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O País – A verdade como notícia

A continuação dos bombardeamentos, na faixa de Gaza, durante a manhã de hoje, elevou para pelo menos 153 o número de palestinianos mortos na actual escalada de violência com Israel que começou segunda-feira, indicou o Ministério da Saúde do território.

Segundo avança a agência Efe, citada pelo “Notícias ao Minuto” as forças israelitas efectuaram 50 bombardeamentos, em menos de 15 minutos, tendo atingido a residência da família do líder do movimento islâmico Hamas Yahya Sinwar, que não se encontrava em casa no momento do ataque.

Testemunhas dizem que a onda de ataques, da madrugada de hoje, foi a maior desde a actual escalada de violência.

As mesmas testemunhas afirmam que cinco edifícios foram atingidos na cidade de Gaza sem aviso prévio, causando a morte de pelo menos cinco civis, incluindo três crianças.

O Secretário-geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres, manifestou-se no sábado “consternado” com o número crescente de baixas civis, incluindo dez membros da mesma família mortos num ataque aéreo israelita ao campo de al-Shati em Gaza.

 

A Assembleia Nacional da Zâmbia foi dissolvida, por tempo indeterminado, em previsão das eleições presidenciais, legislativas e locais marcadas para 12 de Agosto.

A dissolução aconteceu 90 dias antes das eleições gerais, conforme prevê a Constituição zambiana.

Neste contexto, a Comissão Eleitoral da Zâmbia vai proibir todos os comícios dos partidos políticos e dos candidatos às eleições de 12 de Agosto próximo, diz a Angop.

Segundo a Comissão Eleitoral da Zâmbia, para efeitos de “caça ao voto”, os partidos políticos e candidatos às eleições devem utilizar outros meios alternativos de comunicação e divulgação das informações.

Enquanto a data das eleições não chega, para posterior formação do novo parlamento, o Governo será liderado por Edgar Lungu, coadjuvado pela sua vice, Inonge Wina, e pelos secretários permanentes, segundo a Angop.

Dois tornados provocaram a morte de pelo menos 10 pessoas e feriram mais de 300 depois de passarem pela China central e oriental, anunciaram hoje as autoridades locais.

Ventos fortes de mais de 100 quilómetros por hora varreram a metrópole central chinesa de Wuhan ontem à noite, matando seis pessoas e ferindo 200.

De acordo com o Notícias ao Minuto, as rajadas eram tão fortes que duas gruas de construção foram danificadas, uma delas desabando num estaleiro de construção, causando grandes danos materiais.

Além de veículos danificados por objectos em queda, árvores foram arrancadas, galpões de estanho parcialmente destruídos e postes de electricidade derrubados, deixando mais de 26.000 casas sem energia.

A cidade de Suzhou, perto de Xangai, também foi atingida por um poderoso tornado com ventos de mais de 200 quilómetros por hora, de acordo com as autoridades locais.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, garantiu, hoje, que os ataques contra a Faixa de Gaza não vão terminar tão já, após uma intensificação dos ataques em direcção ao enclave palestiniano que já provocaram mais de 120 mortos desde segunda-feira.

“Disse que infligiríamos um sério revés ao Hamas e a outros grupos terroristas (…) Eles pagam e vão continuar a pagar duramente. Ainda não terminou”, declarou Netanyahu após uma reunião no Ministério da Defesa.

De acordo com o Notícias ao Minuto, os combates iniciaram-se no dia 10 de Maio, após semanas de tensões entre israelitas e palestinianos em Jerusalém Oriental, que culminaram com confrontos na Esplanada das Mesquitas, o terceiro lugar mais sagrado do Islão, que fica junto ao local mais sagrado do judaísmo.

Ao lançamento em massa de foguetes por grupos armados em Gaza em direcção a Israel junta-se o bombardeamento sistemático por forças israelitas de posições do Hamas na Faixa de Gaza, para além de incidentes em várias cidades do Estado judaico, incluindo tentativas de linchamento de árabes israelitas, cerca de 20% do conjunto da população.

Os confrontos alastraram-se à Cisjordânia, ocupada por Israel, com pelo menos seis palestinianos mortos hoje em confrontos com as forças israelitas.

O conflito israelo-palestiniano remonta à fundação do Estado de Israel, cuja independência foi proclamada em 14 de Maio de 1948.

Pelo menos 119 pessoas já morreram, incluindo 31 menores, desde o início da escalada militar entre Israel e grupos palestinianos na segunda-feira, anunciou, hoje, o Ministério da Saúde palestiniano.

Entre os mortos, estão 19 mulheres e o número de palestinianos feridos subiu para 830, declarou o porta-voz do Ministério da Saúde palestiniano, Ashraf Al-Qedra, citado pelo “Notícias ao Minuto”.

O exército israelita realizou, esta madrugada, a maior operação na Faixa Gaza desde a eclosão da escalada militar na segunda-feira, com cinquenta rondas de bombardeamentos por terra e ar em quarenta minutos.

