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O País – A verdade como notícia

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

As autoridades cubanas anunciaram a morte de 22 pessoas, na sequência de numa explosão num hotel de luxo, no centro histórico de Havana.

A explosão, ocorrida ao fim da manhã de sexta-feira, provavelmente causada por uma fuga de gás, causou o desmoronamento de parte do edifício de sete andares e da fachada dos três primeiros andares, com toneladas de detritos a caírem no pavimento, refere o Notícias ao Minuto.

Bombeiros, agentes da polícia e equipas de emergência estiveram no local e transportaram as vítimas para vários hospitais, iniciando também as buscas de sobreviventes soterrados nos escombros.

Alojado num edifício neoclássico, construído em 1880, no centro histórico de Havana, o hotel Saratoga está a funcionar desde 1991, tendo sido restaurado pela última vez em 2005, de acordo com os meios de comunicação oficiais cubanos.

O Presidente francês, Emmanuel Macron, toma hoje posse no Palácio do Eliseu com vários desafios para os próximos anos, como a reindustrialização da França, o aumento do poder de compra e uma possível reconfiguração das forças políticas francesas após as legislativas.

Se há cinco anos o Presidente entrava pela primeira vez na arena pública e política e os franceses lhe deram um período de graça que terminou definitivamente em Novembro de 2018 com o início do movimento dos ‘coletes amarelos’, hoje em dia as expectativas quanto à sua actuação política são mais realistas, mas também mais urgentes.

Emmanuel Macron manteve no seu programa o aumento da idade da reforma para os 65 anos e a reforma das pensões que não conseguiu concluir no seu mandato anterior. Segundo um estudo da Allianz Trade, citado pelo Notícias ao Minuto, esta é uma das medidas que pode poupar 40 mil milhões de euros anuais aos cofres franceses, com este dinheiro a reverter para acelerar a transição verde no país.

Ao mesmo tempo, a França, tal como outros parceiros europeus, vê-se a braços com uma inflação recorde de 4,8% em Abril de 2022, propulsionada pelo conflito entre a Rússia e a Ucrânia. Este aumento afecta a grande indústria francesa, com as matérias-primas aumentarem nos sectores da maquinaria pesada, automóveis ou metalurgia (algumas das principais exportações francesas), mas também no poder de compra das famílias que já começaram a adaptar o carrinho de compras quando vão ao supermercado.

Quanto aos desafios sociais, se por um lado o aumento da idade da reforma e a reforma das pensões ajudam as contas da França, contribuem também para um clima social tenso e revolta dos sindicatos, com muitos franceses a oporem-se à ideia de trabalhar para além dos 62 anos, actual idade da reforma, e muitos a defenderem mesmo a reforma aos 60 anos.

No dia 01 de Maio, os sindicatos prometeram estar atentos à acção do Governo e voltar às ruas se o Presidente insistir nessas medidas, criando um clima de tensão social entre trabalhadores e Emmanuel Macron.

A esperança que anima alguns sindicatos é a aliança à esquerda e um possível alargamento da representação parlamentar que possa abrir caminho a uma maior margem de negociação sobre mais medidas sociais, como maximização das ajudas às famílias e aumentos dos cheques alimentação e energia para as famílias mais pobres.

Desde que ganhou o segundo mandato no final de abril, Emmanuel Macron tem vindo a perder a sua popularidade, segundo o jornal “Huffington Post”, agradando actualmente a apenas 32% dos franceses, o mesmo nível que tinha antes do início da guerra na Ucrânia, escreve o Notícias ao Minuto.

No âmbito político, importa destacar que há três semanas que Emmanuel Macron não consegue encontrar um primeiro-ministro. O Presidente preferiria uma mulher, com um perfil social, ecológico e também produtivo, de forma a ajudar a resolver os desafios sociais. No entanto, até agora o Presidente da República só recebeu respostas negativas.

Jean Castex e o actual Governo ficam em funções pelo menos até 13 de Maio, altura em que o Presidente já deve ter encontrado um novo ocupante para Matignon, que o ajude a seduzir os votos dos franceses e a alinhar a obediência interna do partido nas eleições legislativas que se realizam a 12 e 19 de Junho.

