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O País – A verdade como notícia

A erupção do vulcão do Monte Nyiragongo abrandou, após ter causado uma noite de sobressalto nos habitantes de Goma, uma das maiores cidades da República Democrática do Congo. A informação de que a actividade no vulcão acalmou foi partilhada pelo Goma Volcano Observatory, que monitoriza o Nyiragongo.

Segundo escreve o “Notícias ao Minuto”, não há relatos de vítimas e os danos materiais ainda não foram contabilizados oficialmente, no entanto, vídeos que circulam nas redes sociais permitem ter uma ideia das consequências da erupção do vulcão.

A lava expelida pelo Monte Nyiragongo fluiu de forma lenta, mas constante e destruiu algumas casas e incinerou terrenos.

Após a erupção e face ao histórico do Nyiragongo, foi ordenada a evacuação dos habitantes de Goma, tendo milhares de pessoas enchidos as ruas, fugindo das proximidades do vulcão.

“Não houve um movimento massivo de pânico, mas as pessoas estão muito preocupadas”, disse Tom Peyre-Costa, o porta-voz do Conselho de Refugiados Norueguês para África Ocidental e Central, em declarações à CNN.

O Nyiragongo entrou em erupção pela última vez em 2002, matando 250 pessoas e deixando 120 mil desabrigados depois que a lava atingiu Goma. Especialistas dizem que o vulcão tem uma das lava mais rápidas do mundo.

Os soldados que deveriam formar o Exército Nacional do Sudão do Sul, ao abrigo do acordo de paz de 2018, abandonaram os campos de treino devido à falta de condições, dentre elas a alimentação.

O abandono dos campos de treinos foi anunciado pelo presidente da Comissão Conjunta de Monitorização e Avaliação, Charles Gituai, explicando que os soldados enfrentavam falta de alimentos, medicamentos e outros bens básicos.

Segundo a fonte, as condições de acomodação nos campos de trinos no Sudão do Sul estão a deteriorar-se e podem piorar com o início da estação das chuvas.

Charles Gituai apelou ao Governo de transição no Sudão do Sul para resolver a falta de financiamento para os centros de instrução militar e, de um modo geral, junto de todas as instalações e procedimentos destinados à formação e construção de forças conjuntas ao serviço do país.

O interlocutor sublinhou que até agora não foram formadas forças conjuntas e este é um grande dilema para o acordo de paz no Sudão do Sul.

Aquele país, independente desde 2011, vive um conflito civil desde o final de 2013, facto provocado pela rivalidade entre o Presidente, Salva Kiir, e o seu então vice-presidente, Riek Machar.

O conflito causou a mortes de mais de 380 mil pessoas.

Os principais produtores de vacinas contra a COVID-19, os países do G20 e o Fundo Monetário Internacional comprometeram-se, ontem, a acelerar a vacinação nos países pobres. O anúncio foi feito em sede da Cimeira Mundial da Saúde.

Apenas 0,3 por cento da população nos países mais pobres no mundo é que tomaram pelo menos a primeira dose contra a COVID-19, segundo a COVAX, o mecanismo global de fornecimento de vacinas.

Os países do G20, que agrupa as 20 economias mais ricas do planeta, comprometem-se a acelerar a luta contra a pandemia e a recuperação da economia mundial.

Os países do G20 estão disponíveis para apoiar os países de baixo e médio rendimento para desenvolver o conhecimento e a capacidade de produção local ou regional de vacinas e investir no pessoal de saúde em todo o mundo para que dados e amostras possam ser rapidamente trocados em caso de crise.

O Governo do Estado do Maranhão multou o Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, por não usar máscara e provocar uma aglomeração durante um evento realizado ontem no Município de Açailândia.

A multa foi imposta pelas autoridades sanitárias do Estado do Maranhão por “não cumprimento da obrigação de usar máscara” e “causar aglomerações sem controlo sanitário”, num evento com mais de 100 pessoas.