Até agora, as milícias dos grupos islamitas, Hamas e Jihad Islâmica, lançaram mais de 1.800 foguetes em direcção ao território israelita e pelo menos 430 destes acabaram por cair no enclave.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) pediu, hoje, a intensificação de ensaios clínicos de vacinas e outros medicamentos contra a COVID-19.

O apelo foi feito no início de um fórum que junta, virtualmente, mais de 1.900 peritos convocados pela organização. “É essencial manter e promover mais as plataformas para ensaios clínicos de grande dimensão em todo o mundo”, defendeu o director-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus.

Citado pelo Notícias ao Minuto, o director-geral destacou o aparecimento de novas variantes, o relaxamento “demasiado rápido” das medidas de prevenção e as desigualdades no acesso global às vacinas como factores de preocupação, numa situação pandémica que “continua grave”, apesar de duas semanas de descida do número de casos no mundo.

Por sua vez, a directora do Plano de Acção para a Investigação e Desenvolvimento, Ana Maria Henao-Restrepo, assinalou que, apesar de ter aumentado o conhecimento e os recursos para combater a COVID-19, “a pandemia ainda não acabou”, defendendo que, em futuras pandemias, os ensaios clínicos devem ser mais transparentes e que se comece logo a pensar como aumentar a capacidade de fabrico.

O sub-director do regulador norte-americano dos medicamentos, Philip Krause, acusou de falta de transparência o sector farmacêutico, afirmando que “nem todos os fabricantes de vacinas foram transparentes na informação sobre eficácia e segurança” dos seus produtos.

Krause também exigiu que os ensaios futuros analisem variantes do vírus que não foram, suficientemente, abrangidas pela investigação em vacinas, bem como os efeitos de intervalos maiores entre doses de vacinas.

O Papa Francisco disse, hoje, numa mensagem de vídeo dirigida aos peregrinos de Fátima, que este é o momento de pedir pelo mundo inteiro, num momento em que muitos estão a sofrer com a pandemia.

“Este é o momento de pedir à Mãe pelo mundo inteiro (…) e por cada um de nós, pelas vossas famílias, pela vossa terra natal, por Portugal”, disse Francisco na mensagem apresentada nos momentos iniciais da missa da peregrinação internacional ao Santuário de Fátima.

De acordo com a TVI, depois de saudar os fiéis “de uma maneira especial” e agradecer a sua presença no santuário, o Papa estendeu o apelo a “todos os que estão a sofrer com esta pandemia da COVID-19, por tantos os que perderam o seu trabalho, os seus entes queridos”, alertando para “tanta pobreza e miséria que esta pandemia está a gerar”.

Este é o momento para a oração”, salientou e exortou aos fiéis a nunca se esquecerem da Virgem de Fátima.

Dirigindo uma bênção aos peregrinos, o Papa pediu, ainda, para que rezem por ele.

A mensagem, em vídeo, foi saudada com palmas pelos 7.500 fiéis que podem estar no recinto de oração, número estipulado devido à pandemia da COVID-19.

A Rússia registou os primeiros casos da variante indiana da Covid-19, informaram esta quinta-feira as autoridades na região de Ulyanovsk.

Segundo escreve o “Notícias ao Minuto” foram identificados pelo menos 16 casos entre estudantes indianos da Universidade Estadual de Ulyanovsk, a 700 quilómetros de Moscovo. Os alunos foram colocados em isolamento e estão sob observação médica.

Estes casos surgem depois de, na quarta-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) ter considerado a variante B.1.617, identificada pela primeira vez na Índia em Outubro, como “preocupante”.

A decisão foi tomada sob consulta de um grupo de trabalho que seguiu a evolução do vírus a partir da análise de mais de 4.500 sequências genéticas procedentes de 44 países onde a variante foi detectada.

Cerca de 2.200 pessoas detidas no Irão deverão receber um perdão ou redução da pena no âmbito da celebração que assinala o fim do Ramadão, Eid al-Fitr, que tem, hoje, início, anunciaram as autoridades iranianas.

De acordo com um comunicado divulgado pelas autoridades de Teerão, o Líder Supremo, aiatolá Sayyid Ali Hosseini Khamenei, citado pelo Notícias ao Minuto, “concordou em conceder o perdão ou a redução da pena a 2.187 pessoas condenadas” pela Justiça iraniana.

Contudo, a nota não especificou os critérios de elegibilidade para receber o perdão ou a redução da pena.

O Eid al-Fitr começa a ser celebrado entre hoje e sexta-feira, no Irão, de acordo com a observação da Lua crescente.

O Líder Supremo iraniano concede, anualmente, vários perdões colectivos por ocasião dos principais feriados religiosos e nacionais, sugeridos pelo dirigente da Autoridade Judicial do país.

O Ramadão, a principal celebração muçulmana, que ocorre durante o nono mês do calendário islâmico, decorreu entre 12 de Abril e 12 de Maio.

 

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