Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Um atentado suicida em Caxemira, na Índia, provocou a morte de 41 pessoas. O atentado foi perpetrado por uma carrinha carregada de explosivos que explodiu perto de uma coluna de 78 veículos transportando cerca de 2 500 membros de uma força paramilitar. O grupo islâmico, Jaish-e-Mohammed, reivindicou o atentado.

"O sacrifício dos nossos bravos membros das forças de segurança não será em vão", disse o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi.

Em 2001 o grupo islâmico, Jaish-e-Mohammed protagonizou um atentado suicida, que matou 40 pessoas em Srinagar, informou o Notícias ao Minuto.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros indiano acusou de imediato o Paquistão num comunicado: "Este ato ignóbil e odioso foi cometido pelo Jaish-e-Mohammed, uma organização terrorista sediada no Paquistão e por ele apoiada", e acrescentou que a Índia tem a intenção de tomar medidas necessárias para preservar a sua segurança nacional.

Por sua vez, o Paquistão negou qualquer envolvimento no atentado. "Rejeitamos firmemente qualquer insinuação por elementos da comunicação social e do Governo indianos que tentem ligar o ataque ao Paquistão sem que tenha havido uma investigação", declarou o Ministério dos Negócios Estrangeiros paquistanês.

A região de Caxemira é reivindicada tanto pela Índia como pelo Paquistão desde o fim da colonização britânica, em 1947. O total das forças indianas na parte controlada por Nova Deli é estimado em cerca de 500.000 efectivos.

O Chefe do Governo espanhol, Pedro Sánchez anunciou, na manhã desta sexta-feira, a data das próximas eleições gerais para 28 de abril. Estas eleições antecipadas são as terceiras em menos de quatro anos, depois de o parlamento ter chumbado o seu projeto de Orçamento para 2019.

A decisão da data foi anunciada depois de uma reunião extraordinária do Conselho de Ministros do governo minoritário do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), que durou uma hora.

“Há cerca de nove meses abriu-se a primeira moção de censura na história do país”. O governo de Mariano Rajoy, como recorda Sánchez, foi condenado por enriquecimento ilícito e acusado de não atender às pretensões dos espanhóis. “Foi, por isso, nessa altura que foi avançada a moção de censura” argumentou.

Apoiado por mais de vinte partidos, Sánchez formou um governo jovem e com uma maioria de mulheres, algo sem precedentes na história democrática da Espanha. Mas, embora tenha sido aplaudido, a imagem do executivo rapidamente se deteriorou com os escândalos que atingiram vários ministros. Dois deles demitiram-se.

No exterior, Sánchez teve o baptismo de fogo na cimeira europeia sobre imigração. Pedro Sánchez era um aliado para fortalecer o eixo anti xenófobo e promover a solidariedade europeia na distribuição dos refugiados. Sánchez anunciou as prioridades do seu governo, “a consolidação do crescimento económico, a criação de emprego e a reforma das instituições democráticas”.

 

 

O número de mortos por Ébola na República Democrática do Congo (RDC) continua a aumentar, segundo dados publicados recentemente pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Nos últimos 21 dias (23 de Janeiro-12 de Fevereiro) foram reportados 97 casos distribuídos por 13 zonas.

Katwa, é uma das zonas mais afetadas, registando 59 novos casos, seguida de Butembo com 12, Beni (7), Kyondo (4), Oicha (4), Vuhovi (3), Biena (2), Kalunguta (2), Komanda (1), Manguredjipa (1), Mabalako (1), Masereka (1), and Mutwanga (1).

O último balanço apontava para 502 mortos. Até 12 de fevereiro foram reportados pelas entidades de saúde, 823 casos de Ébola no país, dos quais 762 já foram confirmados e 61 são prováveis. Segundo os últimos dados, 283 pessoas foram tratadas nos centros de tratamento de Ébola (ETC).

Um novo trabalhador da saúde foi infetado com o vírus, reportaram as entidades de Katwa, o que significa que um total 68 pessoas que trabalham no sector já foram afectadas pela epidemia.

No dia 13 de fevereiro, o ministro da saúde da RDC apresentou o terceiro plano estratégico de combate à epidemia, sendo necessários 148 milhões de dólares para o colocar em prática. O plano define a estratégia de resposta à doença, objectivos e necessidades orçamentais para os próximos seis meses (até julho de 2019).

Esta é a segunda epidemia de Ébola mais virulenta da história, depois de a primeira ter morto mais de 11 mil pessoas na África Ocidental (Guiné, Libéria, Serra Leoa) em 2014. A epidemia actual apresenta uma complexidade singular, pois atinge uma região afectada pela violência das milícias armadas contra civis, numa situação que dificulta a resposta das organizações de saúde.

