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O País – A verdade como notícia

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

A Rússia cortou o abastecimento de gás natural à Europa através do gasoduto de Yamal, conduta com mais de cinco mil quilómetros que atravessa Bielorrússia, Polónia e Alemanha. A medida foi tomada depois da subsidiária polaca da Gazprom ter sido colocada na lista de empresas sancionadas pelo Kremlin como retaliação às sanções impostas pelo Ocidente, escreve a Euronews.

A Alemanha, uma das principais afectadas pelo encerramento da conduta, já garantiu que o fornecimento de gás ao país não está em perigo e o ministro da Economia, Robert Habeck, lamentou que “as ameaças do uso de gás e petróleo como arma estivessem a tornar-se realidade”.

Apesar de condicionar o mercado energético na Europa e de provocar um aumento no preço do gás, a medida é mais política do que disruptiva.

Segundo a Euronews, o impacto no abastecimento será mínimo uma vez que o Yamal é apenas um de quatro gasodutos que liga a Rússia à Europa ocidental e praticamente não tem sido utilizado nos últimos meses.

Um dia depois de anunciar os seus primeiros casos da COVID-19, desde o início da pandemia, a Coreia do Norte informou, esta quinta-feira, que seis pessoas morreram e milhares estão infectadas com o vírus.

Segundo a SIC Notícias que cita a agência norte-coreana KCNA, o líder do país onde não foi administrada uma única vacina contra a COVID-19, desde o iniciou a pandemia, visitou na quinta-feira o centro nacional de emergência epidémica.

Kim Jong-un afirmou que, “desde o final de Abril, uma febre de origem desconhecida se espalhou explosivamente por todo o país, resultando em cerca de 350.000 casos de febre em pouco tempo, dos quais cerca de 162.200 foram tratados com sucesso”.

Kim disse que só no dia anterior, quarta-feira, tinham sido detectados 18.000 novos casos dessas febres.

“Até agora, cerca de 187.000 pessoas foram colocadas em quarentena e estão a ser tratadas, e seis morreram”, acrescentou o presidente norte-coreano.

 

A Organização Mundial da Saúde alerta para o aumento de casos da COVID-19 na África Austral. O alerta soa após se ter registado um aumento considerável de infecções nas últimas três semanas.

Parecia que a COVID-19 tivesse dado trégua, mas não! As infecções pelo novo Coronavírus tendem a disparar cada vez mais.

A Organização Mundial da Saúde indica que, na África Austral, se registaram e perto de 46.300 casos positivos na semana passada, um aumento de 32% de casos em relação à anterior.

O aumento mais significativo ocorreu na África do Sul, onde os casos registados semanalmente quadruplicaram nas últimas três semanas.

Já o eSwatini e Namíbia relataram um aumento de 50% de casos nas últimas duas semanas em comparação com as duas anteriores.

Mesmo com o aumento de casos da COVID-19, o número de mortes causadas pela doença não está a aumentar de forma muito rápida, apesar de a África do Sul ter registado 376 perdas humanas nas últimas três semanas, de acordo com a imprensa internacional.

Para a OMS, a presença da variante Ómicron num momento em que os países estão a levantar muitas medidas restritivas para conter a doença é a principal causa dessa tendência de aumento.

De acordo com o director de Preparação e Resposta a Emergências da OMS para a África Austral, Abdou Salam, os países devem intensificar a sua preparação e garantir que podem dar uma resposta eficaz no caso de uma nova vaga pandémica.

Até agora, a África registou 11,7 milhões de casos da COVID-19, dos quais cerca de 253.000 resultaram em óbitos.

Uma inspecção judiciária foi aberta contra o ex-Presidente da Guiné-Conacri, Alpha Condé e várias outras personalidades. Todos são suspeitos de crimes como homicídios, tortura, raptos e violações, alegadamente cometidos em 2020.

De acordo com a DW, a investigação é coordenada pela Procuradoria de Dixinn, nos subúrbios de Conacri. O caso está relacionado a factos presumidos, nomeadamente homicídio, assassínio e cumplicidade, raptos e sequestros, actos de tortura, violações e agressões sexuais, agressões intencionais, actos de pilhagem cometidos na Guiné-Conacri durante o período do referendo e das legislativas de Março de 2020 e depois durante as presidenciais de Outubro do mesmo ano, segundo um comunicado citado esta quinta-feira pela DW.

