Skip to main content

O País – A verdade como notícia

O papa Francisco considerou hoje, uma tragédia a morte em contexto laboral e apelou a compromissos para um trabalho digno, quando se assinala o Dia do Trabalhador.

“Hoje é o Dia do Trabalhador. Que sirva de estímulo para renovar o compromisso para que todos e em todos os lados o trabalho seja digno e que do mundo laboral venha a vontade de fazer crescer uma economia de paz”, disse Francisco a partir do Palácio Apostólico, após a oração Regina Caeli, que substitui o Angelus no tempo pascal.

“Gostaria de lembrar os trabalhadores que morrem em trabalho, uma tragédia generalizada, talvez demasiado”, acrescentou, diante de centenas de fiéis que o ouviram na Praça de São Pedro.

Segundo o Notícias ao Minuto, o Papa Francisco também dirigiu palavras aos jornalistas de todo o mundo por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, celebrado no dia 03 de Maio, e lamentou os riscos que correm por contarem “as pragas da humanidade”.

“Presto homenagem aos jornalistas que pagam com a sua pessoa para cumprir este direito. No ano passado, 47 foram mortos e mais de 350 presos. Um agradecimento especial a todos aqueles que, com coragem, nos informam sobre as pragas da humanidade”, concluiu.

Francisco expressou, ainda, a sua profunda preocupação com a guerra na Ucrânia, enquanto exigia, mais uma vez, a evacuação segura da fábrica metalúrgica da cidade de Mariupol.

“Meus pensamentos vão para Mariupol, cidade de Maria, barbaramente bombardeada e destruída. Agora, e daqui, renovo o pedido para que garantam corredores humanitários para as pessoas”, exortou.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, inicia hoje uma visita oficial a Senegal, a propósito do Ramadão, que termina esta noite, que o levará também a Níger e Nigéria.

Segundo a agência noticiosa estatal senegalesa APS, citada pelo Notícias ao Minuto, Guterres chegou no sábado à capital, Dakar, onde vai hoje presidir a uma reunião interna no escritório sub-regional da ONU.

Em seguida, o secretário-geral da ONU partirá para a futura sede da ONU na África Ocidental, em Diamniadio, um novo centro urbano a cerca de 30 quilómetros da capital do Senegal, segundo a emissora Radio France International.

Guterres vai, ainda, encontrar-se com o Presidente senegalês, Macky Sall, actual presidente da União Africana, com quem partilhará um ‘iftar’, a quebra do jejum diário no mês do Ramadão, após o pôr-do-sol, avançou, esta semana, o porta-voz-adjunto da ONU, Farhan Haq.

O secretário-geral da ONU participará, também, nas comemorações do Eid al Fitr, o dia que marca o final do Ramadão, junto do Presidente do Níger, Mohamed Bazum.

Guterres deve, ainda, reunir-se com o Presidente nigeriano, Muhammadu Buhari.

Um inquérito entregue ao presidente da África do Sul, ontem, constatou haver uma série de ligações suspeitas entre o ex-presidente Jacob Zuma e a família dos Gupta, facto que terá ditado a captura da concessionária de energia Eskom.

Há anos, um relatório independente, encomendado pelo Governo sul-africano, apurou que os membros da poderosa e rica família Gupta influenciaram decisões governamentais, incluindo a nomeação de ministros, aproveitando-se dos laços estreitos com o antigo presidente Jacob Zuma, cujos filhos trabalharam para as empresas associadas aos Gupta.

Desde lá a esta parte, o Governo da África do Sul tem estado a averiguar as supostas ligações entre os Guptas e Jacob Zuma, e a quarta parte do relatório do inquérito, relativo à Eskom, aponta o dedo para Zuma na manobra de captura da empresa pública de electricidade.

No documento entregue ao presidente Cyril Ramaphosa, na sexta-feira, refere-se que o ex-presidente Jacob Zuma ajudou a família Gupta na captura da concessionária de energia Eskom.

Nesse sentido, a poderosa e rica família orquestrou suspensões repentinas na liderança da Eskom, em 2015, para que os seus associados pudessem ser lançados de pára-quedas para posições estratégicas daquela companhia.

