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O País – A verdade como notícia

A Amnistia Internacional defende que os candidatos e partidos políticos no Zimbabwe devem romper com o regime de Robert Mugabe. A Organização defende ainda que, os partidos políticos devem colocar nos seus programas para as eleições o respeito e protecção dos direitos humanos, escreve o Notícias ao Minuto.

A ONG fez recomendações para por fim a pena de morte, perseguições políticas, torturas, morte de opositores e o fim da impunidade das forças de segurança. Bem como, respeito pelos tratados regionais e políticas de saúde para mulheres e jovens.

A Amnistia defende ainda a ratificação da convenção das Nações Unidas sobre a redução dos apátridas devido à população significativa de habitantes sem documentos de identificação, incluindo os moçambicanos.

A directora adjunta da Amnistia Internacinal para a África Austral, Muleya Mwananyanda, afirma que, “numa altura em que o país realiza as suas primeiras eleições sem o então presidente Robert Mugabe no boletim de voto, está na hora de Zimbabwe romper com décadas de graves violações dos direitos humanos”.

Zimbabwe realiza as eleições presidenciais, legislativas e locais no dia 30 de Julho.

 

Quatro adolescentes, restantes, e seu técnico Ekapol Chantawong, de 25 anos, saíram, 18 dias depois, do complexo de cavernas de Tham Luang, nesta terça-feira, depois que oito de seus companheiros já tinham sido salvos no domingo e na segunda-feira.

Os doze adolescentes com idades entre 11 e 16 anos e seu treinador que se encontravam presos desde o dia 23 de Junho, na gruta, só foram descobertos nove dias depois.

Os jovens visitavam o local quando foram surpreendidos pelas fortes chuvas que levaram a subida do nível das águas, tendo ficado presos no local, sem qualquer possibilidade de contactar com o exterior da caverna,  segundo noticiou o Notícias ao Minuto.

Durante as expedições de resgate, no dia seis de Julho um antigo membro da marinha tailandesa e voluntário, Saman Kunan, morreu, por falta de oxigénio. Kunan estava a colocar cilindros de oxigénio ao longo da rota que os mergulhadores tinham que tomar para chegar às crianças, segundo relata a Aljazeera.

 

O desembargador Rogério Favreto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), decidiu este domingo, conceder liberdade ao ex-presidente brasileiro Lula da Silva, determinando que sua soltura deveria ser imediata.

No entanto, a decisão foi prontamente contestada pelo juiz Sérgio Moro, que referiu que Favreto não tinha competência para determinar a soltura de Lula. Moro afirmou que foi orientado pelo presidente do TRF-4 a consultar o relator das acções da Operação Lava Jato no tribunal, João Pedro Gebran Neto.

João Pedro Gebran Neto, por seu turno, revogou a decisão de Favreto, afirmando que ele é que é o responsável do caso de Lula, devendo, por isso, o ex-presidente continuar preso.

No meio ao impasse, o Ministério Público Federal recorreu ao presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), Thompson Flores, para dar a palavra final. O presidente do TRF-4 concordou com o entendimento que o caso deveria ficar a cargo de Gebran Neto e que, portanto, o ex-presidente brasileiro deveria continuar preso, escreve O Globo.

Após a última decisão judicial, de manter Lula preso, o deputado federal, do Partido Trabalhista, no Rio Janeiro, Wadih Damous convocou os militantes do partido para ir às ruas com a justificativa de que essa seria a única forma de libertá-lo e de garantir que seja candidato a presidente.

Manifestantes a favor do ex-presidente brasileiro reuniram-se nas imediações dos edifícios da polícia federal brasileira em pelo menos quatro cidades, neste domingo, na expectativa de ver Lula solto. Curitiba, Porto Alegre, São Bernardo do Campo (São Paulo) e Rio de Janeiro são as cidades que registaram as manifestações, segundo noticiou Gazeta do povo.

O ex-presidente brasileiro, Lula da Silva, teve sua liberdade concedida pelo desembargador do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, Rogério Favreto. No entanto, a decisão foi revogada minutos depois por Sérgio Moro e João Pedro Gebran Neto responsáveis pelo caso de Lula.

No impasse, o Ministério PÚBLICO Federal brasileiro teve de intervir, apelando ao desembaraço do caso pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, Thompson Flores, que decidiu pela manutenção de Lula da Silva na prisão

Se fosse vivo, Nelson Mandela faria 100 anos no dia 18 de Julho. Mas, porque o seu legado continua, o seu aniversário será comemorado com diversas manifestações um pouco por todo mundo. Moçambique não ficou alheio ao evento e juntou-se às celebrações, lançadas hoje, em Maputo, e que vão culminar no dia 18.

O Monumento e Centro de Interpretação da Matola acolheu, esta segunda-feira, a iniciativa do governo, em parceria com diversas instituições como a Soico, Universidade Pedagógica, Alto-comissariado da África do Sul e os municípios de Maputo e Matola.

Durante a cerimónia de lançamento do evento, o reitor da UP, Jorge Ferrão, enalteceu a luta incessante de Mandela na busca pela paz, argumentando que o seu exemplo continua e está a ser seguido pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, ao considerar que a única alternativa para a paz será a própria paz, assente no diálogo.

Ferrão diz ainda que a história de vida de Nelson Mandela se confunde com a história da África Austral e de todo o continente.

JÁ o alto-comissário da África do Sul, Mandisi Bongani Mpahlwa, disse que Mandela foi percursor de um objectivo, que era o de alcançar a paz para o seu povo, sendo, por isso, considerado o pai da nação sul-africana. Para o representante da África do Sul em Moçambique, Madiba será sempre um dos líderes mais influentes do Congresso Nacional Africano e do povo sul-africano na luta pela democracia, dignidade humana e liberdade.

O Grupo Soico, que também se juntou à iniciativa, transmitiu, em directo, através da Stv Notícias, a cerimónia de lançamento do centenário de Nelson Mandela. Boaventura Mucipo diz que o acto é importante na medida em que se mostra os feitos de Mandela para à sociedade moçambicana não só.

 

As chuvas torrenciais no Japão, que provocaram cheias e deslizamento de terras, fizeram já mais de uma centena de mortos e dezenas de desaparecidos, diz a SIC, que acrescenta haver milhares de pessoas desalojadas.

O Governo diz que mais de 1800 pessoas permanecem encurraladas na cidade de Kurashiki, que tem quase 500 mil habitantes e fica situada numa das zonas mais atingidas pelas chuvas.

O Euronews avança que o Japão criou um centro de emergência junto do gabinete do primeiro-ministro, que acompanha o trabalho dos operacionais no terreno, entre membros da polícia, bombeiros, exército e guarda costeira.

Este domingo, o primeiro-ministro, Shinzo Abe, disse que ainda havia muitos desaparecidos e que as equipas de resgate levavam a cabo uma corrida contra o tempo.

Por outro lado, foram lançados vários alertas para as próximas horas por causa das chuvas e dos deslizamentos de terra e mais de dois milhões de pessoas foram obrigadas a deixar as suas casas.

As equipas de busca e salvamento enfrentam condições difíceis, uma vez que o temporal dos últimos dias destruiu estradas e acessos e inundou vastas áreas nas regiões atingidas pelo mau tempo.

As chuvas começaram na semana passada depois da passagem de um tufão, que trouxe ar quente e húmido do Oceano Pacífico.

Depois de neste domingo terem sido resgatados quatro adolescentes, presos numa caverna, na Tailândia, as operações de resgate reiniciaram esta segunda-feira, tendo sido salvos mais quatro.

A informação é avançada pelo Euronews que cita a estação de televisão CNN.

Oito adolescentes foram resgatados até ao momento. Outros quatro continuam presos juntamente com o treinador.

Em conferência de imprensa, o chefe da missão referiu, esta segunda-feira, ainda citado pelo Euronews, que os primeiros quatro jovens resgatados se encontram no hospital em bom estado de saúde.

Já as equipas de resgate sublinharam que para já a chuva ainda não é um problema para a missão.

As operações de resgate terminaram por hoje.

O resgate dos dois primeiros jovens foi bem-sucedido, de acordo com a Reuters, citada pelo Notícias ao Minuto.

O primeiro rapaz saiu da caverna às 17h40 locais (13h40 em Moçambique) e o segundo saiu da caverna às 17h50 locais (13h50 em Moçambique). 

No entanto, um elemento da equipa médica que está a acompanhar o resgate dos jovens e do treinador que ficaram presos numa gruta na Tailândia confirmou que já foram resgatadas quatro adolescentes.

O resgate bem-sucedido já foi confirmado pelas autoridades tailandesas. 

Os adolescentes serão transportados para o Hospital Chiang Rai Prachanukroh num dos helicópteros ou das 13 ambulâncias que estão no centro de operações à entrada do complexo de cavernas.

A  operação de resgate dos 12 adolescentes e um jovem treinador do futebol presos numa caverna em Tailândia começou na manhã deste domingo. Faz 15 dias que a equipa de futebol encontra-se presa na gruta inundada de água cuja profundidade é de cerca de um quilómetro e caminho de saída é de dois quilómetros. De acordo com a Reuters, leva 11 horas para os mergulhadores profissionais chegar ao local das vítimas. De acordo com a equipa de resgate formado por 13 mergulhadores estrangeiros e cinco tailandeses, o processo de resgate poderá durar entre dois e quatro dias e espera-se que este domingo se retire pelo menos um adolescente.

O caminho até as vítimas, além de ser longo, é escuro, estreito e inundado de águas negras. Há dois dias um mergulhador profissional morreu, depois de ter desmaiado ao longo da gruta onde o oxigénio já escasseia, por isso, não se pode mais esperar o fim da época chuvosa que vai até Outubro. 

O juiz federal Rogério Favreto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, decidiu conceder liberdade ao ex-presidente brasileiro, Lula da Silva, preso desde Abril último.

O juiz ordenou que Lula seja solto com urgência. "Cumpra-se em regime de urgência nesta data mediante apresentação do Alvará de Soltura ou desta ordem a qualquer autoridade policial presente na sede da carceragem da Superintendência da Policia Federal em Curitiba, onde se encontra recluso o paciente", lê-se no documento citado pelo G1.

Lula da Silva foi condenado a uma pena de 12 anos e um mês por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no processo do triplex, no âmbito da Operação Lava Jato.

Na decisão, o juiz diz ainda que a prisão do ex-presidente o impede de exercer seus direitos como pré-candidato à Presidência da República, o que geraria uma falta na isonomia (princípio de igualdade de direitos) das eleições. Para Favreto, a quebra da igualdade entre os pré-candidatos seria "suprimir a própria participação popular" do pleito.

No estágio actual, a ilegal e inconstitucional execução provisória da pena imposta ao ex-presidente Lula não pode lhe cassar os seus direitos políticos, tampouco restringir o direito aos actos inerentes à condição de pré-candidato ao cargo de Presidente da República", afirmou, citado pelo Globo.

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