Skip to main content

O País – A verdade como notícia

A Interpol emitiu segunda-feira um mandado internacional de prisão para Karim Keita, um dos filhos do antigo presidente do Mali Ibrahim Boubacar Keita, no âmbito de uma investigação sobre um desaparecimento de um jornalista em 2016.

De acordo com a agência noticiosa AFP, citando fonte próxima do processo, a difusão vermelha da Interpol contra o ex-deputado maliano foi disseminada a pedido de um juiz de um tribunal de Bamaco.

A informação foi confirmada à AFP por um funcionário do escritório da Interpol no Mali, segundo escreve o Notícias ao Minuto.

O jornalista maliano Birama Touré, que trabalhou no semanário Le Sphinx, com sede em Bamaco, não é visto desde 29 de Janeiro de 2016, segundo a família e o director da publicação, Adama Dramé, afirmando que temem que tenha sido sequestrado, torturado e morto após vários meses de detenção.

 

As autoridades filipinas anunciaram, hoje, a subida do número de mortes para 50 na queda de um avião militar no sul das Filipinas, três das quais civis.

Segundo as autoridades, citadas pelo Notícias ao Minuto, 53 pessoas ficaram feridas.

Ao todo encontravam-se 96 pessoas a bordo da aeronave acidentada, incluindo três pilotos.

As equipas continuam a procurar a caixa negra para obterem informações sobre as causas do acidente.

O avião, um Hércules C-130 de quatro motores, estava a fazer uma manobra de aterragem no domingo num aeródromo na Ilha de Jolo quando ultrapassou a pista e não conseguiu recuperar a altitude.

Um avião militar com 92 pessoas a bordo despenhou-se hoje no sul das Filipinas, na ilha de Jolo, segundo o chefe das Forças Armadas do país. Pelo menos 17 pessoas morreram.

O Notícias ao Minuto escreve que até ao momento, 40 pessoas foram resgatadas do C-130, que se despenhou quando tentava aterrar na ilha de Jolo, e foram transportadas para o hospital.

“As equipas de socorro estão no local, rezamos para que seja possível salvar outras vidas”, acrescentou o chefe do Estado-Maior filipino.

“O avião falhou a pista e estava a tentar ganhar altura, mas não conseguiu e despenhou-se”, indicou Sobejana.

O C-130 transportava vários militares destacados para uma força operacional conjunta de luta contra o terrorismo na ilha, de maioria muçulmana.

O exército filipino mantém uma forte presença no sul do país, onde actuam os fundamentalistas islâmicos da rede Abu Sayyaf, considerada uma organização terrorista por Manila e Washington.

Vários atentados terroristas e raptos de turistas estrangeiros e missionários cristãos foram atribuídos e reivindicados pelos militantes da Abu Sayyaf.

A onda de calor que dura há uma semana no Canadá provocou a morte a cerca de 500 pessoas e está na origem de dezenas de incêndios florestais e inundações no oeste do país. A situação levou já os especialistas a alertarem para o perigo das mudanças climáticas.

Lisa Lapointe, diretora forense da província de Colúmbia Britânica, a região mais atingida por esta cúpula de calor, que começou a afectar a costa do Pacífico a 25 de junho, afirmou sexta-feira à noite que o número de mortes registado na última semana se eleva a 719.

Lapointe salientou que este é um número três vezes superior ao normal, pelo que quase 500 mortes são consequência directa da onda de calor que fez os termómetros dispararem para temperaturas de 49,69 graus celsius.

“Estamos a divulgar esta informação porque é provável que as condições climáticas extremas que a Colúmbia Britânica experimentou na semana passada tenham sido um factor significativo que contribuiu para o aumento no número de mortes”, disse Lapointe em comunicado.

De acordo com o Notícias ao Minuto, a especialista admite que este número é tendencialmente crescente e será atualizado nos próximos dias, uma vez que muitas das pessoas que faleceram são idosos, que vivem sozinhos e em casas sem ar condicionado, que não se encontram preparadas para as elevadas temperaturas.

Segundo dados divulgados hoje pelo Serviço de Incêndios Florestais da Colúmbia Britânica, na última semana ocorreram 245 incêndios e 176 ainda estão activos, dos quais 76 começaram nos últimos dois dias.

Quase 70% dos incêndios foram causados por relâmpagos que encontraram condições de seca perfeitas para iniciar incêndios florestais. Em 15 horas, entre quarta e quinta-feira, 113.000 relâmpagos foram registados na Colúmbia Britânica.

