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O País – A verdade como notícia

Pelo menos 49 pessoas perderam a vida na sequência de uma rebelião numa prisão, no município colombiano de Tuluá.

De acordo com o Notícias ao Minuto, a rebelião aconteceu na noite da última segunda-feira, tendo sido confirmada hoje pelas autoridades locais.

O general colombiano, Tito Castellanos, diz que o evento foi “trágico e desastroso”.

Segundo o responsável, tratou-se de uma tentativa de fuga que, depois, originou um tumulto, no qual os presos desencadearam um incêndio.

O Presidente de Angola alertou, esta segunda-feira que o mundo não conseguirá alcançar os objectivos relacionados com a protecção dos oceanos se não lidar com a pirataria marítima, nomeadamente no Golfo da Guiné e no Corno de África.

“Estamos convencidos que não conseguiremos realizar os objectivos relacionados com a protecção do ecossistema marinho se não assumirmos com coragem a necessidade de reforçar a capacidade de defesa e segurança marítima fortemente ameaçadas por grupos de modernos piratas do mar que desenvolvem a sua actividade terrorista nas principais rotas marítimas, ameaçando seriamente o comércio Internacional e a segurança nos oceanos”, disse João Lourenço na cerimónia de abertura da Conferência dos Oceanos das Nações Unidas, que ontem iniciou em Lisboa.

O chefe de Estado angolano defendeu a necessidade de alargar a cooperação internacional com os países destas regiões, de modo a doptá-los da capacidade para fazerem face a esta ameaça global.

“Torna-se cada vez mais evidente a importância dos oceanos para o fluxo regular de mercadorias, o seu impacto no comércio mundial e na estabilização dos preços dos bens essenciais e das matérias-primas, assim como um funcionamento normal da economia”, afirmou, sublinhando a “importância fulcral e a necessidade incontornável da utilização pacífica dos oceanos como garante da sobrevivência em condições humanamente dignas das populações de todo o planeta”.

As águas do Golfo da Guiné, que se estendem por milhares de quilómetros desde Angola até ao sul do Senegal, estão entre as mais perigosas do mundo devido à pirataria.

Nos últimos anos, estes incidentes que acontecem na costa dos dois maiores produtores de petróleo na África subsaariana, a Nigéria e Angola, têm perturbado as rotas marítimas e custaram milhares de milhões de dólares em prejuízos.

Segundo o mais recente relatório anual Departamento Marítimo Internacional (IMB, na sigla em inglês), divulgado em Janeiro, o número de actos de pirataria marítima desceu em 2021 para 132 ocorrências, o nível mais baixo dos últimos 27 anos, motivado pela descida dos ataques na África Ocidental.

Durante uma semana, de 27 de Junho a 1 de Julho, Lisboa é palco de uma conferência das Nações Unidas dedicada ao oceano. Cientistas, políticos, organizações, empresas e activistas procuram encontrar soluções para proteger o oceano.

Passam quatro meses desde que a guerra começou na Ucrânia. Na semana passada, o Kremlin decidiu que a Bielorrússia vai entrar na guerra, anunciou, este domingo, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, citado pelo Observador.

Numa mensagem direcionada à população bielorrussa, o chefe de Estado declarou que o “Kremlin já decidiu” que Minsk vai participar na ofensiva.

No seu discurso ao país, Volodymyr Zelensky apelou à revolta da população bielorrussa, que não “é escrava nem carne para canhão”.

“Vocês não têm de morrer. E podem prevenir que decidam por vocês o que vos espera a seguir. Tudo depende dos cidadãos da Bielorrússia. Eu sei que podem recusar participar nesta guerra. A vossa vida pertence-vos, não ao Kremlin”, afirmou Volodymyr Zelensky.

“Eu sei que as pessoas da Bielorrússia apoiam a Ucrânia, apoiam-nos e não à guerra”, afirmou o Presidente ucraniano.

“É por isso que a liderança russa quer levar todos os bielorrussos para a guerra, eles querem semear o ódio entre nós”, advertiu.
Volodymyr Zelensky garantiu que a Ucrânia “vai defender-se dos ataques de qualquer direcção e de qualquer arma”.