De acordo com o Notícias ao Minuto, a sanção foi enviada para o Palácio do Planalto, a sede do Governo federal, e o valor da coima pode variar entre 2.000 reais  e 1,5 milhões de reais, um montante que será definido uma vez apresentadas as alegações da defesa de Bolsonaro.

Bolsonaro, um dos líderes mais negacionistas sobre a gravidade do Coronavírus, liderou esta sexta-feira um evento em Açailândia, no qual voltou a manifestar-se contra as medidas de distanciamento social impostas pelos governadores e autarcas para conter a pandemia.

O Presidente não fez alusão à situação sanitária do país, que acumula 446.309 mortos da COVID-19 e está, segundo os especialistas, à beira de enfrentar uma nova vaga da pandemia.

O Brasil registou 76.855 novos casos de infecção pela COVID-19, nas últimas 24 horas e aproxima-se dos 16 milhões de casos (15.970.949) desde o início da pandemia.

Em relação ao número de mortes, o país sul-americano, com 212 milhões de habitantes, contabilizou 2.215 óbitos nas últimas 24 horas.

Os dados fazem parte do último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde do Brasil, o segundo país com mais mortos em todo o mundo e o terceiro com mais infecções, em números absolutos.

As duas delegações que o Egito enviou para supervisionar o cessar-fogo na Faixa de Gaza chegaram hoje a Israel e ao enclave palestiniano, onde a calma reina após 11 dias de conflito.

De acordo com a agência de notícias oficial egípcia MENA, as delegações transmitiram às duas partes “a importância de se comprometerem com a implementação do acordo de cessar-fogo do Cairo”, que foi aceite na noite de quinta-feira por Israel e pelo movimento islâmico Hamas.

Uma das delegações, que foi à Faixa de Gaza para monitorizar a trégua no enclave palestiniano, falou com representantes do Hamas, que agradeceram ao Egito a mediação e os esforços para conter a violência.

Segundo o Notícias ao Minuto, ambas as partes, israelitas e palestinianas comunicaram aos enviados egípcios o seu compromisso “incondicional”com o acordo, cujos pormenores ainda não foram divulgados, pedindo ao Egito para monitorizar a aplicação do cessar-fogo.

Num sinal de boa vontade, Israel reabriu esta manhã, durante seis horas, a passagem de Kerem Shalom, que permite a passagem de ajuda humanitária. Esta travessia já permitiu a entrada de dezenas de camiões com equipamento humanitário, incluindo material médico e alimentos.

O cessar-fogo coloca uma pausa na pior escalada de violência em Gaza desde 2014, tendo já provocado pelo menos 243 mortes, incluindo 66 crianças.

Nos 11 dias de confronto, foram disparados mais de 4.400 foguetes desde Gaza contra Israel, que respondeu com mais de 1.600 ataques aéreos tendo por alvo posições do Hamas.

O Primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, apontou o emprego e a redução da pobreza como prioridades do Governo no novo mandato iniciado ontem, mantendo a necessidade de alívio da dívida externa para recuperar a economia.

“O emprego, a eliminação da pobreza extrema e a redução da pobreza absoluta são as nossas grandes prioridades”, afirmou Ulisses Correia e Silva, após ter sido empossado pelo Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, para um novo mandato como Primeiro-ministro, junto dos restantes 27 membros do VIII Governo Constitucional da segunda República.

“Lançaremos um forte pacote social dirigido às famílias em situação de pobreza extrema e economicamente vulneráveis e que integra o alargamento do acesso a rendimentos, a cuidados, à educação, à formação, à inclusão produtiva, à saúde, à segurança social e à habitação condigna”, prometeu o Primeiro-ministro e líder do Movimento para a Democracia (MPD), citado pelo “Notícias ao Minuto”.

O governante disse que “a democracia funcionou mais uma vez” e “os cabo-verdianos livremente decidiram através do voto”.

 

O novo Governo de Cabo Verde, que continua a ser liderado por Ulisses Correia e Silva, será empossado pelo Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, ao final da tarde de hoje, passando de 20 para 28 membros.

