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O País – A verdade como notícia

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

Morreu, esta segunda-feira, aos 88 anos, o primeiro presidente da Ucrânia independente, Leonid Kravchuk, vítima de doença, em plena invasão russa do país. A notícia foi anunciada, ontem, pelo presidente da câmara municipal de Kyiv, Vitali Klitschko, citado pela imprensa internacional.

“Uma grande perda para toda a Ucrânia. Hoje, Leonid Kravchuk morreu, o primeiro presidente da Ucrânia, o primeiro presidente da Rada [Parlamento ucraniano], e o homem que esteve na origem do Estado ucraniano moderno”, indicou Klitschko no Telegram citado pelo Notícias ao Minuto.

Segundo a CNN Portugal, o antigo presidente, que governou o país de 1991 a 1994, estava com a saúde fragilizada. Em junho de 2021, ele foi submetido a uma cirurgia no coração e entrou em coma, antes de ser internado numa uma clínica em Munique, sul da Alemanha, para reabilitação. Em 2017, foi-lhe colocada uma endoprótese flexível na artéria carótida, precisou a Deutsche Welle (DW).

Durante os últimos anos da União Soviética, Kravchuk liderou a Ucrânia como chefe do Partido Comunista. Ele teve um papel decisivo no esfacelamento do regime soviético, depois de se tornar o primeiro presidente da Ucrânia independente, em 1991.

Ele é considerado como uma das principais forças envolvidas na declaração da independência ucraniana. Em 8 de dezembro de 1991, ele assinou, juntamente com os líderes da Rússia e de Belarus, um acordo que declarava formalmente o fim da União Soviética, escreve o Notícias ao Minuto que cita a Lusa.

 

ZELENSKYY PRESTA HOMENAGEM AO PRIMEIRO PRESIDENTE UCRANIANO

O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy prestou, na noite de ontem, homenagem ao primeiro presidente ucraniano, Leonid Kravchuk, que faleceu após doença prolongada.

“Leonid Kravchuk sabia o preço da liberdade. E de todo o seu coração, queria a paz para a Ucrânia. Estou certo de que vamos conseguir. Conseguiremos a nossa vitória e a nossa paz. Honra eterna e memória para o primeiro presidente da Ucrânia independente”, declarou Zelenskyy.

 

A República Checa foi eleita, hoje, pela Assembleia-Geral da ONU, com uma maioria de 157 votos, como sucessora da Rússia no Conselho de Direitos Humanos, com um mandato válido até Dezembro de 2023.

A República Checa, única candidata ao lugar, precisava de uma maioria de 97 votos para ser eleita, mas superou esse número em 60 votos, num total de 180 possíveis. Foram ainda registadas 23 abstenções, de acordo com o Notícias ao Minuto.

O assento foi abandonado no dia 07 de Abril pela Rússia, após a sua suspensão do Conselho de Direitos Humanos pela Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), por iniciativa dos Estados Unidos e devido à invasão russa da Ucrânia. O mandato da Rússia neste órgão expirava em 2023.

Com sede em Genebra, o Conselho de Direitos Humanos, composto por 47 membros, é o principal fórum das Nações Unidas para esta área.

Além de promover os direitos humanos, a sua missão é rever regularmente a situação humanitária nos países membros da ONU. Também pode abordar qualquer questão urgente durante reuniões excepcionais, como foi o caso da Ucrânia, apesar da oposição de Moscovo.

A Rússia não vai participar na sessão especial do Conselho de Direitos Humanos da ONU sobre a deterioração da situação dos direitos humanos na Ucrânia, anunciou hoje a porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova.

“A delegação russa não vai legitimar, com a sua presença, este novo espetáculo político organizado sob a forma de uma sessão extraordinária”, disse Zakharova, em comunicado citado pelo Notícias ao Minuto.

“Infelizmente, os nossos argumentos e esclarecimentos sobre os objectivos reais desta operação militar especial na Ucrânia e a situação real no terreno são completamente ignorados, lamentou.

O Conselho de Direitos Humanos da ONU vai organizar a sessão extraordinária na quinta-feira, a pedido de Kiev e apoiada por outros 15 Estados-membros do Conselho, incluindo a França, a Gâmbia, o Japão, o México, os Estados Unidos e a Polónia, e por mais de 35 países observadores, incluindo a Bulgária, a Hungria, a Suíça e a Turquia.

