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O País – A verdade como notícia

O Serviço de Ambulâncias de Londres divulgou que 74 pessoas estão a receber cuidados médicos, 20 das quais estão em estado crítico, após ficarem feridas no incêndio que atingiu a Torre Grenfell, no oeste de Londres, avança a imprensa britânica.

Paul Woodrow, o chefe de operações, disse que 20 desses pacientes estão em estado crítico, referindo que as vítimas estavam a ser tratadas de uma série de lesões e inalação de fumaça.

A polícia disse que seis pessoas morreram no incêndio, que começou na madrugada desta quarta-feira na Grenfell Tower, zona próxima de Notting Hill. Entretanto, estima-se que o número de mortes possa aumentar.

Informações preliminares davam conta de que o edifício era de 27 andares, mas neste momento avança-se 24. O edifício tem 120 habitações onde se estima que moram cerca de 500 pessoas, muitas delas jovens famílias.

A polícia de Londres confirmou que há pelo menos 12 vítimas mortais no incêndio que deflagrou, esta madrugada, num prédio de 24 andares da capital britânica, acrescentando que o número deverá aumentar. "É muito, muito difícil dizer um número de pessoas desaparecidas", disse o comandante Stuart Cundy, citado pelo Diário de Notícias.

"O número deve subir durante aquela que será uma complexa operação de recuperação que irá prolongar-se por vários dias. Muitas outras pessoas estão a receber assistência hospitalar", tinha dito Cundy anteriormente, quando confirmou a existência de seis mortos.

Um cordão de segurança mantém-se na área e muitos dos residentes nas imediações da Grenfell Tower foram retirados do local, por precaução. Os bombeiros continuam a combater as chamas e a segurança estrutural do edifício está a ser monitorizada para avaliar se existe risco de colapso do prédio.

Sob o lema “Associação G20 África-Investindo num futuro comum”, a chanceler alemã reúne, ao longo de dois dias, em Berlim, vários líderes africanos. Esta segunda-feira, Angela Merkel reforçou a importância de alianças que permitam impulsionar o investimento privado, o crescimento económico e assim reduzir os fluxos migratórios para a Europa.

Para a chanceler, é preciso ir mais além das tradicionais ajudas ao desenvolvimento.

“Se a falta de esperança é tão grande em África está claro que haverá jovens que acreditarão que devem procurar uma vida nova em outra parte do mundo. Se trabalharmos juntos para ajudar os vossos países também criamos mais segurança e podemos colocar um ponto final na actividade de pessoas que se aproveitam para lucrar de maneira ilegal com o destino dos outros”, disse Merkel aos líderes africanos.

Nesta linha, a chanceler desafiou as 20 economias mais industrializadas a ter maior abertura na transferência de investimentos para os países africanos como parte do pacote de ajuda.

A conferência G20 África junta líderes africanos, banqueiros e investidores ocidentais.  

 

Os funcionários da sede da BBC, em Londres, foram evacuados devido a um alerta de incêndio, escreve o Daily Star.

Várias pessoas publicavam fotos do edifício no Twitter e uma escreveu: "A Broadcasting House foi evacuada devido a um alerta de incêndio".

Um porta-voz da BBC confirmou ao Daily Star que o alerta era um alarme falso. "Todos voltaram para o prédio", acrescentou.

 

O ataque ocorreu na prisão de Kangwayi, localizada na cidade de Beni, no Norte de Congo, tendo a troca de tiros entre assaltantes e elementos das forças de segurança provocado 11 mortos.

Na prisão ficaram apenas 30 reclusos que não optaram em fugir, tendo outros 966 escapado.
    
Segundo o governador de Beni, Julien Paluku, a troca de tiros estendeu-se igualmente à cidade vizinha de Butembo durante a perseguição que a polícia efectuou aos reclusos em fuga.

Vários ataques têm sido registados sobretudo nas províncias da zona Norte do Congo. Desde outubro de 2014, por exemplo, que várias centenas de pessoas foram mortas na província de Kivu do Norte, em diversos ataques atribuídos às Forças Democráticas Aliadas, uma rebelião muçulmana do Uganda. Dezenas de alegados membros da rebelião estavam detidos na prisão de Kangwayi.

O ataque à cadeia aconteceu um dia depois de um outro, a uma esquadra de polícia de Kinshasa, capital de Congo, que causou a morte de uma agente e quatro feridos graves.

Ataques contra prisões e fugas de reclusos têm-se sucedido há três semanas.

 

O anúncio foi feito depois de um conselho Executivo extraordinário no Palácio da Generalitat, na sede do governo catalão, junto do vice-presidente do Executivo, o republicano Oriol Junqueras.
Na sua intervenção, Junqueras criticou o governo espanhol por "negar, de forma reiterada, que os cidadãos da Catalunha exerçam o seu direito fundamental de voto".

Segundo o El Mundo, com este anúncio, o presidente catalão coloca em marcha o referendo unilateral, uma vez que o Governo central recusa qualquer negociação.

Os partidos separatistas têm uma maioria de deputados no parlamento regional desde setembro de 2015, o que lhes deu a força necessária, em 2016, para declarar que iriam organizar este ano um referendo sobre a independência da Catalunha, mesmo sem o acordo de Madrid.
O conflito entre Madrid e a região mais rica de Espanha, com cerca de 7,5 milhões de habitantes, uma língua e culturas próprias, arrasta-se há várias décadas, mas tem vindo a subir de tom nos últimos anos.

O movimento independentista ganhou uma nova intensidade a partir de 2010, quando o Tribunal Constitucional anulou o Estatuto da Catalunha, que desde 2006 conferia à região muitas competências e o título de "Nação".

O Governo espanhol liderado por Mariano Rajoy admitiu que a "questão catalã" é o maior desafio que Espanha enfrenta em 2017, mas espera que a retoma económica, o aumento dos investimentos em infra-estruturas locais e o aumento do diálogo com a região irão permitir normalizar a situação.

O Tribunal Constitucional (TC) espanhol já tinha em fevereiro último anular a convocatória da realização de um referendo sobre a independência da Catalunha e denunciar junto do Ministério Público a presidente do parlamento regional, por desobediência.

A decisão foi tomada a pedido do Governo de Madrid para suspender de forma cautelar as resoluções aprovadas pelo Parlamento regional que abriam a possibilidade de realização de um referendo.

Na altura, o Governo espanhol defendeu que o parlamento da Catalunha desobedeceu a sentenças já proferidas pelo TC ao aprovar uma resolução em outubro do ano passado sobre o referendo e o processo constituinte.

 

 

O Presidente de França, Emmanuel Macron, oficializou hoje a criação de uma nova unidade nacional Contra-Terrorismo francesa, para melhorar a partilha de informação e elaborar novas estratégias de segurança, escreve a Lusa.

O Centro foi formalmente apresentado no decorrer de uma reunião do Conselho de Defesa, no Palácio do Eliseu, e na presença dos membros do governo francês e de responsáveis de topo da segurança nacional francesa.

O anúncio surge um dia depois de um polícia ter sido atacado por um jihadista em frente à Catedral de Notre Dame, em Paris.

A nova unidade, que integra 20 pessoas, vai supervisionar e coordenar os esforços da luta contra o terrorismo em território francês e ficará instalada no Palácio do Eliseu.

O Centro vai operar 24/24 horas e responderá directamente ao Presidente Macron, agindo às suas ordens.

Entretanto, analistas das questões de segurança têm vindo a criticar a falta de coordenação entre os serviços secretos internos e externos de França.

Um alto responsável da Presidência francesa revelou que a nova unidade vai formular estratégias para combater a radicalização pela Internet e a difusão 'online' de instruções sobre como realizar um ataque.

Também vai focar-se no tema dos cidadãos franceses que se juntaram ao grupo extremista Estado Islâmico na Síria e no Iraque e que, posteriormente, tentaram regressar ao território francês.

A criação do novo Centro Nacional Contra-Terrorismo foi uma promessa de campanha de Macron. A unidade vai ser liderada por Pierre de Bousquet de Florian, antigo chefe da agência francesa de contraespionagem.

A 21 de Junho serão nomeados novos chefes para os serviços de informações externo e interno.

O Governo francês também vai requerer ao parlamento um prolongamento do estado de emergência em França que deveria terminar a 15 de junho, até 01 de Novembro.

Trata-se do sexto prolongamento do estado de emergência, que confere poderes excecionais à polícia, desde os ataques terroristas de Novembro de 2015.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retoma, hoje, julgamento que pede cassação da chapa Dilma-Temer (lista oficial de candidatos a cargos electivos), sob acusação de abuso de poder político e económico nas eleições de 2014.

Independentemente do inquérito sobre a delação do empresário da JBS, no caso Lava Jato, o mandato de Michel Temer pode ser encerrado pela Justiça Eleitoral.

São quatro acções que pedem a cassação da chapa Dilma-Temer por abuso de poder político e económico nas eleições de 2014.Um julgamento para ficar na história, escreve o Globo. No banco dos réus, a chapa vencedora da eleição presidencial.

Os sete ministros vão julgar se, de facto, os candidatos foram eleitos graças a um esquema bilionário de financiamento de campanha por meio de propina. E se ganharam a eleição porque não jogaram limpo, lesando a democracia, como está na acusação apresentada pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) logo após a eleição, em dezembro de 2014.

O partido também acusa Dilma e Temer de uso abusivo da cadeia de rádio e TV e de uso indevido de pesquisas feitas por órgãos públicos. A punição prevista nesse tipo de acção é a perda do mandato e o impedimento de se candidatar por oito anos.

Como Dilma Rousseff já não é mais presidente desde que o mandato dela foi cassado no processo de impeachment de 2016, em caso de condenação na ação no TSE, ela poderá, no máximo, perder os direitos políticos, que foram mantidos pelos parlamentares. Sendo assim, quem mais tem a perder é Michel Temer, que fica sem o mandato em caso de condenação.

A defesa do Presidente argumenta que ele não pode ser punido porque não era responsável pela captação de recursos na campanha. Por isso, os advogados esperam que as condutas de Temer e de Dilma sejam separadas, que Temer preserve a cadeira da Presidência da República, e não fique inelegível.

O Ministério Público já opinou em parecer enviado ao TSE pela cassação da chapa. O procurador Nicolao Dino afirma que a separação é inviável. Para o procurador, é incabível a cassação de um sem que tal medida também atinja o outro, vice na mesma chapa.

O Ministério Público sugere que Dilma se torne inelegível e que Temer perca o cargo. O procurador afirma que não existem elementos nos autos que liguem Temer ao financiamento ilícito da chapa, e que sem responsabilidade pessoal ele não poder ficar inelegível. Mas que ele foi beneficiado por uma campanha financiada ilicitamente, então deveria perder o mandato, já que a lei prevê que a cassação quando o candidato foi “diretamente beneficiado pela interferência do poder económico ou pelo desvio ou abuso do poder de autoridade”.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu ao Tribunal Supremo para autorizar a sua ordem executiva de banimento da entrada nos Estados Unidos de indivíduos de seis países maioria muçulmana, escreve a Voz da América.

O Presidente e a sua administração insistiram que a ordem executiva que pretende restringir viagens aso Estados Unidos não era um banimento, mas Trump escreveu hoje no Twitter que é.

“As pessoas, advogados e tribunais podem chamar como quiserem, mas eu chamo tal como devemos fazer e pelo que é, Banimento de Viagens,” escreveu Trump no Twitter.

Minutos depois, Trump escreveu: “O Departamento de Justiça deveria ter considerado o banimento de viagens inicial, não a versão politicamente correcta e diluída que submeteu ao Tribunal Supremo”.

Para Trump, "o Departamento de Justiça deve pedir uma audiência acelerada do banimento de viagens junto ao Tribunal Supremo e trabalhar numa uma versão mais rígida".

Os países visados pela ordem são Iraque, Síria, Irão, Sudão, Líbia, Somália e Iémen

Trump volta a reconsiderar a interdição da entrada de cidadãos destes países aos Estados Unidos após sucessivos ataques terroristas na Europa, o último dos quais registados, sábado último, na Inglaterra, causando a morte de sete pessoas e 48 feridos.

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