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O País – A verdade como notícia

As autoridades haitianas detiveram 15 colombianos e dois norte-americanos de origem haitiana pelo alegado envolvimento no assassínio do Presidente do Haiti, Jovenel Moise, anunciaram fontes oficiais.

O comando que perpetrou o homicídio foi composto por 26 colombianos e dois norte-americanos, segundo informações fornecidas pelo director-geral da Polícia, Leon Charles, numa conferência de imprensa com o primeiro-ministro interino, Claude Joseph, na qual foram apresentados os detidos, escreve o Notícias ao Minuto.

Charles disse que oito “mercenários colombianos estão em fuga e activamente procurados, enquanto os outros três foram mortos em tiroteios com as forças de segurança”.

As autoridades tinham anteriormente comunicado a morte de quatro suspeitos, mas baixaram esse número sem qualquer explicação.

Dois dos detidos foram capturados por um grupo de civis, que os levaram amarrados com cordas para uma esquadra de polícia no bairro de Pétion-Ville, no bairro de Port-au-Prince.

Dezenas de pessoas reuniram-se com a intenção de linchar os suspeitos e atear fogo a três carros apreendidos pela polícia aos detidos.

O Governo colombiano já reagiu às detenções e afirmou que dois dos colombianos detidos no Haiti são membros reformados do exército colombiano.

O Primeiro-ministro japonês, Suga Yoshihide, anunciou, hoje, um novo estado de emergência na região de Tóquio, que vai vigorar até 22 de Agosto e coincidirá com a celebração dos Jogos Olímpicos naquele país.

O estado de emergência entrará em vigor a partir da segunda-feira e tem como objectivo impedir o aumento de casos de COVID-19 na capital, referiu Suga, citado pelo Notícias ao Minuto.

O novo decreto cobrirá o período de realização dos Jogos Olímpicos, que vão decorrer em Tóquio entre 23 de Julho e 08 de Agosto.

A decisão do executivo japonês pode afectar a presença do público nas instalações desportivas olímpicas da capital e arredores. Por isso, as autoridades estão a considerar reduzir o público para 5.000 pessoas ou até zero, ou ainda realizar à portas fechadas as provas que começariam depois das 21 horas, incluindo as cerimónias de abertura e encerramento.

O país asiático decidiu, ainda, prolongar este nível de alerta na região de Okinawa, onde já estava activo, e manter certas restrições nas autarquias de Chiba, Saitama e Kanagawa, nos arredores de Tóquio e onde, também, serão realizadas competições dos Jogos Olímpicos.

Quatro pessoas alegadamente envolvidas no assassinato do presidente haitiano, Jovenel Moise, foram mortas pela polícia e duas outras foram detidas na quarta-feira, anunciou o Director-Geral da Polícia, Léon Charles.

Segundo escreve o “Notícias ao Minuto”, a operação também levou à libertação de três agentes da polícia que tinham sido raptados pelos alegados assassinos.

“Quatro mercenários foram mortos, dois foram interceptados e estão sob o nosso controlo. Três polícias que tinham sido feitos reféns foram recuperados”, afirmou Léon Charles.

Os alegados assassinos foram intercetados pela polícia após um intenso tiroteio em Pelerin, onde se situa a residência de Moise, segundo o Secretário de Estado da Comunicação, Frantz Exantus.

Já o ministro da Cultura e Comunicação, Pradel Henriquez, reiterou que os atacantes são estrangeiros que falam espanhol e inglês, mas não forneceram detalhes sobre a sua nacionalidade ou identidade.

O primeiro-ministro interino, Claude Joseph, salientou que a situação de segurança no país está “sob controlo”, acrescentando ainda que o relatório forense sobre a morte de Moise foi concluído e que o seu corpo foi subsequentemente transferido para uma morgue na capital.

 

O ex-Presidente Jacob Zuma entregou-se, na noite de ontem, às autoridades policiais na África do Sul para cumprir uma pena de prisão de 15 meses por desrespeito à Justiça.

“Informamos que o Presidente Zuma decidiu cumprir a ordem de prisão. Ele está a caminho de um estabelecimento prisional dos Serviços Correcionais no KwaZulu-Natal”, referiu a Fundação Jacob Zuma, nas redes sociais, citada pela imprensa sul-africana.

Jacob Zuma entregou-se às autoridades minutos antes da meia-noite, o prazo limite para a sua detenção ordenada pelo Tribunal Constitucional, tendo sido escoltado pelos serviços de protecção presidencial, escreve o “Notícias ao Minuto”.

O antigo chefe de Estado enviou, horas antes, uma carta à mais alta instância judicial do país a solicitar a proibição da execução da ordem de detenção, enquanto aguarda o resultado de todos os processos judiciais, segundo a Fundação Jacob Zuma.

Esta é a primeira vez na história da África do Sul que um ex-Presidente é condenado a uma pena de prisão.

 

As autoridades alfandegárias do sul da China desmantelaram uma organização envolvida no tráfico de espécies protegidas e apreenderam 2,2 toneladas de escamas de pangolim.

As autoridades chinesas intensificaram os seus esforços, desde o ano passado, para erradicar o comércio e o consumo de animais selvagens, ambos proibidos por Pequim após surgimento do novo Coronavírus em Wuhan.

Especialistas citados pelo Notícias ao Minuto, sugerem que as fazendas que criam animais selvagens podem ser a origem do novo Coronavírus.

