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O País – A verdade como notícia

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

O presidente norte-americano, Donald Trump, diz que ao ultrapassar o limite de urânio enriquecido estabelecido no acordo nuclear, o Irão está a brincar com o fogo.

"Eles sabem o que estão a fazer, sabem com o que estão a brincar e creio que estão a brincar com fogo", disse Trump.

Esses pronunciamentos foram feitos depois do ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, mohamad Javad Zarif, informar que aquele país já ultrapassou o limite de reserva de 300 quilos de urânio.

Trump disse que continuará a pressionar o Irão e não vai permitir o desenvolvimento de armas nucleares por parte dos iranianos.

"A pressão máxima sobre o regime iraniano continuará até que os seus líderes alterem o seu curso de ação. O regime deve pôr fim às suas ambições nucleares e ao seu comportamento perverso", esclarece Trump em comunicado.

Teerão cumpriu assim a sua ameaça de começar a transgredir gradualmente os compromissos que assumiu ao assinar o acordo em 2015 com a Alemanha, o Reino Unido, a França, a China, a Rússia e os Estados Unidos.

Este acordo limitava a capacidade e o tamanho do programa atômico iraniano para assegurar que o Irão não pudesse desenvolver armas nucleares a curto prazo. Em troca, os iranianos tiveram um alívio das sanções internacionais que afectaram severamente a sua economia.

O empresário britânico e fundador do M-Pesa, Bob Collymore, perdeu a vida ontem, aos 61 anos de idade, em sua residência vítima de cancro. Collymore supervisionou a expansão da empresa de telecomunicações queniana Safaricom na maior operadora de rede móvel da África Oriental

Collymore foi CEO da Safaricom após nove anos na África e na Ásia com a empresa de telecomunicações britânica Vodafone, que possui em parte a Safaricom juntamente com o governo queniano e a operadora de telefonia móvel sul-africana Vodacom.

O empresário ajudou a expandir o foco da empresa incluindo serviços digitais, como a transferência de dinheiro móvel M-Pesa e supervisionando o suporte da base de clientes. Collymore transformou a Safaricom em uma das maiores e mais lucrativas empresas da África Oriental.

Nos últimos anos, a Safaricom abriu a interface de programação de aplicativos da M-Pesa para simplificar a integração com transações financeiras convencionais.

O presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta, descreveu Collymore como "um líder corporativo distinto cuja contribuição para o bem-estar nacional será perdida".

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, efectua próxima semana uma visita a Moçambique, onde deverá manter encontros com o Presidente da República, Filipe Nyusi e outros responsáveis moçambicanos.

O porta-voz das Nações Unidas, Stéphane Dujarric disse que Guterres vai visitar a capital de Moçambique, Maputo, no dia 10 de Julho, para reuniões com o Presidente Filipe Nyusi.

No dia 12 de Julho, Guterres vai viajar para Beira, para conversar com os sobreviventes dos ciclones Idai e Kenneth e outros elementos envolvidos nos esforços de recuperação.

O ciclone Idai atingiu o centro de Moçambique em Março, provocando mais de 600 vítimas mortais e afetando cerca de 1,8 milhões de pessoas.

Pouco tempo depois, Moçambique voltou a ser atingido por um ciclone, o Kenneth, que se abateu sobre o norte do país em Abril, matando mais de 40 pessoas e afetando outras 250.000.

 

Sete pessoas morreram e 181 ficaram feridas na sequência das manifestações massivas dos sudaneses a exigirem a transição para um governo civil. De acordo com o comité médico do Sudão, há ainda vários feridos graves, atingidos por balas de milícias.

O principal movimento de contestação é composto por estudantes universitários que saíram às ruas com milhares de pessoas para pressionar os generais que tomaram o poder depois da destruição, em Abril, do presidente Omar al-Bachir.

O número dois do conselho militar de transição, no poder, general Mohammed Hamdan Daglo, disse que houve disparos de 'snipers´ sobre civis e paramilitares durante a manifestação, convocada para reclamar uma transferência de poder.

As manifestações ocorrem depois de as negociações entre o Conselho Militar do Sudão, que governa o país, e os líderes dos protestos, para um acordo de partilha de poder, terem chegado a um impasse.

O Darfur é palco desde 2003 de conflitos entre forças sudanesas e rebeldes de minorias étnicas que se dizem "marginalizados pelo governo central".

Segundo as Nações Unidas, o conflito em Darfur deixou cerca de 300.000 mortos e mais de 2,5 milhões de deslocados.

Juiz norte-americano, Haywood S. Gilliam, bloqueou 2.500 milhões de dólares destinados a construção de uma parte do muro fronteiriço com o México. O juiz tomou essa decisão alegando o uso inapropriado do dinheiro federal.