Face à união histórica à esquerda entre extrema-esquerda, socialistas, comunistas e ecologistas, Emmanuel Macron mudou o nome do seu partido de República em Marcha para Renascimento, e fez alianças com o Movimento Democrático e o partido Horizontes, podendo ser possível ainda entendimentos mais alargados à esquerda e à direita.

Não obter uma maioria nas eleições legislativas, levaria à escolha de um novo primeiro-ministro apontado por uma outra maioria e ao início de uma coabitação que, apesar de não ser algo novo na política francesa, colocaria à prova as medidas do programa de Emmanuel Macron para os próximos cinco anos.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, defendeu, ontem, a necessidade de uma missão internacional no Mali, para evitar o colapso do país e propôs uma força africana com um mandato robusto do Conselho de Segurança.

A missão internacional da força do Conselho de Segurança das Nações Unidas destacada para o Mali, em 2013, poderá ser renovada em Junho deste ano. Trata-se de uma força com cerca de 13 mil soldados, agentes da polícia e civis.

Segundo o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, sem a Missão Multidimensional de Estabilização Integrada das Nações Unidas, no Mali, o risco de colapso do país é enorme.

Assim, Guterres propôs o destacamento de uma força robusta de manutenção da paz e sustentou que deve ser africana, mas com um mandato do Conselho de Segurança e com financiamento obrigatório.

O responsável da ONU admitiu que a tarefa é difícil, pelo facto de a missão da organização no Mali ter perdido mais agentes no processo de manutenção da paz em 2021 do que todas as outras missões no mundo.

Cerca de 170 soldados das Nações Unidas foram mortos, desde 2013, em ataques perpetrados por extremistas, com recurso a bombas artesanais.

Os países africanos são os que têm mais tropas na Missão Multidimensional de Estabilização Integrada das Nações Unidas, mas há críticas devido ao seu mandato limitado.

As autoridades da Guiné vão processar, judicialmente, o ex-Presidente, Alpha Conde, e 26 dos seus funcionários por violência durante a sua candidatura para um controverso terceiro mandato, após uma revisão da lei para o efeito.

O ex-líder da Guiné, 84 anos, foi derrubado num golpe de Estado em Setembro, por uma junta militar que agora lidera o país da África Ocidental.

De acordo com a Procuradoria-Geral da República, Alpha Conde e os seus apoiantes são acusados de vários crimes, nomeadamente assassinatos, raptos, tortura e detenções ilegais.

O documento assinado pela magistratura guineense acrescenta que a violência eleitoral ordenada por Conde na Guiné, em 2020, matou pelo menos 12 pessoas na capital e 50 noutras partes do país.

A proposta de Conde de alargar o seu Governo a um terceiro mandato, após apoiar um referendo constitucional que alterou os limites de governação, provocou manifestações violentas. O ex-líder ganhou mais um mandato em Outubro de 2020 e foi deposto pelos militares em Setembro de 2021.

Embora a junta no poder tenha dito em Abril que Conde era livre de se deslocar dentro do país, as novas acusações significam que ele será mantido sob prisão domiciliária.

A ordem de processo judicial contra Conde chega quase uma semana depois de o chefe da junta militar, Coronel Mamady Doumbouya, ter dito que a transição para as eleições e o regresso a um governo civil e democrático poderia levar mais de três anos.

 

 

O Partido Trabalhista conquistou vários municípios históricos ao Partido Conservador do primeiro-ministro, Boris Johnson, nas eleições locais de quinta-feira, incluindo Westminster, Wandsworth e Barnet.

Os três municípios londrinos eram controlados pelos ‘tories’ há várias décadas, no caso de Westminster desde a criação, em 1964.

Citado pelo Notícias ao Minuto, o presidente da Câmara Municipal de Londres, Sadiq Khan, salientou a importância da vitória em Wandsworth, no sul de Londres, município conquistado inicialmente por Margaret Thatcher e mantido ao longo de várias lideranças do Partido, durante 44 anos.