O Presidente cabo-verdiano convidou, em 30 de Abril, Ulisses Correia e Silva a formar Governo após ter sido o nome proposto para ser primeiro-ministro pelo Movimento para a Democracia (MPD), partido que venceu as eleições legislativas do mês passado, em que foram escolhidos os 72 deputados nacionais.

O novo Governo cabo-verdiano, desenhado por Ulisses Correia e Silva, é composto por 28 membros, contra os 20 que iniciaram a legislatura anterior, em Abril de 2016, com o número de mulheres a subir de quatro para nove.

“Gerará alguma despesa a mais, mas trará em contrapartida mais eficácia, maior eficiência e melhores resultados da governação”, admitiu na terça-feira o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, citado pelo “Notícias ao Minuto”, depois de apresentar ao Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, a lista dos membros do Governo (ministros e secretários de Estado) para a X legislatura.

O novo Governo contará, além do primeiro-ministro, com 18 ministros (incluindo um Vice-primeiro e dois ministros de Estado) e nove secretários de Estado, contra os 15 ministros e quatro secretários de Estado que, também com Ulisses Correia e Silva, iniciaram a legislatura anterior, em Abril de 2016.

A maior novidade do novo elenco governativo é Jorge Santos, que deixa o cargo de presidente da Assembleia Nacional para assumir as funções de ministro das Comunidades.

O Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, acusou hoje Israel de estar a cometer, na faixa de Gaz, actos de “terrorismo de Estado organizado e crimes de guerra”, que são puníveis à luz do direito internacional.

Durante o discurso, Abbas disse que os palestinianos “não hesitarão em perseguir aqueles que cometem esses crimes em tribunais internacionais”.

De acordo com o Notícias ao Minuto, Abbas acusou Israel de “ataques brutais a civis e bombardeamentos deliberados de casas”, respondendo aos argumentos de Israel, que tem afirmado que o seu exército apenas ataca alvos militares do Hamas, fazendo todos os esforços para evitar atingir civis.

Abbas é o líder da Autoridade Palestiniana, apoiada internacionalmente, cujas forças foram expulsas de Gaza quando o grupo islamita Hamas tomou o poder em 2007, ficando com autonomia limitada em partes da Cisjordânia, ocupada por Israel.

No início deste ano, o Tribunal Penal Internacional lançou uma investigação sobre possíveis crimes de guerra cometidos por combatentes israelitas e palestinianos durante a última guerra de Gaza, em 2014.

Desde o passado dia 10, o Hamas tem lançado centenas de ‘rockets’ contra Israel, que tem respondido com violentos ataques aéreos sobre a Faixa de Gaza, apesar dos apelos a um cessar-fogo por parte da comunidade internacional.

A violência, a mais grave desde 2014, já causou quase 220 mortos em Gaza e 12 em Israel.

Os combates começaram após semanas de tensões entre israelitas e palestinianos em Jerusalém Oriental, que culminaram com confrontos na Esplanada das Mesquitas, o terceiro lugar sagrado do islão junto ao local mais sagrado do judaísmo.

O conflito israelo-palestiniano remonta à fundação do Estado de Israel, cuja independência foi proclamada em 14 de Maio de 1948.

A Espanha reenviou para Marrocos 1.500 dos cerca de 6.000 migrantes que entraram de forma ilegal no enclave espanhol de Ceuta desde a segunda-feira, anunciou, hoje, o Ministro do Interior de Espanha.

“Cerca de 6.000 pessoas” entraram em Ceuta e “nesta altura, reenviámos 1.500 dessas pessoas e estamos a continuar essas devoluções”, disse o ministro, Fernando Grande-Marlaska, à televisão pública espanhola TVE, citada pelo “Notícias ao Minuto”.

“A lei, os tratados internacionais e os nossos acordos com Marrocos” serão aplicados para a protecção dos cerca de 1.500 menores que estão entre os imigrantes, de acordo com o ministro espanhol.

O ministro explicou que chegarão hoje a Ceuta, 200 militares, 150 polícias nacionais e 50 guardas-civis, para complementar os 1.100 efectivos que, habitualmente, se encontram na cidade para garantir a ordem.

 

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