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O País – A verdade como notícia

Onze pessoas morreram, ontem, no incêndio ocorrido num lar de idosos na República Russa de Bascortostão, no sul do país, anunciaram as autoridades locais citadas pela Notícias ao Minuto.

As causas do incendio ainda são desconhecidas.

Na página online, segundo o Notícias ao Minuto, o Comité de Investigações (CI) de Bascortostão disse que no momento do incêndio, encontravam-se 15 pessoas no edifício, quatro das quais conseguiram sair do local sozinhas.

O CI abriu uma investigação para apurar responsabilidades no incêndio, o segundo ocorrido este ano numa residência de idosos no país.
Em Maio, nove pessoas morreram num outro incêndio, num centro de idosos privado, nos arredores de Moscovo.

De acordo com os dados oficiais, segundo a fonte, mais de dez mil pessoas morrem anualmente, em incêndios, na Rússia.

A imprudência e o incumprimento das normas de segurança contra fogos são as principais causas destas tragédias, indicou o Ministério para as Situações de Emergência russo.

 

Bares e restaurantes reabertos em Novembro deverão fechar, a partir desta sexta-feira, em consequência de um grande aumento de contágios pela COVID-19. A movimentação de pessoas será restringida e passará a vigorar um recolher obrigatório noturno entre as 23h00 e 07h00.

Contudo, as lojas e os serviços vão continuar abertos, pese embora devam obedecer a estritas medidas de higiene, e os familiares podem continuar a visitar residentes de lares de idosos, apesar de os visitantes terem de se submeter a testes rápidos de antígenos.

De acordo com o Notícias ao Minuto, desde que as restrições foram relaxadas há um mês, com a reabertura de escolas, lojas, bares, restaurantes e ginásios, o aumento de infecções registado forçou o Governo checo a impor novas limitações, que entram em vigor na sexta-feira.

Desde o relaxamento de restrições, a taxa de reprodução (número de pessoas infectadas por caso positivo) subiu para 1,2, nível semelhante desde meados de Outubro, quando os checos lideravam o “ranking” de contágios da União Europeia.

“Os números estão a aumentar e temos de agir. Lamentamos imenso”, afirmou o primeiro-ministro, Andrej Babis, depois de uma reunião governamental, refere o Notícias ao Minuto.

Porém, afirmou Babis, “há estabilidade no número de pacientes internados”, atualmente 4.203, mas ao mesmo tempo a incidência do novo coronavírus tem aumentado “também na população idosa”.

O país da Europa central, no qual 9.609 pessoas morreram devido ao vírus, desde o início da pandemia, tem uma taxa de contágio cumulativa de 576 por cada 100.000 habitantes, diz a fonte que citamos.

O Presidente da República da África do Sul, Cyril Ramaphosa, anunciou ontem que 10% da população terá acesso a uma vacina da COVID-19, em meados do próximo ano, no âmbito do programa Covax, da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Como parte daquele programa, “contamos que a África do Sul irá receber as primeiras vacinas para abranger cerca de 10% da nossa população na primeira metade do próximo ano”, declarou ao país Cyril Ramaphosa, segundo escreve o Notícias ao Minuto.

Numa comunicação à Nação, ontem à noite, sobre novas medidas de contenção da segunda vaga da pandemia do novo Coronavírus no país, Ramaphosa referiu que a vacina será “a única defesa viável” contra a doença, que já causou 866.127 infecções e mais de 23 mil mortos na África do Sul, desde o início do primeiro confinamento em Março.

Moçambique também entrou em confinamento no mesmo período, logo que o primeiro paciente infectado foi anunciado pelo Ministério da Saúde a 22 daquele mês.

“Também fazemos parte do grupo de Aquisição de Vacinas para África, que criei na qualidade de presidente da União Africana, e que procura mecanismos de financiamento alternativos para garantir vacinas adicionais para os países africanos além do programa Covax”, adiantou o Presidente sul-africano.

O Chefe do Estado disse que a segunda vaga da pandemia do novo Coronavírus “será mais severa” na África do Sul, salientando que a quadra festiva “coloca riscos significativos a todo o país”, numa altura em que a economia mostra sinais de recuperação.

“Até à data, mais de 38.000 profissionais de saúde no serviço público testaram positivo ao novo Coronavírus, dos quais cerca de 5.000 foram hospitalizados”, afirmou o estadista, salientando que “destes, 391 profissionais de saúde morreram no serviço público”.

Ramaphosa instou a população a observar o uso de máscara, a higienização e o distanciamento social por forma a desfrutarem do “esplêndido Verão quente sul-africano”, tendo em conta o rápido agravamento do número de infecções no país.

A vacina da Pfizer já está a ser distribuída nos Estados Unidos.
O país que se aproxima dos 300 mil óbitos devido à COVID-19 inicia hoje a campanha de vacinação contra a COVID-19. Contudo, o Chefe de Estado norte-americano, Donald Trump, citado pelo Notícias ao Minuto, revelou na sua conta Twitter que não fará parte dos norte-americanos que vão ser vacinados.

“Os funcionários da Casa Branca devem receber a vacina um pouco mais tarde, a menos que seja especificamente necessário. Pedi que este ajustamento fosse feito. Não estou na lista para tomar a vacina, mas espero fazê-lo no momento apropriado. Obrigado!”, escreveu Donald Trump.

O governador do Kentucky, Andy Beshear, citado pela mesma fonte, afirmou que o estado, no leste do país, vai ser o primeiro a vacinar os residentes, menos de 72 horas depois da vacina Pfizer-BioNTech ter recebido a “luz verde” das autoridades sanitárias norte-americanas.

Cerca de três milhões de doses vão ser disponibilizadas até quarta-feira, para vacinar perto de 20 milhões de norte-americanos antes do final do ano e 100 milhões antes do final de Março no país, que registou 1,1 milhões de novos casos confirmados nos últimos cinco dias, escreve Notícias ao Minuto que cita a Lusa.

A Euronews avança que são milhões de doses de vacinas anti-COVID-19 que chegam aos hospitais e a outros pontos de distribuição nos Estados Unidos.
Segundo a fonte, a vacina, aplicada em duas doses, terá 95% de eficácia contra a covid-19 e foi a primeira a ser aprovada nos Estados Unidos. É o resultado de uma colaboração entre a farmacêutica norte-americana Pfizer e a alemã BioNTech – também recebeu aprovação no Canadá, Reino Unido, Bahrein e na Arábia Saudita.

A vacina já chegou a, aproximadamente, 145 locais e vai chegar a mais zonas ao longo da semana. O secretário de Saúde dos Estados Unidos, Alex Azar, visitou um centro de operações, no arranque desta operação apelidada de “Warp Speed” que ambiciona um processo vacinação em alta velocidade.
A primeira entrega da vacina da Pfizer/BioNTech vai chegar a, aproximadamente, três milhões de pessoas. Os lares de idosos são a prioridade neste programa de vacinação que tem como objectivo vacinar 20 milhões de pessoas no total até ao final de Dezembro.

Pelo menos 14 pessoas morreram na sequência de um naufrágio de um navio entre a Venezuela e Trinidad e Tobago, anunciaram as autoridades venezuelanas num comunicado citado pela Euronews.

De acordo com a fonte, onze corpos foram recuperados do mar no sábado à tarde, durante uma missão de rotina de um navio patrulha, ao largo da cidade de Güiria, e hoje os corpos de três pessoas, dois homens e uma mulher adultos deram à costa. As autoridades estimam que estivessem 30 pessoas a bordo.
Segundo a polícia, entre as vítimas contam-se ainda quatro homens, quatro mulheres e três crianças.

O navio tinha saído da Venezuela em 06 de Dezembro para Trinidad, onde os ocupantes foram detidos por imigração ilegal e enviados de volta ao país de origem a bordo do mesmo navio.

Mais de uma centena de venezuelanos desapareceu entre 2018 e 2019 na tentativa de fazer esta travessia.

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de cinco milhões de venezuelanos deixaram o país desde 2015, em consequência da crise política e económica que o país atravessa.

 

 

As autoridades da Malásia anunciaram este domingo a apreensão de mais de 2,1 toneladas de metanfetaminas – substância usada como estimulante do sistema nervoso central – avaliadas em cerca de 21,56 milhões de euros. É considerada a maior apreensão nos registos do país.

O carregamento foi encontrado camuflado dentro de saquetas de chá num barco de lazer perto da costa ocidental da Malásia. Suspeita-se que faça parte de uma rede de tráfico de droga que opera na Austrália, Sudeste Asiático e China, segundo o Notícias ao Minuto, que cita agência estatal Bernama.

As autoridades marítimas registaram um barco suspeito na quarta-feira, perto da ilha de Penang, cuja tripulação era formada apenas por um homem malaio de 26 anos, que ignorou as ordens para parar e tentou fugir.

