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O País – A verdade como notícia

Uma explosão de carro armadilhado provocou mais de uma dezena de mortos e uma centena de feridos, hoje, na cidade de Firozkoh, na zona oeste do Afeganistão, segundo relatos de autoridades locais.

O atentado que se presume ser terroristas aconteceu na manhã de hoje. Supostos terrorista detonaram um veículo carregado de explosivos perto da entrada do quartel provincial da polícia”, escreve o Notícias ao Minuto, citando um comunicado do Ministério do Interior do Afeganistão.

Em declarações à EFE, o porta-voz do departamento de saúde, Jumagul Yaqoobi, revelou que até ao momento foram retirados do local 13 cadáveres e que estão 95 feridos no seu hospital na província de Ghor, a oeste do Afeganistão.

Segundo Omere Lalzad, responsável de um hospital em Ghor, as equipas estão a tratar pessoas com ferimentos graves e ligeiros, sendo expectável um aumento do número de mortos.

Até ao momento, ainda é desconhecida a autoria do atentado que ocorreu numa altura em que se regista um aumento de ataques por parte dos Talibãs.

Três militares morreram e oito sobreviveram num total de 22 soterrados, hoje, no centro do Vietname, devido as fortes chuvas que se fazem sentir na região há mais de uma semana.

As chuvas provocaram o deslizamento de terras que transportou rocha e terra para um acampamento do exército instalado no sopé de uma montanha na região de Quang Tri, segundo o Notícias ao Minuto, que cita a agência de notícias oficial do Vietmane.

De acordo com os media locais, das 22 pessoas soterradas, oito sobreviveram. No local estão cerca de 100 equipas de salvamento resgataram três corpos.

O acidente de hoje acontece uma semana depois de um outro deslizamento de terra, em Thua Thien-Hue, província vizinha de Quang Tri, ter matado 13 pessoas.

Os números estão longe de serem consensuais, mas João Lourenço anunciou que recuperou mais de 4 mil milhões de euros em activos. O total dos fundos retirados, ilicitamente, dos cofres do Estado angolano, podem vir a ultrapassar o valor da dívida de Angola com a China, o principal credor do país.

O presidente angolano referiu-se à recuperação, quinta-feira, durante o discurso sobre o Estado da Nação, que assinalou a abertura do novo ano parlamentar.

João Lourenço anunciou que estão em curso, em todo o país, vários processos-crime e cíveis que permitirão descobrir novos dados, o que pode elevar os números avançados.

Adalberto da Costa Júnior, líder da UNITA, principal partido da oposição no país, em reação ao discurso proferido pelo presidente, afirmou estar decepcionado com os dados apresentados.

O grupo parlamentar mostrou cartão vermelho, durante a sessão de abertura do ano parlamentar, como forma de protesto pelos resultados apresentados pelo titular do poder executivo.

Já o economista Carlos Rosado de Carvalho disse que esperava mais detalhes sobre os fundos recuperados pelo Estado angolano e que rondam os quatro mil milhões de euros.

Durante a abertura do ano parlamentar, João Lourenço apontou, e entre outras prioridades para o seu executivo, a consolidação do Estado de Direito e a construção de uma economia de mercado dinâmica e eficiente, o aumento do emprego, do rendimento e o bem-estar da população.

 

O governo tailandês decretou estado de emergência, na madrugada de hoje, devido a protestos pró-democracia realizados esta quarta-feira em frente à Casa do Governo.

Milhares de manifestantes pró-democracia saíram às ruas do centro histórico de Banguecoque para exigir a demissão do governo e reformas para limitar o poder dos militares e da monarquia, sendo esta última uma questão altamente controversa no país, escreve o Notícias ao Minuto.

Os manifestantes pedem também a saída do primeiro-ministro, o general Prayut Chan-O-Cha, no poder desde um golpe em 2014, e legitimado por eleições polémicas realizadas no ano passado. Além disso, é exigida ainda uma modificação da Constituição, implementada em 2017 sob a junta e muito favorável ao exército.

O executivo tailandês declarou estado de emergência a fim de pôr término aos protestos, que começaram em Julho e que têm vindo a ganhar força, e de manter a paz e a ordem.

