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O País – A verdade como notícia

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Depois do embaixador britânico, Kim Darroch, definir o presidente norte-americano, Donald Trump como inapto. Trump intensificou o ataque ao embaixador e deixou duras críticas à primeira ministra britânica Theresa May.

“Tenho sido bastante crítico sobre a forma como o Reino Unido e a primeira-ministra Theresa May lidaram com o Brexit. Que confusão que ela e os seus representantes criaram. Eu disse-lhe como devia ser feito, mas ela decidiu ir por outro caminho”, começou por dizer, antes de se referir ao embaixador.

O presidente norte-americano disse que deixará de lidar com Kim darroch.

“Eu não conheço o embaixador, mas nos Estados Unidos ninguém gosta ou fala bem dele. Não vamos mais trabalhar com ele. As boas notícias para o maravilhoso Reino Unido é que vão em breve ter um novo primeiro-ministro”, declarou Trump.

As mensagens confidenciais do embaixador, que também descreve o presidente como "inseguro" e "incompetente", cobrem o período de 2017 até à actualidade e foram reveladas pelo jornal Mail on Sunday, enfurecendo Trump e causando embaraço em Londres.

O Gana vai acolher o secretariado da zona de livre-comércio em África, decisão confirmada, no domingo, durante o lançamento da fase operacional do Acordo de Livre-Comércio Continental Africano, na capital do Níger.

A candidatura do Gana, que era apoiada pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, saiu vencedora no domingo face a seis outros países que tinham igualmente manifestado interesse em acolher o secretariado da zona de livre-comércio em África.

A fase operacional do Acordo de Livre-Comércio Continental Africano foi lançada durante a cimeira de chefes de Estado e de Governo da União Africana, que decorreu durante o fim-de-semana em Niamey, no Níger.
A aplicação do acordo será gerida por cinco instrumentos operacionais: definição das regras de origem dos produtos, fórum de negócios online, monitorização e eliminação de barreiras não-tarifárias, sistema de pagamentos digitais e criação do Observatório de Comércio Africano.

O lançamento da fase operacional acontece numa altura em que 27 países ratificaram o acordo, totalizando agora 54 dos 55 países da União Africana. Todos os países lusófonos assinaram o acordo, mas apenas São Tomé e Príncipe depositou os instrumentos de ratificação.

O acordo foi adoptado e aberto para assinatura em 21 de Março de 2018, em Kigali, tendo entrado em vigor em 30 de Maio de 2019, 30 dias depois de ter sido ratificado pelo mínimo exigível de 22 Estados.

O Acordo de Livre-Comércio Continental Africano permitirá criar uma das maiores zonas de livre-comércio desde a criação da Organização Mundial do Comércio, abrangendo uma população de 1,2 mil milhões de pessoas, com um Produto Interno Bruto acumulado a ascender a 2,5 biliões de dólares em 2050.

O acordo de livre-comércio pretende estabelecer um enquadramento para a liberalização de serviços de mercadorias e tem como objectivo eliminar as tarifas aduaneiras em 90% dos produtos.

Os países podem implementar a redução de tarifas durante um período prolongado no caso das mercadorias sensíveis ou manter as tarifas existentes para os restantes 10% de produtos.

 

 

Vinte e nove pessoas morreram e 18 ficaram feridas na sequência de um acidente de autocarro na Índia, de acordo com as autoridades o autocarro vinha em alta velocidade.

O porta-voz do governo estadual, Awanish Awasthi, disse que a maioria dos passageiros estava a dormir quando o acidente ocorreu perto de Agra, no estado de Uttar Pradesh.

Cerca de 150.000 pessoas morrem a cada ano nas estradas da Índia, muitas vezes por causa de veículos lotados, más condições de estrada ou condução imprudente.

Doze pessoas morreram na sequência de um ataque com um carro-bomba em Ghazni, no Afeganistão, e 80 ficaram feridas.

De acordo com o porta-voz do governo provincial, Arif Noori, o ataque aconteceu perto da base da Direcção Nacional de Segurança.

O ataque já foi reivindicado pelos talibãs que adiantam que vários membros do serviço de informação foram mortos.

A guerra entre os talibãs e as forças de segurança afegãs continua, apesar de estarem em curso negociações em Doha para tentar colocar um ponto final no conflito.

Contra vontade do governo italiano, um navio, operado por uma ONG italiana acabou por atracar em Lampedusa, na Sicília, sem autorização.

A bordo do navio humanitário estão 41 migrantes resgatados das águas do Mediterrâneo, que Matteo Salvini não deixa desembarcar.

Apesar do apelo do governo alemão para Itália abrir o porto, o ministro italiano do Interior mantém-se irredutível e as autoridades confiscaram a embarcação.

"Portanto, estimado governo alemão, não estou a reabrir os portos italianos, e em particular se forem vocês a pedi-lo", afirmou Salvini, ameaçando levar todos os migrantes a bordo para a embaixada germânica. Uma medida que o ministro do Interior diz estar disposto a aplicar em relação a qualquer outro país, especialmente se for europeu.

Com a entrada forçada em Lampedusa, comandante, operador e proprietário arriscam ser sujeitos a multas até 50 mil euros.

Um risco que a tripulação do navio Alex enfrenta por alegadamente não ter condições para chegar até Malta, onde tinha autorização para desembarcar.

Em condições semelhantes, outro navio de resgate, o Sea-Eye vai também a caminho de Lampedusa, com 65 migrantes a bordo.

A Nigéria e o Benin, dois dos três países da União Africana que ainda não tinham assinado o acordo do comércio livre, assinaram hoje a adesão ao bloco.

O acordo estabelece um enquadramento para a liberalização de serviços de mercadorias e tem como objetivo eliminar as tarifas aduaneiras em 90% dos produtos.

Com o anúncio da Nigéria e do Benim, a Eritreia passou a ser o único país entre os 55 da União Africana que não assinou o acordo.

"Este é o maior evento histórico para o continente africano desde a criação da Organização da Unidade (OUA) Africana, em 1963", afirmou o Presidente nigeriano, Mahamadou Issoufou.

O Presidente nigeriano e o Presidente beninense, Patrice Talon, assinaram o acordo no Palácio do Congresso, aplaudidos pelos seus homólogos africanos presentes em Niamey, capital do Níger, para a cimeira que marca o arranque oficial do Acordo de Livre-Comércio Continental Africano, escreve o Notícia ao Minuto.

O acordo pretende estabelecer o maior mercado do mundo, com um Produto Interno Bruto (PIB) acumulado que pode chegar aos 2,5 biliões de dólares.

Neste momento, os países africanos trocam entre si 16% dos seus bens, um valor aquém dos 65% entre países europeus, mas a União Africana acredita que o acordo irá levar a um aumento de 60% do comércio dentro do continente até 2022.

Entre os países lusófonos, o acordo foi apenas ratificado por São Tomé e Príncipe.

Na cimeira, Angola estará representada pelo ministro das Relações Exteriores de Angola, Manuel Augusto, Guiné-Bissau pelo Presidente do país, José Mário Vaz, e Moçambique pela vice-ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Maria Manuela dos Santos Lucas.

A Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou um relatória que denuncia a morte de 5000 pessoas em operações de segurança na Venezuela. O Presidente interino, Juan Guaidó, felicitou a divulgação e apelou à participação da marcha agendada para hoje.

"É uma conquista, é produto do sacrifício e trabalho de muitas ONG, vítimas, familiares, líderes e deputados que fizeram de tudo para tornar visíveis os abusos de um regime corrupto e assassino", declarou Guaidó.

Para Guaidó o relatória reflete o sofrimento do povo venezuelano

"Válida claramente o que temos vindo a denunciar: o salário que não é suficiente para nada, os cortes de energia e a falta de água, gás e gasolina provocadas pelo usurpador incompetente e corrupto", afirmou.

O presidente interino disse que para derrotar a ditadura é preciso aumentar a pressão nacional, e convocou seus seguidores a saírem à rua, diam em que se assinala o aniversária da Acta da Declaração da Independência de Venezuela.

A Alta comissária, Michelle Bachelet, pede para que seja criada uma comissão, imparcial e independente, com o apoio da comunidade internacional, para "fazer um inquérito às execuções realizadas pelas forças de segurança".

Segundo o relatório, grupos civis armados, os denominados "coletivos", contribuíram para a deterioração da situação social na Venezuela, exercendo um forte controlo e colocando-se ao lado de Nicolas Maduro na supressão de manifestações.

Um tribunal de primeira instância impediu o governo de usar o dinheiro do Departamento de Defesa afecto à luta contra a droga para construir secções do muro fronteiriço com o México. Esta decisão deixa dúvidas sobre a capacidade de Donald Trump honrar a sua promessa eleitoral antes das eleições de 2020.

A decisão é um revés para Trump, que provocou o encerramento dos serviços do Governo federal no início deste ano, durante 35 dias, o designado 'shutdown', terminando-o depois de o Congresso lhe ter dado menos dinheiro do que pretendia.

A decisão pode ser objecto de recurso, mas até ser conhecido o Governo norte-americano não pode avançar com a construção do muro, escreveu o Notícias ao Minuto.

A decisão judicial impede explicitamente a continuação dos trabalhos em duas secções, uma, com 74 quilómetros, no Novo México e outra, com oito quilómetros, em Yuma, no Arizona.

Ataque aéreo a um centro de detenção de migrantes, fez 40 mortos e provocou 80 feridos. O Governo apoiado pela ONU já responsabilizou o Exército Nacional Líbio pelo ataque.

Em abril, as forças lideradas pelo marechal Khalifa Haftar, o homem forte da facção que controla o leste da Líbia e que disputa o poder político líbio, lançaram uma ofensiva contra Trípoli.

Nos últimos anos a Líbia tem sido um trampolim de passagem para muitos migrantes africanos que procuram fugir para a Europa. Desde a destituição e execução de Muammar Gaddafi que o país tem vivido num caldeirão de violência.

Um porta-voz dos serviços de emergência líbios, disse que no centro estavam cerca de 120 migrantes e que o número de mortos pode vir a aumentar, já que os dados que têm até agora são preliminares.

O Exército Nacional da Líbia, que é liderado por Khalifa Haftar, tem lutado intensamente contra as forças do governo apoiado internacionalmente nas redondezas do sítio onde decorreu o ataque.

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