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O País – A verdade como notícia

O Senegal juntou-se à lista de países africanos que asseguraram o direito de produção de vacinas contra COVID-19, a partir do próximo ano.

O país da África Ocidental, Senegal, assinou um acordo, na segunda-feira, com um grupo belga de biotecnologia Univercells .

A colaboração destaca as oportunidades para canalizar dinheiro e tecnologia destinados à produção, num continente que faz apenas 1% das vacinas de que necessita.

Antes da assinatura do acordo, uma fonte citada pela SABCNEWS, afirmou que a Univercells irá transferir toda a sua linha de produção para o Senegal, no segundo semestre de 2022, e acrescentou que a empresa irá treinar o pessoal local para poder gerir a operação.

O Senegal junta-se a países como o Egipto, Marrocos e África do Sul na lista de países africanos que asseguraram com sucesso os direitos de produção de vacinas contra COVID-19.

O Ministério Público Federal (MPF) do Brasil sugeriu, na segunda-feira, uma investigação de possíveis violações de “direitos humanos” que envolvam a realização da Copa América de futebol no país, prevista para começar no domingo.

Nesse sentido, segundo escreve o “Notícias ao minuto” a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) encaminhou um ofício aos procuradores regionais dos Direitos do Cidadão dos estados de Goiás, Mato Grosso, Rio de Janeiro e São Paulo, envolvidos, directa ou indirectamente, na Copa América.

A PFDC pediu “uma acção coordenada voltada à investigação de eventuais práticas que violem, especialmente, os direitos à vida e à saúde, por parte de organizadores, transmissoras e patrocinadoras do evento”.

O Procurador Federal dos Direitos do Cidadão, Carlos Alberto Vilhena, sugeriu à unidade do MPF no Rio de Janeiro a investigação de actos praticados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), pelas empresas patrocinadoras do evento (Mastercard, Ambev, Latam, Semp TCL, Diageo, Kwai, Betsson e TeamViewer) e pelos Governos estaduais e municipais.

O coronel Assimi Goïta tomou, hoje, posse como Presidente do Mali, durante um período de transição, onde deverá devolver o poder aos civis, após dois golpes de Estado condenados pelos principais parceiros do país.

“Juro perante Deus e o povo maliano preservar fielmente o regime republicano, preservar as conquistas democráticas, garantir a unidade nacional, a independência do país e a integridade do território nacional”, afirmou o empossado

Durante a tomada a posse, os parceiros internacionais do Mali exigiram garantias de que os militares entregarão o poder aos civis após a realização de eleições, prevista para Fevereiro de 2022”, escreve o Noticias ao Minuto

O líder maliano assegurou aos seus compatriotas e à comunidade internacional que o país que lidera vai honrar a todos com seus compromissos para bem-estar da Nação.

O Mali, foco central do ‘jihadismo’ na região do Sahel, foi cenário de dois golpes de Estado em nove meses por parte de Assimi Goïta e do seu grupo de coronéis.

No primeiro dos golpes militares, em 18 de gosto de 2020, derrubaram o então Presidente Ibrahim Boubacar Keita, enfraquecido por meses de protestos liderados pelo Movimento 5Jun/Reunião das Forças Patrióticas (M5/RFP), um grupo de opositores, membros do clero e elementos da sociedade civil.

Morreu Abubakar Shekau, líder do Boko Haram, grupo terrorista que actua, sobretudo na Nigéria. A notícia foi avançada pelo grupo rival, Iswap.

“Deus julgou-o, enviando-o para o paraíso”, disse o líder do grupo, citado pela Reuters.

No passado dia 20 de Maio foi noticiado que o líder do grupo terrorista Boko Haram, Abubakar Shekau, ficou gravemente ferido quando tentava suicidar-se, para evitar ser capturado por um outro grupo terrorista ligado ao Estado Islâmico na África Ocidental (Iswap).

De acordo com a agência francesa de notícias, AFP, que cita duas fontes ligadas aos serviços de informação nigerianos, Shekau sofreu ferimentos graves depois dos combates com o Iswap, mas correm versões diferentes sobre a origem desses ferimentos.

Outra fonte da AFP diz que os ferimentos resultaram de uma explosão que o líder do Boko Haram terá provocado quando estava refugiado com vários apoiantes, numa casa, na floresta de Sambisa, um baluarte deste grupo terrorista, que opera, principalmente, no nordeste da Nigéria.

Pelo menos 35 pessoas morreram, hoje, e dezenas ficaram feridas na sequência da colisão de dois comboios expresso, no sul do Paquistão, segundo um novo balanço das autoridades.

O anterior balanço apontava para pelo menos 25 mortos.

Segundo Usman Abdullah, um agente da polícia no distrito de Ghotki, na província de Sindh, onde ocorreu a colisão, citado pela TVI, o Millat Express descarrilou e o comboio Sir Syed Express atingiu-o pouco depois.