“Esta noite foi feita história”, disse, atribuindo o resultado a “uma combinação de Boris Johnson e Keir Starmer [líder do partido Trabalhista]”.

No entanto, por enquanto os ganhos têm sido limitados no resto de Inglaterra, onde parte da contagem dos boletins só começa hoje, juntamente com a da Escócia e País de Gales.

O mau desempenho dos Conservadores também beneficiou outros partidos da oposição, como os Liberais Democratas e os Verdes.

Às 07:00 locais, quando estavam apurados metade dos boletins nas 146 autarquias que foram a votos, o Partido Trabalhista tinha elegido 1.189 vereadores, o Conservador 535, os Liberais Democratas 257 e os Verdes 39.

No sul, Southampton também passou a ser Trabalhista, enquanto em Hull, no norte, passa a existir uma maioria dos Liberais Democratas.

As eleições realizaram-se em 146 das 333 autarquias em Inglaterra e em todos os 32 municípios da Escócia e 22 do País de Gales para eleger milhares de vereadores.

A agência norte-americana da Administração de Alimentos e Medicamentos, FDA, limitou esta quinta-feira a administração da vacina contra a COVID-19 da Johnson & Johnson, devido ao risco contínuo de coágulos sanguíneos raros, escreve a imprensa internacional.

Segundo o Notícias ao Minuto que cita a agência de notícias Associated Press (AP), a vacina deve ser apenas dada a adultos que não podem receber uma vacina diferente ou que solicitem especificamente a da Johnson & Johnson.

Portanto, esta vacina da farmacêutica Johnson & Johnson passa a ser aplicada a maiores de 18 anos, mas só se as vacinas aprovadas não estiverem disponíveis ou não forem recomendadas clinicamente. Para além desta excepção, também pode ser administrada em pessoas com 18 ou mais anos que optem especificamente por receber a vacina da Janssen em prol de qualquer outra, escreve a CNN Portugal.

Há meses que as autoridades norte-americanas recomendam que os cidadãos que iniciam a sua vacinação contra a COVID-19 usem as vacinas da Pfizer ou da Moderna.

A FDA explicou num comunicado que restringiu a vacina da Johnson & Johnson depois de analisar novamente os dados sobre o risco de coágulos sanguíneos com visco de vida, nas duas semanas após a vacinação.

A vacina da gigante farmacêutica norte-americana foi inicialmente considerada uma ferramenta importante no combate à pandemia, porque exigia apenas uma dose. No entanto, a opção por uma dose única demonstrou ser menos eficaz face às vacinas da Pfizer e da Moderna.

Em Dezembro, os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos recomendaram como prioritárias as vacinas da Moderna e Pfizer, devido aos problemas de segurança da Johnson & Johnson.

Embora os coágulos sanguíneos que ocorreram com a vacina serem raros, as autoridades norte-americanas salientam que estes ainda estão a acontecer.

Segundo o regulador norte-americano, cientistas federais identificaram 60 casos, incluindo nove que foram fatais, em meados de março.

Este número corresponde a um caso de coágulo sanguíneo por 3,23 milhões de injecções de Johnson & Johnson, explicou ontem a FDA.

 

O uso da máscara facial vai continuar obrigatório na África do Sul, para prevenir as infecções pela COVID-19, segundo Departamento de Saúde, ao anunciar novos regulamentos cuja implementação vigora desde esta quinta-feira.

O Departamento de Saúde sul-africano anunciou regulamentos limitados, com efeito a partir desta quinta-feira, a enfatizar que o público ainda será obrigado a usar uma máscara facial ao entrar e estar dentro de um local público. No entanto, a medida não se aplica às crianças na escola.

Mais uma vez, sob esses regulamentos limitados, nenhuma pessoa pode usar qualquer forma de transporte público a menos que use uma máscara facial, refere a News24, citando um comunicado das autoridades sanitárias, emitido na quarta-feira.