A investigação abrange também o último primeiro-ministro de Condé, Ibrahima Kassory Fofana, o antigo ministro da Defesa Mohamed Diane e várias outras personalidades.

No dia 4 de Maio, o procurador-geral da República da Guiné-Conacri pediu ao procurador de Dixinn para iniciar uma investigação “sem demoras”.

Condé, de 84 anos, foi deposto no dia 05 de Setembro, após mais de 10 anos no poder, na sequência de um golpe de Estado liderado pelo coronel Mamady Doumbouya, que encabeçava as forças especiais.

Feito prisioneiro pelos militares após o golpe, Alpha Condé foi, em Janeiro, autorizado a viajar para os Emirados Árabes Unidos para receber tratamento médico. Após ter regressado ao seu país em meados de Abril, o ex-Presidente está, segundo a junta militar, em liberdade.

O procurador-geral atuou na sequência da acção iniciada em Janeiro deste ano pela Frente Nacional de Defesa da Constituição (FNDC), colectivo que liderou durante meses, a partir de Outubro de 2019, protestos contra um terceiro mandato de Condé. A repressão desses protestos, muitas vezes brutal, fez dezenas de mortos, quase todos civis.

Um avião da companhia chinesa Tibet Airlines saiu hoje da pista no Aeroporto Internacional de Chongqing, sudoeste da China, e incendiou-se, anunciou a televisão estatal CCTV.

Segundo o Notícias ao Minuto, o avião preparava-se para iniciar a ligação doméstica Chongqing-Lassa, capital da província chinesa do Tibete (sudoeste).

A agência de notícias chinesa Xinhua adiantou que algumas pessoas ficaram feridas, sem precisar um número.

O presidente da Finlândia, Sauli Niinisto, e a primeira-ministra, Sanna Marin, anunciaram, esta quinta-feira, que são a favor da adesão do país à aliança transatlântica NATO e que o pedido de adesão deve ser feito “rapidamente”.

Durante uma conferência de imprensa depois de um encontro com o primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, Sanna Marin defendeu que a possível adesão do país à NATO reforçará a segurança dos cidadãos e pediu à comunidade internacional sanções mais fortes contra a Rússia.

“Se a Finlândia tomar este passo histórico, será pela segurança dos nossos próprios cidadãos. Aderir à NATO fortalecerá toda a comunidade internacional que defende os mesmos valores fundamentais”, acrescentou.

Marin contou que conversou com Kishida sobre as agressões terríveis russas contra a Ucrânia e as suas consequências, concordando que as sanções aplicadas a Moscovo precisam de atingir os sectores energéticos, financeiros e dos transportes de forma mais abrangente e rígida do que está a ser agora praticado.

O primeiro-ministro japonês mostrou-se disponível para colaborar com a Finlândia na resposta contra a invasão da Rússia ao país vizinho, bem como para assegurar a paz e a estabilidade na região Indo-Pacífica, onde o Japão lida atualmente com ameaças da Coreia do Norte e com a ascensão do poder militar da China.

O Japão juntou-se prontamente a outros países industrializados e da União Europeia na imposição de sanções à Rússia na sequência da invasão da Ucrânia a 24 de Fevereiro.

Em Tóquio, cresce o receio de que a guerra possa incentivar a China a tomar ações militares mais assertivas nos mares do Leste e Sul, onde as reivindicações territoriais de Pequim se sobrepõem às dos seus vizinhos mais pequenos.

O Japão congelou bens de líderes russos, incluindo os do próprio Presidente, Vladimir Putin, e de vários funcionários do governo ou bilionários próximos do mesmo.

O país restringiu ainda o comércio e anunciou que vai eliminar gradualmente as importações de carvão e petróleo bruto russo.

 

A Coreia do Norte anunciou, hoje, o primeiro caso da COVID-19, desde o início da pandemia, há mais de dois anos. A informação foi divulgada, esta quinta-feira, pelos meios de comunicação estatais, citados pela imprensa internacional.

Segundo o Observador que cita a agência de notícias estatal KCNA, o primeiro caso da COVID-19 foi detectado em estes realizados este domingo, em Pyongyang, a um número não especificado de pessoas doentes e com febre, “corresponde à variante Ómicron” do coronavírus SARS-CoV-2.

Depois do anúncio do primeiro caso, o Governo realizou uma reunião de emergência da comissão política do Partido dos Trabalhadores, no poder. Na ocasião, o líder norte-coreano, Kim Jong-un, anunciou a criação de um sistema de quarentena para controlar as infecções de “emergência máxima”. Por outras palavras, Kim Jong-un decretou um maior isolamento no país.

“O objetivo é eliminar a raiz o mais rapidamente possível”, disse Kim Jong-un à agência estatal KCNA, citada pelo Observador.
Além de um controlo mais rigoroso das fronteiras e de medidas de confinamento, Kim pediu à população para “impedir completamente a propagação do vírus, bloqueando totalmente bairros em todas as cidades e em todos os concelhos do país”.

Ainda na reunião, o líder norte-coreano disse que todas as actividades produtivas e comerciais serão organizadas de modo a isolar cada unidade de trabalho para evitar a propagação do vírus.

A Coreia do Norte fechou completamente as fronteiras desde o início da pandemia, há mais de dois anos, sendo esta a primeira vez que o Governo norte-coreano anuncia a presença da doença no país.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, citado pelo Notícias ao Minuto, a Coreia do Norte realizou, em 2020, 13.259 testes da COVID-19, todos com resultado negativo.

A COVID-19 causou mais de seis milhões de mortos e mais de 510 milhões de infeções em todo o mundo, de acordo com dados da Universidade norte-americana Johns Hopkins.

 

A Ucrânia diz que ainda não recebeu armamento suficiente para libertar Mariupol das mãos das tropas russas e reforça pedido de ajuda à comunidade internacional. Volodymyr Zelensky diz que os bombardeamentos não param.

O Presidente ucraniano disse, na terça-feira, que o seu país não recebeu a quantidade de armas de que necessita para romper o cerco a Mariupol e retomar a cidade.

Falando por videoconferência aos deputados do Parlamento de Malta, Volodymyr Zelensky fez saber que a Ucrânia está a recorrer a todos os instrumentos diplomáticos possíveis para salvar civis e militares, mas a Rússia não aceita nenhuma das opções propostas.

Por isso, pede aos parceiros que forneçam armas no sentido de libertar Mariupol e salvar o pessoal civil e militar.

Segundo o Observador, Zelensky adiantou que cidades e outras povoações ucranianas foram atingidas por 2.250 mísseis nos dois meses e meio de invasão russa e os bombardeamentos não param, nem durante o dia, nem à noite.

O bloqueio russo dos portos no Mar Negro e Mar de Azov impede a exportação de produtos agrícolas.

“Se não podemos exportar trigo, cevada, sementes de girassol e óleo de girassol, a população do norte de África e da Ásia vai ficar com falta de comida e os preços vão subir”, alertou Zelensky, sublinhando que, mais tarde, poderá haver caos e uma nova crise migratória.

Vladimir Putin está a preparar-se para um conflito prolongado na Ucrânia. Estas são palavras da directora de Inteligência Nacional dos Estados Unidos, Avril Haines citada pela Euronews.

A chefe dos serviços secretos norte-americanos afirmou ontem que a Rússia estaria a planear continuar a invasão da Ucrânia para além da campanha actualmente em curso na região de Donbas.

“Entendemos que o Presidente Putin está a preparar-se para um conflito prolongado na Ucrânia, durante o qual ainda pretende atingir objectivos para além dos de Donbas. Os objectivos estratégicos de Putin provavelmente não mudaram, sugerindo que ele considera que a decisão tomada em finais de Março de reorientar as forças russas para a região de Donbas é apenas uma mudança temporária para recuperar a iniciativa após o fracasso dos militares russos em capturar Kiev”, afirmou Avril Haines.

No plano diplomático, o primeiro-ministro italiano, Mario Draghi, foi o primeiro líder europeu a visitar a Casa Branca desde o início dos combates na Ucrânia em finais de Fevereiro, escreve a Euronews.

Falando aos repórteres, Draghi admitiu que a guerra na Ucrânia vai provocar mudanças drásticas na Europa.

 

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