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O País – A verdade como notícia

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

O processo do Brexit poderá ser retardado caso o próximo primeiro-ministro do Reino Unido apresente uma boa razão à actual ministra da defesa da Alemanha.

Ursula von der Leyen, actual ministra da defesa da Alemanha e candidata à presidência da Comissão Europeia, mostrou-se esta terça-feira disposta a alargar o prazo para o Brexit e a “lutar” pela Europa.

A candidata à presidência da Comissão Europeia garantiu estar preparada para atrasar a saída do Reino Unido da União Europeia, marcada para 31 de outubro, caso o próximo primeiro-ministro britânico apresente uma “boa razão” para o efeito.
 
Segundo Úrsula, pela primeira vez em 2016, um Estado-membro decidiu sair da União Europeia, uma decisão que lamenta mas respeita, e por isso promete assegurar a paz e a estabilidade na fronteira entre a Irlanda e a Irlanda do Norte.

A governante alemã, que já anunciou que cessará funções como ministra de imediato, seja ou não escolhida como candidata, anunciou também a introdução de “um pacto comum de migração” de forma a proteger as fronteiras externas da União Europeia.

 

Passam hoje 50 anos desde que o Homem pisou a lua pela primeira vez. Foi uma missão descrita como um Pequeno passo para o Homem e um salto gigantesco para a humanidade, que a missão Apollo 11 aterrou pela primeira vez na superfície lunar.

Gabriel o Pensador cantou e talvez sonhou, mas nunca foi. Quem de facto foi à lua foram os antigos astronautas, Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Charlie Duke, na missão Apollo 11 da NASA, precisamente há 50 anos.

Hoje, os antigos astronautas assistiram à estreia de "Apollo 11," num espetáculo imersivo, em exibição no estádio Rose Bowl, em Pasadena, nos Estados Unidos.

Buzz Aldrin é o último sobrevivente da equipa que aterrou na superfície lunar. Mas se os astronautas ficaram como os rostos da missão, houve toda uma equipa a trabalhar para alcançar este objetivo.

Na altura, apenas uma mulher, Joann Morgan, participou no lançamento do Saturno V, que colocou a missão Apollo 11 em órbita.

No início deste ano, a NASA anunciou o programa Artémis, para levar astronautas à Lua até 2024. O objetivo é usar a superfície lunar como campo de treino para uma eventual exploração de Marte.

 

Depois do presidente, Teodoro Obiang Nguema, prometer “influenciar” os deputados para a aprovação da lei da abolição da pena de morte antes do final do ano, o jurista  equato-guineense, Ponciano Mbomio Nvó, afirmou à Lusa que a Guiné Equatorial só pode abolir a pena de morte com um referendo constitucional, contrariando a promessa do Presidente de eliminar a pena capital através do parlamento do país.

“A pena de morte está contemplada na Constituição da Guiné Equatorial” e, “para mudar é preciso um referendo, como estabelece a própria Constituição”, afirmou Ponciano.

No país, desde que a Guiné Equatorial aderiu à Comunidades dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), está em vigor uma moratória que impede a concretização das penas de morte decretadas pelos juízes.

Quanto ao sucesso popular de um referendo à abolição da pena de morte, o advogado considerou que o “Governo deve, não forçar, mas explicar” porque é que é preciso abolir a punição, recordando que esse foi um compromisso de Estado na adesão à CPLP.

“A partir do momento em que um chefe de Estado quer um tratado com esta envergadura deve criar condições jurídicas para cumprir o que lhe é pedido. Mas precisa de levar a adesão (à CPLP) ao parlamento e isso não o fez. Porque a adesão implica mudanças na Constituição”, explicou.

No entanto, Ponciano Mbomio Nvó considerou que “não há consenso” político para esse diálogo.

“O grande problema da Guiné Equatorial é a justiça. Porque este país, desde que acedeu à independência, não tem uma carreira judicial, nem independência dos juízes”, considerou o advogado.

O Reino Unido admite libertar o petroleiro iraniano retido no Gibraltar caso o irão dê garantias de que a embarcação não seguirá para a síria.

Foi retido a pouco mais de dez dias pela marinha Britânica, e há suspeitas da mesma ter sido por indicação dos Estados Unidos, como forma de travar as vendas globais de petróleo bruto do Irão.  

Neste domingo a Euronews avança que o Reino Unido comprometeu-se a libertar o petroleiro iraniano retido em Gibraltar, mas para devolver o Grace 1, o Irão terá de dar garantias de que a embarcação não seguirá para a Síria.
O compromisso foi assumido pelo ministro britânico dos Negócios Estrangeiros, Jeremy Hunt, depois de falar com o homólogo iraniano, Mohammad Javad Zarif.

Hunt garantiu que é possível resolver a situação, seguindo o devido processo nos tribunais de Gibraltar. Depois de ter telefonado a Mohammad Javad Zarif, Hunt achou encorajador ouvir que o Irão não pretende agravar a situação, afirmando que as duas partes estão dispostas a resolver o problema.

Nos últimos dias, a tensão diplomática subiu de tom, depois de o Reino Unido ter revelado que navios iranianos tentaram impedir a passagem de um petroleiro britânico no estreito de Ormuz.
Há cerca de um mês também Washington reagia contra o Irão depois de duas embarcações, uma japonesa e outra norueguesa terem sido atingidas por explosões no mesmo local.