Na sequência da publicação das medidas, com efeito imediato, a polícia começou a dispersar centenas de manifestantes que passaram a noite em frente à sede do poder executivo e, segundo os advogados tailandeses para os direitos humanos, deteve pelo menos três dos líderes das manifestações.

Os governos, a nível mundial, estão a utilizar a pandemia como justificação para fazerem vigilância electrónica aos cidadãos, especialmente dissidentes políticos, conclui um relatório da Freedom House.

O relatório da organização não-governamental fundada em 1941 e com sede em Washington, Estados Unidos, indica que as autoridades em dezenas de países estão a utilizar a pandemia da COVID-19 para “justificarem os poderes de vigilância aplicando o uso de novas tecnologias que eram consideradas intrusivas”, escreve o Notícias ao Minuto.

“A pandemia fez aumentar a dependência das sociedades nas tecnologias digitais numa altura em que a internet devia ser um meio de comunicação cada vez mais livre”, disse Michel Abramowitz, presidente da Freedom House.

“Estas tecnologias podem transforma-se em meios de repressão política”, acrescentou.

A Freedom House constata um retrocesso nas liberdades sobre o uso da internet pelo décimo ano consecutivo, tomando em conta um índice de regulação aplicado a 65 países.

Pelo sexto ano consecutivo a República Popular da China encontra-se em primeiro lugar da lista dos Estados mais intrusivos e vigilantes, de acordo com o Notícias ao Minuto.

A mesma fonte indica que dos cerca de 3,8 mil milhões de utilizadores de internet a nível global, apenas 20% vive em países onde as actividades através dos meios digitais são considerados livres.

O relatório destaca um declínio das liberdades em países como a Birmânia, Quirguistão, Índia e Ruanda.

Após mais de dois meses sem China registar novos casos positivos da COVID-19, este fim-de-semana, a cidade chinesa Qingdão foi surpreendida com 12 casos positivos, dos quais seis são assintomáticos.

Com prontidão, o governo chinês resolveu reactivar as medidas de prevenção, comprometendo-se a testar, em menos de cinco dias, nove milhões de habitantes daquela cidade. E em menos de 24 horas, mais de três milhões de pessoas já foram testadas.

Dos mais de 1.1 milhão de resultados conhecidos, não houve nenhum caso positivo, segundo o departamento da saúde da cidade chinesa. Porém, a Comissão Nacional da China reportou seis novos casos positivos, sem explicar a discrepância da informação das duas autoridades.

Todavia, os riscos de transmissão comunitária continuam baixos naquela cidade. Actualmente, China conta com apenas 30 casos positivos a nível nacional, depois de ter declarado fim do estado de emergência em Abril deste ano.

 

Banca deve ser parceiro para o desenvolvimento das empresas

Alexandre Rafael, representante da Canel Food, considera que o desenvolvimento do agrário tem sido sempre uma das prioridades do Governo, mas a logística nem sempre flui de maneira eficiente devido a alguns problemas já apontados pelos anteriores oradores.

Sobre o financiamento, o representante da Canel Food entender ser preciso “encontrar financiamento específico para o agro-negócio”. Actulamente, a banca aplica “taxas extremamente altas. Essas taxas sufocam as empresas. Uma das vezes formos à banca e acabámos desistindo porque não era possível (…)”.

De acordo com o interveniente, “a banca deveria ser o parceiro ideal para o desenvolvimento das empresas em Moçambique”.

Por causa dessa dificuldade de acesso ao financiamento, “os custos da produção determinam os preços da venda. Por isso, é preciso que o sector do agro-negócio tenha mais protecção”.

Alexandre Rafael disse igualmente o quadro legal propicia o desenvolvimento do agro-negócio em Moçambique, por isso, vários instrumentos passaram por uma reforma de modo a encontrar-se um modelo que se encaixe à realidade moçambicana. “O Sustenta vai dinamizar o agro-negócio em Moçambique”.

O representante da Canel Food disse ainda que há dificuldades de colocar a produção da empresa a que está afecta, devido à pandemia do novo Coronavírus, que ditou o encerramento de fronteiras. “Mesmo a logística interna é muito condicionada, porque, como é sabido, temos a questão d instabilidade, que de certa maneira não permite que a logística flua de maneira eficiente”.

