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O País – A verdade como notícia

O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, manifestou interesse em adquirir fragatas e helicópteros russos. Segundo Putin, os meios podem ajudar a combater a pirataria.

“Talvez a Rússia nos possa disponibilizar tais navios e depois ver como pagar pela aquisição destas fragatas. Podemos também encomendar helicópteros. Vamos estudar como os dois lados podem acertar as contas”, disse Sissoco Embaló, após um encontro com Vladmir Putin, esta terça-feira.

Por sua vez, Putin apelou à cooperação entre a Rússia e a Guiné-Bissau no combate à pirataria e na exploração dos recursos de pesca.

Ainda sobre o combate à pirataria, em Julho passado, o Presidente francês, Emmanuel Macron, disse que o seu país apoiaria na formação de militares da Guiné-Bissau, no âmbito de um programa de apoio ao combate ao narcotráfico e pirataria marítima.

As águas do golfo da Guiné, ricas em crude, gás natural e recursos de pesca, estão cada mais expostas à pirataria. O golfo da Guiné registou 13 incidentes de pirataria e assaltos à mão armada entre Janeiro e Setembro, menos de metade do registado no período homólogo, de acordo com a Organização Marítima Internacional.

Dois milhões de pessoas, do total de 12 milhões de habitantes, foram afectadas pelas inundações desde o início deste ano, anunciou o Governo do Sudão do Sul.

“Oito dos 10 estados do Sudão do Sul estão actualmente inundados, e mais de dois milhões de pessoas estão deslocadas internamente e perderam os seus meios de subsistência”, disse o ministro da Informação, Michael Makuei Lueth, durante o fim-de-semana, em declarações citadas pelo Notícias ao Minuto.

A agência humanitária das Nações Unidas disse que os estados mais afectados incluem Bahr El Ghazal, Warrap, Unity e Equatoria Ocidental, com as cheias a ameaçar também alguns dos campos erigidos para albergar pessoas deslocadas internamente.

Makuei Lueth advertiu ainda que os refugiados climáticos poderiam tornar-se uma espécie de “novo normal” no país.

 

 

Rishi Sunak é novo primeiro-ministro do Reino Unido. O novo chefe do governo britânico diz que sua prioridade é devolver a estabilidade económica e unir o país com acções concretas.

Rishi Sunak tornou-se, esta terça-feira, no septuagésimo oitavo primeiro-ministro do Reino Unido, após ser indigitado pelo Rei Carlos terceiro.

No seu primeiro discurso, o novo chefe do governo britânico comprometeu-se a trabalhar para ultrapassar a crise económica, motivada pela COVID-19 pela guerra na Ucrânia.

Rishi Sunak prometeu, ainda, unir o país “com acções, e não com palavras”.

Ainda no seu discurso, o primeiro-ministro reconheceu ter havido erros cometidos pela sua antecessora, Liz Truss, tendo garantido que vai trabalhar para corrigi-los.

Foram cometidos alguns erros, mas não por más intenções. Foi-me eleito líder do partido e vosso Primeiro-ministro, em parte, para os corrigir, e esse trabalho começa imediatamente, frisou Rishi Sunak.

Face às dificuldades que o país enfrenta, o novo chefe de Governo do Reino Unido disse que não se vai deixar intimidar e garante que vai governar com integridade, segundo as “melhores tradições” do Partido Conservador.

Sunak aproveitou a ocasião para prestar homenagem a Boris Johnson “pelas suas incríveis conquistas como primeiro-ministro”

O novo líder do Partido Conservador, Rishi Sunak, vai ser indigitado hoje primeiro-ministro britânico pelo Rei Carlos III. Sunak ocupa o lugar deixado na quinta-feira passada por Liz Truss.

A cerimónia terá início com uma reunião do Conselho de Ministros, a ser presidida por Liz Truss, seguida por uma declaração de despedida à porta da residência oficial, em Downing Street. Truss será recebida depois pelo Rei Carlos III no Palácio de Buckingham, onde vai formalizar a demissão de primeira-ministra.

Segundo o Notícias ao Minuto, o monarca receberá então o sucessor, Rishi Sunak, que indigitará primeiro-ministro e encarregará de formar governo enquanto líder do partido.