De acordo com a OMS, a análise epidemiológica continua a apontar para a transmissão devido a práticas inadequadas de prevenção e controle da infeção, atrasos persistentes na deteção e isolamento de novos casos, mortes frequentes na comunidade e subsequente contacto com o falecido e contágio nas redes familiares e comunitárias, como principais impulsionadores da transmissão contínua da doença.

 

A Comissão Europeia adicionou a Arábia Saudita na “lista negra” de combate ao branqueamento de capitais e ao financiamento do terrorismo, as autoridades daquele país lamentam a intenção da UE.

"O compromisso da Arábia Saudita com o combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo é uma prioridade estratégica para o reino, e continuaremos a desenvolver e melhorar nossa estrutura regulatória para alcançar este objetivo", afirmou o ministro das Finanças saudita, Mohammed Al-Jadaan,

Na lista da União Europeia consta outros países como Afeganistão, Samoa Americana, Bahamas, Botsuana, Coreia do Norte, Etiópia, Gana, Guão, Irão, Iraque, Líbia, Nigéria, Paquistão, Panamá, Porto Rico, Samoa, Arábia Saudita, Sri Lanka, Síria, Trinidad e Tobago, Tunísia, Ilhas Virgens Americanas e Iémen, escreve o Notícias ao Minuto.

Esta primeira lista elaborada com base nos critérios mais rígidos contemplados na mais recente revisão da legislação comunitária contra a lavagem de dinheiro, que entrou em vigor no ano passado, integra 12 países que já estavam listados pelo Grupo de Ação Financeira sobre o Branqueamento de Capitais e 11 jurisdições adicionais.

Na apresentação desta nova "lista negra" de países de "alto risco", o executivo comunitário explicou que o objectivo é proteger o sistema financeiro da UE, pois as instituições bancárias e outras entidades cobertas pelas regras europeias contra a lavagem de dinheiro terão de aplicar controlos de vigilância reforçados para as operações financeiras relacionadas com clientes e estabelecimentos financeiros oriundos dos países da lista, de modo a melhor detectar os fluxos de capitais suspeitos.

O Presidente iraniano, Hassan Rohani, prometeu hoje vingar-se do atentado que matou 27 membros da Guarda Revolucionária e deixou 27 pessoas feridas esta quarta-feira. Hassan Rohani acusa Israel e os Estados Unidos de apoiarem o terrorismo.

“A principal raiz do terrorismo na região são os Estados Unidos, os sionistas (Israel) e alguns países produtores de petróleo (da região) que os financiam. Nós definitivamente pagaremos a esse grupo de mercenários o preço pelo sangue derramado pelos nossos mártires”, declarou o Presidente do Irão.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Mohamad Yavad Zarif também garantiu, na quarta-feira, que o Irão vingará o atentado e acusou “países da região” de apoiarem o grupo terrorista.

"Não é uma coincidência que o Irão tenha sido atacado pelo terrorismo no mesmo dia em que começa o circo de Varsóvia? Parece que os Estados Unidos tomam sempre as mesmas decisões erradas, mas esperam resultados diferentes", acrescentou, referindo-se à conferência sobre segurança no Médio Oriente na capital da Polónia e que as autoridades iranianas consideram uma tentativa dos Estados Unidos para criar uma coligação contra o Irão.

O atentado suicida contra o autocarro que transportava a Guarda Revolucionária de uma missão de patrulha ocorreu na estrada entre as localidades de Khash e Zahedan, na província de Sistão-Baluchistão, no sudeste do país, segundo a agência noticiosa oficial Irna, que antes indicara um balanço de 20 mortos.
Segundo vários meios de comunicação social iranianos, o grupo extremista Yeish al-Adl reivindicou o atentado.

 

Um tumulto Após comício de campanha eleitoral do Presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, fez 14 mortos e oito feridos. De acordo com fontes hospitalares o número de mortos ainda pode aumentar.

Num momento de confusão à saída do comício, que ainda se desconhece a causa, houve pessoas que caíram e foram abalroadas, explicaram as autoridades, escreve o Notícias ao Minuto.

A Comissão Eleitoral Nacional Independente aprovou 72 candidaturas para a presidência, entre as quais se destacam a do actual Presidente, Muhammadu Buhari, e do antigo vice-presidente Atiku Abubakar, apontados como favoritos.

A liderança de Buhari tem sido alvo de críticas pela oposição e por vários grupos da sociedade civil nas últimas semanas, depois do chefe de Estado nigeriano ter suspendido o presidente do Supremo Tribunal da Nigéria, Walter Onnoghen.

Ainda de acordo com o Noticias ao Minuto, Walter Onnoghen é acusado por um tribunal nigeriano especializado no código de conduta dos funcionários públicos, criado especialmente para julgar questões éticas, de não ter declarado várias contas bancárias em dólares, euros e libras esterlinas, em violação de legislação nesse sentido.

A Constituição nigeriana estabelece que o Presidente apenas pode demitir o presidente do Supremo Tribunal, com a aprovação de dois terços dos senadores da câmara alta do parlamento nigeriano. Neste caso, no entanto, Onnoghen não foi demitido, mas "suspenso".

