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O País – A verdade como notícia

Um confronto entre jovens muçulmanos e cristãos no Estado de Kaduna, centro da Nigéria, provocou a morte de 13 pessoas, escreve o Notícias ao Minuto.

A imprensa local, por seu lado, noticiou que os números divulgados pela polícia são inferiores à realidade, mas não avançou quaisquer dados.

Segundo o ministro da Polícia do estado de Kaduna, Austin Iwar, pelo menos 20 suspeitos foram detidos, enquanto as forças de segurança e o exército foram enviados para o local para restabelecer a ordem.

"Há muitas especulações. Há quem diga que os cristãos estavam descontentes por os filhos (da sua comunidade) se tornarem amigos de jovens muçulmanos, mas não queremos tirar conclusões precipitadas sobre o que aconteceu", explicou Iwar.

A tensão agravou-se recentemente por causa de discussões entre agricultores cristãos e nómadas muçulmanos num conflito pelo acesso a terras aráveis, pois, face às alterações climáticas, a seca está a avançar na região.

A agravar a situação está também a explosão demográfica no país africano mais populoso do continente africano, com quase 200 milhões de habitantes.
 

 

O Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, anunciou, na noite desta segunda-feira, o seu novo governo, desde que tomou posse como Chefe de Estado em substituição a Jacob Zuma.

Segundo Ramaphosa, citado pelo News24, as mudanças visam garantir que o governo esteja melhor preparado para implementar as medidas da nova administração, como é o caso da necessidade de equilibrar a continuidade e a estabilidade do país.

Na lista do novo governo de Ramaphosa, destacam-se Nhlanhla Nene e Pravin Gordhan, destituídos do cargo de ministros das Finanças no governo de Zuma.  Nhlanhla Nene regressa para ocupar a mesma pasta, enquanto Pravin Gordhan é o novo titular das Empresas públicas. Destaque vai também para David Mabuza, a quem Ramaphosa indicou como seu vice.

De fora, ficaram nomes como Bongani Bongo, responsável pela Segurança do Estado, Lynne Brown, das Empresas Públicas, David Mahlobo, da Energia, entre outros.

O novo presidente indicou que vai manter os ministérios e departamentos existentes, até a conclusão da revisão da configuração, tamanho e número de ministérios e departamentos nacionais, já iniciada.

Cyril Ramaphosa também nomeou Mpumalanga Premier e vice-presidente do ANC.
O ANC, por seu turno, congratulou as mudanças anunciadas pelo presidente

 

 

 

O Ministério Público da Coreia do Sul pediu uma pena de prisão de 30 anos à antiga Presidente, Park Geun-hye, por suspeita de suborno, abuso de poder e outros crimes, num mediático caso de corrupção, escreve o Notícias ao Minuto.

Se o tribunal a considerar culpada, Park será a terceira Presidente sul-coreana a ser condenada por crimes. Os outros foram antigos generais, envolvidos num golpe, em 1979, e num massacre de civis, em 1980.

Após fortes protestos por milhões de pessoas e a decisão dos parlamentares de a impugnar, em Dezembro de 2016, Park foi formalmente removida do cargo e detida em Março do ano passado.
 

 

Ataque aéreo contra um reduto do grupo radical Estado Islâmico causou a morte de 25 civis, entre os quais sete crianças, no leste da Síria, escreve o Notícias ao Minuto.

A informação sobre o ataque está a ser difundida pelo Observatório Síria dos Direitos do Homem, uma organização não-governamental com sede em Londres.

Os civis foram vítimas dos ataques ocorridos no domingo contra a povoação de Al-Chaafah, "onde se localiza o último reduto do Estado Islâmico".
 

 

O Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos do Homem, Zeit Ra'ad Al Hussein, denunciou a existência de "matadouros" de seres humanos na Síria, República Democrática do Congo, Burundi, Iémen e Birmânia, escreve o Notícias ao Minuto.

"Estes conflitos transformaram-se em matadouros de seres humanos, porque não actuamos de forma suficiente para impedir estes horrores", disse Al Hussein perante o Conselho dos Direitos do Homem reunido em Genebra.

Zeit acusou os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas de serem "responsáveis pela continuidade de tanto sofrimento".

Considerando que a França e o Reino Unido cumprem um uso limitado do direito de veto, Zeit Ra'ad Al Hussein apelou à República Popular da China, à Rússia e aos Estados Unidos a pôr fim ao recurso pernicioso do veto.