Segundo a News24, a empresa endividada vem tentando recuperar os fundos perdidos em acções ilegais, durante a cera de Jacob Zuma, em cerca de 3,8 bilhões de rands.

em danos sofridos devido às, disse. chefe de justiça Raymond Zondo

O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, garantiu que o país poderá usar armas nucleares “de forma preventiva” se for ameaçado. A informação foi avançada, ontem, a agência de notícias oficial norte-coreana KCNA, citado pelo Notícias ao minuto.

Segundo um comunicado, citado pela mesma fonte, Kim Jong-un manifestou vontade de continuar a desenvolver forças nucleares para poder conter e frustrar, de forma preventiva e completa, todas as tentativas perigosas e acções ameaçadoras, incluindo as crescentes ameaças nucleares de forças hostis”.

Kim falava durante uma reunião em que elogiou os principais líderes militares da Coreia do Norte pela realização, a 25 de Abril, de um desfile militar na capital, Pyongyang, para marcar o 90.º aniversário das forças armadas do país.

Num discurso durante o desfile, Kim prometeu aumentar a capacidade nuclear do país “ao ritmo mais rápido possível”, face a “um contexto político e militar turbulento e a várias crises que estão por vir”.

O presidente russo Vladimir Putin e seu homólogo ucraniano Volodymyr Zelensky foram convidados a participar da reunião do G20, grupo das 20 maiores economias do mundo, a decorrer em Novembro próximo.

O convite foi formulado por Joko Widodo, presidente da Indonésia e actual dirigente da agremiação das 20 maiores economias do mundo.

De acordo com a Lusa, citada pelo Notícias ao Minuto, se tal se vier a efetivar, será o primeiro encontro entre Volodymyr Zelensky e Vladimir Putin desde o início da guerra na Ucrânia. Apesar de ter enfrentado pressões de países ocidentais para excluir o líder russo de tal encontro, Widodo viria a dizer que o seu objetivo passa por “unir” o G20.

Face ao convite formulado, Zelensky disse que sua participação da cimeira dependeria, principalmente, da situação no campo de batalha. Já Putin tem manifestado a intenção de participar do evento.

Segundo a Lusa, uma reunião dos ministros das Finanças do G20 em 20 de Abril, em Washington, ilustrou as profundas divisões no grupo das principais economias mundiais, com os EUA e vários aliados a boicotarem algumas reuniões, protestando contra a participação russa.

Mais de 8.400 pessoas, das quais 1.700 crianças, foram alojadas temporariamente na província de KwaZulu-Natal, onde as cheias mataram recentemente mais de 400 pessoas, anunciaram as autoridades sul-africanas, esta quinta-feira.

“Conseguimos estabelecer 98 abrigos, onde estão alojadas mais de 8.400 pessoas, em salões comunitários, instalações religiosas, outras estruturas temporárias dentro da comunidade. A maioria das pessoas são mulheres, mais de 4.000, crianças, mais de 1.700, e também mais de 1.000 idosos”, referiu o ministro da Saúde Joe Phaahla”, confirmaram as autoridades.

Segundo o balanço das operações de assistência em curso, comunicado pelo governante sul-africano à imprensa local, “mais de 3.000 vítimas do desastre natural receberam até à data um subsídio social de socorro de cerca de 5 milhões de rands”.

Joe Phaahla estimou em 185 milhões de rands a reconstrução das infraestruturas de Saúde pública danificadas pelas cheias em KwaZulu-Natal, na costa oriental da África do Sul.

“Os cuidados de saúde continuam a ser prestados às comunidades deslocadas que estão actualmente abrigadas em salões comunitários”, salientou o ministro da Saúde sul-africano, acrescentando que “algumas instalações têm água parcialmente restaurada, mas outras continuam a ser abastecidas por camiões-cisterna”.

Já a ministra do Ensino Básico, Angie Motshekga, adiantou que as inundações danificaram mais de 630 escolas, 101 foram consideradas inacessíveis e 124 sofreram grandes danos, em que pelo menos 64 alunos morreram, e cinco crianças permanecem desaparecidas.

Ao declarar o estado de calamidade nacional, o Presidente da República anunciou a disponibilização imediata de mil milhões de rands para assistir as vítimas das cheias.

