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O País – A verdade como notícia

Pelo menos 19 pessoas morreram num naufrágio ocorrido no Lago Tanganica da região de Uvira, no leste da República Democrática do Congo (RDC).

Trata-se de um de naufrágio que ocorreu na noite desta quinta-feira. De acordo com o administrador de Uvira, Mboko Ramazani, citado pela Angop, pelo menos 19 corpos foram recuperados no Lago Tanganica e várias pessoas continuam desaparecidas. Onze indivíduos foram resgatados pelos pescadores de uma aldeia próxima ao local.

“As buscas estão em curso para encontrar outros corpos e o balanço pode aumentar, porque não existe um manifesto para determinar o número exacto de passageiros a bordo”, explicou Ramazani.

Os ventos fortes são apontados como causa principal do naufrágio em Uvira.

 

O antigo Primeiro-ministro da República da Maurícia, Sir Anerood Jugnauth, faleceu aos 91 anos, escreve o Africanews.

Jugnauth, que ocupou o cargo de Primeiro-ministro por muito tempo, mais de 18 anos, foi considerado o pai do milagre económico da Maurícia na década de 1980.

Jugnauth ocupou o cargo de Primeiro-ministro entre 1982 e 1995 e entre 2000 e 2003 e, posteriormente, entre 2014 e 2017, e, depois, passou o cargo ao seu filho, Pravind Jugnauth, que é o Primeiro-ministro das Maurícias até hoje.

Mais de 93 milhões de mexicanos são convocados para eleger, no domingo, 500 deputados federais, 15 dos 31 governadores estatais, 30 congressos locais e 1.900 municípios, num país fraturado entre duas opções políticas profundamente antagónicas.

Duas grandes forças vão a jogo – a coligação da oposição “Vá por México”, que engloba o Partido de Acção Nacional (PAN, direita), o Partido Revolucionário Institucional (PRI, centro-direita), e o Partido da Renovação Nacional (PRD, social-democrata); e a coligação “Juntos Fazemos História”, liderada pelo Movimento Regeneração Nacional (Morena, esquerda), o partido que o actual Presidente Andrés Manuel López Obrador fundou em 2011, após cindir do PRD, e que inclui o Partido do Trabalho (PT) e o Partido Verde Ecologista do México (PVEM), escreve o “Notícias ao Minuto”.

Em 2018, nas eleições para o Parlamento, com 500 lugares, Morena garantiu maioria absoluta, também confirmada no Senado, com 128 membros, com a ajuda de formações aliadas.

Perante este novo cenário político no México, a formação heteróclita da direita tentará reverter a relação de forças, mas as suas perspetivas são pouco animadoras num país de regime presidencial e com esta eleição crucial marcada para 2024.

As últimas sondagens atribuem uma larga vantagem ao partido do actual Presidente que, apesar de um ligeiro recuo (em 41%), poderá garantir 52% da votação e com o apoio dos seus aliados e obter de novo maioria absoluta no Parlamento.

As autoridades sul-africanas estão a investigar gastos de cerca de 14,3 mil milhões de rands, que correspondem a mais de 56 biliões de meticais, em alegada corrupção pública no combate à COVID-19. O caso envolve familiares do ministro da Saúde, Zweli Mkhize.

O director da Unidade Especial de Investigação na África do Sul, Andy Mothibi, disse, esta terça-feira, no parlamento, que prestadores de serviços a vários funcionários do Ministério da Saúde, incluindo o ministro Zweli Mkhize, são alvos da investigação em curso.

Andy Mothibi afirmou que estava muito limitado a revelar detalhes, mas assegurou haver investigação a todas as alegações.

Segundo a imprensa sul-africana, o ex-porta-voz do ministro da Saúde, Tahera Mather, e a sua assistente pessoal, Naadhira Mitha, teriam recebido, irregularmente, milhões de rands, através dos serviços de comunicação em torno da COVID-19.

No mesmo processo, o filho do ministro Zweli Mkhize teria também obtido benefícios financeiros e materiais.
Sobre o assunto, o Ministério da Saúde reconheceu a existência de irregularidades flagrantes na contratação pública e salientou que era necessário clarificar o que se passou.

No final do encontro com o seu homólogo francês, Emmanuel Macron, em Pretória o Presidente da República da África do Sul, Cyril Ramaphosa, respondeu à imprensa que iria tomar uma decisão em relação ao futuro do ministro Zweli Mkhize, com base no resultado da investigação da Unidade Especial de Investigação.

O ministro da Saúde, Zweli Mkhize, antigo tesoureiro e membro da direção nacional do Congresso Nacional Africano, é o mais recente governante sul-africano a enfrentar novo escândalo de corrupção pública no país, depois de o partido no poder ter suspendido recentemente o seu secretário-geral, Ace Magashule.

A República Centro Africana e o Irão perderam o direito de voto na Assembleia Geral das Nações Unidas, devido ao excesso de dívidas. Em risco de ficar numa situação igual, estão três países africanos, nomeadamente São Tomé e Príncipe, Comores e Somália, escreve SIC Notícias.

Na terça-feira, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, enviou uma carta ao presidente da Assembleia Geral do órgão das Nações Unidas, Volkan Bozkir, a apontar que São Tomé e Príncipe, Comores e Somália estão com valores em atraso ao órgão.

