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O País – A verdade como notícia

Está marcada para Dezembro do presente ano, a próxima cimeira da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO).

O evento que vai realizar-se em Londres será consagrada às novas ameaças à segurança, anunciou hoje o secretário-geral da organização, Jens Stoltenberg.

“A reunião de Londres será uma oportunidade para os chefes de Estado e de Governo dos países Aliados debaterem os desafios de segurança que enfrentamos hoje e para assegurar que a NATO continue a adaptar-se de modo a garantir a segurança da sua população de cerca de mil milhões de pessoas”, escreveu Jens Stoltenberg no comunicado em que anunciou a localização da nova reunião.

O secretário-geral da NATO disse ainda estar "grato" por o Reino Unido ter aceite ser o anfitrião da cimeira, lembrando que a primeira sede da NATO foi em Londres.

“Estamos gratos ao Reino Unido por aceitar receber esta reunião no ano do 70.º aniversário da NATO.

Londres foi a casa do primeiro quartel-general da NATO. O Reino Unido foi um dos 12 membros fundadores da organização e continua a desempenhar um papel fundamental, dando contributos essenciais para a nossa segurança partilhada”, acrescentou.

A reunião deverá contar com a presença do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem dirigido múltiplas críticas à aliança transatlântica, tendo mesmo já aludido a uma eventual saída da aliança.

Um violento incêndio num edifício residencial em Paris fez sete mortos e 31 feridos, um em estado crítico. Entre os feridos constam seis bombeiros.

Durante o incêndio inúmeros residentes escaparam para o telhado do prédio. Outros foram resgatados pelas janelas das suas habitações, escreve a Euronews.

As chamas eclodiram por volta da uma da manhã. Às sete da manhã ainda decorriam os trabalhos de rescaldo e os 250 bombeiros permaneciam mobilizados.

Ainda não se conhecem as origens das chamas. Uma tragédia que poderia ter tido consequências bem piores já que o incêndio facilmente poderia ter alastrado para os edifícios vizinhos.

O Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, acusou hoje a União Europeia de tentar derrubar o Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em detrimento da democracia.

Portugal e outros 18 países da União Europeia assinaram nesta segunda-feira uma declaração conjunta de reconhecimento a Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional, como "presidente interino da Venezuela" com o objetivo de convocar "eleições presidenciais livres, justas e democráticas".

Washington, que reconhecera Guaidó logo após a sua autoproclamação como presidente interino, felicitou-se na segunda-feira pela posição dos 19 países europeus e convidou outros países a fazerem o mesmo.

Erdogan, no entanto, apoia firmemente Nicolás Maduro.
"A Venezuela é um dos vossos estados?", questionou ainda Erdogan, numa aparente referência a Washington. "Como podem dizer a alguém que chegou ao poder através de eleições 'vai-te embora'? E como podem pôr na Presidência alguém que nem sequer foi eleito?"

Erdogan telefonou nesse dia a Maduro para lhe manifestar o seu apoio, exortando-o a "continuar firme".

Erdogan e Maduro mantêm relações estreitas há muitos anos. Maduro foi um dos primeiros dirigentes do mundo a manifestar o seu apoio a Erdogan após a tentativa de golpe de Estado de julho de 2016.

Ambos os países anunciaram no ano passado projetos de cooperação para a exploração de carvão e ouro, enquanto negoceiam possíveis investimentos turcos na indústria petrolífera da Venezuela, que tem as maiores reservas de crude do planeta.

 

O ministro dos Negócios Estrangeiros dinamarquês, Anders Samuelsen, anunciou hoje, que a Dinamarca reconhece o presidente do Parlamento venezuelano, Juan Guaidó, como Presidente interino da Venezuela até que novas eleições livres e democráticas ocorram.

A crise política na Venezuela agravou-se em 23 de janeiro, quando o líder da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, se autoproclamou Presidente da República interino e declarou que assumia os poderes executivos de Nicolás Maduro.

