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O País – A verdade como notícia

A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que os casos de varíola dos macacos continuem a aparecer. O foco e rota de contágio ainda não foram estabelecidos.

“A situação está a evoluir de tal forma que a OMS acredita que haverá mais casos de varíola a serem identificados à medida que a vigilância for estendida em países que não são endémicos”, refere a nota epidemiológica da organização, cita da pelo Notícias ao Minuto.

As informações actuais indicam que quem tem maior risco de contágio são aqueles que têm contacto físico próximo com alguém que está infectado e apresenta sintomas.

Num comunicado recente, a OMS apelou às pessoas para se manterem informadas, através de fontes fiáveis, como as autoridades de saúde nacionais, sobre a extensão do surto na sua comunidade, sintomas e prevenção.

De acordo com o Notícias ao Minuto, A organização advertiu ainda que a resposta à doença deve focar-se nas pessoas infectadas e nos seus contactos próximos e lembrou que “estigmatizar grupos de pessoas por causa de uma doença nunca é aceitável”.

Portugal contabiliza 23 casos de infecção pelo vírus Monkeypox, segundo a Direcção-Geral da Saúde (DGS), que aguarda resultados relativamente a outras amostras.

Quase um mês depois de vencer as eleições presidenciais francesas, Emmanuel Macron, anunciou, ontem, a composição do novo governo de Paris liderado pela primeira-ministra, Elisabeth Borne, nomeada para o cargo esta semana.

Elizabeth Borne é a mais recente primeira-ministra francesa, a primeira mulher em 30 anos aos comandos do país, escreve a Euronews.

Bruno Le Maire, que geriu os cofres do Estado durante a crise da COVID-19, segundo a Euronews, assume a pasta da Economia e finanças e Gérald Darmanin mantém-se como ministro do Interior.

Para a Defesa, entra Sebastien Lecornu, um homem da direita e próximo de Emmanuel Macron.

Na diplomacia, surge mais uma estreia. Em plena guerra da Ucrânia, sai Jean Yves Le Drian, entra Catherine Colonna, embaixadora francesa no Reino Unido, que passa a assumir os Negócios Estrangeiros.

Já as relações com Bruxelas mantêm uma cara conhecida, mas com uma promoção. Clément Beaune deixa de ser secretário de Estado para passar a exercer o cargo de ministro delegado dos assuntos europeus.

Em resposta a um eleitorado de esquerda, órfão de representação política, dois ministérios vão encarregar-se das questões ambientais. Amélie de Monchalin abandona a função pública para se encarregar da transição ecológica. Agnès Pannier-Runacher, até agora responsável pela Indústria, assume a pasta da transição energética.

A Finlândia anunciou esta sexta-feira que a empresa russa Gazprom vai cortar o fornecimento de gás, a partir de hoje, ao país.

“Na tarde desta sexta-feira, a Gazprom Export informou a Gasum que o abastecimento de gás à Finlândia será cortado no sábado”, lê-se num comunicado da empresa estatal finlandesa citado pela SIC Notícias.

Tal como anunciado na sexta-feira, a Gasum, o maior distribuidor de gás natural liquefeito (GNL) nos países nórdicos, confirmou, na manhã deste sábado, que a gigante russa do gás Gazprom cortou o financiamento de gás.

Com esta decisão, a Finlândia perde o seu maior fornecedor de gás natural, dado que a Gazprom fornecia cerca de 92% de todo o gás consumido no país nórdico, principalmente na indústria florestal e no processamento químico.

Em 2021, segundo o Notícias ao Minuto, a Finlândia importou cerca de 2,2 biliões de metros cúbicos de gás natural, com um custo de 927,5 milhões de euros, embora este combustível represente apenas 5% de toda a energia consumida no país nórdico.

O CEO da Gasum, Mika Wiljanem, lamenta que o fornecimento de gás russo seja interrompido. Mas, garantiu que nos próximos meses fornecerá aos seus clientes gás natural de outros fornecedores através do gasoduto Baltic Connector e que a sua rede de estações de abastecimento de gás continuará a funcionar normalmente.