São Tomé e Príncipe precisa pagar ao órgão 829.888 dólares para restabelecer o direito de voto, as Comores devem pagar 871.632 dólares e a Somália 1.443.640 dólares, segundo a agência de notícias do Estado angolano.

Entretanto, os três estados ainda podem votar na actual sessão, que termina em Setembro, graças a uma resolução aprovada pela própria Assembleia Geral das Nações Unidas.

Relativamente à República Centro Africana e ao Irão, os pagamentos mínimos necessários para restabelecer o direito de voto ascendem a 29.395 dólares e 16 milhões de dólares, respectivamente.

Foi durante um discurso ao país, proferido na rede de rádio e televisão, esta terça-feira, que o Chefe de Estado brasileiro, Jair Bolsonaro, prometeu vacinas contra a COVID-19 para toda população até ao final do ano.

Na ocasião, Bolsonaro citado pela SIC Notícias, destacou uma série de medidas tomadas pelo Governo em várias áreas de actuação e frisou que “não obrigou ninguém a ficar em casa, não fechou o comércio e não fechou igrejas ou escolas” durante a pandemia.

“Sinto profundamente cada vida perdida em nosso país. Hoje (terça-feira), alcançamos a marca de 100 milhões de doses de vacinas distribuídas a estados e municípios. O Brasil é o quarto país que mais vacina no planeta. Neste ano, todos os brasileiros, que assim o desejarem, serão vacinados”, afirmou.

Segundo a Lusa, a campanha de vacinação contra a COVID-19 avança a um ritmo lento no Brasil, onde apenas 10,6% dos brasileiros (22,6 milhões de pessoas) receberam a dosagem completa da vacinação.

As declarações de Bolsonaro surgiram, apenas, quatro dias depois de centenas de milhares de brasileiros terem saído às ruas, no sábado, para exigir a destituição do Presidente e uma vacinação em massa no país.

O Brasil, um dos países mais afectados pela pandemia em todo o mundo, totalizou já 467.706 óbitos e 16.720.081 casos de COVID-19, com os especialistas a preverem uma terceira vaga da doença, nas próximas semanas.

O maior navio da marinha iraniana afundou, hoje, depois de pegar fogo no Golfo de Omã, em circunstâncias pouco claras.

Trata-se  de um navio de apoio Kharg, baptizado com o nome da Ilha, que serve como principal terminal de petróleo para o Irão.

Segundo dados do Noticias ao Minuto, citando uma televisão estatal daquele país,  o incêndio começou por volta de 02h25 (hora local) e os bombeiros tentaram contê-lo, mas o navio acabou por afundar perto do porto iraniano de Jask, a cerca de 1.270 quilómetros a sudeste do Teerão, no Golfo de Omã, perto do Estreito de Ormuz.

O Kharg é um tipo de navio que  pode levantar cargas pesadas e servir como ponto de partida para helicópteros. “O navio, construído na Grã-Bretanha e inaugurado em 1977, entrou na marinha iraniana em 1984, após longas negociações que se seguiram à Revolução Islâmica de 1979 do Irão.”

O Kharg é um dos poucos navios da marinha iraniana capaz de reabastecer, no mar, a outros navios.

A União Africana suspendeu o Mali, ontem, com efeitos imediatos, de participar em todas as actividades da organização, até que a ordem constitucional normal seja restabelecida no país. A decisão é consequência de dois golpes de Estado em nove meses, orquestrados por militares.

Poucos dias depois de a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental anunciar a suspensão do Mali das suas instituições, esta terça-feira foi a vez da União Africana.

O Conselho de Paz e Segurança da organização internacional que promove a integração entre os países do continente africano disse que os militares malianos devem regressar, urgente e incondicionalmente, aos quartéis e se abstenham de qualquer interferência futura no processo político no Mali.

A União Africana pediu ainda o estabelecimento de condições para o regresso a uma transição democrática sem entraves, transparente e rápida.

Caso contrário, o Conselho de Paz e Segurança da organização não hesitará em impor sanções específicas e outras medidas punitivas contra os que impedem a transição.

O Mali tem sido palco de golpes de Estado, resultantes de motins promovidos por militares, em 1968, 1991, 2012 e em Agosto do ano passado.

A filha e o condutor do general ugandês, Katumba Wamala, foram mortos após desconhecidos terem disparado contra o carro onde seguiam. Wamala, actual ministro dos Transportes, foi ferido no braço.

Katumba Wamala, antigo chefe do exército no Uganda, ficou ferido e a sua filha, assim como o motorista morreram depois de quatro homens armados terem disparado contra o carro onde seguiam esta terça-feira, de acordo com a porta-voz do exército e relatos dos órgãos de comunicação locais.

A DW refere que o actual ministro dos transportes do Uganda foi atacado perto da sua casa, num subúrbio de Kampala, capital do Uganda, segundo adiantou à agência Reuters a porta-voz da brigada militar Flavia Byekwaso.

A tentativa de assassinato ocorreu no mesmo subúrbio onde, em 2017, desconhecidos dispararam contra um veículo que transportava Felix Kaweesa, um oficial superior da polícia. Kaweesa, foi morto ao lado do seu guarda-costas e condutor.

O Uganda tem assistido a vários assassinatos de altos funcionários nos últimos anos.

Entre as vítimas estão um legislador, o principal promotor público do país, líderes muçulmanos séniores, entre outros.

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