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O País – A verdade como notícia

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

O presidente norte-americano, Donald Trump, reagiu às palavras do presidente iraniano Hassan Rouhani que dizia que havia atrasados mentais na casa Branca.

Trump reagiu no seu twitter e disse que com essas palavras ignorantes e insultuosas, o Irão mostra que não entende a realidade.

“Os Estados Unidos vão responder com força a qualquer ataque do Irão. O tempo de John Kerry e Barack Obama já passou”, disse Trump.

O braço de ferro entre os dois países intensificou-se quando os Estados Unidos acusaram o Irão de ter bombardeado dois petroleiros no golfo de Omã.

Mike Pompeo, chefe da diplomacia norte-americana, considera o comportamento do presidente iraniano de imaturo e infantil.

“Quero que saibam que os Estados Unidos vão manter-se firmes na tomada das posições que o presidente delineou na sua estratégia”, comentou.

O aumento da tensão entre o Irão e os Estados Unidos está a preocupar também a França, país membro permanente do Conselho de Segurança da ONU. O ministro dos Negócios Estrangeiros Jean-Yves Le Drian disse: "Uma quebra, por parte do Irão, do acordo sobre a energia nuclear seria um erro grave e uma resposta errada à pressão exercida pelos Estados Unidos", escreveu a Euronews

Os Estados Unidos decidiram abandonar unilateralmente o acordo assinado em 2015 e desde então a tensão não fez senão subir. O último episódio foi o abate de um drone americano por parte do Irão. Trump terá mesmo decidido responder com um ataque militar, mas recuou no último momento.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, assinou um decreto que instaura sanções dirigida ao líder supremo iraniano, Ali Khamenei e outros altos dirigentes do regime. O decreto visa interditar o acesso a recursos financeiros vitais.

"A decisão de hoje segue-se a uma série de agressões por parte do regime iraniano, nas últimas semanas, incluindo o abate de drones americanos. Vocês abateram o drone. Toda a gente viu isso e muito mais. Vamos continuar a pressionar Teerão até que o regime abandone as suas ambições e as actividades perigosas que tem conduzido", declarou o presidente americano.

Teerão declara que a imposição de mais sanções não irá produzir "qualquer resultado", considerando-a no entanto "um acto hostil que emana do terrorismo económico".

Trump recuou na ofensiva contra os iranianos, no entanto deu luz verde a ciberataques

O presidente americano apela aos países que dispõem de petroleiros a circular no estreito de Ormuz a reforçarem a proteção das embarcações.

Irão, Trump, Teerão, Sanções

 

Ainda sobre a celebração dos 44 anos da Independência Nacional, o Presidente da República recebeu uma mensagem de felicitações do Papa Francisco.

O líder da Igreja Católica escreve que neste dia de Moçambique, deseja fazer chegar a sua saudação amiga ao Presidente Filipe Nyusi e à toda Nação esperando que esta celebração possa comprovar o empenho de todos na obra de assistência e reconstrução em curso.

Para Francisco implora as maiores bênçãos de Deus para que Moçambique consiga não só melhorar as infra-estruturas e prover as necessidades materiais, mas também promover a dignidade humana e a plena inclusão de todos os membros da sociedade, permitindo-lhes ser e agir como protagonistas do seu futuro pessoal e colectivo.

 

Vinte e quatro pessoas morreram na sequência do desmoronamento de um prédio de sete andares no Camboja.O incidente teve lugar este sábado.

Cerca de mil soldados participaram nas operações, â procura de sobreviventes nos escombros, informou o governo da província de Camboja.

Na sequência foram detidos quatro cidadãos chineses envolvidos na construção enquanto o desmoronamento é investigado.

O Governo adiantou que 30 trabalhadores estavam no local quando o prédio desmoronou, mas um dos moradores afirmou que o número deverá rondar as 55, 60 pessoas, escreveu o Notícia ao Minuto.

Mohamed Cheik el-Ghazouani é o novo Presidente da Mauritânia. O candidato do partido no poder venceu as eleições com 52% dos votos, dispensando a segunda volta eleitoral.

As eleições presidenciais de 22 de Junho terminaram com a vitória do candidato do partido no poder, Mohammed Ghazouani.

Com uma taxa de afluência de mais de 60%, Ghazouani obteve 52% dos votos contra os 18.58% do candidato da oposição, Biram Abeid, e 17.85% de Mohammed Boubacar. Outros candidatos não obtiveram votos acima de 10%.

Ghazouani sucede o Presidente Mohammed Abdel Aziz que chegou ao poder em 2008 por meio de um golpe de Estado, tendo vencido as eleições de 2009 e 2014.

A saída de Abdel Aziz é bem vista na África Ocidental onde alguns líderes africanos aboliram o limite dos mandatos presidenciais. Mauritânia é uma antiga colónia francesa que obteve a sua independência em 1960.

