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O País – A verdade como notícia

Três supermercados de empresários portugueses foram saqueados e incendiados no litoral da vizinha África do Sul em resultado dos protestos pró-Zuma.

Informações dadas pelo Notícias ao Minuto, citando a Lusa, ditam que, em Durban consta um caso de um supermercado do Food Lovers Market, onde os, manifestantes entraram durante a noite e roubaram muitos artigos.

Na África do Sul tem ocorrido, nos últimos dias, violentos protestos depois de o ex-Presidente sul-africano Jacob Zuma ter sido detido.

“Depois temos, infelizmente, em Pietermaritzburg, uma família que tinha vários supermercados e dois deles foram afectados, julgo que um deles foi incendiado, roubaram muita coisa e também destruíram”, explicou o cônsul português, Elias de Sousa em entrevista à Lusa.

O cônsul português confirmou, igualmente, que “as Forças Armadas sul-africanas estão destacadas nas ruas de Durban e Pietermaritzburg, capital da província litoral oriental do KwaZulu-Natal, para conter as acções de violência que eclodiram desde quinta-feira após a detenção do ex-Presidente Jacob Zuma para cumprir pena de prisão por desrespeito ao Tribunal Constitucional, a mais alta instância judicial no país”.

Pelo menos 63 pessoas morreram no norte e centro da Índia, em consequência de uma tempestade. Dos referidos óbitos, 11 ocorreram em Amber, no estado do Rajastão, anunciaram hoje fontes oficiais.

Segundo o comissário de polícia da cidade de Jaipur, Anand Srivastava, citado pelo Notícias ao Minuto, o impacto de um relâmpago numa torre no forte turístico, onde turistas e moradores estavam reunidos, também causou 29 feridos.

Anand Srivastava disse, ainda, que 18 pessoas morreram em incidentes separados no estado do Rajastão.

“As fortes trovoadas já provocaram pelo menos 37 mortos, incluindo mulheres e crianças, em diferentes distritos do estado vizinho de Uttar Pradesh, segundo a televisão indiana NDTV, citando fontes oficiais”, escreve o Notícias ao Minuto.

Informações avançadas por fontes locais dão conta que outras sete pessoas morreram no estado central de Madhya Pradesh.

As trovoadas fazem parte da chegada das chuvas de monção na Índia, de Junho a Setembro, quando o subcontinente indiano recebe 70 por cento da precipitação anual, o que geralmente leva a inundações e outras catástrofes naturais.

As autoridades haitianas anunciaram, ontem, a demissão de um dos alegados mentores do assassinato do Presidente, Jovenel Moise, um médico residente na Florida, EUA, Christian Emmanuel Sanon.

“Quando o avanço dos bandidos foi bloqueado, a primeira pessoa que chamaram foi Emmanuel Sanon”, disse o Director-geral da Polícia Nacional do Haiti, Léon Charles, citado pelo Notícias ao Minuto.

A polícia está, também, a investigar dois outros supostos homicidas que estiveram em contacto com Sanon, mas cujas identidades não foram dadas a conhecer.

Segundo as investigações, Sanon contactou uma empresa de segurança venezuelana sediada nos Estados Unidos para recrutar membros do comando que alegadamente levou a cabo o assassinato.

Sanon entrou no Haiti num voo privado, no início de Junho, acompanhado por alguns mercenários colombianos, que contratou para lhe prestar segurança.

 

Nove pessoas morreram após explosão de um carro-bomba, que tinha como alvo um chefe de polícia, na capital da Somália, Mogadíscio, no sábado. O ataque foi revindicado pelo grupo extremista Al-Shabaab.

Segundo o porta-voz da polícia somali, Sadiiq Dudishe, citado pelo Africanews, o comissário de polícia, coronel Farhan Mohamud Qaroleh, foi declarado seguro. “O comissário está ileso, mas há outras baixas impostas pelo ataque”.

Kassim Ali Shire, testemunha ocular citada pelo Africanews, deu seu testemunho.

“Graças a Deus estou bem, meu irmão e eu estávamos dirigindo aqui nesta estrada quando o carro-bomba suicida bateu de perto, há muitas vítimas. Todos a bordo no nosso veículo sobreviveram, apenas meu irmão ficou ferido”.

Informações avançadas por um médico do Hospital Medina dão conta que o número de mortos e feridos reflectia apenas aos que foram levados para as instalações em Mogadíscio, onde ele trabalha.

O médico disse, igualmente, que “o número real de vítimas é, provavelmente, maior, já que foram levadas às pressas para outros hospitais, incluindo privados”.

O grupo Al-Shabaab, que está ligado à Al-Qaeda, luta para derrubar o governo federal da Somália desde 2007 e lança ataques frequentes contra as forças de segurança, bem como alvos do governo e civis.

Os apoiantes do ex-presidente sul-africano, Jacob Zuma, manifestaram-se na tarde de ontem contra a prisão do seu líder, queimando viaturas, estabelecimentos comerciais e bloqueando vias de acesso. Exigem a libertação de Jacob Zuma.

Há dias que os apoiantes do antigo presidente sul-africano, Jacob Zuma, se manifestam contra a prisão do Ex estadista. Este sábado a fúria dos seus seguidores foi mais longe.

Na província de KwaZulu Natal, os apoiantes do ex-presidente incendiaram 20 camiões de carga e vandalizaram vários estabelecimentos comerciais, para além de terem bloqueado vias de acesso importantes. Seguidores de Jacob Zuma querem seu líder fora da prisão e essa exigência é irreversível.

Na semana passada, reunidos em frente à sua residência, em Nkandla, os apoiantes de Jacob Zuma ameaçaram pautar por qualquer retaliação caso o seu líder fosse preso.

Na quarta-feira, Jacob Zuma entregou-se no Centro Correcional de Estcourt, que fica perto da sua residência, mas isso o fez contra a sua vontade, até porque por várias vezes tentou esquivar-se da justiça.

Zuma foi condenado a 15 meses de prisão pelo tribunal Constitucional por desobedecer à ordem do tribunal para comparecer perante a comissão que investiga supostos actos de corrupção durante o seu mandato presidencial.

 

MANIFESTAÇÕES CULMINAM EM UM MORTO E 62 DETENÇÕES

Uma pessoa morreu e 62 foram detidas este fim-de-semana na África do Sul por envolvimento nos protestos contra a prisão do ex-presidente sul-africano, Jacob Zuma.

Segundo a DW, a morte foi confirmada pela Polícia, que disse estar a investigar as circunstâncias em que terá ocorrido.

Os violentos protestos alastraram-se à província de Gauteng e estenderam-se, neste sábado e na manhã de domingo a Joanesburgo, a maior cidade do país e a província de Gauteng.

A Polícia sul-africana disse ter usado granadas de atordoamento e balas de borracha para fazer dispersar os violentos protestos.

Na quinta-feira, os membros do Congresso Nacional Africano, aliados a Jacob Zuma, começaram a bloquear a autoestrada N2 e várias vias rodoviárias na cidade costeira de Durban e em Pietermaritzburg, capital da província do KwaZulu-Natal, que faz fronteira com Moçambique.

O Senado haitiano nomeou Joseph Lambert, actual chefe da Câmara Alta, como Presidente interino do Haiti e negou a autoridade do primeiro-ministro interino, Claude Joseph, que se encontra no poder desde o assassínio de Jovenel Moise.

A resolução, assinada por oito dos 10 senadores que ainda estão activos, aponta que Claude Joseph foi afastado do cargo na segunda-feira, no último decreto assinado por Moise antes do seu assassinato na quarta-feira, confirmou à agência espanhola Efe o agora Presidente interino haitiano, Joseph Lambert.

A resolução afirma que Lambert assumirá o cargo de Chefe de Estado até 07 de Fevereiro de 2022, data em que terminaria o mandato de Jovenel Moise, escreve o Notícias ao Minuto.

A sua primeira tarefa será criar um Governo com a missão de organizar eleições.

A resolução afirma que Claude Joseph não pode exercer as funções de primeiro-ministro desde segunda-feira passada, quando o Presidente Moise nomeou Ariel Henry para o cargo por decreto, mas este último não foi empossado antes da morte do Presidente.