De acordo com a fonte, esta é a primeira reunião dedicada a este assunto desde que a Assembleia Geral da ONU suspendeu a Rússia, no início de Abril, do órgão máximo da organização internacional para os direitos humanos.

No entanto, tendo Moscovo antecipado a sua suspensão renunciando ao seu estatuto de membro do Conselho dos Direitos Humanos, a Rússia tinha direito a participar como país observador nos trabalhos do Conselho marcados para quinta-feira.

O exército do Burkina Faso anunciou hoje que matou 50 supostos terroristas na segunda-feira, em resposta a uma emboscada no nordeste e uma operação no sudoeste

Na segunda-feira, “a unidade Garsi (Grupo de Vigilância e Intervenção de Ação Rápida) de Barani reagiu vigorosamente a uma emboscada armada de várias dezenas de indivíduos a poucos quilómetros da localidade de Barakuy, na região de Boucle du Mouhoun (noroeste)”, refere o comunicado de imprensa do Estado-Maior, citado pelo Notícias ao Minuto.

“A unidade, que rapidamente assumiu o controle, apanhou os atacantes, neutralizando pelo menos 40 terroristas. Equipamentos de combate também foram recuperados, depois de buscas feitas após o ataque” e apoiados por meios aéreos, acrescenta.

O Estado-Maior específica que, do lado amigável, foram registados e socorridos alguns feridos ligeiros.

Enquanto o norte e o leste de Burkina Faso concentram a maioria dos ataques terroristas, certas regiões do oeste também são afetadas pela violência.

O Burkina Faso é alvo de ataques terroristas desde 2015, perpetrados por movimentos armados, alguns dos quais afiliados na Al-Qaeda e no grupo Estado Islâmico, que deixaram mais de 2.000 mortos e 1,8 milhão de deslocados.

O novo homem forte do país, o tenente-coronel Paul-Henri Sandaogo Damiba, que derrubou o Presidente eleito do país, Roch Marc Christian Kaboré, no dia 24 de Janeiro, acusado de ser ineficaz perante a violência do terrorismo, garante fazer da questão da segurança a sua prioridade.

Mais de um milhão de pessoas morrerão de cancro na África Subsariana dentro de oito anos, quase o dobro das mortes verificadas actualmente, alerta um estudo publicado, ontem, na revista científica ‘The Lancet Oncology’, citado pelo Notícias ao Minuto.

O estudo realizado pela Comissão de Oncologia Lancet, composta por especialistas internacionais refere que, se não forem tomadas medidas urgentes, a incidência de cancro na região disparará até 2040 para 1,4 milhão de casos por ano.

O documento destaca que uma em cada sete mulheres corre o risco de desenvolver cancro antes dos 75 anos e que, até 2050, metade dos casos de cancro infantil no mundo ocorrerá em África. Aponta ainda que cerca de 4,2% de todos os novos casos de cancro no mundo no ano passado foram registados na África Subsariana.

Para os especialistas, esses dados são resultado de uma combinação fatal de factores como infecções, exposição ambiental, envelhecimento da população, adopção de estilos de vida ocidentais ou problemas de infraestruturas, falta de pessoal qualificado e instalações de diagnóstico, tratamento e prevenção.

Os especialistas pontam também que, na África Subsariana, os pacientes descobrem o cancro em estágio avançado e apresentam uma alta taxa de abandono do tratamento, em parte devido à falta de conhecimento dos fatores de risco da doença.

O relatório alerta que a esta situação já grave soma-se a pandemia de COVID-19, que tem agravado muitos destes problemas, alerta o relatório.

Segundo dados do Centro Internacional de Investigação do Cancro, publicados em conjunto com o estudo da Comissão, o cancro do colo do útero e o cancro da mama foram os mais frequentes em 2020 nos países da África Subsariana.

O cancro do colo do útero sozinho foi responsável pela maioria das mortes por cancro e a principal causa de morte por cancro entre mulheres em 27 países (sendo o cancro da mama a principal causa de morte por cancro em 21 estados). Além disso, embora existam variações geográficas, quase 14% das mulheres na África Subsariana têm um risco de desenvolver cancro antes dos 75 anos.

Nos homens, o cancro da próstata foi o principal cancro (77.300 casos) em 40 países da região, seguido pelo cancro do fígado (24.700 casos) e cancro colorretal (23.400 casos). Entre os principais problemas nessa área, o relatório cita a falta de programas de prevenção e a baixa participação nos países que os possuem.

A falta de vacinação contra o papilomavírus humano (HPV), as limitações dos sistemas de saúde, o baixo nível de escolaridade e crenças tradicionais são outros problemas apontados no relatório. Doenças infecciosas, consumo elevado de tabaco e álcool em homens e ingestão diária de altas calorias também agravam o problema.

Para melhorar o tratamento do cancro na região, a Comissão sugere acções como o desenvolvimento e financiamento de planos nacionais de controlo do cancro, registos nacionais de casos para melhor planear as acções e a possibilidade de ampliar a cobertura universal de saúde. Propõe também o lançamento de programas-piloto de rastreio e deteção precoce do cancro e a inclusão dos cuidados paliativos como parte integrante e fundamental do tratamento. E, aconselha a criação de programas de formação para médicos e pediatras especialistas no tratamento do cancro, a criação de institutos e comissões de investigação financiadas, o desenvolvendo de colaborações e parcerias internacionais e o investimento em telessaúde.

 

A União Europeia irá continuar a cooperar com Moçambique em questões ligadas à paz. A garantia foi dada esta segunda-feira, pelo Embaixador da União Europeia em Moçambique, Antonio Sanchez-Benedito Gaspar, na celebração do Dia da Europa.

 

Na ocasião em que se comemora o Dia da Europa, António Sanchez-Benedito Gaspar afirmou que Moçambique continua sendo um dos principais parceiros de desenvolvimento da União Europeia. Segundo o Embaixador da União Europeia em Moçambique, a instituição que representa continuará a apoiar a paz no país, quer através da implementação do Acordo de Maputo, assinado em Agosto de 2019, quer através de uma resposta integrada à insurgência em Cabo Delgado.

 Num encontro em que estiveram vários políticos e diplomatas de vários países, na Fortaleza de Maputo, para celebrar o Dia da Europa, o Embaixador da União Europeia em Moçambique, António Sanchez-Benedito Gaspar,  não só se referiu ao compromisso com a paz, bem como a importância do país no contexto internacional. “Moçambique é chamado a ocupar um lugar cada vez mais importante no contexto africano e internacional. Moçambique pode desempenhar um papel fundamental numa aliança África – Europa forte, ao serviço dos cidadãos de ambos os continentes”.

Ao dirigir-se aos convidados, António Sanchez-Benedito Gaspar lembrou que a paz é a principal razão de ser da União Europeia. Também por isso, os países membros continuarão a acolher os ucranianos vítimas da guerra com a Rússia.

A representar o Governo, na celebração do Dia da Europa, na Fortaleza de Maputo, esteve a  Ministra do Mar, Águas Interiores e Pescas, que concordou com Gaspar “Hoje, indubitavelmente, a União Europeia é um parceiro de cooperação estratégico, no apoio aos processos de desenvolvimento de Moçambique”. Por isso mesmo, a Ministra Lídia Cardoso agradeceu, no seu discurso de ocasião, à cooperação bilateral evidente nos domínios da infra-estrutura, do desenvolvimento local, da cultura, do meio ambiente, das mudanças climáticas e da consolidação da paz, cujo impacto contribui de forma expressiva nos esforços pelo progresso e bem-estar dos moçambicanos.

O Dia da Europa é celebrado anualmente a 9 de Maio, como forma de honrar a paz e a unidade do continente europeu. Igualmente, a efeméride é uma homenagem a toda uma geração de mulheres e homens europeus que viram na união continental algo possível e necessário.

 

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, garante que o seu país vencerá a guerra frente à Rússia e não irá ceder qualquer pedaço de terra para Moscovo.

Tradicionalmente, a 09 de Maio, a Rússia celebra o seu Dia da Vitória, que lembra a capitulação da Alemanha nazi, em 1945. Falando por ocasião do 77.º aniversário da vitória soviética sobre a Alemanha nazi na Segunda Guerra Mundial, Vladimir Putin disse que a acção militar da Rússia na Ucrânia é uma resposta oportuna e necessária às políticas ocidentais.