Uma via marítima por onde se estima passarem entre 30 e 40% do petróleo mundial

 

 

O Facebook foi multado em mais de 4 mil milhões de euros pelo roubo de dados dos utilizadores. O caso da Cambridge Analytica valeu à empresa norte-americana a maior multa de sempre aplicada a uma gigante tecnológica.

A sanção, imposta pela Comissão Federal do Comércio dos Estados Unidos da América é a maior alguma vez aplicada pelo regulador a uma gigante tecnológica.

Em causa está a partilha de dados de 87 milhões de utilizadores da aplicação, sem consentimento expresso, com a consultora Cambridge Analytica.

A empresa britânica serviu-se de dados do Facebook para elaborar perfis psicológicos de eleitores e depois alegadamente vendê-los à campanha do actual Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, durante as eleições de 2016.

A multa aplicada ao facebook pode até ser histórica, mas não apanhou Zugueberg de surpresa. Em Abril quando apresentou resultados avisou que colocou a verba de lado para pagar a sanção ao regulador.

 

A Arábia Saudita emitiu semana finda uma advertência contra qualquer acto ou tentativa de perturbação à ordem e tranquilidade durante a peregrinação a Meca no presente ano.

A advertência consta de um comunicado de imprensa emitido pela Embaixada deste país, em Maputo, que tivemos acesso.

“A Arábia Saudita adverte que não vai permitir que nenhum grupo, seja de índole político ou doutrinal, ponha em causa a tranquilidade dos outros peregrinos” refere o comunicado.

A nota recorda a “obrigatoriedade de todos os muçulmanos respeitarem os rituais dos outros irmãos, a especificidade do lugar e a sua santidade” e os acordos rubricados na 17ª Conferência Ministerial dos Ministérios dos Negócios Estrangeiros da Organização da Cooperação Islâmica, realizada em Jordânia em 1987, que reitera o compromisso da Arábia Saudita, em prestar serviços ao nível das Duas Mesquitas Sagradas, providenciando a segurança e estabilidade.

“A peregrinação e visita aos lugares sagrados faz parte da adoração e rituais que todos os muçulmanos, em qualquer parte do mundo, são unânimes. Neste contesto, a Arábia Saudita envida todos os esforços para facilitar este tipo de adoração e criar condições para a tranquilidade de todos os muçulmanos” destaca o comunicado, recordando ainda a responsabilidade que todos tem no processo.

“Na mesma conferência (Jordânia), as partes concordaram que a hospitalidade dos peregrinos e a facilitação do descongestionamento faz parte da organização de todos os visitantes, em todas do mundo” recorda.

A peregrinação a Meca é um dos cinco pilares do islamismo. Acontece entre o oitavo e o 13º dia do mês de Dhu al-Hijja, que no calendário ocidental coincide com o mês de Agosto.

 

 

Vinte e seis pessoas morreram e 56 ficaram feridas num ataque protagonizado pelo grupo Al-Shabab a um hotel na cidade portuária de Kismayo, na Somália.

"Entre os mortos, estão estrangeiros: três quenianos, um canadiano, um britânico, dois norte-americanos e três tanzanianos. Há ainda dois cidadãos chineses feridos", declarou o presidente Ahmed Madobe, durante uma conferência de imprensa.

De acordo com fontes de segurança o ataque começou no final da tarde de ontem, quando um carro armadilhado explodiu na entrada do Medina. Os atiradores entraram no edifício, onde estiveram em confronto com as forças de segurança presentes.

O hotel abrigava, principalmente, empresários e políticos que estavam na cidade para prepara a eleição do presidente de Jubaland, marcada para o final de Agosto, escreve a LUSA.

O Al-Shabab, que se opõe ao Governo federal da Somália, pretende a imposição da lei islâmica 'sharia', tendo feito vários ataques no país e na região, incluindo no vizinho Quénia.

O Presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Nguema, afirmou que a abolição da pena de morte será discutida em Setembro pelo parlamento e prometeu “influenciar” os deputados para a aprovação da lei antes do final do ano.

“Posso garantir que vamos influenciar o parlamento para que aceite a abolição da pena de morte. O Governo fez o seu trabalho e acaba de enviar a proposta de diploma legal ao parlamento”, disse o Presidente.

Uma das condições para a entrada da Guiné-Equatorial na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) era a abolição da pena de morte, escreveu a LUSA.

"Se a justiça aplica a pena de morte, não se pode executar a pessoa se o Presidente não autoriza. E eu não vou autorizar”, prometeu Obiang.

Se o parlamento, que tem como eleitos apenas deputados do partido governamental de Obiang, não aceitar a proposta, será necessário “apresentar uma emenda constitucional que seja sujeita a consulta popular”, disse Teodoro.

O presidente disse que no seu entender, a abolição da pena de morte é uma exigência da comunidade internacional.

“Não o fazemos nem pelos europeus, pelos africanos ou pelos americanos, fazemos porque é um processo internacional”.

Colisão entre um comboio de passageiros e um de cargas causou a morte de 10 pessoas e 40 ficaram feridas, no Paquistão. O comboio de passageiros colidiu com o de mercadorias que se encontrava estacionado

"Até agora há dez mortos e cerca de 40 feridos, mas estes são dados iniciais, o número pode subir", afirmou o porta-voz do ministério das Ferrovias, Nawaz, acrescentando que a negligência humana e uma falha na sinalização foram as causas do acidente.

O primeiro-ministro paquistanês, Imran Khan, pediu medidas de emergência para prevenir acidentes no futuro.

"Pedi ao ministro das Ferrovias para tomar medidas de emergência para garantir os padrões de segurança",disse o primeiro-ministro.

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