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O País – A verdade como notícia

A filha e o condutor do general ugandês, Katumba Wamala, foram mortos após desconhecidos terem disparado contra o carro onde seguiam. Wamala, actual ministro dos Transportes, foi ferido no braço.

Katumba Wamala, antigo chefe do exército no Uganda, ficou ferido e a sua filha, assim como o motorista morreram depois de quatro homens armados terem disparado contra o carro onde seguiam esta terça-feira, de acordo com a porta-voz do exército e relatos dos órgãos de comunicação locais.

A DW refere que o actual ministro dos transportes do Uganda foi atacado perto da sua casa, num subúrbio de Kampala, capital do Uganda, segundo adiantou à agência Reuters a porta-voz da brigada militar Flavia Byekwaso.

A tentativa de assassinato ocorreu no mesmo subúrbio onde, em 2017, desconhecidos dispararam contra um veículo que transportava Felix Kaweesa, um oficial superior da polícia. Kaweesa, foi morto ao lado do seu guarda-costas e condutor.

O Uganda tem assistido a vários assassinatos de altos funcionários nos últimos anos.

Entre as vítimas estão um legislador, o principal promotor público do país, líderes muçulmanos séniores, entre outros.

O Papa Francisco publicou, hoje, um texto que promove uma reforma do Código de Direito Canónico relativamente às sanções penais na Igreja católica, estabelecendo que o abuso de menores é um crime contra a dignidade das pessoas.

A constituição Apostólica ‘Pascite gregem Dei’, divulgada pelo Vaticano, altera o Livro VI do Código de Direito Canónico (CDC) e revê a disciplina penal que existe desde 1983, visando evitar “o risco de contemporizar com comportamentos contrários à disciplina”.

Os casos de abusos sexuais de menores e adultos vulneráveis, posse ou divulgação de pornografia são agora inseridos numa secção especificamente dedicada aos “delitos contra a vida, a dignidade e liberdade do homem”

“Para responder adequadamente às demandas da Igreja em todo o mundo, ficou evidente a necessidade de se rever também a disciplina penal promulgada por São João Paulo II, em 25 de janeiro de 1983, com o Código de Direito Canónico”, explica o Papa Francisco.

De acordo com o Notícias ao Minuto, o trabalho de revisão começou em 2007 com o Papa emérito Bento XVI, terminando agora com um texto que “introduz mudanças de vários tipos na lei actual e sanciona algumas novas figuras criminosas”, nas palavras de Francisco.

O novo texto oferece “critérios objectivos na identificação da pena mais adequada a aplicar em casos concretos”, reduzindo a discricionariedade da autoridade, para favorecer a unidade eclesial na aplicação das penas, “especialmente para os crimes que causam maiores danos e escândalo na comunidade”, acrescenta o pontífice.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) acredita que a economia global poderá voltar ao estado anterior à pandemia do novo coronavírus, no próximo ano.

Apesar da OCDE prever a recuperação da economia global, ressaltou que ao mesmo tempo não seria equitativa e que o nível médio de vida, nas economias desenvolvidas, iria continuar abaixo dos níveis anteriores à 2020.

Segundo as previsões publicadas pela Euronews, a economia global vai crescer 5,8% neste ano e 4,4% no próximo, depois da contracção de 3,5% em 2020.

“Com base nas políticas existentes, a Zona Euro vai precisar de mais um ano, em relação aos Estados Unidos, para chegar aos níveis anteriores à pandemia.” Explicou Laurence Boone, economista-chefe da OCDE, citado pela Euronews.

A OCDE destacou que no período da entrada da pandemia, estado de emergência mundial, um grande apoio foi atribuído a vários países, entretanto, nesta fase que segue, que é da recuperação da economia, é importante que este apoio seja direcionado para o investimento.

O OCDE alertou que os governos precisam de estar preparados face as consequências decorrentes da pandemia, pois para além de defraudar a economia das nações, submeteu ao colapso do sistema de saúde, a educação, entre vários outros campos de actuação.