“Temos estado a preparar-nos cuidadosamente para essa situação e, desde que não haja interrupções na rede de transmissão de gás, poderemos fornecer gás a todos os nossos clientes nos próximos meses”, disse o CEO da Gasum.

Numa tentativa de reduzir a dependência do gás russo, a Finlândia acordou há um mês com a Estónia o uso conjunto de um terminal flutuante de gás natural liquefeito (GNL) neste outono, onde será armazenado o gás trazido por navios de outros países produtores de gás.

A Finlândia é o terceiro país da UE, depois da Polónia e da Bulgária, a deixar de receber gás russo porque não quer ceder às exigências de Moscovo de que o pagamento seja efectuado em rublos para tentar travar o colapso da sua moeda.

No caso da Finlândia, que se candidatou formalmente à adesão à NATO na quarta-feira, ignorando as ameaças do Kremlin, o corte do fornecimento de gás russo vem juntar-se ao corte do fornecimento de electricidade.

Há apenas uma semana, a empresa russa de energia Inter RAO deixou de fornecer eletricidade ao mercado finlandês, citando “problemas em receber pagamentos” devido a sanções europeias, embora vários peritos no país nórdico o tenham atribuído a razões políticas.

A distribuidora de gás, na Finlândia, anunciou, hoje, que a Rússia vai interromper o fornecimento de gás ao país na manhã deste sábado.

De acordo com um comunicado da Gasum, citado pelo Notícias ao Minuto, a distribuidora já estava a tomar precauções para uma possível interrupção do fornecimento do combustível.

“Fomos cuidadosos em nos prevenirmos desta situação e informámos que não haverá interrupção no fornecimento de gás para os nossos clientes”, refere a nota, acrescentando que não haverá falta de gás nos próximos meses.

A nota refere, ainda, que o combustível continuará a ser fornecido através do gasoduto Balticconnector, que fica na Letónia.

Recorde-se que, ainda hoje, citado pela agência TASS, o ministro da Defesa russo disse o Kremlin estava a preparar “contramedidas” à Finlândia e à Suécia, na sequência do seu pedido de adesão à NATO, escreve o Notícias ao Minuto.

A Rússia deve contribuir para a reconstrução das infra-estruturas destruídas desde que invadiu a Ucrânia, considera a presidente da Comissão Europeia e esclarece que os advogados da entidade estão a trabalhar intensamente para encontrar maneiras de usar os bens congelados dos oligarcas nessa reconstrução.

Desde a invasão russa à Ucrânia, vários oligarcas russos viram os seus bens congelados em alguns países, em linha com as sanções impostas pelo Ocidente.

Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, sugere que esses bens sejam usados para pagar a reconstrução da Ucrânia quando a guerra terminar e sublinha que a Rússia deve ter responsabilidades nessa restauração.

“Eu acho que a Rússia devia fazer a sua contribuição”, afirmou a líder europeia e sublinhou que os advogados do órgão que dirige estão a trabalhar intensamente, para encontrar maneiras possíveis de usar os bens congelados dos oligarcas russos para a referida reconstrução.

A Comissão Europeia entende ainda que a reconstrução das infra-estruturas ucranianas deve ser pensada já, assim como as reformas que o país terá de fazer para se juntar à União Europeia.

Pelo menos 11 soldados morreram e outros 20 ficaram feridos num “ataque terrorista” a um destacamento militar em Madjoari, no Burkina Faso, anunciou, hoje, o exército, citado pela imprensa internacional.

Apesar das baixas, 15 terroristas foram neutralizados quando estavam em fuga. Face a situação, as autoridades burquinabes apelaram aos soldados para que “mantenham o espírito de luta, que é uma das chaves para derrotar o inimigo”.

O Burkina Faso tem sofrido frequentemente ataques de extremistas islâmicos desde Abril de 2015, perpetrados por grupos ligados tanto à Al-Qaida como ao Estado islâmico.

Segundo escreve o Notícias ao Minuto, que cita a Lusa, Shael tem sido a região mais atingida pela insegurança.

Em consequência da insegurança que se tem registado, mais de 1.85 milhões de pessoas deslocaram-se.