A África do Sul está em alerta devido ao aumento de infecções pela COVID-19 e o receio de novas variantes ganha corpo à medida que a quinta vaga da pandemia se aproxima.

O presidente Cyril Ramaphosa anunciou o fim do Estado Nacional de Desastre em Abril passado.

O presidente ucraniano quis a guerra no seu país e ele é tão responsável quanto Vladimir Putin, considera Lula da Silva. Nas suas críticas à actuação do chefe de Estado ucraniano, o ex-presidente do Brasil disse que Volodymyr Zelensky teria negociado um pouco mais se quisesse evitar o que está a acontecer.

Lula da Silva e provável candidato às próximas eleições presidenciais no Brasil deixou, na quarta-feira, várias críticas à actuação do chefe de Estado ucraniano.

Para o ex-presidente brasileiro, Volodymyr Zelensky é tão responsável pela invasão da Ucrânia quanto o presidente russo Vladimir Putin. Numa guerra não há apenas um culpado, refere o Observador.

Volodymyr Zelensky quis a guerra e se ele não a quisesse teria negociado um pouco mais, afirmou Lua da Silva, acusando o chefe de Estado ucraniano de mentir ao seu povo.

Apesar de condenar Putin, Lula também culpa a União Europeia e a NATO pela invasão russa. E entende que se os Estados Unidos da América e a Europa tivessem dito, antes do primeiro ataque, que a Ucrânia não vai entrar na NATO, o problema estaria resolvido, acrescenta o Observador.

Na óptica do ex-presidente brasileiro, Bruxelas e Washington dialogaram pouco com o Moscovo. Por isso, é preciso mais paciência do lado dos líderes ocidentais.

Os britânicos vão, esta quinta-feira, eleger os representantes para as autarquias na Inglaterra, País de Gales e Escócia, e o governo autónomo na Irlanda do Norte, escrutínio que vai testar o apoio aos partidos a nível nacional, escreve o Observador.

Um mau resultado para o Partido Conservador pode decidir o destino do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, caso os deputados entendam que os próprios lugares estarão em risco nas próximas legislativas.

Boris Johnson, que já está sob pressão devido às festas em Downing Street que decorreram durante o confinamento, violando as restrições impostas pela pandemia da COVID-19, tem enfrentado críticas por não tomar medidas suficientes para ajudar as pessoas mais afectadas pela inflação.

As eleições, de acordo com os dados publicados pela fonte, vão ser disputadas em todos os 32 municípios de Londres e em dezenas de autarquias no resto do país.

Na Inglaterra, vão ser disputados 4.360 postos em 146 autarquias, na Escócia serão 1.227 assentos em 32 localidades e no País de Gales vão a votos 1.234 lugares em 22 municípios.

Na Assembleia da Irlanda do Norte estão em disputa todos os 90 assentos na Assembleia Legislativa, eleitos por cada um dos 18 distritos eleitorais, os quais vão decidir a composição do governo regional autónomo.

Nesta região, além do batalha entre o partido nacionalista republicano Sinn Féin e o Partido Democrata Unionista (DUP), as atenções vão estar no desempenho dos partidos neutros, como o Alliance e o SDLP, que não defendem nem a coroa britânica nem a reunificação política da ilha da Irlanda.

O observador avança ainda que pelo menos nove portugueses concorrem nestas eleições para vereadores de norte a sul do país.

As urnas abrem às 07h00 e fecham às 22h00 (hora local) e podem votar os cidadãos britânicos e cidadãos de países da União Europeia (UE) ou da Commonwealth (organização que congrega Estados e territórios que integraram no passado o império colonial britânico) que residam no Reino Unido e tenham 18 anos ou mais.

Na Escócia e País de Gales, o voto está aberto a qualquer cidadão estrangeiro com 16 ou mais anos que seja residente.
A contagem começará assim que as urnas fecharem para a maioria das autarquias na Inglaterra, mas algumas, bem como na Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, só começa na sexta-feira de manhã.

Os resultados completos poderão só ser conhecidos no final do dia de sexta-feira ou mesmo no sábado.

 

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