Estima-se que 15 a 20 passageiros encontram-se, ainda, presos nos destroços do comboio Millat Express e, para o seu resgate, as autoridades procuram maquinaria pesada.

“Transmito a minha proximidade à família e a todas as pessoas que sofrem muito com estes contínuos ataques. A África precisa de paz e não de violência”, afirmou Papa Francisco, após a oração do Angelus, este domingo.

Papa Francisco reagiu à morte de pelo menos 132 civis de Burkina Faso, no ataque mais mortal registado naquele país desde o início da violência jihadista em 2015, informou fonte de segurança, citada pelo “Noticias ao Minuto”.

O chefe da Igreja católica pede, ainda, aos religiosos e políticos que colaborem para esclarecer o que aconteceu no Canadá, referindo-se à descoberta de uma vala comum com restos mortais de crianças indígenas junto a um antigo internato, na província de British Colúmbia.

“Uno-me aos bispos canadenses e a toda Igreja Católica no Canadá para expressar a minha proximidade ao povo canadense traumatizado pela notícia chocante. A descoberta aumenta a consciência da dor e do sofrimento do passado. Que as autoridades políticas e religiosas do Canadá continuem a colaborar com determinação para lançar luz sobre aquele triste acontecimento”, afirmou Francisco.

O papa notou, ainda, que “estes momentos difíceis constituem, também, um apelo ao afastamento do modelo colonizador e ao diálogo no respeito recíproco, reconhecimento dos direitos e do valor cultural”.

 

O Primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, apela aos líderes do G7, grupo das nações mais ricas, a comprometerem-se com a vacinação contra a COVID-19 ao mundo inteiro, até ao final de 2022.

Boris Johnson acolherá a primeira cimeira presencial dos líderes do G7, após quase dois anos da eclosão do novo Coronavírus. Nas vésperas do evento, o Primeiro-ministro britânico disse que vai procurar um compromisso para atingir o objectivo global de vacinação, até ao fim do próximo ano.

Os líderes da Alemanha, França, Estados Unidos, Itália, Japão, União Europeia e Canadá vão juntar-se a Johnson para a cimeira de três dias na Inglaterra, que começa na sexta-feira. Será a primeira viagem ao estrangeiro do Presidente dos Estados Unidos da América, Joe Biden, desde que tomou posse em Janeiro.

Enquanto as nações mais ricas têm vindo a vacinar um grande número das suas populações, muitos países pobres não têm tido o mesmo acesso às vacinas. E especialistas em saúde alertaram que, enquanto a vacina contra a COVID-19 não chegar a todos, o vírus continuará a espalhar-se e a sofrer mutações.

A Secretária do Tesouro dos Estados Unidos da América, Janet Yellen, em Londres para a reunião de ministros das finanças, disse ser urgente que as nações mais ricas promovam vacinações nos países mais pobres.

O Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, declarou-se ontem “indignado” com o ataque mais recente no Burkina Faso, que fez mais de 100 vítimas, o mais mortífero desde que a violência jihadista começou no norte do país, em 2015.

“O Secretário-geral está indignado com o assassinato esta manhã de mais de 100 civis, incluindo sete crianças, num ataque de assaltantes não identificados a uma aldeia na província de Yagha, na região do Sahel do Burkina Faso”, disse o seu porta-voz, Stephane Dujarric, numa declaração, citada pelo “Notícias ao Minuto”.

Um luto nacional de 72 horas foi decretado pelas autoridades, até segunda-feira, 07 de junho, às 23:59, de acordo com o Governo.

Apesar do anúncio de inúmeras operações, as forças de segurança estão a lutar para conter a espiral de violência rebelde que provocou mais de 1.400 mortos e mais de um milhão de deslocados desde 2015, fugindo de áreas de violência.

Mais de 25 milhões de eleitores estão inscritos para escolherem, domingo, entre a candidata de direita, Keiko Fujimori e o de esquerda, Pedro Castillo, na segunda volta das eleições presidenciais no país.

Na primeira volta, que decorreu em 11 de Abril, Pedro Castillo, do partido de esquerda radical Peru Livre, recebeu 19% dos votos, e Keiko Fujimori, do partido Força Popular, obteve 13,3% dos votos.

Segundo escreve o Notícias ao Minuto, a segunda volta das presidenciais no Peru realiza-se num ambiente de extrema polarização política e com um grande desinteresse da população. O país teve quatro Presidentes entre 2016 e 2021 e a corrupção governamental continua a ser um tema forte no país.

Pedro Castillo, professor de ascendência humilde e camponesa, é o dirigente do sindicato dos professores e o seu primeiro grande contacto com a política peruana foi como gestor de uma greve geral no sector que, em 2017, colocou em xeque o Governo do então Presidente Pedro Pablo Kuczynsky.

Já Keiko Fujimori é apontada como exemplo paradigmático de todas as más práticas da política no Peru, mas agora foi reconvertida na esperança de salvar o modelo económico e social liberal estabelecido pelo seu pai.

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