“Tenho a certeza de que vamos aguentar e vamos recuperar tudo”, sublinhou o Presidente ucraniano, que ressalvou que “qualquer pessoa, qualquer pessoa normal em qualquer país, em particular na Bielorrússia, pode contribuir para a proteção da vida”.

No sábado, o Presidente bielorrusso reuniu-se com o seu homólogo russo, Vladimir Putin. Os dois líderes discutiram as questões de segurança na Europa e o chefe de Estado da Rússia prometeu que enviaria sistemas de mísseis com capacidade militar para território bielorrusso.

 

O Governo ucraniano pediu hoje aos países do G7, reunidos na Baviera, Alemanha, para enviarem mais armas e aplicarem mais sanções contra a Rússia, depois de novos ataques na manhã deste domingo.

A cimeira do G7 “deve responder com mais sanções contra a Rússia e mais armas pesadas para a Ucrânia”, insistiu o chefe da diplomacia ucraniana, Dmytro Kouleba, pedindo a “derrota do imperialismo doente russo”, na sequência de um ataque que deixou pelo menos quatro pessoas feridas.

“É extremamente importante que, durante as cimeiras desta semana, o G7 e a NATO demonstrem que o seu compromisso em defender a Ucrânia nunca será mais fraco do que o desejo de Putin de a assumir”, disse Kouleba, num artigo de opinião citado pelo Notícias ao Minuto.

O ministro pediu de novo um aumento e aceleração do fornecimento de armas pesadas, sanções mais duras contra todos aqueles que contribuem para a guerra de Putin e uma paragem total das importações de energia russa.

Os líderes do G7, grupo de grandes potências industrializadas (França, Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Itália, Canadá e Japão), estão reunidos no sul da Alemanha a partir de hoje para uma cimeira de três dias, à qual se seguirá uma reunião dos países da NATO (Organização do Tratado Atlântico Norte), em Madrid.

Corpos de 22 jovens foram encontrados dentro de uma discoteca, na África do Sul. As vítimas têm entre 18 a 20 anos de idade, entretanto ainda não foram reveladas as causas das mortes.

Os serviços de Emergência Médica foram chamados ao local na madrugada deste domingo.

Segundo novos dados, citados pelo Notícias ao Minuto, as vítimas seriam todas estudantes e estariam a participar numa festa de celebraçao o fim dos exames escolares.

De acordo com jornal local Dispatch Live, os corpos foram encontrados deitados no chão ou sobre as mesas, sem sinais de violência ou agressão.

Suspeitas iniciais, avançavam que algum incidente no interior do espaço podia ter levado os jovens a tentar fugir, acabando por se abalroar uns aos outros. Contudo, a falta de ferimentos coloca essa hipótese de parte, mantendo-se assim a  tese de envenenamento como a causa mais provável, embora ainda não esteja confirmada pelas autoridades competentes.

No exterior do espaço, várias pessoas reuniram-se, incluindo os pais das vítimas, que exigem entrar dentro do espaço para ver os filhos. As autoridades proibiram o acesso dos pais ao interior do bar ‘Enyobeni Tavern’ uma vez que continuam a investigar o sucedido.

As vítimas feridas no terramoto na província montanhosa de Paktika, no leste do Afeganistão, pedem ajuda internacional para reconstruir suas casas.

O terramoto de magnitude 5,9 que sacudiu parte do Afeganistão, incluindo a capital Cabul, na manhã de quarta-feira, matou mais de mil pessoas, incluindo mulheres e crianças, e mais de 1.500 outras ficaram feridas em Paktika e nas províncias vizinhas de Khost.

O terremoto também destruiu muitas casas e danificou estradas em Paktika, a mais mais atingida.

“Nossas casas desabaram. Está tudo acabado, pois não podemos construir outra casa. Somos pessoas pobres de Giani, e esperamos que a comunidade internacional possa nos ajudar, apenas um pouco mais “, disse um Morador.

Um hospital em Paktika admitiu 57 vítimas de terremotos. Entre eles, 17 estavam em condições relativamente graves e foram transferidos para Cabul, para melhor tratamento, e alguns com ferimentos leves receberam alta após a recuperação.

Até sexta-feira, sete mulheres, um homem e duas crianças permaneciam hospitalizados.