Após isso, o novo primeiro-ministro viajará de seguida para Downing Street, onde fará uma declaração no exterior, seguido da formação do novo Executivo, devendo os principais nomes ser anunciados ainda hoje. Sunak tem como prioridade unir o partido, pelo que estará sob pressão para escolher representantes das diferentes correntes dos ‘tories’.

Sunak, de 42 anos e descendente de imigrantes indianos, será o terceiro primeiro-ministro do Reino Unido em sete semanas, depois de Boris Johnson e Liz Truss, e o mais novo desde 1783.

O antigo ministro das Finanças foi o único candidato à liderança do Partido Conservador a receber o apoio exigido de pelo menos 100 dos 357 deputados Conservadores, escreve o Notícias ao Minuto.

Confrontos entre soldados burquinabês e fundamentalistas islâmicos na cidade de Djibo, norte do Brukina Faso, provocaram a morte 28 pessoas e cerca de 50 ficaram feridas.

Os confrontos ocorreram depois de elementos fundamentalistas islâmicos terem atacado esta segunda-feira de manhã a base militar em Djibo.

Os dados provisórios divulgados ontem pelas forças armadas do país, citadas pelo Observador, indicam que dos 28 mortos 10 eram soldados governamentais.

Ainda de acordo com o comunicado das forças armadas, do lado inimigo, foram contabilizados 18 terroristas durante as operações de limpeza, ainda em curso.

Devido ao elevado número de atacantes, as forças armadas enviaram apoio aéreo e terrestre para ajudar a repelir o ataque e para as operações de contra-ataque.

A cidade de Djibo está sujeita a um bloqueio há três meses por extremistas islâmicos, que cortaram os principais eixos que ligam à cidade, incluindo a dinamitação de pontes.

Rishi Sunak é novo Primeiro-ministro do Reino Unido. A confirmação veio, hoje, após a desistência de Penny Mordaunt da corrida pelo cargo.

Rishi Sunak tornou-se, esta segunda-feira, no septuagésimo oitavo Primeiro-ministro do Reino Unido e sucede a Liz Truss, que se demitiu semana passada devido à pressão exercida por membros do Partido Conservador e a instabilidade que se tem registado.

Na corrida ao cargo de Primeiro-ministro contavam nomes altissonantes como o do antigo Primeiro-ministro, Boris Johnson, e de Penny Mordaunt, Ministra de Estado para a Política Comercial.

Entretanto, estes vieram a desistir da luta pelo cargo, deixando o caminho livre para Rishi Sunak.

Sunak conseguiu juntar mais 200 membros do grupo parlamentar e torna-se, assim, o novo Primeiro-ministro britânico.

No seu primeiro discurso, o líder do Partido Conservador prometeu devolver a estabilidade política e económica ao país.

O chefe do Governo britânico disse, igualmente, que vai trabalhar mais para unificar o país e o seu partido.

Sunak elogiou a primeira-ministra cessante, Liz Truss, pelo “serviço público em circunstâncias excepcionalmente difíceis”.

O novo líder do Partido Conservador será empossado pelo Rei Carlos III como chefe do Governo, pois os ‘tories’ mantêm uma maioria absoluta.

O Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, anunciou um conjunto de medidas para combater a corrupção no aparelho do Estado e avisou aos corruptos que “não têm onde esconder-se”.

Citado pela DW, Cyril Ramaphosa explicou que a corrupção é uma “traição à nossa democracia e um ataque às instituições que estabelecemos juntos para promover os valores da nossa Constituição e os interesses do nosso povo”.

No seu discurso à Nação, o Presidente indicou que será criada uma agência anti-corrupção independente para as contratações públicas, bem como uma comissão anti-corrupção permanente, com supervisão do Parlamento e do Executivo.

Além disso, Ramaphosa anunciou reformas legislativas para uma maior transparência e consulta na selecção e nomeação do líder do Ministério Público.

O Chefe de Estado referiu, ainda, a necessidade de um processo de nomeação dos conselhos de administração das empresas estatais, que não seja passível de manipulação, e referiu que os ministros serão proibidos de desempenhar qualquer papel nas contratações públicas.

Segundo a DW, o Presidente sul-africano divulgou estas iniciativas em resposta às recomendações de uma comissão judicial formada para investigar uma rede de corrupção que se formou no aparelho do Estado durante o mandato do seu predecessor, Jacob Zuma.

O grupo terrorista Al-Shebab matou, este Domingo, nove pessoas e 47 ficaram feridas num hotel em Kismayo, no sul da Somália. A notícia foi anunciada pelo ministro da Segurança do estado de Jubaland.

“Nove pessoas foram mortas e 47 feridas no ataque, incluindo estudantes que estavam a abandonar uma escola próxima no momento do ataque”, disse Yusuf Hussein Osman, após o ataque, que durou mais de seis horas.

Segundo o Notícias ao Minuto, que cita a agência de notícias da Somália, a Sonna, várias ambulâncias acorreram ao local, juntamente com veículos militares blindados, e horas depois do ataque inicial as forças de segurança “neutralizaram todos os terroristas do Al-Shebab envolvidos no assalto e resgataram os muitos civis presos dentro do edifício.

“Venceremos o grupo que atacou Kismayo”, disse o ministro das Finanças de Jubaland, Hussein Hirsi Ahmed, aos meios de comunicação locais, não apresentando números sobre os militares que eventualmente terão ficado feridos ou mortos.

De acordo com as informações transmitidas por um polícia que participou nas operações, o ataque de ontem foi levado a cabo por cinco elementos do grupo terrorista, havendo a registar de início seis mortos e 15 feridos.

 

O antigo primeiro-ministro britânico e líder conservador Boris Johnson anunciou ontem que não vai concorrer novamente à liderança do Partido Conservador, depois de muitos terem pedido que este sucedesse a Liz Truss como primeiro-ministro do Reino Unido.

Boris Johnson terá chegado a um acordo com Rishi Sunak e Penny Mordaunt para não concorrer à liderança do Partido Conservador.

A desistência de Boris Johnson deverá abrir caminho ao seu antigo ministro das Finanças, Rishi Sunak, que é agora o grande favorito para ocupar o número 10 de Downing Street.
Johnson, cujo mandato de dois anos ficou marcado por múltiplos escândalos governamentais, admitiu que voltar ao cargo de primeiro-ministro “seria errado”.

“Há uma boa hipótese de que eu teria sucesso na eleição dentro do Partido Conservador, e que estaria de volta a Downing Street na sexta-feira. Mas, ao longo destes últimos dias, infelizmente apercebi-me que isso simplesmente seria errado. Não é possível governar com eficiência a não ser que haja um partido unido no Parlamento”, considerou Johnson, num comunicado citado pelo Notícias ao Minuto.

O líder que antecedeu a Liz Truss referiu ainda que conversou com o Rishi Sunak e a Penny Mordaunt, porque esperava que se “pudessem unir pelo interesse nacional.
“Infelizmente, não conseguimos arranjar forma de o fazer”, lamentou.

RISHI SUNAK PODERÁ SER CONFIRMADO HOJE PRIMEIRO-MINISTRO BRITÂNICO

O sucessor de Liz Truss como primeiro-ministro britânico poderá ser conhecido hoje se só se qualificar um candidato à liderança do Partido Conservador, sendo o antigo ministro das Finanças Rishi Sunak o mais bem posicionado.

Com a desistência de Boris Johnson anunciada no domingo à noite, Sunak é o favorito tendo em conta o número de apoios públicos declarados.

A outra candidata, a líder da Câmara dos Comuns [um cargo no governo equivalente a ministra dos assuntos parlamentares], Penny Mordaunt, disse que estava confiante de que conseguiria reunir o apoio de 100 colegas deputados do Partido Conservador.

O prazo para a formalização das candidaturas fecha hoje às 14h00, hora local.

Para ser elegível, é preciso que os candidatos tenham o apoio de 100 entre os 357 membros do grupo parlamentar ‘tory’.

Até agora, segundo as contagens dos meios de comunicação social britânicos, apenas o antigo ministro das Finanças Sunak atingiu o limiar necessário, apesar de Boris Johnson ter reivindicado 102 assinaturas.

Se existir apenas um candidato, este será declarado vencedor e sucederá rapidamente a Liz Truss na chefia do Governo sem necessidade de eleições legislativas, pois o primeiro-ministro é tradicionalmente o líder do partido com maioria parlamentar.

Se se qualificarem dois candidatos, o Comité 1922, o conselho do partido que organiza as eleições internas, previu uma votação “indicativa” na segunda-feira à tarde para verificar o nível de apoios de cada um. O resultado está previsto para as 18h00.

 

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