Após o assassinato, Claude Joseph foi colocado no comando do Governo, apoiado pela polícia e pelo exército, e recebeu o apoio explícito da ONU, dos Estados Unidos e de outros países para exercer estas funções.

O Senado é o único órgão do país com funcionários eleitos, mas desde Janeiro de 2020 esta câmara legislativa não tem poderes para tomar decisões devido à falta de quórum.

O tribunal sul-africano rejeitou, hoje, um pedido do Ex-presidente Jacob Zuma para adiar a pena de prisão de 15 meses a que foi condenado por desobediência judicial e que começou a cumprir na quinta-feira.

Com o indeferimento do Supremo Tribunal de Pietermaritzburg, face ao pedido de Zuma, o ex-estadista deverá permanecer na cadeia até findar o cumprimento da pena. Entretanto, o visado recorreu no Tribunal Constitucional que deverá analisar o seu pedido na segunda-feira.

Jacob Zuma encontra-se, actualmente, preso no Centro Correcional de Estcourt por ter desobedecido uma ordem judicial para depor na comissão judicial que investiga alegações de corrupção durante o seu mandato como Presidente da África do Sul de 2009 a 2018.

Segundo o Notícias ao Minuto, na sequência da prisão de Zuma, alguns dos seus apoiantes têm protestado em diferentes partes da sua província de origem, KwaZulu-Natal, barrando estradas e queimando pneus.

O Ex-presidente será elegível para liberdade condicional após cumprir um quarto da sua pena se, entretanto, o seu recurso perante o Tribunal Constitucional não for aceite, de acordo com o Ministro da Justiça sul-africano, Ronald Lamola, citado pelo Notícias ao Minuto.

Pelo menos 52 pessoas morreram, ontem, na sequência de um incêndio que atingiu uma fábrica de sumos no Bangladesh, de acordo com o último balanço feito pelas autoridades nesta sexta-feira.

De acordo com o noticiado pelo Notícias ao Minuto, o fogo teve origem no andar térreo de um prédio de vários andares, não sendo, para já, conhecida a causa.

Perante o desespero, os trabalhadores da fábrica saltaram do terceiro e do segundo andar do edifício em chamas.

“Já recuperámos 49 corpos e estes foram encaminhados para a realização de autópsia. Não temos certeza de quantas pessoas estarão desaparecidas”, disse Abdullah Arefin, director adjunto do Serviço de Bombeiros e Defesa Civil de Narayanganj.

Segundo avança o Notícias ao Minuto, o incêndio que começou, na tarde de quinta-feira, continua activo 24 horas depois do seu início.

Os incêndios em fábricas são comuns no Bangladesh, onde muitas unidades fabris operam ilegalmente e sem medidas adequadas de segurança.

Os deputados da Assembleia Parlamentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (AP-CPLP) aprovaram duas resoluções e seis moções, uma das quais sobre o apoio a Moçambique, no combate ao terrorismo, e os trabalhos que decorrem na Guiné Equatorial para abolir a pena de morte.

A aprovação da proposta de apoio a Moçambique só foi possível depois de a agremiação dos países de língua portuguesa ter analisado a situação em Cabo Delgado, onde ataques armados desalojaram milhares de pessoas e provocaram vítimas mortais.

“Os parlamentares da CPLP expressam a sua solidariedade para com o povo moçambicano e com os esforços das autoridades da República de Moçambique, tendo em vista a devolução das condições de normalidade e de segurança naquela região bem com das populações, e das condições necessárias ao desenvolvimento do país, não deixando de estar atentos às possibilidades de cooperação internacional que as autoridades moçambicanas considerem apropriadas à estabilização da situação da paz e segurança”, salienta a moção.

Segundo escreve a Angop, os deputados da AP-CPLP tomaram, também, boa nota dos trabalhos em curso na Guiné Equatorial, para a revisão das leis penais, criando a expectativa de avanços significativos em matéria de abolição da pena de morte no país.

Ainda na senda das aprovações de propostas, os deputados aprovaram moções de apoio a Angola e Timor-Leste devido aos desastres naturais que causaram vítimas mortais e a destruição de infraestruturas, e na sequência das explosões ocorridas na cidade de Bata, Guiné Equatorial.

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