Uma menina de oito anos, Shadana, estava tão assustada com o terremoto que só podia responder perguntas com gestos e era incapaz de falar.

Outra menina de cinco anos, Asma, perdeu toda a família no terremoto. Ela procura o pai desde que chegou ao hospital na quarta-feira, mas os médicos ainda não conseguem dizer a verdade.

Moçambique comemora, hoje, 47 anos de Independência Nacional, proclamada, em 1975, por Samora Machel. As cerimónias centrais, que decorreram na Praça dos Heróis, na Cidade de Maputo, foram dirigidas pelo Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, numa cerimónia em que estiveram presentes diversas personalidades.

Na ocasião, o Chefe de Estado disse que a presença de Moçambique no Conselho de Segurança da ONU, como membro não-permanente, representa um ganho, não só para o continente africano como também a nível mundial, pois não estará imune aos desafios globais.

Nyusi aproveitou o momento para enaltecer a diplomacia moçambicana por este feito que se alcançou pela primeira vez, na história de Moçambique, desde a proclamação da independência.

O Presidente da República não deixou para trás os desafios actuais de Moçambique, tendo dado maior destaque ao terrorismo em Cabo Delgado. Além de destacar o apoio da Comunidade dos Países da África Austral (SADC) e do Ruanda, no combate à insurgência, Nyusi enalteceu a Força Local, constituída por antigos combatentes que lutam contra o mal.

Ainda no seu discurso, o Chefe de Estado voltou a apelar aos moçambicanos para continuarem a aderir à vacinação contra a pandemia da COVID-19, que, tal como frisou, “ainda não acabou”. Alertou, pois, que, se se justificar, pode apertar, novamente, as medidas restritivas.

Nas cerimónias centrais, foram condecorados diversos cidadãos nacionais, que se destacaram em várias áreas: o comandante João Martins de Abreu com a Ordem 25 de Junho do 1º Grau; os diplomatas Leonardo Santos Simão com a “Ordem Amizade e Paz” do 1º Grau; Alfredo Fabião Nuvunga e Pedro Comissário Afonso com a Ordem Amizade e Paz do 2º Grau; e Ana Nemba Uaiene com a “Ordem Amizade e Paz” do 3º Grau; António Mariva (Fany Mpfumo), a título póstumo, com a “Medalha de Mérito Artes e Letras”; Roberto Zolho, com a “Medalha de Mérito de Ambiente”; Alcinda Helena Panguana, Belmiro Caetano Dias (ao título póstumo); Donaldo de Castro Salvador; Edson da Silva Madeira; Nuno Pachanande Narcy; Rady Adosina Gramane; e Renato António Caldeira com “Medalha de Mérito Desportivo”; 1731 individualidades moçambicanas com a “Medalha Veterano da Luta de Libertação de Moçambique”.

 

Três mil golfinhos morreram, no Mar Negro, desde o início da invasão russa à Ucrânia, afirmou um grupo de cientistas ucranianos citado pelo Observador.

Segundo os cientistas, os sonares e explosões presentes no Mar Negro impedem os golfinhos de encontrar comida e estes animais são cada vez mais descobertos já mortos na zona costeira da Ucrânia, mas também Bulgária e da Roménia.

Vários especialistas justificam a morte dos golfinhos com o escalar da poluição sonora no norte do Mar Negro, causado pela presença de embarcações militares russas.

Os navios têm sonares para conseguirem localizar submarinos inimigos a grandes distâncias e o ruído subaquático pode ter consequências graves na sobrevivência dos cetáceos.

 

O antigo presidente angolano, José Eduardo dos Santos, está internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) de uma clínica de Barcelona, na Espanha. O ex-estadista recebe tratamento médico desde 2019.

De acordo com a DW, a notícia do agravamento do estado de saúde de José Eduardo dos Santos e internamento numa unidade de cuidados intensivos foi avançada na noite desta quinta-feira por um jornal português.

No mês passado, muitos órgãos angolanos teriam noticiado o agravamento do estado de saúde do antigo chefe de Estado daquele país. Entretanto, a mediatização criou divergências entre alguns dos seus familiares e o regime angolano.

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