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O País – A verdade como notícia

Um avião Canadair de combate aos incêndios, que operava no fogo de Pedrógão Grande, Portugal, caiu hoje à tarde, segundo fonte da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), citada pela agência Lusa.

O Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) indicou que foi informado da queda da aeronave na zona de Pedrógão Grande, durante esta tarde, acrescentado que uma equipa deste organismo vai deslocar-se para o local para, em conjunto com a Proteção Civil, proceder às operações.

O avião despenhou-se na zona de Ouzenda, Pedrógão Grande, e não é nenhum dos dois Canadair contratados por Portugal, segundo a fonte da ANPC.

 

O incêndio que destruiu por completo a Grenfell Tower, em Londres, tirou a vida a 79 pessoas, de acordo com o mais recente balanço feito, na manhã de hoje, pelo comandante da Scotland Yard, citado pelo Notícias ao Minuto.

Este balanço aumenta em 11 o número de vítimas mortais resultantes do incêndio que deflagrou, na madrugada da última quinta-feira, na capital britânica. Volvidos quatro dias, ainda só foram identificadas cinco das vítimas do incidente.

As autoridades dizem estar a ter dificuldades em identificar as vítimas porque são necessários os seus registos dentários, sendo que muitas vítimas não são britânicas.

O presidente da Liga dos Bombeiros, Jaime Marta Soares, acaba de confirmar que há mais uma morte confirmada no incêndio de Pedrógão Grande, em Portugal, escreve o Notícias ao Minuto.

Trata-se de um bombeiro que “de forma voluntária, mas não negligenciada, tentou salvar a vida dos outros”, refere o responsável da liga.

A vítima mortal era um homem de 40 anos, casado e com um filho. Com essa morte, o número sobe para 63.

O incêndio que deflagrou no sábado em Pedrógão Grande causou até ao momento mais de 100 feridos, alguns dos quais ainda em estado crítico.

Um balanço dá conta de 62 vítimas mortais no incêndio de Pedrógão Grande, avança o secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, de acordo com Mundo ao Minuto.

O incêndio deflagrou na tarde de ontem, no qual famílias inteiras foram encontradas mortas, carbonizadas, dentro dos carros onde tentaram fugir ao fogo.

Este é o incêndio mais mortífero das últimas décadas em Portugal e o Governo já anunciou que serão decretados três dias de luto nacional.
Há ainda a registar mais de 50 feridos, incluindo bombeiros, e haverá muitas casas ardidas. Fonte da GNR descreveu ao Notícias ao Minuto um cenário marcado por aldeias que foram totalmente queimadas.
O incêndio mantinha esta manhã quatro frentes activas, duas das quais com extrema violência. Um cenário dantesco, filmado por quem fugia do local e fotografado pelos fotojornalistas da Reuters.

A maior parte das aldeias de Figueiró dos Vinhos está cercada pelas chamas e os habitantes estão a ser encaminhados para "zonas seguras" na sede do concelho.

Dezenas de pessoas que fugiram das suas casas sob ameaça das chamas foram acolhidas por populares na freguesia de Avelar, em Ansião, onde está em curso uma operação logística com alimentação e alojamento.

O presidente da Câmara de Castanheira de Pera, Fernando Lopes um dos concelhos do distrito de Leiria afectados pelo incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande, descreveu a situação que se vive como "caótica" e "catastrófica".

As operações já mobilizam 687 operacionais, 224 viaturas e três máquinas de rasto. Foram ainda accionados meios aéreos de Espanha e França, que se disponibilizaram a apoiar Portugal.

Está ainda no local uma equipa de desastres de massa do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses (INMLCF) e várias equipas da Polícia Judiciária. Caberá a estes operacionais analisar o local identificar as vítimas.

Tudo aponta que as chamas tenham começado devido às trovoadas secas registadas na zona no início da tarde de sábado, fenómeno que esta tarde promete voltar a repetir-se.

O director nacional da Polícia Judiciária confirma esta tese e afasta qualquer indício de origem criminosa. Diz que foi encontrada a árvore onde tudo terá começado, atingida por um raio.

 

O número de mortos resultantes do incêndio da torre Grenfell, em Londres, volta novamente a ser revisto em alta pelas autoridades, que dão agora conta de pelo menos 30 vítimas mortais, escreve o Notícias ao Minuto.

Ainda durante o mesmo briefing feito pela polícia de Londres à comunicação social, as autoridades admitiram que "já não esperam encontrar sobreviventes" deste episódio.

É de referir que, já ontem, este número tinha sido revisto em alta, passando de 12 para 17 mortos.

A este total, juntam-se ainda 70 feridos, dos quais 13 estão em estado crítico.

Também hoje foi divulgada uma recolha feita pela imprensa britânica e que aponta para, pelo menos, o desaparecimento de 65 pessoas que estariam no prédio aquando do deflagrar das chamas.

O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou, hoje, que cancelará o acordo entre os Estados Unidos e Cuba, assinado por Barack Obama em 2014, informa G1.

"Eu estou cancelando o acordo completamente unilateral da última administração [Obama] assinado com Cuba", afirmou Trump em um comício realizado em Little Havana, na cidade de Miami, tradicional polo de exilados cubanos nos Estados Unidos.

Trump anunciou que reforçará o embargo contra a ilha e que seu governo adoptará novas restrições a viagens de americanos para Cuba e a proibição para empresas norte-americanas de fazer negócios com empresas cubanas controladas pelas Forças Armadas do país latino-americano.

O presidente denunciou o que chamou de "natureza brutal" do regime de Raúl Castro em Cuba. "Em breve alcançaremos uma Cuba livre", afirmou o presidente.

Em seu discurso, realizado no Manuel Artime Theater, que leva o nome de uma das brigadas da fracassada invasão da Baía dos Porcos, em 1961, Trump explicou como pretende rever a política de normalização relações com a ilha iniciada por seu antecessor.

 

No balanço feito esta manhã à comunicação social, os bombeiros adiantaram que há mais cinco vítimas mortais resultantes do incêndio na torre Grenfell, que decorreu durante a madrugada de ontem em Londres, de acordo com o Notícias ao Minuto.

Assim, o número de mortos sobe agora para 17. O incêndio também provocou 78 feridos, dos quais 18 estão em estado crítico. Famílias inteiras estão desaparecidas e o número de mortos ainda pode subir, de acordo com a polícia londrina.

O comandante da polícia metropolitana de Londres, Stuart Cundy, disse acreditar que o número de mortos "vai, tristemente, aumentar".

A comissária dos bombeiros, Dany Cotton, disse que as autoridades não sabem realmente quantas pessoas morreram no incêndio e que os bombeiros estão traumatizados pela incapacidade de salvar mais pessoas.

"Tragicamente, agora não esperamos encontrar mais alguém com vida", disse a comissaria à televisão Sky News.

"A severidade e a temperatura do fogo significam que será um milagre absoluto que alguém ainda esteja vivo", acrescentou.

Mais de 200 bombeiros trabalharam durante a noite de ontem, mas partes do prédio ainda são consideradas inseguras.

Uma associação de moradores da região já havia alertado várias vezes sobre o risco de incêndio naquele bloco de apartamentos.

Cerca de 500 pessoas viviam em 120 apartamentos na Torre Grenfell, que tinha 24 andares. O edifício de habitação social, construído em 1974, foi submetido a obras, concluídas em Maio do ano passado, de acordo com o Royal Borough of Kensington and Chelsea.

A primeira-ministra britânica, Theresa May, prometeu uma investigação e planeia visitar, hoje, o local da tragédia.

O autarca de Londres, Sadiq khan, disse que muitas perguntas devem ser respondidas sobre a segurança em outros edifícios de apartamentos da capital britânica.

As causas do incêndio ainda são desconhecidas.

Mais de um milhão de libras (1,13 milhões de euros) já foram arrecadados para as vítimas do incêndio e voluntários trabalham para encontrar abrigo e doar alimentos e roupas às pessoas que perderam as suas casas.

China vive momento de terror na explosão ocorrida na cidade de Xuzhou
Uma explosão que ocorreu num jardim-de-infância, na China, causou sete mortos e 66 feridos, avança a Lusa.

A explosão aconteceu por volta das 10h, hora moçambicana, na cidade de Xuzhou, província oriental de Jiangsu.

No momento da explosão, de acordo com a Lusa, muitas crianças e os seus familiares encontravam-se a sair do estabelecimento, enquanto outros meninos aguardavam ser recolhidos pelos parentes, relata a agência EFE que cita a televisão estatal CCTV.

A mesma televisão informa que há pelo menos vários feridos, entre eles crianças.

As autoridades estão a investigar a explosão, que permanece sem causas identificadas. Neste momento, está a decorrer um inquérito para determinar as causas da explosão, indicou à agência France Presse a polícia de Fengxian, na província de Jiangsu, onde se situa aquele estabelecimento.

 

 

Um incêndio de grande dimensão deflagrou esta madrugada no edifício Grenfell, em Londres, uma torre residencial de 27 andares no bairro de Lancaster West, sem que haja, até agora, registo de vítimas.

A polícia metropolitana de Londres, citada pela Lusa, informou que mais de 200 bombeiros combatem as chamas e que várias ambulâncias foram enviadas para o local, que foi isolado.

O fogo, de grandes dimensões, deflagrou à 01:15 (02:15 de Moçambique) na torre Grenfell, numa zona próxima de Notting Hill, está a ser combatido por 200 bombeiros e 40 veículos, disseram à Efe fontes da Brigada de Bombeiros da capital britânica.

Autoridades afirmaram que pelo menos trinta pessoas ficaram feridas e estão a ser atendidas por ferimentos de diversa gravidade e inalação de fumo.

As imagens do incêndio mostravam pessoas com lanternas a tentar enviar sinais de socorro já que não conseguem abandonar a torre envolta em chamas, que se receia poder desmoronar-se devido à extensão do fogo.

 

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