África do Sul anunciou, hoje, a aprovação da vacina Coronavac, do laboratório chinês Sinovac, no meio de uma terceira vaga da COVID-19, impulsionada pela variante Delta e que está a causar recordes de infecções.

O Governo de Cyril Ramaphosa procura acelerar a vacinação, após quase cinco meses de progressos muito lentos.

Até agora, a África do Sul, que é o epicentro da pandemia no continente africano, tinha aprovado apenas as vacinas da Johnson & Johnson e da farmacêutica Pfizer, mas o órgão regulador nacional de medicamentos anunciou, hoje, a aprovação para uso emergencial da vacina Coronavac, do laboratório chinês Sinovac.

De acordo com os últimos dados, publicados sexta-feira à noite pelas autoridades de saúde, África do Sul já ultrapassou o limite de dois milhões de casos, tendo registado 24.270 novas infecções na sexta-feira, o que representa o maior aumento num único dia desde o início da pandemia.

O ex-presidente sul-africano, Jacob Zuma, pediu, ontem, aos tribunais para reconsiderarem a sentença de 15 meses de prisão, imposta esta semana pelo Tribunal Constitucional, por não ter cumprido as citações judiciais que o obrigavam a testemunhar em investigações.

A equipa jurídica do antigo Chefe de Estado apresentou um requerimento junto do Tribunal Constitucional da África do Sul em que solicita a cessão da sentença que o obriga a entregar-se à polícia antes do próximo domingo.

“São o meu estado de saúde instável e a minha vida que estão a ser ameaçados por esta ordem de detenção”, refere o documento enviado por Zuma ao Tribunal Constitucional, segundo um texto recolhido pelo portal noticioso News24, citado pelo Notícias ao Minuto.

Esta recente tentativa de Zuma para evitar a prisão contrasta com a postura desafiante que tomou nos últimos meses contra o poder judicial sul-africano.

Se Jacob Zuma não se render às autoridades até domingo, a polícia ficou intimada a prendê-lo, tendo três dias para o fazer e a conduzi-lo a uma prisão onde cumprirá os 15 meses de prisão efectiva.

Lembre-se que o Tribunal Constitucional sul-africano condenou, na terça-feira, Jacob Zuma, de 79 anos, a 15 meses de prisão por recusar repetidamente cumprir a citação que lhe exigia o testemunho em investigações de actos de corrupção que o envolvem.

A Comissão Europeia disse, hoje, que a maioria dos países africanos não integra mecanismo de exportação de vacinas, devido à sua vulnerabilidade, mas o continente beneficia do mecanismo Covax de partilha de vacinas contra a COVID-19, sem que se escolha destinatários.

Grosso número de países africanos, segundo escreve o Notícias ao Minuto, citando a porta-voz da agremiação, Miriam Garcia Ferrer, “está excluída do mecanismo de exportação das vacinas, entretanto por princípios de solidariedade, a UE decidiu que não deveriam estar sujeitos às condições que são estabelecidas nesses acordos”.

A porta-voz salientou, no entanto, que a África do Sul, por exemplo, está entre os 10 principais importadores de vacinas, o que indica que o sistema de exportação está a funcionar.

Já no que diz respeito à iniciativa Covax Facility, que trabalha para a aquisição e posterior distribuição de vacinas contra a COVID-19 para os países mais pobres, Garcia Ferrer reiterou que Bruxelas é um contribuinte significativo, sendo que 40 por cento das entregas que foram feitas via Covax vêm da União Europeia.

A vila canadiana de Lytton, que esta semana registou valores recorde de calor, foi “devastada” por um incêndio que obrigou à evacuação de pessoas, escreve a CNN.

As chamas deslocaram-se a uma velocidade estonteante e terão “engolido” a região em apenas alguns minutos, escreve o Notícias Ao Minuto.

Mais de mil moradores de Lytton e dos seus arredores tiveram de ser retirados do local de urgência, à medida que as chamas avançavam rapidamente, disse o primeiro-ministro da Colômbia Britânica, John Horgan.

As autoridades referem que entre o momento em que se viu o primeiro sinal de fumo e até a vila ficar completamente cercada pelas chamas bastaram 15 minutos.

O incêndio destruiu “a maioria das casas e estruturas” de Lytton e vários residentes estão desaparecidos, disse o ministro da Segurança Pública da Colômbia Britânica, em conferência de imprensa.

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE