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O País – A verdade como notícia

A comunicação é a maior arma de que o ser humano dispõe nos tempos que correm, uma arma de que radicais como o ISIS e os talibã exploram cada vez mais para veicular as suas ideologias extremistas, cita o Notícias ao Minuto.
Nesse sentido, a revistas femininas, 'Sunnat E Khaula', publicada pela primeira vez no início deste mês, foi lançada pelos talibã do Paquistão e seu alvo é precisamente potenciais mulheres jihadistas.
A primeira edição da 'Sunnat E Khaula' (Khaulaque foi uma guerreira muçulmana do século VII) chama "irmãs jihaditas de mentalidade semelhante" para organizar "encontros secretos em casa", organizar "aulas de treino físico" e para "se prepararem para operações de martírio".
O próprio editorial da revista é claro ao dizer que quer "desafiar as mulheres a integrarem as fileiras do jihadismo". Esta é a primeira revista do género dos talibã e não parece ter sido mero acaso o seu lançamento. De acordo com a CNN, à medida que o ISIS perde terreno na Síria e no Iraque, os talibã aproveitam a oportunidade para 'oferecer' uma alternativa às mulheres radicalizadas ou em vias de se radicalizar, dispostas a trocar lealdades.
"Os talibã estão a aproveitar esta fase como uma janela de oportunidade. Este é o momento perfeito para outra organização entrar em campo e tentar atrair o grupo de mulheres que já são altamente envolvidas", afirmou Louisa Tarras-Wahlberg, investigadora da propaganda do ISIS, à CNN.

A Organização para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas alerta para um apoio maciço e continuado para fazer face à fome na Somália. O Plano de Prevenção da Fome e Resposta à Seca da organização requere, para o efeito, um reforço de cerca de 96 milhões de euros entre Junho e Dezembro deste ano, começando por um orçamento anual de cerca de 155 milhões de euros.

Mais de 58 milhões de euros foram mobilizados em Maio e o Banco Mundial viabilizou a aplicação imediata do plano actualizado com uma garantia de mais de 25 milhões de euros.

Cerca de 92 por cento dos somalis encontram-se em risco iminente de fome em zonas rurais, depois de dois anos de seca agravada e de esgotamento de stock alimentar, que originaram mais de 700 mil desalojados desde Novembro de 2016.

O Plano de Prevenção da Fome e Resposta à Seca actua na injeção directa de dinheiro, permitindo acesso a bens essenciais e distribuição de bens alimentares, apoio do regresso de desalojados ao local de origem, e prevenção para resistência a novos choques.

O Plano integra uma resposta humanitária mais abrangente, que envolve as Nações Unidas e organizações não-governamentais internacionais e locais, e complementa planos de resposta à crise por parte de outras organizações como a UNICEF.

 

 

Ainda decorre o processo de contagem dos votos em Angola. Mas as projecções já dão vantagem ao MPLA com 46.5% dos votos. Em seguida encontra-se a UNITA com 29.4% e a CASA-CE com 21.6%. Estes resultados representam apenas 14 mesas de voto em Luanda, contadas até à madrugada desta quinta-feira. Em todo o país, existem mais de 26 mil mesas de voto.

A Comissão Nacional Eleitoral de Angola acaba de anunciar resultados provisórios das eleições de ontem. Os grandes vencedores são MPLA e o seu candidato, João Lourenço, com uma percentagem de 64,57, dos quase seis milhões de votos já apurados.

De acordo com estes dados, o MPLA deverá ter 154 dos 220 deputados da Assembleia Nacional, enquanto a UNITA deverá ter 48, a CASA-CE 15, o Partido de Renovação Social 2 e o histórico FNLA apenas um deputado.

 

 

Iniciou às 8 horas de Maputo a votação em Luanda para a Eleição do Presidente da República e Assembleia Nacional.

Esta é a primeira vez em 38 anos, que José Eduardo dos Santos, actual Presidente, não concorre para sua própria sucessão. Desta vez, a aposta do MPLA é o candidato João Lourenço que tem como concorrentes Isaías Samakuva da UNITA, Abel Chivukuvuku da coligação CASA-CE, Lucas Ngonda do FNLA, Benedito Daniel do PRS e Quintino Moreira de APN.

Os candidatos estiveram em campanha eleitoral desde o passado dia 23 de Julho, percorrendo as 18 províncias angolanas a tentar convencer os mais de nove milhões e trezentos mil eleitores a votar neles.

Hoje, mais de 9,3 milhões de eleitores angolanos são chamados às urnas para eleger o presidente que deverá substituir José Eduardo dos Santos.

O ainda Presidente da República de Angola foi dos primeiros a votar. José Eduardo dos Santos foi por volta das 8h exercer o seu direito de voto numa Assembleia de Voto instalada no centro de Luanda. Acompanhado pela esposa, o Chefe de Estado cumpriu todos os procedimentos exigidos e depois foi cumprimentar os antigos presidentes que ele convidou para observarem as eleições. José Eduardo dos Santos não quis prestar declarações à imprensa.

João Lourenço candidato do MPLA para suceder José Eduardo dos Santos também votou no centro de Luanda. O candidato que estava acompanhado pela esposa também cumpriu o ritual do processo de votação. No final falou à imprensa convidando os angolanos para que quanto mais cedo possível exercessem o direito de votar.