As tropas russas e as milícias de Donetsk e Lugansk lutam pela sua pátria e pelo seu futuro, para que ninguém se esqueça das lições da Segunda Guerra Mundial e não haja espaço para os nazis.

Foto: Notícias ao Minuto

O Dia da Vitória, feriado mais importante do ano na Rússia, contou com a presença de unidades que participaram na guerra nas operações de início da guerra na Ucrânia, a 24 de Fevereiro passado.

Enquanto Moscovo assinalava a data com as tradicionais paradas militares, o chefe de Estado ucraniano salientou que no Dia da Vitória sobre o nazismo, o seu país luta  por uma nova vitória. “O caminho para isso é difícil, mas não há dúvidas de que a vitória é certa”, assegura.

Volodymyr Zelensky sublinhou ainda que os ucranianos não ceder a ninguém um único pedaço da sua terra, nem da sua história. E não há invasor que possa governar um povo livre, que mais cedo ou mais tarde, vencerá.

A Rússia continua a avançar no leste da Ucrânia, para tentar estabelecer o controlo total sobre as regiões de Donetsk e Lugansk e criar um corredor terrestre com a Crimeia, avançou o exército ucraniano.

Num relatório divulgado hoje e citado pelo Notícias ao Minuto, o estado-maior do exército da Ucrânia diz que, em direcção a Donetsk, os russos, apoiados por aviões e artilharia, concentraram os esforços na tentativa de assumir o controlo dos colonatos de Rubizhne e Popasna, e prepararam-se para continuar as operações ofensivas nos colonatos de Siversk, Sloviansk, Lysychansk e Avdiyivka.

O relatório, divulgado no dia em que Moscovo celebra o 77.º aniversário da vitória sobre a Alemanha nazi, afirma ainda que as tropas russas aumentaram a potência do arsenal bélico e estão a tentar destruir as defesas na leste da Ucrânia.

De acordo com o Notícias ao Minuto, em Donetsk e Lugansk as forças ucranianas conseguiram repelir seis ataques inimigos, destruindo 20 tanques, arsenal de artilharia, 28 veículos de combate blindados, um veículo blindado especial e cinco camiões militares.

O exército disse ainda que, na direcção de Slobozhansky, as forças inimigas focaram-se em reagrupar unidades, reabastecer reservas de munições e combustível, manter posições ocupadas e trabalhar para impedir o avanço das forças ucranianas em direcção à fronteira da região.

A Ucrânia disse também que, na Transnístria, um território separatista e pró-russo na vizinha Moldova, as formações armadas locais e as unidades das forças russas continuam a preparar-se para o combate.

A ofensiva militar russa já causou a fuga de mais de 13 milhões de pessoas, das quais mais de 5,5 milhões para fora do país, de acordo com os mais recentes dados da ONU.

O papa Francisco pediu hoje orações pelas vítimas da explosão no Hotel Saratoga, em Havana, em Cuba que matou, pelo menos, 27 pessoas.

O líder da Igreja católica, que falava na Praça de São Pedro, relembrou a explosão no hotel e pediu orações pelas vítimas, “para que Cristo as guie até à casa do pai”, escreve o Notícias ao Minuto.

Francisco pediu ainda apoio para os familiares das vítimas.

As equipas de socorro cubanas retiraram mais um corpo dos escombros causados pela explosão ocorrida na sexta-feira num hotel de Havana, elevando o número de mortos para 27, disseram fontes oficiais, citadas pelo Notícias ao Minuto.

“Há uma nova morte, o que eleva o número de mortos para 27”, disse o chefe dos serviços hospitalares do Ministério da Saúde cubano, Julio Guerra, numa conferência de imprensa, no sábado.

Guerra acrescentou que dos 81 feridos, 37 continuam hospitalizados, devido à explosão no Hotel Saratoga, provavelmente causada por uma fuga de gás.

Fechado há dois anos devido à pandemia da COVID-19 , o Hotel Saratoga, situado no centro histórico da capital cubana, preparava-se para reabrir na terça-feira.

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