Skip to main content

O País – A verdade como notícia

O autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó denuncia tentativas de intimidação, afirmando que uma força especial da polícia tentou abordar a sua mulher quando esta se encontrava sozinha com a filha em casa.

"O objetivo é claro. É muito claro. E é um objetivo que eles não alcançaram. Não vão conseguir romper a família venezuelana", garante Guaidó.

Guaidó convocou para este sábado aquela que apresenta já "como a maior marcha de sempre na Venezuela e na história do continente".

O objetivo de Guaidó é igualmente claro: novas eleições, aliás como também é exigido por vários países europeus, entre os quais Portugal.

Maduro rejeita ultimatos e conta com o apoio da Rússia, China, Coreia do Norte e Turquia.

 

Os advogados do antigo presidente brasileiro, Lula da Silva, apresentaram um pedido ao Tribunal para que Lula pudesse participar no funeral do seu irmão mais velho, Genival Inácio da Silva, que perdeu a vida ontem. Entretanto o Tribunal recusou o pedido.

O superintendente da Polícia Federal no estado do Paraná, Luciano Flores de Lima, dise não ser exequível "autorizar ou tornar possível" a presença de Luiz Inácio Lula da Silva no funeral por razões logísticas.

A juíza, Carolina Lebbos, disse que "mesmo se fosse possível superar essa questão logística, outros fatores colocariam em risco a segurança da ordem pública e do encarcerado".

Por outro lado, o Partido Trabalhista criticou a decisão e disse que usurpar o direito de um cidadão de vigiar e enterrar um ente querido é uma das atitudes mais cruéis possíveis, escreve o Notícias ao Minuto.

Lula, que chefiou o Brasil de 2003 a 2010, encontra-se preso na sede da Polícia Federal Curitiba, depois de ter sido condenado a 12 anos de prisão por corrupção passiva e branqueamento de capitais, numa investigação da operação Lava Jato.

Os advogados de Lula pediram, em várias ocasiões e sem êxito, a liberdade do antigo governante, que consideram uma vítima de "perseguição política e judicial".

Além desta condenação, Lula da Silva está ainda a responder por outros processos na justiça, a maioria deles por corrupção.

Desta vez, a primeira-ministra britânica, Theresa May, saiu vitoriosa do Parlamento Britânico. O seu plano B de Brexit teve uma aprovação com 317 votos a favor e 301 votos contra, permitindo uma abertura a uma nova negociação com União Europeia sobre a questão das fronteiras entre Irlanda do Norte e Irlanda.

Por outro lado, os deputados britânicos chumbaram as propostas de uma saída sem acordo e o adiamento do Brexit.

Agora, May se sente optimista para assegurar um Brexit com acordo, tendo prometido redobrar os esforços e convidado o líder da oposição, Jeremy Corbyn para trabalharem juntos, um convite que lhe foi aceite.

Entretanto, em reação, o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, disse que a União Europeia não aceita mais discutir a questão das fronteiras entre duas Irlandas, pois é um ponto que faz parte de um pacote fechado de Brexit. Faltam apenas dois meses para o Reino Unido deixar a União Europeia.

A polícia alemã deteve três iraquianos suspeitos de estarem a planear um ataque terrorista.

O alvo não é conhecido mas o ataque seria na Alemanha.

"A investigação mostra que os suspeitos ainda não tinham selecionado um alvo específico para o ataque", avançou à Reuters o gabinete do procurador federal alemão. 

Os suspeitos foram detidos no estado de Schleswig-Holstein, no norte do país.

Um dos iraquianos agora detido chegou a fazer o download de instruções sobre como construir uma bomba e encomendou um detonador a partir de um contacto no Reino Unido.

 As autoridades britânicas, depois de alertadas, impediram a entrega.

Ainda de acordo com o gabinete do procurador federal alemão, os iraquianos pretendiam construir a bomba utilizando pólvora de fogo-de-artifício.

Terão também ponderado a utilização de um veículo automóvel no ataque, pelo que um deles começou a ter aulas de condução no início do ano.
 

O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou o antigo presidente Lula da Silva a deixar a prisão onde se encontra, na sede da Polícia Federal em Curitiba, para comparecer ao funeral do irmão, Genivaldo Inácio da Silva, que morreu esta terça-feira (29).

A instância superior reverte, assim, a decisão inicial, do tribunal de Curitiba, que ratificava a decisão da Polícia Federal em não autorizar a saída do detido, por motivos logísticos.

Lula da Silva está preso desde 7 de abril do ano passado, no âmbito da Operação Lava Jato, cumprindo uma pena de 12 anos e um mês de prisão por acusações de corrupção passiva e branqueamento de capitais.

Lula, que foi presidente do Brasil entre 2003 e 2010, poderá, assim, deslocar-se até à cidade de São Bernardo do Campo, em São Paulo, onde serão realizadas as cerimónias fúnebres.

Genival Inácio da Silva tinha 79 anos e lutava contra um tipo de cancro raro que afetou os vasos sanguíneos.

 

O Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, condenou as sanções ilegais e unilaterais impostas pelos EUA contra a empresa Petróleos da Venezuela. Maduro diz que Washington pretende roubar a petrolífera e as riquezas do seu país.

"Os EUA hoje decidiram tomar o caminho de querer roubar a empresa CITGO (petrolífera subsidiária da PDVSA nos Estados Unidos) à Venezuela e é um caminho ilegal", disse.

Nicolás Maduro, acrescentando que deu instruções ao presidente da petrolífera para iniciar ações legais para a defesa da propriedade.

Maduro diz que essas medidas são feitas a pedido do deputado que se autoproclamou chefe de Estado da Venezuela, Juan Guaidó.

Por outro lado, Juan Guaidó anunciou que vai assumir o controlo dos activos do país no exterior de modo a evitar que Maduro “continue a roubar” o dinheiro dos venezuelanos.

"A partir deste momento iniciamos a tomada do controlo progressivo e ordenado dos activos da nossa República no exterior, para impedir que no seu percurso de saída, e não conformado com o que já roubou à Venezuela, o usurpador e o seu grupo continuem a roubar o dinheiro dos venezuelanos, financiando delitos a nível internacional e usando o dinheiro para torturar o povo, privando-o de alimentos e medicamentos e assassinando quem protesta pelos seus direitos", refere Juan Guaidó.

Guaidó disse ainda que vai iniciar um processo para nomear uma nova administração para a PDVSA e para a sua filial CITGO, que opera nos Estados Unidos.

Mais de 40 pessoas morreram e 850 foram detidas durante protestos ocorridos na semana passada contra o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e a favor do autoproclamado Presidente Juan Guaidó, segundo dados divulgados esta terça-feira pelas Nações Unidas.

O porta-voz do Alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Rupert Colville, afirmou que “mais de 40 pessoas” teriam morrido “de maneiras diferentes” nos recentes protestos.

Pelo menos 26 pessoas morreram vítimas de disparos das forças de segurança ou grupos armados de apoio ao governo de Maduro, segundo o porta-voz.

"Cinco destas pessoas morreram em buscas ilegais realizadas pelas forças de segurança em bairros humildes", próximos das manifestações, disse Coville, referindo ainda que 11 pessoas morreram em saques que aconteceram paralelamente aos protestos.

Entre as 850 pessoas que foram detidas, entre segunda-feira e sábado, estão 77 crianças.

Colville disse que 696 pessoas foram detidas num só dia, na quarta-feira da semana passada, representando um número recorde de detenções diárias nos últimos 20 anos.

O porta-voz declarou que um membro da Guarda Bolivariana venezuelana teria sido morto no estado de Monagas.

Rupert Colville disse aos jornalistas, em Genebra, que as autoridades estão a investigar os relatos de maus-tratos aos detidos.

A crise política na Venezuela agravou-se em 23 de janeiro, quando o líder da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, se autoproclamou Presidente da República interino e declarou que assumia os poderes executivos de Nicolás Maduro.

Guaidó, 35 anos, contou de imediato com o apoio dos Estados Unidos e prometeu formar um governo de transição e organizar eleições livres.

Nicolás Maduro, 56 anos, no poder desde 2013, recusou o desafio de Guaidó e denunciou a iniciativa do presidente do parlamento como uma tentativa de golpe de Estado liderada pelos Estados Unidos.

A União Europeia fez um ultimato a Maduro para convocar eleições nos próximos dias, prazo que Espanha, Portugal, França, Alemanha e Reino Unido indicaram ser de oito dias, findo o qual os 28 reconhecem a autoridade de Juan Guaidó e da Assembleia Nacional para liderar o processo eleitoral.

Esta crise política soma-se a uma grave crise económica e social que levou 2,3 milhões de pessoas a fugirem do país desde 2015, segundo dados da ONU.

Na Venezuela, antiga colónia espanhola, residem cerca de 300 mil portugueses ou lusodescendentes.

 

 

Rompeu esta sexta-feira uma barragem no Brumadinho, em Minas Gerais, até sábado estavam contabilizados nove mortos, mas o corpo de bombeiros confirmou, ontem, a morte de 58 pessoas.

A corporação diz que 305 pessoas estão desaparecidas e o número tem vindo a aumentar. No entanto, já foram identificadas 19 vítimas.

Foi localizado um autocarro, mas as equipas de resgate não conseguem avançar, para já, um número exato de pessoas que seguiam no veículo. "Não sabemos quantos corpos estão no autocarro, mas os trabalhos estão a ser feitos", revelou o tenente-coronel Flávio Godinho, da Defesa Civil de Minas Gerais, avança o Notícias ao Minuto.
 
As autoridades afirmam que 24 mil pessoas estão em áreas de risco, daí que se iniciou um trabalho para a retirada das pessoas que vivem nas proximidades.
 

O Serviço de Migração e Estrangeiros de Angola (SME) anunciou a expulsão de 2.500 cidadãos estrangeiros por "decisão judicial e administrativa" e a detenção de 530 pessoas por "permanência e auxílio à imigração ilegal".

A informação consta do relatório semanal de ocorrências do SME, relativo ao período entre 16 a 23 de janeiro.

Quanto ao movimento migratório, o SME registou a entrada de 26.567 cidadãos de diversas nacionalidades, maioritariamente angolanos, e a saída de 35.101 pessoas.

 

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE