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O País – A verdade como notícia

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

O actual ministro da justiça, Sérgio Moro, descredibilizou as investigações ao ex-presidente brasileiro Fernando Henrique Cardosos por não querer proteger alguém cujo apoio é importante.

Moro trocou mensagens com o procurador Deltan Dallagnol, em que afirmava que os indícios de irregularidades envolvendo Fernando Cardoso eram muito fracos, sugerindo que o suposto crime já estaria prescrito.

"Acho questionável pois melindrar alguém cujo apoio é importante", escreveu Moro.

Já o procurador Dallagnol disse que o envio das investigações para São Paulo, teria sido propositado, com o intuito de transmitir uma percepção pública de imparcialidade.
 
Em causa estavam investigações de "caixa dois", ou seja, recursos financeiros não contabilizados e não declarados por Fernando Henrique Cardoso aos órgãos de fiscalização competentes do Poder Executivo.

"O Brasil precisa de transparência. A Lava Jato está colaborando no sentido de colocar as cartas na mesa", afirmou Cardoso.

O The Intercept afirma que o antigo Presidente Fernando Henrique Cardoso foi citado na Operação Lava Jato pelo menos nove vezes, acrescentando que caso fossem investigados e comprovados, nem todos os possíveis crimes cometidos pelo ex-mandatário estariam prescritos.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, apresenta hoje, em Flórida, sua recandidatura à Casa Branca numa altura em que as sondagens mostram que pode perder contra os democratas.

Estudos de opinião revelam baixos indicadores de aprovação do seu primeiro mandato.

O presidente Republicano da câmara de Orlando disse que se Trump quiser ganhar a presidência, na Flórida terá que ter um bom desempenho.

O presidente norte-americano diz que espera bater recordes no comício da apresentação da sua recandidatura, uma vez que o partido recebeu 100 mil pedidos de presença onde serão selecionados apenas 20 mil participantes.

"O nosso país está a ir muito bem, muito melhor do que os perdedores pensavam possível", afirmou o Presidente.

Em frente ao Amway Center, onde se realizará o comício de hoje, os adversários estão a organizar um protesto pacífico sob o lema "Win with Love" (Ganhar com Amor), para o qual levam um balão gigante de Trump em versão bebé e com fraldas, com ar irritado e com um telemóvel na mão.

Michel Platini, antigo presidente da UEFA, foi esta terça-feira detido pelas autoridades francesas e levado para o gabinete Anti-Corrupção da Polícia Judiciária francesa. Segundo adianta o jornal francês Mediapart, citado pelo jornal electrónico Observador, a detenção ocorreu após suspeitas de corrupção relacionadas com a atribuição da organização do Campeonato do Mundo de 2022 ao Qatar.

O antigo presidente da UEFA foi eleito em 2007 cargo que ocupou até 2015, ano em que foi suspenso pelo Comité de Ética da FIFA junto com o então presidente do organismo que gere o futebol mundial, Joseph Blatter, por oito anos. Um pagamento irregular a rondar os dois milhões de euros de Blatter a Platini, em 2011, ditou a suspensão. Para além dos oito anos de banimento, os antigos gestores tiveram de pagar uma multa de 46 mil euros e 74 mil euros, respetivamente.

Platini, recorde-se, estava em funções no organismo que tutela o futebol europeu quando o Qatar foi nomeado organizador do Mundial de 2022, debaixo de grande polémica, em 2010.

O calor que se faz sentir no verão gerou de imediato grandes preocupações o que levou a que a competição ficasse agendada para o inverno de 2022.

Foram hoje a enterrar os restos mortais do ex-Presidente do Egipto, Mohammed Morsi que perdeu a vida ontem, ao desmaiar durante uma audiência no tribunal do Cairo. 

A família de Mohammed Morsi deu o último adeus àquele que foi o primeiro Presidente do Egipto eleito democraticamente. Morsi, de 67 anos, morreu cumprindo a pena de prisão perpétua. Foi enterrado no Cairo onde jazem altas figuras da Irmandade Muçulmana, depois de o governo egípcio ter negado que as cerimónias fúnebres decorressem na sua província natal de Sharqiya no Delta do Nilo. 

O ex-Presidente morreu na segunda-feira de ataque cardíaco num tribunal de Cairo durante o julgamento sobre acusações de espionagem que pesavam sobre si. O engenheiro islamita encontrava-se desde 2013 na prisão, depois de ter sofrido um golpe militar liderado pelo actual Presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sisi. O evento foi antecedido de protestos populares, sobre os quais Morsi é acusado de ter ordenado uma repressão violenta. Em vida, Morsi sempre negou todas as acusações.

Governo egípcio rejeita acusações de negligência médica a Morsi

O Governo egípcio rejeitou hoje as acusações de falta de atenção médica e más condições em que alegadamente vivia o ex-Presidente Mohamed Morsi, detido há seis anos e que morreu na segunda-feira durante uma sessão no tribunal.
Serviço de Informação do Estado criticou a organização Human Rights Watch (HRW), que considerou na segunda-feira que a morte de Morsi era "completamente previsível" face à "falta de autorização do Governo para lhe ser dada a atenção médica adequada e para ter visitas familiares".

De acordo com o Serviço de Informação, a HRW está a fazer "falsas denúncias", mantendo "a tradição de fazer circular mentiras". A instituição acusou a ativista Sarah Leah Whitson, diretora regional da HRW, de "assumir prematuramente que Morsi morreu por negligência médica", mas "sem apresentar qualquer prova" e lembrou que o último relatório da organização de defesa dos direitos humanos data de julho de 2017.

Nessa altura, refere o Serviço de Informações, a HRW afirmou que os direitos de Morsi estavam a ser violados, já que não lhe estava a ser prestada assistência médica adequada, mas a situação tinha sido desmentida oficialmente, tendo sido garantido que o ex-Presidente estava bem de saúde, sofrendo apenas de diabetes. A HRW não disse mais nada desde essa altura, sublinha o organismo, referindo que esse silêncio implica que a organização aceitou a normalidade da situação de saúde de Morsi. A Human Rights Watch indicou na segunda-feira que está a preparar um relatório sobre o assunto.

Várias organizações de direitos humanos e a família do ex-Presidente denunciaram, nos últimos anos, a falta de saúde do primeiro Presidente egípcio eleito democraticamente e deposto pelo então ministro da Defesa e hoje Presidente Abdelfatah al Sisi. Algumas das organizações, como a Amnistia Internacional e o Instituto do Cairo para Estudos de Direitos Humanos pediram já uma investigação independente para determinar as causas da morte de Morsi.

 

Um confronto entre narcotraficantes rivais na prisão de São Pedro, no Paraguai provocou a morte de 10 reclusos.

Dos 10 mortos cinco foram decapitados e três morreram carbonizados

De acordo com o Ministério do Interior o confronto foi entre membros do Primeiro Comando da Capital (PCC), um grupo de traficantes de droga originário de São Paulo, no Brasil, e elementos do Clã Rotela, que integra narcotraficantes brasileiros e paraguaios.

Os confrontos, que causaram também dez feridos, incluindo quatro em estado grave, começaram a meio do dia e prolongaram-se por cerca de três horas.

De acordo com os primeiros elementos do inquérito em curso, a violência está relacionado com o homicídio na sexta-feira de dois reclusos na cadeia de Tacumbu, em Assunção, escreve o Notícias ao Minuto.

O presidente do El-Salvador, Nayib Bukele, anunciou no sábado, (15 de Junho), o rompimento das relações diplomáticas com a República Árabe Saharaui Democrática (RASD), ao mesmo tempo em que anunciou que as fortalecerá com o Reino do Marrocos.

"Decidimos encerrar as relações diplomáticas com a Frente Polisario, (ou) como se chama, a República Árabe Saharaui Democrática", disse Bukele a repórteres, acompanhado por, Alexandra Hill, Ministra das Relações Exteriores do Salvador e seu homologo marroquino, Nasser Bourita.

O Salvador reconheceu a RASD em 1989, mas as relações formais foram estabelecidas em Junho de 2009 pelo então presidente da Esquerda Mauricio Funes (2009-2014).

Para Bukele, essa ligação com a República Árabe "enfraqueceu" o relacionamento com o Marrocos e o mundo árabe, o que segundo realçou, "não fazia sentido".

O presidente insistiu que "o El-Salvador, de alguma forma  reconhece uma república que não existe" e que "não tem território,  nem povo" e que no mundo árabe é conhecida como Frente Polisario.

Na sequência da decisão, o governo salvadorenho assinou com o Marrocos, acordos de cooperação nas áreas de agricultura, saúde e apoio ao crescimento económico.

"O mais importante é que estamos nos abrindo para relações diplomáticas de cooperações reais e duradouras", disse Bukele.
Por seu lado, o Ministro Bourita saudou a decisão do governo de El- Salvador "por corrigir um erro, uma anomalia, um facto contrário à lógica".

Esta ruptura das relações ocorre depois do Presidente da RASD, Brahim Gali, ter participado no dia 1 de Junho, na cerimónia oficial de tomada de posse de Bukele à presidência da República de El- Salvador.
 

Em uma operação conjunta com a força francesa Barkhane, as Forças Armadas do Mali mataram 20 alegados jihadistas, na região de Menaka.

O grupo a que pertencem os alegados terroristas não foi identificado, mas o autodenominado 'Estado Islâmico no Grande Saara' (EIGS) está activo essencialmente nesta região de Menaka, junto à fronteira com o Níger.

A instabilidade no Mali iniciou quando grupos tuaregues rebeldes organizaram um golpe de Estado em 2012, assumindo o controlo do norte do país durante 10 meses.

Na sequência de uma intervenção militar internacional liderada pela França, em 2013, os jihadistas foram expulsos, escreve a imprensa internacional.

Dois meses após o incêndio, a Catedral de Notre-Dame de Paris deu ontem a sua primeira missa restrita, sob algumas medidas de segurança. Até agora, a Catedral só recebeu 9% da ajuda financeira de 800 milhões de euros que lhe fora prometida.

 A cerimónia foi transmitida por um canal católico francês.
"Estamos profundamente felizes por poder celebrar a eucaristia. Foi para isto que foi construída. É também uma grande mensagem de esperança e de agradecimento a todos os que se emocionaram com o que aconteceu nesta Catedral, símbolo da nossa França, mas sinal também da nossa raiz cristã," disse o Arcebispo Michel Aupetit.

A Igreja Católica tem procurado confortar os crentes que tinham a Catedral como um lugar de sossego espiritual. Em breve, deverá ser construído um pequeno santuário, com uma réplica da Virgem do Pilar de Notre-Dame. Entretanto, a ajuda para construção deste edifício de Medieval tem chegado a conta-gotas, pois até agora apenas 9% dos 800 milhões de euros foi doado à igreja.

Trabalhadores realizam greve contra o sistema de pensões apresentado por bolsonaro, eles querem impedir aprovação da idade mínima para receber pensões por reforma.

O objectivo da greve é impedir que propostas no sistema de pagamento de pensões como, por exemplo, o aumento no tempo de contribuição e a implantação de uma idade mínima para os trabalhadores obterem pensões por reforma sejam aprovadas no Congresso.

O Governo brasileiro enviou um projecto à Câmara dos Deputados para alterar o sistema de pensões alegando que o país precisa fazer mudanças para controlar o défice crescente que prejudica as contas públicas e estaria levando o país em direção a um colapso fiscal, escreve o Notícias em Minuto.

Já os trabalhadores organizados reclamam que as propostas não foram debatidas com a sociedade e irão afectar a parcela mais pobre da população, tirando o direito de milhares de pessoas de terem pensões por reforma na velhice.

As centrais sindicais projectam que a greve geral poderá ter alcance igual ao de um protesto nacional ocorrido em 2017, que ficou conhecido como um dos maiores da história do Brasil.

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