“O suspeito aumentou a velocidade, antes de saltar ao mar depois de uns 30 minutos de perseguição”, afirmou Mohd Zubil, director da Polícia Marítima nacional, referindo que o suspeito acabou por ser detido.

No barco, os agentes encontraram 130 sacos e, em cada um deles, quase 2.000 saquetas de chá onde estava escondida a droga.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que as celebrações da quadra festiva podem transformar-se em lágrimas se as pessoas não se mantiverem vigilantes contra a pandemia da COVID-19.

O número de mortes semanais aumentou cerca de 60 por cento nas últimas seis semanas, disse Tedros Adhanom, director-geral da OMS, em uma conferência de imprensa.

“A época festiva é um momento de relaxar e comemorar, mas não devemos relaxar nossa guarda. A celebração pode rapidamente se transformar em tristeza se não tomarmos as precauções certas”, avisou o dirigente.

“Enquanto você se prepara para comemorar nas próximas semanas considere, por favor, seus planos com cuidado. Se você mora numa área com alta transmissão, por favor, tome todos os cuidados para manter a si e os outros seguros”, pediu Tedros Adhanom.

O Governo da Alemanha anunciou este domingo um endurecimento das regras para travar a propagação do novo Coronavírus com o encerramento de escolas e de todo o comércio não-essencial a partir desta quarta-feira e até 10 de Janeiro.

A chanceler alemã, Angela Merkel, anunciou à imprensa, após uma reunião com os governadores dos 16 estados federais, que houve acordo para alargar o confinamento em vigor, e justificou: “somos obrigados a agir e vamos agir”.

“Muitas mortes” e “o crescimento exponencial das infecções” são a maior causa do aperto às medidas para evitar a propagação do vírus.

Entre 24 e 26 de Dezembro, apenas serão permitidas reuniões entre membros de dois agregados familiares, de acordo com o Notícias ao Minuto.

Entretanto, com excepção desses dias de Natal, mantém-se em vigor a regra que limita cinco o número de pessoas em reuniões em espaços fechados, sem contar com crianças até aos 14 anos.

É proibida a venda de fogos de artifício, usados tradicionalmente para celebrar o Ano Novo, e de álcool ao ar livre.

Desde o início do confinamento parcial, em Novembro, muitos restaurantes e bares, obrigados a fechar, montaram bancas nas ruas para a venda de vinho quente (“Glühwein”), uma tradição natalícia alemã, diz a fonte que temos vindo a citar.

Restaurantes, bares, museus, teatros e todas as instalações desportivas, encerrados desde Novembro, mantém-se fechados.

Os trabalhadores são instados ao teletrabalho sempre que possível ou a tirar férias por três semanas e meia, “para permitir a aplicação a todo o país do princípio +Ficamos em casa+”.

O ministro das Finanças anunciou que em breve será aprovado um novo pacote de apoio à economia, refere o Notícias ao Minuto.

O vírus da COVID-19 pode ter começado a espalhar-se três meses antes do anúncio oficial do primeiro caso na Itália. A informação é de especialistas italianos que dizem ter encontrado mais evidências de que o primeiro paciente com o novo Coronavírus foi em Novembro de 2019.

A Itália revelou o seu primeiro cidadão diagnosticado com COVID-19 na primeira semana de Fevereiro deste ano. Foi um italiano repatriado de Wuhan, na China, primeiro epicentro da doença.

Mas os especialistas italianos têm evidências que esse não foi o primeiro caso naquele país. Em seus estudos, o paciente número um teria sido um menino de quatro anos de idade, diagnosticado em Novembro, antes mesmo da eclosão da pandemia.

“Um menino de quatro anos da região de Milão foi levado ao hospital com sintomas como dificuldades respiratórias e erupções cutâneas no final de Novembro”, disse Antonella Amendola, professora associada de higiene da Universidade de Milão.

Naquela época, os médicos suspeitaram que a criança estivesse com sarampo, mas o resultado foi negativo. Sua amostra foi um dos casos não resolvidos e testados novamente para COVID-19 pela Universidade de Milão.

“Testámos novamente 39 amostras colectadas entre Setembro do ano passado e Fevereiro deste ano e uma amostra deu positivo”, disse Amendola.

O Instituto Nacional de Saúde examinou amostras colectadas em estações de tratamento de esgoto no norte da Itália, de Outubro do ano passado a Fevereiro deste ano.

Espera-se que esses estudos levem a mais investigações sobre quando e como a crise COVID-19 da Itália começou.

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