 

 

O Presidente norte-americano, Donald Trump, revelou, este sábado, que vai adiar uma a deportação de imigrantes ilegais a residir nos Estados Unidos por duas semanas. Donald Trump diz que vai dar tempo aos congressistas norte-americanos para encontrarem soluções para as fronteiras.

O anúncio foi feito depois de a presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, apelar ao Presidente norte-americano na passada sexta-feira para que suspendesse a operação.

Na segunda-feira, Donald Trump tinha afirmado que iria deportar milhões de imigrantes que se encontram ilegais nos Estados Unidos, no fim da semana voltou à carga para dar uma trégua de quinze dias.

Em publicação no Twitter, o presidente norte-americano referiu que a pedido dos democratas tinha decidido adiar o processo de deportação para dar aos dois partidos a oportunidade de encontrar uma solução para os problemas de asilo e os vazios legais na fronteira com o México.

"A pedido dos democratas, adiei o Processo de Remoção da Imigração Ilegal (deportação) por duas semanas para ver se democratas e republicanos conseguem entender-se numa solução" para as questões relacionadas com os problemas de imigração na fronteira sul dos Estados Unidos, anunciou o chefe de Estado norte-americano na rede social 'Twitter'. "Caso contrário, as deportações começam", acrescentou.

A líder da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, não tinha poupado nas críticas à proposta inicial, referindo que eram medidas "sem coração" que iriam destruir famílias e aterrorizar as comunidades do país.

Nancy Pelosi já reagiu ao adiamento, também no Twitter, referindo que este era bem-vindo, que era necessário tempo para uma reforma da imigração compreensiva e que as famílias devem permanecer juntas.

 

O músico e compositor britânico Elton John foi hoje condecorado com a mais alta distinção honrosa pelo governo da França, pelo seu trabalho humanitário na luta contra a Sida.

Depois de reunir com Emmanuel Macron, Presidente da França, o músico foi distinguido com a Legião de Honra pelo trabalho humanitário que tem desenvolvido ao longo de décadas.

Na consagração, Elton John lembrou as duas grandes paixões, a música e a luta contra a SIDA, referindo que ambas o lembram diariamente o poder do espírito humano e provam que aquilo que nos une é mais forte que aquilo que nos divide.

Elton John já tinha sido distinguido pelo Estado francês em 1993, quando recebeu a Ordem das Artes e das Letras.

O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, admitiu que poderá concorrer para a reeleição em 2022, se "o povo quiser" e caso o Congresso não aprove "uma boa reforma política".

"Se eles não aprovarem uma boa reforma política e o povo quiser, estamos dispostos a continuar por mais quatro anos", afirmou o chefe de Estado, numa entrevista.

Esta é a primeira vez que Bolsonaro admite a sua intenção de tentar um segundo mandato, já que, durante a sua campanha eleitoral no ano passado, chegou mesmo a prometer apresentar um projecto de lei para extinguir a possibilidade de reeleição de um Presidente.

O Presidente brasileiro reiterou que assumiu o Brasil com um "estouro financeiro", mas que está a trabalhar para corrigir a situação, sendo por isso importante a aprovação de uma reforma para corrigir o déficit nas contas públicas do país, fundamental para atrair investimentos privados.

Morreu na madrugada de ontem ,o jornalista Vadim Komarov, após 40 dias em coma, depois de ter sido espancado brutalmente  no centro da cidade da Ucrânia no último  dia 4 de Maio.

Sua morte foi anunciada nas redes sociais pelo presidente da União de Jornalistas da Ucrânia, Sergei Tomilenko, em seu perfil no Facebook. Kamarov era conhecido  pelas denúncias que fazia sobre a corrupção na cidade situada 200 quilômetros ao sul de Kiev,  que segundo Tomilenko incomodavam alguns políticos locais.

Não foi a primeira vez que Kamarov, sofre agressão, em 2016 sobreviveu a um atentado  e escreveu uma série de artigos sobre roubos de fundos de orçamentos, construções ilegais e corrupção.

O representante da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa para a Liberdade de Imprensa, Harlem Desir, também reagiu à morte de Komarov e ressaltou que o jornalista "foi um conhecido profissional dos meios de comunicação que informou sobre temas de importância pública durante muitos anos, expondo a corrupção e os abusos de poder".

Vadim Komarov foi mais uma das vítimas  das agressões físicas contra os jornalistas na Ucrânia.  O presidente da União de Jornalistas exigiu uma proteção real e não só de palavra dos direitos dos jornalistas ucranianos, e lembrou o assassinato de Pavel Sheremet, em julho de 2016 em um atentado com carro-bomba em Kiev.

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