O candidato da CASA-CE, Abel Chivukuvuku, foi outro candidato que votou no centro de Luanda. O candidato que espera reafirmar-se como alternativa aos partidos históricos angolanos está confiante no resultado e pede aos eleitores para irem às urnas.

O candidato da UNITA também exerceu seu direito de voto em Luanda.

O Presidente da Comissão Nacional Eleitoral referiu que o processo iniciou sem sobressaltos em todo o território angolano. Os resultados provisórios serão conhecidos em breve.

Os angolanos foram hoje escolher o Presidente da República e os 220 deputados da Assembleia Nacional. As Assembleias de Voto abriram pontualmente as 7 horas da manhã e encerraram as 18 horas. O processo decorreu sem registo de qualquer incidente de grande destaque e muito bem organizado.

Nas várias Assembleias de Voto visitadas pela nossa equipa de reportagem não foram registados enchentes e segundo os presidentes das Mesas de Voto a afluência era boa, pois de uma média de 450 eleitores inscritos em cada uma das mesas, pelo menos uma média de 350 a 370 haviam comparecido para votar, o que é visto pelos agentes eleitorais como positivo.

A informatização do Recenseamento Eleitoral pode ter sido a chave do sucesso na organização das eleições gerais angolanas, mas também o número reduzido de eleitores alocados a cada Mesa de Voto. É que para além dos Membros das Mesas de Voto cada Assembleia contava com uma equipa que assistia os eleitores à chegada, munidos de tablets e pequenas impressoras através dos quais os agentes verificavam se os cartões dos eleitores pertenciam àquela assembleia e se o eleitor está habitado a votar ou não. Caso não pertencesse aquela assembleia, nos tablets conseguiam identificar a localização exacta do local onde o mesmo deveria votar. Os inscritos na respectiva assembleia indicavam a mesa e passavam uma senha que comprova a sua inscrição. Esta organização permitiu que os eleitores levassem em média cinco minutos nos locais de votação.

Candidatos pediram afluência dos eleitores

O Presidente da República de Angola, José Eduardo dos Santos, foi logo às 8h30 exercer o seu direito de voto numa Assembleia de Voto instalada no centro de Luanda. Acompanhado pela esposa, o Chefe de Estado cumpriu todos os procedimentos exigidos e depois foi cumprimentar os antigos presidentes que ele convidou para observarem as eleições. José Eduardo dos Santos não quis prestar declarações à imprensa.

João Lourenço candidato do MPLA para suceder José Eduardo dos Santos igualmente votou no centro de Luanda. O candidato que estava acompanhado pela esposa também cumpriu o ritual do processo de votação. No final falou à imprensa convidando os angolanos para que quanto mais cedo possível exercessem o direito de votar e disse que haveria de passar o dia com a sua família e no fim do dia juntar-se-ia aos seus camaradas na sede do seu partido para acompanhar a contagem dos votos.

O candidato da CASA-CE, Abel Chivukuvuku, foi outro candidato que votou no centro de Luanda. O candidato que espera reafirmar-se como alternativa aos partidos históricos angolanos e com uma mensagem que cativa a juventude está confiante no resultado e pediu aos eleitores para irem às urnas porque só assim poderiam mudar o rumo que o país está a tomar em que é potencialmente rico mas com a maioria da população pobre.

O candidato da UNITA votou nos arredores de Luanda e também congratulou-se pela normalidade com que o processo estava a decorrer e tal como os outros pediu aos eleitores para que não deixassem de exercer o direito de votar na última hora.

O Presidente da Comissão Nacional Eleitoral, André Silva Neto, disse que dados vindos de todo o território angolano indicavam que o processo iniciou e terminou à hora marcada e tinha decorrido sem sobressaltos, apesar de ter havido algum problema relacionado com a acreditação de alguns delegados de candidaturas. É que em sessão do órgão realizado na noite de terça-feira, a CNE tomou algumas decisões que facilitassem o processo e só chegou aos Presidentes das Assembleias de Voto tardiamente mas que estava a acompanhar o processo para que tal não criasse perturbações no decurso do processo.

 

Na Finlândia, o principal suspeito do atentado em Turku vai, hoje, a Tribunal. É um marroquino que pediu asilo à Finlândia e tem 18 anos. O julgamento será por videoconferência a partir do hospital onde o suspeito está internado.
O suspeito foi detido depois de ser atingido por uma bala da polícia num joelho. Armado com uma faca matou duas mulheres e feriu oito pessoas, citou a RTP Notícias.

Um alegado canibal entregou-se à polícia porque estava farto de comer carne humana. Segundo o Mirror, o homem apresentou-se na esquadra com partes de corpo humano para provar o crime que cometera, segundo o Notícias ao Minuto.
Descrito como um “curandeiro tradicional” da África do Sul, o homem terá violado, matado e esquartejado pelo menos uma mulher.
No momento em que se entregava à polícia, ostentava uma perna e uma mão humana.
A polícia terá encontrado outros restos humanos na casa do homem, na cidade de Estcourt.
Mais dois homens foram presos por suspeita de assassinato, e um quarto enfrenta acusações de possuir tecidos e carne humana.

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