 

O Comité Internacional da Cruz Vermelha informou que 21 funcionários daquela organização foram afastados ou apresentaram demissão desde 2015 por terem pago por serviços de natureza sexual.

Outros dois elementos não tiveram os respetivos contratos renovados por causa de suspeitas de má conduta sexual, segundo avançou o director-geral do Comité Internacional da Cruz Vermelha, Yves Daccord. “Estou profundamente triste ao reportar estes números”, disse o representante.

“Este comportamento é uma traição às pessoas e às comunidades em que estamos para servir”, reforçou Daccord.

O Comité Internacional da Cruz Vermelha junta-se assim à lista de organizações humanitárias manchadas pelos comportamentos inapropriados dos respetivos funcionários, avança Lusa.

A organização não-governamental (ONG) britânica Plan International confirmou a existência de seis casos de abusos sexuais de menores e de exploração infantil cometidos por trabalhadores da entidade ou colaboradores externos.

A organização humanitária internacional Oxfam também se viu no centro de um escândalo após a descoberta de graves infrações e abusos sexuais cometidos por certos funcionários em países como Haiti, Chade, Sudão do Sul ou Libéria. Na quinta-feira passada, outro caso veio a público com a demissão do “número dois” do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o britânico Justin Forsyth. O representante apresentou demissão após ter sido acusado de comportamento inapropriado com colegas mulheres quando trabalhava na organização Save the Children.

Também em Fevereiro, a Médicos sem Fronteiras anunciou ter identificado 24 casos de assédio e de abuso sexual em 2017 no seio daquela organização não-governamental.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, decretou recentemente uma regra de tolerância zero face a qualquer comportamento sexual inapropriado que seja cometido dentro da organização ou das respetivas agências.

 

O grupo terrorista Estado Islâmico e os Taliban reclamaram, hoje, a autoria de uma vaga de ataques suicidas que varreu durante a noite o Afeganistão, provocando mais de 20 mortos em diversos pontos do país, segundo as autoridades afegãs, escreve o Notícias ao Minuto.

Omar Zwak, porta-voz do governador de Helmand, revelou que um bombista suicida que conduzia um carro armadilhado foi morto por soldados afegãos. A viatura desgovernada acabou por explodir à entrada da base military de Nad Aaki, matando dois soldados e ferindo um terceiro.

Um segundo ataque suicida ocorreu junto à base military da capital de Helmand, Lashkar Gah, matando um agente de segurança e ferindo mais sete pessoas.

O porta-voz do Ministério do Interior do Afeganistão, Najib Danish, admitiu que o número de vítimas mortais pode vir a aumentar.

Ao início da manhã, o Estado Islâmico veio reclamar a autoria deste atentado.

Desde 2015, os Taliban e o Estado Islâmico alimentam uma guerra sangrenta, marcada por episódios violentos de rivalidade, somando-se aos conflitos que cada grupo tem com as forças afegãs.

Segundo os serviços de resgate e polícias somalis, pelo menos 38 pessoas foram mortas, ontem, em dois atentados com carros armadilhados que visavam o palácio presidencial e um hotel da capital da Somália, escreve o Notícias ao Minuto.

A primeira explosão, seguida de um tiroteio com armas automáticas, atingiu um posto de controlo perto da Villa Somália, a sede do Governo, e pouco depois uma segunda explosão ocorreu próximo do hotel Doorbin.

De acordo com um oficial das forças de segurança, Abdulahi Ahmed, cinco dos atacantes foram mortos por agentes governamentais.

O grupo extremista Al-Shabab, filiado na Al-Qaeda, assumiu a responsabilidade pelos ataques num comunicado publicado na internet, afirmando que visava o Governo e as forças de segurança somalis.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, prometeu tomar medidas "fortes" de verificação dos antecedentes criminais e mentais dos compradores de armas, ao receber na Casa Branca sobreviventes do tiroteio que provocou 17 mortos na semana passada num liceu da Florida, segundo o Notícias ao Minuto.

Na ocasião,Trump se declarou favorável a armar professores nas escolas, para proteger os alunos em caso de ataque similar ao de Parkland.

Os professores teriam a arma dissimulada e seguiriam uma formação prévia, adiantou Trump, sem anunciar uma decisão definitiva sobre este polémico assunto.
Na quarta-feira da semana passada, um jovem de 19 anos, entrou no liceu Stoneman Douglas, de onde tinha sido expulso, e matou 17 pessoas, alunos e professores, com uma arma semiautomática comprada legalmente, apesar dos seus antecedentes psiquiátricos e de um alerta feito à polícia federal, FBI.
 

 

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