Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Pelo menos quatro pessoas morreram e 225 ficaram feridas num sismo de magnitude 6,4 registado em Taiwan, havendo 145 pessoas ainda desaparecidas, segundo o Notícias ao Minuto.

Seis edifícios de Hualien ficaram bastante danificados e três deles ruíram parcialmente, incluindo um hotel, cujo piso térreo abateu, matando um funcionário e deixando outros dois presos nos escombros.

Devido à destruição causada pelo terramoto em edifícios e infraestruturas, as autoridades suspeitam de que o número de mortos pode aumentar nas próximas horas, à medida que decorrerem as operações de resgate.

O sismo danificou ainda dois hospitais e duas pontes de Hualien tiveram de ser encerradas devido aos estragos.

Também se registaram deslizamentos de terras que afectaram uma autoestrada central da ilha e há fendas em várias estradas e ruas, com roturas em canos de água e gás e colapso de fios elétricos, serviços que foram interrompidos em milhares de casas.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, quer criar um desfile militar para mostrar o poder militar dos Estados Unidos, assim destacando o seu papel de comandante, declarou hoje a Casa Branca, citada pelo Notícias ao Minuto.

O multimilionário já defendia a ideia de uma parada militar em Washington antes da sua eleição e declarou-se particularmente impressionado com o desfile militar francês do 14 de Julho, quando foi recebido com grande pompa pelo Presidente de França, Emmanuel Macron.

Donald Trump abordou, na altura, a ideia de organizar um desfile semelhante em Washington no 04 de Julho, feriado nacional dos Estados Unidos, mas tal decisão provocou violentas críticas dos seus opositores, que compararam a sua atitude à do dirigente de um regime autocrático.

"Que desperdício absurdo de dinheiro! Trump comporta-se mais como um ditador que como um Presidente", reagiu o congressista democrata Jim McGovern.

 

A cidade sul-africana de Cabo está a ser assolada por escassez de água, resultante da falta de chuvas.

De acordo com o Conselho Mundial da Água, a situação poderá precipitar a chegada do “Dia Zero”, em que todas as torneiras serão fechadas por falta do precioso líquido.

Actualmente, os cerca de quatro milhões de habitantes devem reduzir seu consumo de água para apenas 50 litros por dia, 7 vezes menos do que o cidadão comum nos Estados Unidos da América.

“A profunda variação nos padrões de pluviosidade secou seis barragens cruciais que fornecem água à Cidade do Cabo. Sem chuva, até Abril, o "Dia Zero" poderá tornar-se uma realidade e todas as torneiras serão fechadas. Casas e empresas terão de se adaptar ao racionamento e a uma vida sem água potável de fácil acesso”, indica o Conselho Mundial da Água. Entretanto, as autoridades locais esticaram a previsão para Maio.

O Conselho Mundial da Água é uma plataforma onde especialistas em água de mais de 50 países podem preparar iniciativas sobre questões relacionadas à água. Juntos, a autoridade global em água usa a voz dos seus peritos para mobilizar governos, instituições, associações e decisores ao mais alto nível acerca dos problemas críticos da água.

 

Uma comissão da Câmara dos Representantes norte-americana votou a favor da publicação de um documento democrata confidencial que rejeita as acusações do Presidente, Donald Trump, e de representantes republicanos à polícia federal (FBI), avança o Notícias ao Minuto.

Trump dispõe agora de cinco dias para analisar o pedido de divulgação do documento democrata.

Este procedimento surgiu na sequência de uma iniciativa semelhante por parte dos republicanos para divulgar o seu próprio relatório confidencial sobre o que consideraram um abuso de poder do FBI e do Departamento de Justiça em relação à equipa de campanha do multimilionário, antes das eleições presidenciais de Novembro de 2016.

Os republicanos "colocaram-se numa situação insuportável quando tornaram público um memorando enganador e recusaram divulgar a resposta democrata, portanto, penso que era forçoso que os democratas agissem da forma como agiram hoje", aprovando a medida recíproca, declarou Adam Schiff.

Segundo o "memorando Nunes", o FBI terá adotado o procedimento secreto de pôr sob escuta, a partir de Outubro de 2016, Carter Page, um ex-conselheiro do candidato Trump, baseando-se num dossier dos serviços secretos redigido por um ex-espião britânico, Christopher Steele, contratado por uma empresa norte-americana paga pela equipa de campanha da candidata democrata, Hillary Clinton.

Os democratas temem que este memorando seja apenas um pretexto para demitir altos responsável da polícia federal e do Departamento de Justiça, para assim travar o procurador especial Robert Mueller, que está a investigar a ingerência da Rússia nas eleições presidenciais de 2016 e um eventual conluio entre Moscovo e a equipa de Trump para o fazer vencer o escrutínio.
 

 

Um homem que se fez passar por médico, na Índia, infetou pelo menos 21 pessoas com HIV. As infeções foram detetadas em Dezembro do ano passado e, desde então, as autoridades indianas procuram Rajendra Yadav, o falso clínico que se deslocava a várias cidades de bicicleta e oferecia, a baixos custos, cuidados médicos nas ruas, escreve o Notícias ao Minuto.