O juiz disse que a intenção do Governo de se esquivar ao Congresso para empregar o dinheiro federal em projectos, não encaixa nos princípios de separação de poderes que datam dos primeiros dias da república dos Estados Unidos.

Alegando que o muro causaria danos a interesses recreativos e estéticos, a União Americana de Direitos Civis fez um pedido de impugnação do uso das verbas federais

Do Japão, onde está a participar na cimeira do G20, Trump criticou a decisão judicial e assegurou que o Executivo vai "apelar de imediato".

Trump declarou em fevereiro uma emergência nacional como consequência do que definiu como "crise humanitária" na fronteira, como argumento para redirigir estes fundos destinados às Forças Armadas.

Ao passar a linha de demarcação da fronteira norte-coreana, o presidente norte-americano, Donald Trump, deu um passo importante que nenhum presidente norte-americano tinha dado antes. De acordo com Trump o encontro foi decidido à última hora, só para dizer Olá.

"O gesto do presidente Trump, ao cruzar a linha de demarcação militar, é uma expressão da boa vontade em eliminar o passado infeliz e abrir um futuro novo", disse Kim Jong-Un, presidente da Coreia do Norte.

Trump agradeceu o convite do presidente norte-coreano.

 "É uma honra estar consigo e foi uma honra ter-me convidado a cruzar a linha. Foi com muito orgulho que o fiz. Não tinha a certeza que me fosse fazer esse convite, mas estava pronto para aceitar. Quero agradecer-lhe. Foi enorme. Foi histórico", disse.

Depois desta reunião os Estados Unidos e a Coreia do Norte vão continuar as conversações sobre o processo de desnuclearização, parado desde o fracasso da cimeira de Hanói em Fevereiro.

Líderes das 20 maiores economias do mundo vão reunir-se em Osaka, a partir desta sexta-feira, para a cimeira G20 que poderá ser marcada pelas tensões comerciais entre a China e os Estados Unidos.

Na cimeira que vai durar dois dias estarão sentados à mesma mesa chefes de Estado como Trump, Xi-Jiping, Macrom, Merkel e pela primeira vez o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro.

As 20 maiores potências dão início à cimeira, onde, até este sábado, vão procurar algum consenso para as questões que os dividem.

Faz muito calor na Europa. Temperaturas altas que ultrapassam 40 graus celsius já causaram morte de algumas pessoas em França, Espanha e Itália e incêndio florestal na Catalunha.

Desde o início desta semana que os termómetros europeus têm registado subidas de temperatura que chegam a 44 graus celsius. O ar quente que vem de Sahara tem-se estendido em vários países da Europa, excepto Portugal que continua com calor normal. 

Alguns países já entraram em alerta vermelho e, na França, três pessoas já morreram. Na Itália, um idoso perdeu a vida, na Espanha um jovem de 17 anos também morreu devido a esta vaga de calor sem precedentes que esta quarta-feira fez arder seis mil hectares da floresta da Catalunha.

Escolas francesas encontram-se encerradas e algumas cidades estão com restrição de circulação de veículos. Na região centro da Alemanha, a água pode vir a faltar e foram decretadas medidas de restrições de consumo com multas pesadas. A Polónia bateu todos os recordes de consumo de energia por causa dos aparelhos de refrigeração. Espera-se que as temperaturas comecem a abrandar no início desta semana.

 

O ex-presidente da Gâmbia, Yahya Jammeh, que está actualmente exilado na Guiné Equatorial, depois de perder as eleições presidenciais de 2016, é acusado por três mulheres de violação e agressão sexual enquanto este estava no poder. A Human Rights Watch (HRW) e TRIAL International apontam o dedo aos assessores presidenciais que pressionavam as mulheres a visitar ou trabalhar para Jammeh.

As ONGs apelam a Comissão da Verdade, Reconciliação e Reparações da Gâmbia (TRRC) que assegurem que as alegações de violação e violência sexual cometidas por Jammeh sejam investigadas e alvo de um processo crime.

"Yahya Jammeh tratou as mulheres da Gâmbia como sua propriedade pessoal. Violação e agressão sexual são crimes e Jammeh não está acima da lei", acusou o advogado da HRW, Reed Brody, que liderou a investigação.

Os oficiais, que disseram ter conhecimento directo dos eventos, incluem dois homens que trabalharam para o Departamento de Protocolo na Casa do Estado, quatro oficiais de proteção para Jammeh ou na residência oficial, uma mulher que trabalhava na residência oficial, e um ex-funcionário da Agência Nacional de Informação.

Os entrevistados fizeram acusações detalhadas contra o ex-presidente, segundo a mesma nota, nas quais se alega que este forçou ou coagiu jovens mulheres a práticas sexuais.

Algumas foram colocadas na folha de pagamento do Estado e trabalharam na residência oficial do Presidente como "meninas do protocolo".

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