 

 

 

Pelo menos oito pessoas morreram, incluindo quatro soldados, e 11 ficaram feridas num ataque de rebeldes contra um posto militar em Quetta, no sudoeste do Paquistão, anunciou hoje o exército paquistanês.

O tiroteio ocorreu na segunda-feira à noite na zona de Pir Ismalil Ziarat, na província do Baluchistão, quando um grupo rebelde atacou um posto do Corpo de Fronteira, indicou o exército, citado pelo “Notícias ao Minuto”.

No ataque, quatro soldados do Corpo de Fronteira morreram e “seis ficaram feridos”, de acordo com um comunicado do gabinete de comunicação do Exército Paquistanês.

Os militares acrescentaram que quatro a cinco atacantes foram mortos no ataque e entre sete a oito ficaram feridos.

Na segunda-feira, dois soldados ficaram feridos quando o veículo em que viajavam foi atingido por um explosivo, no distrito de Turbat, perto da fronteira iraniana, também, no Baluchistão.

Várias crianças foram raptadas no domingo, por homens armados, de uma escola no centro norte da Nigéria, numa altura em que os sequestros em massa estão a aumentar no país, revelaram fontes das autoridades e locais.

De acordo com o “Notícias ao Minuto” ainda é incerto o número de alunos da escola islâmica Salihu Tanko sequestrados com passageiros de um autocarro”, depois de um grupo de homens armados ter atacado a escola, avançou o Governo nigeriano na rede social Twitter.

“Os sequestradores libertaram 11 crianças, que eram muito pequenas para andar”, acrescentou o executivo, que considerou o acontecimento “infeliz”.

Na escola Salihu Tanko Koranic estavam cerca de 200 crianças no momento do ataque, mas várias conseguiram escapar, segundo um dos residentes, que quis manter o anonimato para sua segurança, citado pela agência France-Presse.

Este rapto ocorre um dia após a libertação de 14 estudantes no estado de Kaduna (no norte do país), que estiveram 40 dias sequestrados.

Há vários meses que esses grupos estão envolvidos em sequestros em massa contra escolas: 730 crianças e adolescentes já foram raptados desde Dezembro de 2020

O Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, anunciou ontem  novas medidas de confinamento a partir de hoje, para conter o aumento de casos de COVID-19 no país.

O Chefe de Estado sul-africano disse que o Governo vai implementar o “confinamento de nível 2 ajustado”, advertindo para a “iminência de uma terceira vaga” da pandemia da COVID-19 em pelo menos quatro das nove províncias do país.

Ramaphosa referiu, num anúncio ao país pela televisão, que a África do Sul registou uma média de 3.745 novas infeções por dia, significando um aumento de 31% de novos casos de infeção nos últimos sete dias e 66% na semana anterior.

“A proporção de testes à COVID-19 positivos mais do que duplicou no último mês, de cerca de 4% para mais de 11%, mesmo com o aumento dos testes em todo o país”, salientou.

O Presidente sul-africano considerou que “uma taxa de positividade de mais de 5% é um motivo de preocupação”, sublinhando que “ainda não sabemos se a nova onda será severa ou por quanto tempo irá durar”.

De acordo com Cyril Ramaphosa, o aumento de casos diários “segue a mesma trajectória do início das duas vagas anteriores”, sublinhando que as províncias do Estado Livre, Cabo Oriental, Noroeste e de Gauteng atingiram “uma terceira vaga de infecções”.

Como parte das novas medidas ajustadas de confinamento contra a COVID-19, o Chefe de Estado sul-africano anunciou um novo recolher obrigatório entre as 23:00 locais e as 4:00 do dia seguinte e o encerramento de bares e restaurantes às 22:00, apelando aos sul-africanos para evitarem “viagens desnecessárias”.

“Devemos estar cientes de que o vírus não se move de um lugar para outro por si mesmo, depende da movimentação de pessoas. Quanto menos viajarmos, menos o vírus se espalha”, referiu.

Nas últimas duas semanas, notou Ramaphosa, mais de 960.000 pessoas receberam já uma dose da vacina contra a COVID-19 na África do Sul, das quais 480.000 foram vacinadas com a primeira dose da vacina Pfizer.