Por sua vez, Faruk Osman, da Comissão da Agricultura, Economia e Ambiente na Assembleia da República disse que Moçambique regista crescimento assinável no sector agrícola, pese embora haja “muitos desafios ainda”. E Falta uma “especialização no foco para atrair investimentos”.

O país tem um plano de negócio bem definido. O Governo está a aprimorar a legislação para estimular o agro-negócio. O painelista disse esperar que o projecto Sustenta, por exemplo, sirva como direcção para explorar o potencial que Moçambique tem diferentes áreas do agro-negócio.

Faruk Osman também acredita que o projecto Sustenta vai dinamizar o agro-negócio em Moçambique, porquanto permite financiamento bonificado aos pequenos agricultores e disponibilização de insumos.

A Comissão de Saúde da China informou hoje que o país diagnosticou 13 casos positivos da COVID-19, entre os quais seis locais, nas últimas 24 horas, pondo fim o 57º dia consecutivo sem infecções domésticas naquela região.

Os seis casos locais foram detectados na cidade portuária de Qingdao, província de Shandong, depois que as autoridades diagnosticaram três doentes assintomáticos num hospital designado para tratar viajantes oriundos do exterior, com resultados positivos nos testes realizados à COVID-19, à chegada ao país, escreve o Notícias ao Minuto.

Os sete casos restantes, são importados, os mesmos foram diagnosticados no município de Xangai (leste) e nas províncias de Guangdong (sudeste), Mongólia Interior (noroeste) e Sichuan (centro).

As autoridades disseram que, nas últimas 24 horas, 15 pacientes receberam alta, pelo que, o número de casos activos da doença mantem-se em 228.

Refira-se que a pandemia da COVID-19 já provocou mais de um milhão e setenta e sete mil mortos e mais de 37,5 milhões de casos de infecção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Milhares de argentinos protestaram em mais de 120 cidades do país contra a quarentena mais prolongada do mundo e contra a estratégia do governo de avançar contra as liberdades e a favor da impunidade na corrupção.

Nas principais praças e avenidas do país, milhares de bandeiras argentinas eram agitadas, enquanto as panelas em protesto misturavam-se às buzinas dos automóveis em caravanas, tal como descreve o Notícias ao Minuto.

“O governo viola todos os dias a constituição. Não temos liberdade para circular nem para trabalhar. Cada vez mais, limitam os nossos direitos. Precisamos que a Justiça seja independente. Peço, por favor, que o mundo olhe para o que está acontecer na Argentina. Estão a acabar com o país. Não temos liberdade e não é por culpa da pandemia”, disse um dos manifestantes, citado pelo Notícias ao Minuto.

Apesar das urgências sanitárias e económicas do país depois de 207 dias de confinamento, o mais longo do mundo, estendida até, pelo menos, 25 de Outubro corrente, o governo avança com uma agenda sem contacto com as prioridades do país.

No Parlamento, a vice-presidente Cristina Kirchner avança com uma reforma do judiciário cujo objectivo, acusam os manifestantes e juristas, é a de garantir a sua impunidade perante os processos por corrupção que a perseguem.

O grupo farmacêutico Johnson & Johnson anunciou hoje a interrupção dos ensaios clínicos de uma vacina contra a COVID-19 por um dos participantes ter ficado doente.

“Interrompemos temporariamente a administração de novas doses em todos os nossos ensaios clínicos de uma vacina experimental contra a COVID-19, incluindo o conjunto de ensaio da fase três, devido a uma doença ainda por explicar num dos participantes”, declarou o grupo, citou o Notícias ao Minuto.

A farmacêutica norte-americana indicou que “a doença do participante está a ser avaliada” pelos médicos e recusou-se a avançar mais pormenores para “respeitar a privacidade deste participante”.

Em 23 de setembro, a empresa norte-americana tinha anunciado o início dos ensaios da fase três, última etapa de desenvolvimento de uma vacina contra a COVID-19, cujo nome oficial é Ad26.COV2.S.

As fases um e dois dos ensaios decorreram em julho, nos Estados Unidos e na Bélgica.

 

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