Esta crise política soma-se a uma grave crise económica e social que levou 2,3 milhões de pessoas a fugirem do país desde 2015, segundo dados das Nações Unidas.

 

A fronteira aberta para a livre circulação de pessoas, bens e serviços é um compromisso assumido nos acordos de paz para o território, assinado em 1998 pelos governos do Reino Unido e Irlanda no âmbito da União Europeia.

A primeira-ministra britânica, Theresa May vai fazer um discurso sobre o Brexit na Irlanda do Norte, na terça-feira, para renovar o compromisso de manter uma fronteira aberta entre a região britânica e a vizinha República da Irlanda, adiantou esta segunda-feira um porta-voz.

Theresa May vai também encontrar-se com empresários locais, uma iniciativa dada a conhecer no mesmo dia em que começam na residência oficial da primeira-ministra, em Downing Street, negociações para renegociar com Bruxelas uma nova solução que evite uma fronteira física com a vizinha europeia Irlanda.

O chamado Grupo de Trabalho de Disposições Alternativas, junta deputados eurocéticos e deputados opositores ao Brexit numa tentativa de encontrar um consenso para a solução de salvaguarda, a chamada backstop, que facilite a aprovação de um acordo de saída no parlamento britânico.

Atualmente, esta solução prevista para ser activada apenas no caso de não estar concluído um novo acordo comercial após o período de transição, no final de 2020, determina que o Reino Unido se mantenha na união aduaneira europeia e que a Irlanda do Norte fique sujeita a certas regras do mercado único.

O ministro para o Brexit, Stephen Barclay, vai conduzir as reuniões, que vão repetir-se nos próximos dois dias e que são uma consequência do voto na semana passada no parlamento de uma proposta em que uma maioria de deputados assumiu o compromisso de aprovar um acordo de saída se o governo negociar com a UE uma solução alternativa.

O acordo negociado com Bruxelas foi rejeitado em 15 de janeiro por uma margem de 230 votos, incluindo 118 de conservadores e 10 deputados do Partido Democrático Unionista (DUP), enquanto a proposta de Graham Brady foi aprovada por margem de 16 votos.

A reduzida maioria parlamentar e a existência de “rebeldes” no partido mostram que Theresa May precisa do apoio de ambas as fações do grupo parlamentar do partido do governo e também do DUP para conseguir aprovar um acordo que garanta uma saída ordenada a 29 de março.

Pelo campo eurocético, vão estar presentes o vice-diretor do European Research Group (ERG), Steve Baker, o ex-secretário da Irlanda do Norte Owen Paterson e o Marcus Fysh, enquanto do lado dos pró-europeus vão estar os ex-ministros Nicky Morgan e Damian Green.

Baker e Morgan são também membros de um grupo que concebeu o chamado “compromisso Malthouse”, e que sugere o uso de tecnologia para evitar controlos aduaneiros da fronteira da Irlanda do Norte enquanto é negociado um acordo de comércio até ao final de 2021, estendendo assim o período de transição por mais 12 meses que o previsto no Acordo negociado com Bruxelas.

 

O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, promete realizar eleições parlamentares ainda este ano. A oposição que constitui a maioria parlamentar rejeitou a decisão num dia em que milhares de pessoas protestaram contra Maduro.

Cada dia que passa, há mais divisões no regime de Nicolas Maduro. Este sábado, milhares de venezuelanos encheram as ruas de Caracas em protesto contra o presidente Nicolas Maduro, quem se recusa a deixar o poder perante o desafio de Juan Guaidó que se autoproclamou novo líder da Venezuela. Maduro continua a gozar do apoio dos líderes dos governos da esquerda e o exército bolivariano. Entretanto, este sábado, o general das Forças Aéreas Francisco Yanez emitiu um vídeo polémico em que afirma que 90% dos soldados venezuelanos estão contra Maduro.

De seguida, as forças aéreas condenaram as declarações de Francisco Yanez, tendo-o considerado um traidor. Maduro voltou a provocar a oposição que controla o parlamento ao ameaçar antecipar as eleições legislativas ainda este ano. Guaidó prometeu novas manifestações gerais no dia 12 de Fevereiro e pede apoio das forças militares às quais oferece amnistia em troca.

Uma mulher e um polícia morreram e 48 pessoas ficaram feridas na sequência de um incêndio em Buenos Aires, Argentina, na sexta-feira.

O acidente aconteceu no Hotel Las Naciones, localizado na movimentada Avenida Corrientes, a poucos metros do centro do Obelisco, uma das áreas mais turísticas da capital argentina.

A mulher faleceu no local e um dos polícias da cidade de Buenos Aires, seriamente ferido durante sua intervenção no incêndio, morreu horas já Hospital Argerich.

No total, de acordo com as autoridades, o Serviço de Atendimento Médico de Urgência transferiu 48 feridos, incluindo oito menores, a maioria por inalação de fumaça.

Dois homens e uma mulher apresentam queimaduras graves e estão internados na unidade de cuidados intensivos do Hospital Argerich, com prognóstico reservado.

 

O Governo chinês afirmou hoje (01) que mantém contacto com "todas as partes" envolvidas na crise política da Venezuela, alterando assim a posição manifestada, na semana passada, quando vincou o seu apoio à Nicolás Maduro.

O porta-voz do ministério chinês dos Negócios Estrangeiros, Geng Shuang disse que a China "está pronta para trabalhar com todas as partes" e que a cooperação entre os dois países "não deve ser afetada pelo desenvolvimento da situação". 

"Mantemos contactos estreitos com todas as partes através de vários canais", revelou Geng Shuang. 

Questionado sobre a possibilidade de uma mudança de Governo na Venezuela afectar o reembolso da dívida de Caracas a Pequim, o porta-voz afirmou que "a China vai continuar a defender os princípios da igualdade, benefício mútuo e prosperidade comum, para melhorar a cooperação e comunicação com a Venezuela em todas as áreas ".

Na semana passada, a China expressou o seu apoio ao Governo venezuelano liderado por Nicolás Maduro e lamentou a "intromissão nos assuntos internos" do país pelos Estados Unidos, depois de Washington ter reconhecido o líder provisório autoproclamado, Juan Guaidó.

Na altura, a porta-voz da diplomacia chinesa lembrou que "em 10 de janeiro, a China, e muitos outros países e organizações internacionais, enviaram representantes à cerimónia de posse do Presidente", referindo-se a Maduro.

A crise política na Venezuela agravou-se em 23 de janeiro, quando o líder da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, se autoproclamou Presidente da República interino e declarou que assumia os poderes executivos de Nicolás Maduro.

Guaidó, 35 anos, contou de imediato com o apoio dos Estados Unidos e prometeu formar um governo de transição e organizar eleições livres.

Nicolás Maduro, 56 anos, no poder desde 2013, recusou o desafio de Guaidó e denunciou a iniciativa do presidente do parlamento como uma tentativa de golpe de Estado liderada pelos Estados Unidos.

 

O autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó denuncia tentativas de intimidação, afirmando que uma força especial da polícia tentou abordar a sua mulher quando esta se encontrava sozinha com a filha em casa.

"O objetivo é claro. É muito claro. E é um objetivo que eles não alcançaram. Não vão conseguir romper a família venezuelana", garante Guaidó.

Guaidó convocou para este sábado aquela que apresenta já "como a maior marcha de sempre na Venezuela e na história do continente".

O objetivo de Guaidó é igualmente claro: novas eleições, aliás como também é exigido por vários países europeus, entre os quais Portugal.

Maduro rejeita ultimatos e conta com o apoio da Rússia, China, Coreia do Norte e Turquia.

 

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