A história de Joaquin El Chapo Guzman parece ter chegado ao fim. O tribunal federal de Brooklyn em Nova Iorque, nos Estados Unidos condenou o maior narcotraficante do século XX pelos 10 crimes de que era acusado.
A maior acusação que pesava sobre El Chapo foi a tráfico de toneladas de drogas através de túneis para os Estados Unidos.

O juiz disse que havia uma avalanche de evidências que colocavam El Chapo como culpado. Mais de 50 testemunhas deram seu depoimento no julgamento que durou 11 semanas.

Dentre várias revelações, a mais chocante foi acusação feita contra o ex-presidente do México, Enrique Pena Nieto, de ter recebido 100 milhões de dólares de suborno de El Chapo. Entretanto, o porta-voz do ex-presidente mexicano nega as acusações. El Chapo vai passar o resto da sua vida na cadeia.

 

África dispõe de 40 por cento da terra arável no mundo, entretanto poucos conseguem alocar até 10 por cento do orçamento anual para a agricultura.

Daqui a 30 anos, África deverá ser o continente com mais pessoas no mundo, o que irá obrigar a um aumento da produção alimentar. Entretanto, é na agricultura que o continente africano ainda enfrenta maiores dificuldades, segundo a Comissária para Economia Rural e Agricultura, Josefa Sacko.

"Nós estamos a olhar em termos de produtividade, em termos das perdas após colheita, porque 40% da produção é perdida, depois do campo, por falta de infra-estruturas, por falta de escoamento. Estamos a falar também da questão da contaminação alimentar".

Em 2003, os Chefes de Estado e de Governo da União Africana ratificaram a Declaração de Maputo, um documento onde se comprometem a alocar pelo menos 10% dos orçamentos nacionais ao fomento da agricultura.

No entanto, apenas 20 das 54 nações estão a cumprir com a recomendação.
Num continente onde 60% da população é rural e a estrutura agrícola maioritariamente familiar, potenciar a produção dos pequenos agricultores com vista à industrialização é essencial para o sucesso da agricultura em África.

 

Foi durante uma entrevista divulgada hoje pela televisão britânica BBC que o Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse que o seu país não precisa de ajuda humanitária, porque não há fome, e garantiu que milhões de imigrantes procuram anualmente o país. Maduro afirmou que a Venezuela "tem toda a capacidade de satisfazer as necessidades do seu povo", culpando as sanções impostas pelos EUA pelas dificuldades sentidas em setores da população.

"A Venezuela não é um país com fome", afirmou Nicolás Maduro recusando aceitar as informações de diversas agências internacionais segundo as quais mais de dois milhões de pessoas sairiam do país, nos últimos anos, devido às enormes dificuldades para sobreviverem. "Os números oficiais dizem que não mais de 800 mil pessoas saíram do país, nos últimos dois anos, por razões económicas", atirando as responsabilidades dessa fuga para a pressão internacional e para as sanções de que o país tem sido alvo.

Maduro disse ainda que a campanha da emigração na Venezuela tem sido exagerada. “A Venezuela é um país que recebe imigrantes, mas vocês não dizem isso, não mostram isso. Há mais de dez milhões de imigrantes a chegar à Venezuela, todos os anos", declarou Nicolás Maduro.

Por isso, Maduro repetiu que não permitirá a ajuda humanitária à Venezuela, considerando que é uma porta de entrada para uma intervenção militar dos EUA, e acusou o governo norte-americano de "gangue de extremistas". Nicolás Maduro afirmou a esperança de que o "gangue de extremistas na Casa Branca seja derrotado por uma poderosa opinião pública mundial".

O Presidente eleito da Venezuela continua a dizer que a ajuda humanitária enviada pelos EUA, com comida e medicamentos, é apenas é um pretexto para uma intervenção militar que está determinado a não permitir. "Não queremos migalhas, alimentos tóxicos, restos de comida", afirmou Maduro, referindo-se aos camiões de ajuda humanitária oriunda dos EUA que se encontram estacionados na Colômbia à espera de autorização para entrar na Venezuela.

Maduro recusou também a ideia de que mais de 50 países reconhecem autoridade ao autoproclamado Presidente interino, Juan Guaidó. "Cinquenta?! Onde foram buscar esse número? Onde vão vocês encontrar esses números?", Indignou-se Nicolás Maduro, dizendo que há uma campanha Das agências internacionais contra o seu legítimo governo.

Sobre a marcação de eleições presidenciais, Maduro responde que não vê racionalidade em repetir um acto eleitoral que ganhou, em Maio de 2018, e rejeita a ideia de que se mantém no poder por ter o apoio dos militares. Na entrevista à BBC, Nicolás Maduro não se mostrou preocupado com uma eventual intervenção militar norte-americana, dizendo que ela nunca seria um problema.

 

 

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE