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O País – A verdade como notícia

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) anunciou hoje que o uso de crianças como "bombas humanas" pelo grupo rebelde Boko Haram, no nordeste da Nigéria, aumentou quatro vezes este ano em relação ao total de 2016, citou o Noticias ao Minuto.
A porta-voz da UNICEF, Marixie Mercado, diz que não tem explicação para o aumento de 83 crianças utilizadas como "bombas humanas" este ano, dois terços delas raparigas, em comparação as 19 em todo o ano passado.
Marixie Mercado disse que o Boko Haram nem sempre reivindica a responsabilidade por tais ataques, normalmente contra alvos civis, mas nenhum outro grupo é conhecido por usar esta táctica.
A porta-voz referiu ainda que "muitas crianças que conseguiram escapar do cativeiro enfrentam rejeição quando tentam reintegrar-se nas suas comunidades".
As Nações Unidas estimam que o grupo rebelde Boko Haram já fez deslocar 1,7 milhões de pessoas e provocou a morte de outras 20 mil desde 2009.
O Boko Haram actua principalmente na região norte da Nigéria e também em países vizinhos como o Camarões e o Chade.

A polícia catalã anunciou, hoje, que identificou o motorista do atentado de Barcelona que matou 13 pessoas na última quinta-feira, minutos depois que o governo regional designou como fugitivo o marroquino, de 22 anos, Younes Abouyaaqoub, citou o Noticias ao Minuto.
O governo catalão dará uma entrevista colectiva, hoje, para dar os últimos detalhes da investigação, enquanto continua a busca do último dos 12 membros da célula que atacou em Barcelona e Cambrils.
Nesta última cidade costeira, ao sul de Barcelona, mataram mais uma pessoa, aumentando para 14 o número de mortos.
Do grupo de agressores, cinco foram mortos no atentado de Cambrils, quatro estão detidos e dois são suspeitos de terem morrido na explosão da casa de Alcanar.

Pelo menos 20 pessoas morreram e mais de 100 ficaram feridas, ontem, na sequência do descarrilamento de um comboio no norte da Índia, escreve a Euronews.

Segundo a polícia, oito carruagens descarrilaram e acabaram por embater umas nas outras, provocando a morte a 20 pessoas e ferindo mais de 100. As causas do acidente não são conhecidas. Dados preliminares davam conta de que 23 pessoas teriam perdido a vida no sinistro, mas dados actualizados indicam, 20.

O ministro dos caminhos-de-ferro deu por terminadas as operações de resgate cinco horas após o acidente e afirmou que começaram os trabalhos de reconstrução no local.

Acidentes ferroviários têm sido recorrentes na India. Em Janeiro, 29 pessoas morreram e 50 ficaram feridas quando um comboio descarrilou no estado de Andhra Pradesh, enquanto em Novembro do ano passado, outro acidente ferroviário causou 146 mortos e cerca de 200 feridos no norte do país.

A rede ferroviária indiana, com 65 mil quilómetros, é a quarta mais longa do mundo, depois da dos Estados Unidos, Rússia e China, e conta com 1,3 milhões de funcionários e 12.500 comboios, que transportam diariamente cerca de 23 milhões de passageiros.

 

Tudo aconteceu numa rua na cidade de Surgut. O ataque não fez vítimas mortais mas deixou oito pessoas feridas, como realça a AFP, citado pelo Noticias ao Minuto.

O atacante acabou por ser abatido mortalmente pelas autoridades. As oito pessoas feridas tiveram de ser assistidas mas estarão fora de perigo.

A cidade tem mais de 360 mil habitantes e é um importante centro de produção ligado aos sectores da energia, nomeadamente do gás e do petróleo.

Um homem esfaqueou várias pessoas na cidade de Turku, na Finlândia, escreve o Notícias ao Minuto. Ainda não é claro se apenas um ou vários atacantes munidos de facas agrediram transeuntes que se encontravam num mercado no centro da cidade.

O presumível atacante foi atingido por disparos das autoridades e encontra-se sob custódia policial. As autoridades procuram possíveis cúmplices que se tenham colocado em fuga.

Há registo de pelo menos seis feridos, entre eles uma mulher que transportava um bebé num carrinho. O jornal finlandês Turun Sanomat, citado pelo Notícias ao Minuto, indica que do ataque resultou uma vítima mortal.

As autoridades finlandesas pediram aos habitantes locais para se manterem afastados do centro da cidade de Turku, localizada a 140 quilómetros da capital, Helsínquia.

Fortes chuvas provocaram o deslizamento de terra na encosta ocidental do lago Alberto, em Ituri, causando os 40 mortos na localidade de Tora, declarou à agência France Presse, Pacifique Keta, vice-governador da província de Ituri, citada pelo Notícias ao Minuto.

Hervé Isamba, director do hospital de Tshomia, do qual depende a localidade de Tora, disse que "foram admitidos nos serviços quatro sobreviventes que ficaram feridos no acidente".

Uma carrinha de entrega de mercadorias atropelou várias pessoas nas Ramblas, uma das zonas mais movimentadas da cidade de Barcelona, citou o Notícias ao Minuto.
As autoridades já confirmaram que se trata de um atentado terrorista e têm no terreno uma operação de segurança e caça ao homem, visto que o condutor da carrinha fugiu do local a pé. 
O suspeito, que atropelou várias pessoas nas Ramblas de Barcelona, estará cercado juntamente com outro suspeito, no restaurante turco "Luna de Istanbul".
A Polícia está ainda no terreno a investigar o ataque. 

A República de Angola vai a votos no próximo dia 23, para eleger um novo Presidente e Assembleia Nacional. Pela primeira vez em 38 anos, José Eduardo dos Santos não concorre para sua própria sucessão e pelo seu partido, o MPLA, concorre às presidenciais João Lourenço que tem como concorrentes Isaías Samakuva da UNITA, Abel Chivukuvuku da coligação CASA-CE, Lucas Ngonda do FNLA, Benedito Daniel do PRS e Quintino Moreira de APN.

Estes candidatos estão em campanha eleitoral desde o passado dia 23 de Julho, percorrendo as 18 províncias angolanas a tentar convencer os mais de nove milhões e trezentos mil eleitores a votar neles. Aliás o número de eleitores tem estado a gerar alguma polêmica uma vez que nas eleições anteriores realizadas em 2012, estavam inscritos quase 9,6 milhões de eleitores, menos 400 mil que os actualmente inscritos, diferença que ainda não foi convincentemente explicada pelas autoridades eleitorais.

Mas os eleitores que têm a inscrição garantida dizem que acompanham atentamente as promessas eleitorais que estão a ser feitas pelos candidatos e dos que foram entrevistados pela nossa equipa de reportagem nas ruas de Luanda o próximo Presidente da República de Angola deverá ter como principais prioridades a criação de empregos para jovens, o combate à corrupção e lutar para cumprir todas as suas promessas eleitorais.

Santos Neves, vendedor de rua, disse que “o governo fez muita coisa boa sim, mas o governo está mais preocupado com o centro das cidades mas que olhassem mais lá nos bairros, questões de saneamento, da água, da luz e que não seja mais um presidente daqueles que só promete e não faz. Agora que se está a fazer a campanha está todo mundo a prometer para as pessoas votarem, mas depois tudo o que se prometeu não se vai ver”. Disse o vendedor que também apelou aos angolanos para votarem de acordo com a sua consciência e naquelas propostas que acham que vai mesmo melhorar as suas vidas.

Ângela Utende, proprietária de uma loja de mobiliário, quer ver combate cerrado à corrupção “a proposta de João Lourenço é acabar com a corrupção, a segunda é garantir emprego para a juventude se ele ganhar as eleições e cumprir essas promessas acredito que Angola terá um bom rumo”, disse tendo acrescentado que no dia 23 será a primeira a exercer o seu direito cívico de votar, entretanto, disse que ainda não sabe onde irá votar. Aliás, este é outro problema que opõe os partidos da oposição aos órgãos eleitorais.

É que nas eleições de 2012 os eleitores podiam votar em qualquer mesa de voto, mas agora os mesmos foram dados a oportunidade de escolher onde desejam votar e acontece que muitos eleitores não conseguiram identificar as mesas de voto, outros os nomes apareceram em cadernos eleitorais da província ou cidade distante daquele em que reside. E a Comissão Nacional Eleitoral diz que foram os locais indicados pelos eleitores, mas a Oposição receia que muitos eleitores podem não conseguir votar por conta dessa dificuldade.

Campanha eleitoral em fase final

Hoje o candidato do MPLA cumpriu o 24º dia da campanha eleitoral escalando a sua terra natal, a cidade de Lobito onde realizou um comício bastante concorrido. Na ocasião, João Lourenço pediu a todos os angolanos que tenham dinheiro guardado no exterior para que devolvam a Angola para que seja usado no desenvolvimento do país. O candidato diz que esse é um acto de patriotismo porque vai ajudar a criar emprego e deixou garantias de que ninguém será penalizado por ter dinheiro guardado fora de Angola. João Lourenço acredita que a medida poderá ajudar a tornar o sistema financeiro angolano robusto.
A 40 quilómetros de Lobito, na cidade de Benguela, estava Isaías Samakuva, presidente e candidato da UNITA para a Presidência de Angola. O líder do Galo Negro pediu ao povo angolano para mandar de férias o MPLA: “Precisamos, na verdade, de tirar aqueles que nos prometeram trazer empregos, trazer um milhão de casas, trazer ‘água para todos’, trazer energia. Precisamos de mandá-los para descansar, para que a UNITA, com o seu Governo Participativo e Inclusivo, resolva os problemas sem olhar para camisolas partidárias”, disse prometendo fazer um governo que incluía membros dos outros partidos de oposição caso vença as eleições do dia 23.

 

 

 

“Três mulheres accionaram os seus cintos explosivos à entrada de um campo de deslocados, fazendo 28 mortos e 82 feridos", disse Baba Kura, membro das milícias civis que lutam contra o grupo jihadista Boko Haram, citada pelo Notícias ao Minuto.
A primeira mulher rebentou o cinto cerca das 18:00 (19h em Moçambique) no mercado que está à entrada do campo, disse a mesma fonte.
A fonte, citada pela agência de notícias France Press, disse que a explosão provocou o pânico e que quando os comerciantes estavam a fechar as lojas as outras duas mulheres fizeram-se explodir.
Ibrahim Liman, outro dos chefes das milícias civis, confirmou o triplo atentado e disse que os feridos foram levados para o hospital de Maiduguri.
Fontes hospitalares falaram de "um grande número de pessoas que chegaram" ao fim do dia.
A região tem sido alvo de inúmeros ataques do grupo Boko Haram, uma organização fundamentalista islâmica que desde 2009 já provocou mais de 20.000 mortes e levou 2,6 milhões de pessoas a deixarem as suas casas.

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