“Mais de 67% dos funcionários da saúde foram vacinados”, avançou Ramaphosa, explicando que estes “profissionais de saúde receberam a vacina Johnson & Johnson, que requer apenas uma única dose”.

Ramaphosa revelou que o Governo assegurou 31 milhões de doses da Johnson & Johnson e 20 milhões de doses da Pfizer, mas que tem apenas 1,3 milhões de doses actualmente no país.

A África do Sul, que pretende vacinar cerca de 40 milhões de pessoas até ao final do ano, contabiliza mais de 1,6 milhões de casos confirmados de covid-19 e mais de 56.000 mortes associadas à doença do novo coronavírus, segundo as autoridades de saúde sul-africanas.

Pelo menos 25 pessoas morreram no norte da Índia após terem ingerido uma bebida alcoólica adulterada, anunciou, hoje, uma fonte policial, que acrescentou terem sido feitas 10 detenções.

De acordo com o “Notícias ao Minuto”, o caso ocorreu em Uttar Pradesh, o Estado indiano mais populoso.

“Até ao momento, 25 pessoas morreram e algumas outras foram hospitalizadas e estão sob tratamento. Dez pessoas foram detidas”, disse à agência noticiosa AFP Ajab Singh o porta-voz da polícia.

Segundo os media locais, o álcool foi comprado na passada quinta-feira numa loja gerida por dois irmãos.

As lojas de bebidas alcoólicas, no Estado de Uttar Pradesh, foram fechadas como medida do confinamento imposto para combater a pandemia da COVID-19, que matou cerca de 160.000 pessoas no país desde 1 de Abril de 2020.

O número de casos de contaminação começou a diminuir em Uttar Pradesh, tendo sido autorizada a retoma da venda de álcool em alguns distritos no passado dia 11 de Maio, mas com horário restrito.

A forma como o álcool adulterado em questão foi produzido ainda não foi claramente determinada.

Em todos os anos, centenas de pessoas morrem na Índia devido a álcool barato produzido em destilarias subterrâneas, acessível até mesmo aos mais pobres.

O impeachement voltou às bocas dos brasileiros, que, este sábado, agora tapadas por máscaras, exigiram a destituição de Jair Bolsonaro.

Segundo a Euronews, à semelhança de outras cidades no país, milhares de pessoas no Rio de Janeiro saíram às ruas em protesto contra a gestão da actual pandemia. Pedem ao Governo mais vacinas e mais ajudas do Estado para fazer face à crise sanitária e económica.

“Estou aqui para lutar pelos direitos das pessoas necessitadas, pelo direito dos meus filhos, pelo meu direito de viver, de ter vacinas para todos. É um Governo de incompetentes que está a arruinar o nosso país, a arruinar as nossas florestas, a arruinar a população pobre, a fundação do país”, afirmou uma das manifestantes, a Euronews.

Todos os estados do país, bem como o distrito federal, onde se encontra a capital, Brasília, tiveram protestos.

Desde o início da pandemia morreram no Brasil 460 mil pessoas com COVID-19. A crise revela o centro de política social da Fundação Getúlio Vargas, atirou 27 milhões de pessoas para a pobreza.

Foram encontrados os restos mortais de 215 crianças numa antiga escola construída há mais de 100 anos, na cidade de Kamloops, no Canadá, que visava integrar os indígenas na sociedade.

As crianças eram alunos da Kamloops Indian Residential School, uma escola que fazia parte do sistema de escolas residenciais indianas do Canadá, que eram escolas internas criadas pelo governo e autoridades religiosas nos séculos XIX e XX.

De acordo com o Notícias ao Minuto, a descoberta foi feita no passado fim de semana e está já em curso a análise dos restos mortais e uma investigação para perceber as causas e o ano das mortes.

O governo central assumiu a administração da escola em 1969, operando-a como residência para estudantes locais até 1978, quando foi fechada.

O primeiro-ministro do Canadá reagiu ao caso no Twitter, falando em “choque, tristeza e arrependimento. As notícias de que restos mortais foram encontrados na antiga escola residencial Kamloops, partem meu coração”, escreveu Trudeau.

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