepções ocorreu há cerca de duas semanas quando Isabel dos Santos abordou o caso, no Instagram, com a publicação de um desenho onde se lia "notícias falsas".

Park chegou logo de manhã ao Tribunal do Distrito de Seul escoltada por um forte grupo de guardas. Trata-se da primeira vez que Park aparece em público desde que foi colocada em prisão preventiva em 31 de Março.

A antiga Presidente da Coreia do Sul, que responde por 18 acusações, incluindo corrupção, abuso de poder, extorsão e revelação de segredos de Estado, enfrenta uma pena que pode ir de dez anos a prisão perpétua caso seja condenada.

Nas duas sessões preparatórias prévias ao julgamento, às quais Park optou por não assistir, os seus advogados negaram todas as acusações que lhe são imputadas.

O Ministério Público considerou provado que Park criou uma rede através da qual pediu e obteve subornos de pelo menos em três empresas com destaque para a multinacional Samsung.

Park, que chegou algemada e evitou o contacto visual à chegada ao tribunal, perdeu a imunidade em 10 de Março, após o Tribunal Constitucional ratificar a destituição, aprovada pelo parlamento, controlado pela oposição, em Dezembro último.

Foi a primeira chefe de Estado a ser destituída desde que a Coreia do Sul voltou a realizar eleições democráticas, o que, por conseguinte, levou à convocatória de presidenciais antecipadas também pela primeira vez desde 1987.

Park, de 65 anos, que foi a primeira mulher a assumir a presidência na Coreia do Sul, é a terceira antiga chefe de Estado a ser julgada por corrupção depois de Chun Doo-Hwan e Roh Tae-Woo, condenados na década de 1990.

 

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu, ontem, em Riad, aos muçulmanos para que unam na luta contra o terrorismo, escreve a VOA.
Trump discursou perante dezenas de líderes árabes e muçulmanos num encontro regional centrado no combate ao extremismo, na capital da Arábia Saudita.

Nesta sua primeira viagem ao exterior como presidente, Trump disse que os Estados Unidos querem uma coligação de nações "que compartilham o objectivo de erradicar o extremismo", o que descreveu como "uma batalha entre o bem e o mal.

"Esta não é uma batalha entre diferentes crenças, diferentes seitas ou civilizações diferentes", disse.

Trump sublinhou que "é uma batalha entre criminosos bárbaros que procuram eliminar a vida humana, e as pessoas decentes de todas as religiões que procuram protegê-la".

Recorde-se que Donald Trump pediu ao seu governo, no início do ano, um decreto para “proibir” a entrada de cidadãos de alguns países muçulmanos nos Estados Unidos da América, alegando que a medida visava proteger o país de ataques terroristas

Ainda no âmbito da sua visita internacional, o Presidente dos Estados Unidos foi recebido, hoje, em Israel.

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