Os Estados Unidos anunciaram o envio de 100 milhões de dólares em equipamentos militares para a Ucrânia, após a aprovação de 40 mil milhões de dólares pelo Congresso norte-americano.

O mais recente pacote inclui mais 18 obuses, bem como sistemas de radar anti-artilharia.

De acordo com o porta-voz do Pentágono, John Kirby, citado pela Lusa, o material vai chegar às mãos das forças ucranianas “muito em breve”.

Com esta última remessa, os Estados Unidos forneceram quase 4.000 milhões de dólares em ajuda militar desde o início do conflito russo-ucraniano, em 24 de fevereiro, e 6.600 milhões de dólares desde 2014, quando a Rússia anexou a Crimeia.

John Kirby adiantou que os Estados Unidos vão consultar a Ucrânia, como tem feito com frequência desde a invasão, sobre quais são os equipamentos necessários.

O Senado dos Estados Unidos aprovou hoje por larga maioria um pacote de 40 mil milhões de dólares de ajuda militar e humanitária para a Ucrânia enfrentar a guerra desencadeada pela invasão russa do seu território.

A medida de envio de ajuda naquele valor (correspondente a cerca de 37,7 mil milhões de euros), aprovada com o voto a favor de 86 senadores e 11 contra e que tinha previamente passado na Câmara dos Representantes, será em breve assinada pelo Presidente norte-americano, Joe Biden, para entrar em vigor.

O Papa lembrou hoje que, além da guerra na Ucrânia, há muitos outros conflitos no mundo que estão a receber pouca atenção. Francisco afirmou que “o sentimento por quem sofre não deve basear-se na geografia ou no interesse próprio”.

O Papa, que falava perante os novos embaixadores junto da Santa Sé assegurou que a Santa Sé “continua a trabalhar através de inúmeros canais para promover soluções pacíficas em situações de conflito e para aliviar o sofrimento causado por outros problemas sociais”, disse perante os novos embaixadores do Paquistão, dos Emirados Árabes Unidos, do Burundi e do Qatar, que hoje apresentaram as suas credenciais.

Segundo o Notícias ao Minuto, Francisco reiterou que “a guerra é sempre uma derrota para a humanidade”, valorizou o trabalho dos países que acolhem refugiados, independentemente das despesas e destacou que houve famílias que abrirem as suas casas a familiares, amigos e até àqueles que não conhecem”.

“Depois de sofrer os efeitos devastadores de duas guerras mundiais e ameaças nucleares durante a Guerra Fria, a maioria das pessoas acreditava que a guerra na Europa era uma memória distante”, disse o Papa.

O pontífice concluiu afirmando que “apesar dos desafios e recuos, nunca devemos perder a esperança nos esforços para construir um mundo em que a fraternidade e a compreensão mútua prevaleçam e as divergências sejam resolvidas por meios pacíficos”, escreve a fonte.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou esta quarta-feira o prolongamento da Lei Marcial na Ucrânia por mais 90 dias. A lei determina que os homens entre os 18 e os 60 não podem sair do país, uma vez que podem ser chamados a combater.

Segundo o presidente, citado pela Euronews, a medida tem por objectivo “proporcionar ao exército e demais envolvidos todas a ferramentas legais para a defesa da soberania”.

“Assinei decretos sobre a extensão do regime legal da lei marcial e dos termos da mobilização geral. Espero que Verkhovna Rada da Ucrânia apoie esta decisão no futuro próximo. O nosso exército e todos os que defendem o Estado devem ter todas as ferramentas legais para agirem de forma determinada. Kherson, Melitopol, Berdyansk, Mariupol e todas as nossas cidades e comunidades que estão ocupadas, ocupadas temporariamente, devem saber que a Ucrânia irá regressar”, declarou Volodymyr Zelensky.

Os Estados Unidos anunciaram a reabertura da sua embaixada em Kiev, um sinal de regresso à normalidade um mês após o recuo das forças russas. O secretário de estado norte-americano Antony Blinken afirmou em comunicado que a decisão se tornou possível devido à coragem e determinação do povo ucraniano na defesa contra a ofensiva russa.

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