Peter Daszak, membro da delegação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que investigou a origem da pandemia na China, no início deste ano, declarou em Março que a rota mais provável de transmissão do vírus seria a partir de morcegos para algum animal selvagem, criado em cativeiro no sul da China, e finalmente para o ser humano.

No ano passado, a China listou os pangolins entre os animais protegidos de primeira categoria.

O pangolim é consumido pelas suas supostas propriedades curativas, destacadas pela medicina tradicional chinesa.

O Presidente do Haiti, Jovenel Moïse, foi assassinado durante a madrugada desta quarta-feira, em sua residência.

Um grupo de indivíduos não identificados atacou a residência particular de Jovenel Moïse, a 1 hora da madrugada e o matou a tiros, informou o Primeiro-ministro interino, Claude Joseph, em um comunicado, citado pela CNN.

“Um grupo de indivíduos não identificados, alguns dos quais falavam em espanhol, atacou a residência privada do Presidente da República por volta da 1h e feriu mortalmente o Chefe de Estado”, referiu Joseph.

O primeiro-ministro, afirmou também que a primeira-dama Martine Moïse levou um tiro. Entretanto, não aprofundou sobre seu estrado de saúde.

O Haiti atravessa um momento conturbado marcado por instabilidade social e política, aliados à pandemia da COVID-19.

Claude Joseph apelou à calma da população e assegurou que a situação da segurança no país está sob o controle da Polícia e das Forças Armadas do Haiti. “Todas as medidas estão sendo tomadas para garantir a continuidade do Estado e proteger a Nação”, garatiu.

Jovenel Moïse tem sido apontado como o principal responsável pela crise que o país enfrenta.

A União Africana (UA) tem disponíveis cinco milhões de doses únicas da Johnson & Johnson e mais 10 milhões da Pfizer que serão distribuídas através da iniciativa Covax.

De acordo com a DW, que cita o África CDC, a distribuição das vacinas por país será anunciada no final da próxima semana.

A doação das vacinas é resultado da promessa feita pelo Presidente dos Estados Unidos da América, Joe Biden, em Junho passado, de atribuir um lote de 80 milhões de doses aos países mais necessitados.

Enquanto em algumas partes do mundo, como os EUA e Reino Unido, mais de metade da população já está completamente vacinada, em África a percentagem de vacinados pouco passa de 1 por cento, num continente que tem 1,2 mil milhões de habitantes.

A União Africana e o África CDC, segundo a DW, disseram aos ministros da Saúde africanos que há mais vacinas que poderão ser brevemente disponibilizadas.

Segundo dados do África CDC, África registou 146.441 mortos devido à COVID-19, totalizando 5.669.873 casos desde o início da pandemia.

Os dados avançados pela organização regional mostram que África soma, também, 4.924.099 recuperações da doença desde o primeiro caso registado no continente, no Egito, a 14 de fevereiro de 2020.

Não há sobreviventes entre as 28 pessoas que seguiam a bordo do avião que se despenhou no extremo leste da Rússia, esta terça-feira, indicam as agências noticiosas russas, citadas pela Reuters.

A informação é avançada pouco depois de terem sido encontrados os destroços do avião a quatro quilómetros do aeroporto onde este deveria ter aterrado.

A aeronave turbo-hélice bimotor, tinha saído da cidade russa de Petropavlovsk-Kamchatsky, na península de Kamchatka, com destino à localidade de Palana, de acordo com as agências russas Interfax e RIA Novosti.

A Interfax indica, aliás, que o aparelho caiu quando executava a manobra de aproximação ao aeródromo de Palana, altura em que se perdeu a comunicação via rádio.

No avião NA-26 seguiam seis membros da tripulação, 22 passageiros, incluindo duas crianças.

A agência noticiosa TASS revela que, no momento em que o aparelho se preparava para fazer a aterragem, o tempo estava nublado, pelo que a visibilidade seria reduzida.

A manutenção técnica deficiente e a falta de regulamentos de segurança já provocaram vários acidentes no sector da aviação russo.

O último acidente grave registou-se em maio de 2019, quando um avião Sukhoi Superjet, pertencente à companhia aérea nacional Aeroflot, foi forçado a aterrar, explodindo na pista de um aeroporto de Moscovo e matando 41 pessoas.

A Venezuela denunciou que as sanções impostas pelos Estados Unidos estão a impedir a chegada de vacinas contra a COVID-19, afectando o programa de imunização da população local.

A denúncia foi feita perante o Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), pelo embaixador venezuelano na ONU, Héctor Constant, de acordo com o “Notícias ao Minuto”.

Segundo o diplomata, as sanções económicas e financeiras dos EUA contra a Venezuela são um exemplo de “um crime que lesa a humanidade pois bloquearam o pagamento de milhões de dólares ao Fundo de Acesso Global para Vacinas COVID-19 (Covax)”, disse.

As declarações de Héctor Constant tiveram lugar um dia depois de o Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ter feito, no domingo, um ultimato ao programa Covax, para entregar as vacinas que ainda não recebeu ou então que devolvam o dinheiro.

Entretanto, a Fundação GAVI, que coordena o programa Covax em conjunto com a Organização Mundial da Saúde, reagiu ao ultimato de Maduro, assegurando que tenta resolver o problema do envio de vacinas contra a COVID-19 para a Venezuela.

 

 

 

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