Pelo menos 14 mulheres morreram, esta quinta-feira, num deslizamento de terra numa mina ilegal, na Indonésia. A notícia foi confirmada pela Polícia local, citada pelo Notícias ao Minuto.

Segundo o chefe de polícia do distrito de Mandailing Natal, no norte da ilha de Sumatra, antes do deslizamento de terra, as autoridades tinham fechado as minas de ouro ilegais numa área remota do distrito, a principal fonte de ouro garimpado tradicionalmente pelos moradores.

Quando aconteceu o deslizamento, que atingiu uma operação de mineração de ouro não autorizada no país, as mulheres estavam a trabalhar num poço com cerca de dois metros de profundidade.

As operações informais de mineração são comuns na Indonésia, dando um meio de subsistência a milhares de pessoas, que trabalham em condições perigosas, com alto risco de ferimentos graves ou morte.

Deslizamentos de terra, inundações e colapsos de túneis são apenas alguns dos perigos enfrentados pelos mineradores.

Grande parte do processamento de minério de ouro envolve mercúrio e cianeto, substâncias altamente tóxicas, e os trabalhadores frequentemente usam pouca ou nenhuma proteção.

O último grande acidente relacionado com a mineração do país ocorreu em Fevereiro de 2019, causando 40 mortos, quando uma estrutura de madeira improvisada numa mina de ouro ilegal na província de Celebes do Norte desabou devido a mudanças no solo e ao grande número de buracos de mineração.

Há empresas europeias que já tencionam aderir ao novo modelo de pagamento do gás russo em rublos.

Após a decisão da Rússia de cortar o fornecimento de gás à Polónia e Bulgária por não pagarem em moeda russa, os distribuidores de gás na Alemanha, Áustria, Hungria e Eslováquia planeiam criar contas em rublos no Gazprombank, na Suíça, para satisfazerem às exigências impostas.

O facto é que os dias para o pagamento do gás estão cada vez mais a aproximar-se ao fim para algumas empresas que pretendem adquirir o combustível russo, como, por exemplo, a Uniper e OMV.

O ultimato foi reiterado, esta quarta-feira, pelo porta-voz da Presidência Rússia, Dmitry Peskov, que assegurou que a única forma que os outros países têm para comprar o gás russo é através do pagamento em rublos, pelo que, se não o fizessem, seria cortado o fornecimento do combustível.

Empresas, como a italiana Eni, estão ainda a avaliar as suas opções, uma vez que têm até ao fim de Maio próximo para fazer o seu pagamento.

A medida imposta pela Rússia e a aceitação das empresas europeias podem prejudicar os efeitos das sanções, ameaçar a unidade do bloco e fornecer mais dinheiro à Rússia.

Esta quarta-feira, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, apelou ao bloco europeu para não aderir ao que chamou de chantagem da Rússia.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, encontra-se em Kiev para uma conversa com Volodymyr Zelensky, com vista a criar condições para a retirada de civis do complexo de Azovstal, em Mariupol.

António Guterres chegou na tarde de ontem a Ucrânia e, numa conferência de imprensa, disse que a sua prioridade imediata é criar condições para salvar civis que se encontram retidos na fábrica metalúrgica Azovstal em Mariupol, no sul da Ucrânia.

“Esta operação é particularmente delicada, porque não se trata de pessoas que estão nas suas casas, ou em sítios públicos para serem evacuadas. Tratam-se de pessoas que estão, digamos, dentro de uma fortaleza subterrânea em condições verdadeiramente dramáticas. Há um problema de confiança das pessoas que podem sair, mas também de que isto não é utilizado indevidamente por outros actores”, afirmou o líder da ONU, citado pela DW.

Debaixo de críticas e depois de ser acusado de passividade em relação à invasão da Ucrânia, António Guterres defendeu-se dizendo que “nunca são conseguidos todos os objectivos”.

Antes destas declarações, Guterres afirmou, através de uma publicação na rede social Twitter, que chegava a Kiev com o intuito de “continuar com o trabalho para alargar o apoio humanitário e assegurar a retirada de civis das zonas de combate”.

+ LIDAS

Siga nos