Segundo uma fonte oficial ligada ao ministério da saúde, as infeções terão ocorrido devido ao facto de Yadav nunca mudar as agulhas utilizadas nas injeções.

As autoridades descobriram o caso do falso médico depois de um surto de HIV repentino na região de Bangarmau.

Devido à falta de médicos e de hospitais em algumas zonas do país, as populações mais pobres procuram, muitas vezes, falsos médicos que lhes proporcionem tratamentos baratos.

 

Domingos Simões Pereira, de 55 anos, foi hoje reeleito líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), principal partido no atual parlamento do país, anunciou o presidente do 9.º congresso daquela formação política, Francisco Benante. Simões Pereira, que era único candidato à sua própria sucessão, obteve 1.113 votos a favor, três contra, num universo de 1.135 delegados que votaram, escreve o Observador.

Noventa e seis delegados inscritos não compareceram ao congresso e 16 abstiveram-se, indicou ainda o presidente da mesa do conclave. Este congresso, que foi palco de polémicas ao ponto de só se iniciar com um dia de atraso, decorreu sob o lema: Unidade, Disciplina, Progresso e Desenvolvimento.

Prometeu continuar a “colocar o PAIGC a nível da sua dimensão histórica”, das expetativas do povo e dos seus parceiros internacionais, apresentando já nas eleições legislativas – ainda sem data marcada- um programa com o qual visará “resgatar o sonho guineense”, disse.
Domingos Simões Pereira diz que vai pedir aos guineenses uma maioria qualificada nas eleições que o Presidente do país espera venham a ter lugar ainda este ano.

O 9º congresso confirmou algumas mudanças nos estatutos do PAIGC, nomeadamente a extinção do artigo que permitia a existência de sensibilidades no partido. O porta-voz do partido, João Bernardo Vieira indicou que aquele dispositivo “propiciava interpretações confusas aos militantes”, ao ponto de alguns afrontarem a direção, afirmou.
 

 

A direção do Congresso Nacional Africano, no poder na África do Sul, deve reunir-se hoje de emergência devido aos apelos sobre o afastamento do presidente Jacob Zuma, envolvido em casos de corrupção, disse à France Presse uma fonte da ANC, citada pelo Notícias ao Minuto.

"Sim, a reunião vai ter lugar para discutir a situação", disse a fonte do partido no poder na África do Sul.

O segundo mandato presidencial de Zuma termina em 2019 mas, nesta altura, aumenta a pressão para que o chefe de Estado seja afastado do cargo.

Inicialmente, a reunião do ANC estava agendada para o dia 12 de Fevereiro.
 

O presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Nguema, demitiu o primeiro-ministro Francisco Pascual Eyegue Obama e dissolveu o Governo, revelando que um novo executivo tomará posse nos próximos dias, escreve o Notícias ao Minuto.

"Fazendo uso das faculdades que me concede a lei fundamental, ponho fim às funções do primeiro-ministro responsável pela coordenação administrativa, dos seus vice-primeiro ministros e dos restantes membros do Governo", pode ler-se no decreto de Obiang, divulgado pela televisão do estado.

Esta dissolução do executivo acontece após as eleições legislativas, municipais e para o Senado, ocorridas em 12 de Novembro do ano passado, nas quais o Partido Democrata da Guiné Equatorial (PDGE), do Presidente Teodoro Obiang Nguema conseguiu 99 dos 100 lugares disponíveis no Parlamento.

As declarações surgiram na sequência da detenção, sem ordem judicial ou acusação, de um dos mais conhecidos opositores de Obiang, o segundo vice-secretário do partido da oposição Cidadãos para a Inovação (CI), Bonifácio Nguema Ndong.

A Guiné Equatorial é dirigida de forma autoritária por Obiang Nguema desde 1979. Em 2014 tornou-se o nono membro da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, sendo o português um dos três idiomas oficiais, a par do espanhol e do inglês.

O líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira, condenou a nomeação, pelo chefe de Estado, de Artur Silva para primeiro-ministro do país, escreve o observador.

Em causa, explicou Domingos Simões Pereira, é o facto de esta nomeação pelo Presidente guineense, José Mário Vaz, estar “fora do quadro constitucional e do Acordo de Conacri”, que estabelece um roteiro para a normalização institucional do país.

O Acordo de Conacri é um instrumento patrocinado pela comunidade da África Ocidental e rubricado pelos atores políticos guineenses, visando acabar com a crise política que já dura no país lusófono há cerca de três anos.
No âmbito desse acordo seria nomeado um primeiro-ministro de consenso para presidir a um governo integrado por todas as partes desavindas.

A intenção de José Mário Vaz, ao propor Artur Silva, diz Domingos Simões Pereira, é criar divisão no seio do PAIGC.

O líder do PAIGC disse só não compreender as razões pelas quais José Mário Vaz não aproveitou a oportunidade para cumprir com a constituição e convidar formalmente o partido para nomear um primeiro-ministro.
O dirigente acrescentou que o partido está a tentar arranjar uma alternativa já que a sede continua ocupada pelas forças de segurança, a mando do governo, impedindo o acesso de militantes ao local.

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE