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O País – A verdade como notícia

O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, assinou o acordo para pôr fim ao Shutdown, até 15 de Fevereiro, mesmo sem  ter o financiamento para construção do muro na fronteira com o México.

Trump tomou essa decisão sob uma crescente pressão devido ao alargamento da situação de ruptura de funcionamento dos aeroportos e serviços fiscais. O Presidente norte-americano disse que vai tentar persuadir os congressistas a financiar o seu muro, escreveu o jornal online, Notícias ao Minuto.

O recuo de Trump ocorreu no 35.º dia do encerramento parcial de vários serviços do governo.

"O Presidente pensou que podia quebrar os democratas, o que não conseguiu, e espero que tenha aprendido a lição", afirmou o líder da minoria democrata no Senado, Chuck Schumer.

Trump continua a defender a necessidade de construir o muro e ameaça tornar a fechar o governo, se não lhe derem o dinheiro necessário para isso.

"Se não conseguirmos um acordo com o Congresso, ou o governo torna a fechar em 15 de Fevereiro, outra vez, ou posso usar os poderes que me são concedidos pela lei e a Constituição para resolver esta emergência", disse Trump.

O Presidente tem dito que pode declarar uma emergência nacional de forma a financiar o muro fronteiriço unilateralmente.

O acordo inclui também o pagamento aos 800 mil funcionários públicos, que têm estado a trabalhar sem receber.
 

Rompeu uma barragem no complexo de Brumadinho, Minas Gerais, no Brasil. A ruptura da barragem fez nove mortos e cerca de 300 desaparecidos, já foram resgatadas 189 pessoas.

A ruptura da barragem causou um rio de lama e de resíduos minerais, soterrando as instalações da empresa e destruindo diversas casas na zona, avançou a imprensa internacional.

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, já considerou ser muito difícil resgatar pessoas com vida dos escombros.

"A polícia, o corpo de bombeiros e os militares fizeram tudo para salvar os possíveis sobreviventes, mas sabemos que as hipóteses são mínimas e provavelmente apenas encontraremos os corpos", disse o governador, que se deslocou para o local.

A Organização Não Governamental, do movimento dos atingidos por barragens, salientou que, desde 2015, quando ocorreu uma tragédia semelhante na cidade de Mariana, também no estado de Minas Gerais, que tem vindo a alertar para os riscos na mina em que ocorreu o acidente na barragem e cuja ampliação foi aprovada apesar das advertências.

"Desde 2015 que inúmeras denúncias foram efetuadas sobre o risco de rompimento de barragens do complexo em Brumadinho, mas mesmo assim teve a sua ampliação aprovada pelo Conselho Estadual de Política Ambiental em dezembro passado", referiu a organização em comunicado.

Trinta e cinco dias depois da paralisação parcial do Governo norte-americano (Shutdown) o senado negou uma proposta dos Democratas e Republicanos para pôr fim ao Shutdown.

Os republicanos propuseram a reabertura do governo até Setembro e que se disponibilize os 5,7 mil milhões de dólares para a construção do muro na fronteira com o México, mas o senado recusou a proposta.

Já a proposta democrata recebeu mais dois votos que o plano dos republicanos, o que enfraquece a posição de Donald Trump. A proposta consistia na reabertura  dos serviços do governo até 8 de Fevereiro, sem dinheiro para o muro.

A proposta dos democratas tinha como objectivo dar tempo para se chegar a um acordo, permitindo aos cerca de 800 mil trabalhadores receberem os seus ordenados.

Trump assegura que não reabre o governo enquanto não tiver o dinheiro para o muro, escreveu o Notícias ao Minuto.

Os democratas dizem que são a favor de medidas para reforçar a segurança fronteiriça, mas opõem-se ao muro.
 

O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, confirmou esta quarta-feira a sua decisão de romper relações diplomáticas e políticas com os EUA e anunciou o encerramento da embaixada e dos consulados venezuelanos em território norte-americano.

Nicolás Maduro deu prazo de 72 horas para diplomatas norte-americanos deixarem o país.

Maduro falava no Supremo Tribunal de Justiça, durante a sessão de abertura do novo ano judicial, onde além dos magistrados, os representantes de outros poderes lhe manifestaram o apoio, face à decisão do líder do parlamento, o opositor Juan Guaidó se autoproclamar Presidente interino da Venezuela.

Questionando ao ministro das Relações Exteriores, Jorge Arreaza, sobre quando seria o regresso, explicou que “chegam no sábado à Venezuela.

Quanto ao corte de relações políticas e diplomáticas com os EUA, anunciado na quarta-feira, disse que se tratou de uma decisão “que mantém com firmeza".

Nicolás Maduro voltou a acusar a Casa Branca de ter patrocinado um golpe de Estado contra o seu Governo.

“Deve haver justiça para que se respeite o Estado de Direito e com justiça haverá República e paz”, disse fazendo alusão à autoproclamação de Juan Guaidó como Presidente interino da Venezuela.

Maduro explicou que, segundo a Constituição da Venezuela, são "faltas absolutas" do Presidente da República, a sua morte, renúncia, demissão decretado pelo Supremo Tribunal de Justiça, assim como incapacidade física ou mental, permanente, vincando que "não existe nenhum desses casos".

O líder venezuelano recordou que em 20 anos de revolução se realizaram 25 eleições, e que 23 delas foram ganhas pelo governo "chavista", todas dirigidas pelo mesmo Conselho Nacional Eleitoral.
 
 

 

O Presidente da Assembleia Nacional e líder da oposição, Juan Guaidó, auto proclamou-se presidente interino da Venezuela. Os ex-líderes apelaram à comunidade internacional e aos governos para reconhecerem o Presidente venezuelano e oferecer as garantias necessárias.

O anúncio foi feito em plena manifestação da oposição, que mobilizou milhares de venezuelanos contra o regime de Nicolás Maduro, avança a imprensa internacional.

Vários chefes de estado já reconheceram Guaidó como presidente interino da Venezuela, como é o caso do Presidente dos EUA, Donald Trump, que o fez atrav´s da sua conta do twitter.

“Os cidadãos da Venezuela sofreram por muito tempo nas mãos do regime ilegítimo de Maduro. Hoje, reconheci oficialmente o Presidente da Assembléia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, como o Presidente Interino da Venezuela”, escreveu Trump.

Nicolás Maduro iniciou a 10 de janeiro o seu segundo mandato de seis anos como Presidente da Venezuela, após uma vitória eleitoral cuja legitimidade não foi reconhecida nem pela oposição, nem pela maior parte da comunidade internacional.

A actuação violenta da Polícia contra imigrantes africanos no bairro da Jamaica está a causar descontentamento entre a população negra residente em Portugal. Quatro pessoas foram detidas ontem em confrontos com a Polícia, depois de uma manifestação na avenida da Liberdade, no centro de Lisboa. Não há registo de moçambicanos entre os manifestantes.

A polémica iniciou com um cenário de violência policial, registado por um vídeo amador, domingo de manhã no bairro da Jamaica, no distrito de Setúbal, em Portugal.

As cenas de violência não terminam nas imagens do vídeo de dois minutos. Na gravação são ainda audíveis acusações de racismo, ao mesmo tempo que se vê alguns agentes a agredir moradores aparentemente sem justificação.

Um jovem terá atingido o polícia com uma pedra e acabou por ser o único detido. Duas mulheres foram feridas durante o confronto. O jornal de notícias escreveu que “Polícia e cinco moradores foram detidos em desacato no bairro da Jamaica”.

No fim da tarde desta segunda-feira, moradores daquele bairro deslocaram-se para Lisboa, onde percorreram algumas vias da cidade protestando contra violência policial e racismo.

Quando os manifestantes chegaram à avenida da Liberdade, uma das mais movimentadas de Lisboa, começaram mais uma vez os confrontos com a Polícia, que resultaram na detenção de quatro pessoas.

Até ao momento não há registo de moçambicanos entre os manifestantes. Contactada telefonicamente pela nossa reportagem, uma moçambicana residente em Lisboa comentou a situação.

A primeira-ministra britânica, Theresa May, irá apresentar hoje o “Plano B” relativo ao processo de saída do Reino Unido da União Europeia. May continuou os contactos com os ministros, numa tentativa de reunir apoios que permitam ter a aprovação a 29 de Janeiro.

A primeira.ministra vai apresentar as medidas alternativas após o acordo negociado com a União Europeia ter sido rejeitado pelos deputados numa votação realizada na terça-feira, escreve a imprensa internacional, Euronews e Notícias ao Minuto.

A crise do Brexit aprofundou-se com a polarização da Câmara dos Comuns, onde May não tem maioria e precisa do apoio dos dez deputados do Partido Democrático Unionista (DUP) da Irlanda do Norte para aprovar as leis.
 

O presidente zimbabweano, Emmerson Mnangagwa, cancelou participação no fórum de Davos por causa dos protestos e repressão no seu país, devido ao aumento do preço do combustível. Mnangagwa será representado pelo ministro das Finanças, Mthuli Ncube.

“Devido à situação económica, voltarei para casa depois de uma semana muito produtiva de reuniões bilaterais de negócios”, disse o Presidente no Twitter, citado pelo Observador.

Durante os protestos 12 pessoas morreram, 78 contraíram ferimentos e 700 foram presas. O porta-voz presidencial, George Charamba, alertou que esta repressão é apenas uma antecipação, acusando a oposição de fomentar a desordem, escreve o Observador citando o The Sunday News.

O Presidente zimbabweano prometeu revitalizar a economia depois de duas décadas de crise, porém, desde Outubro de 2018 que o país enfrenta protestos contra a escassez, inflação e depreciação da moeda.

A internet foi temporariamente cortada e as principais redes sociais ainda estão bloqueadas.
 

Uma explosão em um oleoduto no México provocou a morte de 73 pessoas e fez 74 feridos, suspeita-se que a explosão tenha sido provocada pela acção de pessoas que abrem buracos para roubar gasolina.

Dos 73 mortos cerca de 54 corpos estão por identificar, já que morreram carbonizadas, e há uma forte possibilidade de haver mais vítimas entre os escombros, de acordo com o Notícias ao Minuto.

O presidente mexicano, Andres Manuel Lopez Obrador, promete reforçar a segurança na rede oleodutos do país. A administração tem transportado mais combustível através de camiões com o objectivo de evitar roubo de combustíveis nos oleodutos.

Ainda de acordo com o Notícias ao Minuto esta batalha contra o roubo de combustível tem levado a uma escassez de gasolina em grande parte do país, o que tem gerado filas nos postos de gasolina.

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